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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

FUNDÉU RECOMIENDA...


Recomendación del día



una cosa se ve normal y varias cosas se ven normales

En la expresión ver normal, la palabra normal concuerda con aquello a lo que hace referencia, por lo que en la frase «La ministra ve normal los elogios de Sarkozy a España» lo adecuado hubiera sido decir: «ve normales los elogios».

Es habitual encontrar en los medios de comunicación frases en las que esta palabra, normal, se trata como invariable, como: «Antonio Ledezma indicó que no ve normal los cambios de discursos del presidente Hugo Chávez», « El delantero ve normal los rumores sobre el interés de varios clubes extranjeros por algunos futbolistas de su equipo».

En estos dos casos lo apropiado hubiera sido escribir «Antonio Ledezma indicó que no ve normales los cambios de discursos del presidente Hugo Chávez», «El delantero ve normales los rumores sobre el interés de varios clubes extranjeros por algunos futbolistas de su equipo».

terça-feira, 1 de novembro de 2011

OITO PASSOS PARA SER UM PERFEITO DESGRAÇADO








Autora: Patricia Rómer





Meu colega Justin Criner (www.AlwaysDeveloping.com) tem um fantástico artigo que baixo o título “The 8 steps to be unhappy, miserable, and depressed!” descreve perfeitamente a um protótipo de pessoa que com certeza você também tem ao redor. Justin é um conhecido coach norteamericano, nos conta que recebe diariamente clientes que sempre lhe perguntam: que posso fazer para ser uma pessoa infeliz, triste e depressiva? Isto é o que lhe há levado a criar este método de oito passos para ensinar-te a ser, de maneira rápida e eficaz, um completo desgraçado. A seguir um esquema de seu método:

Os 8 passos para ser infeliz, miserável e deprimido

1. Julga sempre aos demais:
Julgar aos demais é o melhor jeito de ser um infeliz. Quando estejas aborrecido, procura alguém a quem julgar, e se o faz saber. Julgar aos demais é a melhor maneira de aumentar nossos sentimentos negativos. O melhor é julgar aos demais do jeito mais duro possível para assim nos deleitar no dano que fazemos.
2. Queixa-te de tudo:
Queixa-te sempre, até das coisas menores e sem importância. Se alguma vez está bem com você mesmo é que esse dia não tem queixado o suficiente. Este costume faz que te ferva o sangue e nos faz estar pendentes das coisas negativas que nos rodeiam. O ideal é queixar-te depois de haver julgado a uma pessoa que tens perto, assim matas dois pássaros duma só vez. Se começas com um monte de queixas quando estás frente a una pessoa positiva, e consegues que também se ponha a queixar-se… isso te proporcionará uma semana extra de infelicidade.
3. Procura coisas que estejam mal e conte a tudo o mundo:
Esta é uma meta importante para você quando esteja trabalhando sua atitude negativa. Encontrar erros e falhas em tudo é um bom exercício. Tens muitas coisas diante de você: os maus motoristas, as estradas, a economia, tua família, teu chefe, teu trabalho, a comida, os políticos, teus vizinhos… pensa assim sempre e quando alguém te conte um problema lhe podes dizer “Isso não é nada comparado com o que me tem acontecido ” ou “se te faz sentir melhor, meu dia tem sido muito pior que o de você”.
4. Sai com outras pessoas infelizes:
Juntar-te com outras pessoas desgraçadas acelerará teu processo. Se estiver com pessoas que já tem as oito qualidades deste método podes copiar seus jeitos. Estas pessoas, que já tem conseguido odiar a vida, tem a qualidade de drenar qualquer ápice de felicidade que ainda fique em você.
5. Repete-te o estúpido que és quando erras:
Este exercício é estupendo, fala com você mesmo para lembrar o tonto que és, melhor se o fazes em voz alta, quanto mais descritivo sejas com os adjetivos melhor: estúpido, idiota, preguiçoso, tonto, odioso, gordo, feio, inútil… são só algumas sugestões.
6. Crítica:
Deves criticar tudo aquilo que se ponha por diante, tudo, e se tem alguém perto de você, não percas a oportunidade de contar para ele e se podes, critica a ele também, te odiará por isso, com o qual comprovarás que esse dia serás mais infeliz ainda.
7. Assume que o pior está por acontecer:
Faz-te a idéia de que nada nesta vida te funciona. Todo o mal sempre passa a você. Todo o mundo te odeia. Nada te sai bem. Não tens sorte nunca… e não se esqueça de contar a todo o mundo.
8. Elimina de teu vocabulário a palavra perdoar:
Mantém sempre o rancor, o ódio, o desprezo. Não perdoe nunca a teus inimigos. O perdão é a porta à felicidade, assim que rejeita-lo, já que perdoar te proporciona uma liberdade instantânea e isso é o último que procuras. Conta para todos o que te fizeram e o motivo que tens para não perdoar.
Nota: para aquelas pessoas que estejam interessadas em ser feliz, o primeiro passo é fazer exatamente o contrário do que indica este artigo.
Se de alguma maneira te sentes refletido neste artigo, enxergas que nada em tua vida te sai bem e que há muitas coisas que deves melhorar para pegar as rédias de tua vida te recomendo que trabalhes com técnicas de autoajuda como EFT y ThetaHealing, muito eficazes para desbloquear todas as barreiras que nos impomos e nos impedem ser felizes. Há muito material de graça na web www.liberacionemocional.com.

Patrícia Rómer, jornalista, experta em EFT, ThetaHealing, coaching ( patricia@liberacionemocional.com)


SER HUMANO: DIAGNÓSTICO GRAVE



Las manifestaciones colectivas de la locura asentada en el corazón de la condición humana constituyen la mayor parte de la historia de la humanidad. Es, en gran medida, una historia de demencia. Si la historia de la humanidad fuera la historia clínica de un solo ser humano, el diagnóstico sería el siguiente:

Desórdenes crónicos de tipo paranoide, propensión patológica a cometer asesinato y actos de violencia y crueldad extremas contra sus supuestos "enemigos", su propia inconsciencia proyectada hacia el exterior; demencia criminal, con unos pocos intervalos de lucidez.
El miedo, la codicia y el deseo de poder son las fuerzas psicológicas que no solamente inducen a la guerra y la violencia entre las naciones, las tribus, las religiones y las ideologías, sino que también son la causa del conflicto incesante en las relaciones personales. Hacen que tengamos una percepción distorsionada de nosotros mismos y de los demás. A través de ellas interpretamos equivocadamente todas las situaciones, llegando a actuaciones descarriadas encaminadas a eliminar el miedo y satisfacer la necesidad de tener más: ese abismo sin fondo que no se llena nunca.

Eckhart Tolle

LA INTELIGENCIA PERDIDA



La mayor infelicidad de la vida consiste en sentirse estúpido, inútil, tonto; nadie nace tonto; nadie nace tonto porque provenimos de la existencia.

La inteligencia se consume al imitar a los demás. Si quieres seguir siendo inteligente, tendrás que dejar de imitar.

Todo está patas arriba porque la educación no se ajusta a tu naturaleza. No respeta en absoluto al individuo, fuerza a todo el mundo a ajustarse a un determinado patrón. Quizá, de casualidad, ese patrón se ajuste a algunas personas, pero la mayoría, se encuentra perdida y es infeliz. Y por eso no encontramos nuestro verdadero lugar, porque no es nuestro.

La inteligencia es la capacidad de ver, de entender, de vivir tu propia vida de acuerdo con tu propia naturaleza. Eso es la inteligencia. Pero ¿qué es la idiotez? Seguir a otros, imitar a otros, obedecer a otros. Mirar a través de sus ojos, tratar de absorber su conocimiento como si fuera tuyo; eso es la idiotez.

Si realmente quieres ser inteligente, tienes que ser rebelde. Sólo son inteligentes las personas rebeldes. Quiero decir, abandonar todo aquello a lo que te han forzado en contra de tu deseo.

¡Sal de ahí! Dale alegría a tu vida, deja que la vida tenga algo de romanticismo; algo de aventura. ¡Explora! Hay un millón de cosas bellas y maravillosas que te están esperando.

Escrito por “El lobo estepario” abril 2009.-

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Recomendación del día


preelectoral se escribe en una sola palabra

En las noticias referentes a las elecciones generales que se celebrarán en España el próximo 20 de noviembre, es habitual encontrar diferentes formas de escribir el adjetivo preelectoral: «El candidato del Partido Popular acepta los debates pre-electorales con sus rivales», «El candidato del PSOE, que ha hecho estas declaraciones en un acto pre-electoral» o «Es su objetivo en esta temporada de viajes y mítines de su campaña pre electoral para las próximas generales».

El prefijo pre-, igual que todos los prefijos, se escribe unido a la palabra, sin guion ni espacio: preelectoral, prehispánico, preindustrial...

Por tanto, en los ejemplos anteriores, lo apropiado habría sido escribir: «El candidato del Partido Popular acepta los debates preelectorales con sus rivales», «El candidato del PSOE, que ha hecho estas declaraciones en un acto preelectoral» y «Es su objetivo en esta temporada de viajes y mítines de su campaña preelectoral para las próximas generales».

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

ESCOLA PARA PAIS


Escola para pais (que desejam "filhos felizes")
Por Eduardo Chaktoura |

Que haverão sonhado faz 30 ou 40 anos nossos pais? Que haverão pensado para nós? Haverão imaginado felizmente casados, com muitas crianças, vivendo numa casa grande e própria; bem sucedidos, gozosos e relaxados, andando em carros espaciais e assistidos por robôs domésticos? Haverão entendido que "no tempo de seus filhos" as coisas têm passado por outro lado? Ou haveremos entendido nós ou seguiremos esperando que nos aprovem e nos queiram tal como nos sonharam? Seguiremos usando seus manuais?
Agora, estamos nós nesse lugar. Somos nós os pais ou, ao menos, arrastarmos o desejo de ser-lo. Poderemos supor que será de nossos filhos em 30 ou 40 anos? Que sonhamos para eles? Que herança lhes temos reservada?
A realidade "destes tempos" em nada se parece a do "tempo de nossos pais" e, seguramente, acontecerá o próprio numas décadas mais. Neste labirinto de espelhos, onde todos nos olhamos, copiamos e construímos novas imagens e identidades, é oportuno e necessário perguntarmos: Que estamos fazendo com nossa paternidade ou com nosso projeto postergado de paternidade? Que tipo de pais somos ou poderíamos chegar a ser? Para que queremos ser pais? Nas mãos de quem deixamos a educação de nossos filhos?
Assim começa o sexto capítulo de meu livro "30/40, a grande oportunidade" (Paidos), à hora de perguntarmos por nosso rol de mães e pais. Além de compartilhar um primeiro antecipo, gostaria que esta instância servisse como disparador da mirada na qual hoje poderia deter para fazer foco juntos.
Que tipos de pais somos, poderíamos ou nos gostaria ser? Um manual para pais pode nos salvar? Quem se atreveria a escrever-lo?
Não deixo de me surpreender deste "jogo de espelhos e projeções" no qual nossos filhos, seus amigos e colegas de clube e escola, nos seguem devolvendo tantas matérias pendentes ou lições mal ensinadas ou aprendidas. Ingênuo, rio e me enfado, penso e me pergunto, sobre este costume insalubre de conscientes ou não, passar a posta e promover os níveis de exigência, insatisfação e competência, que podemos chegar a oferecer como crença desde tão precoce idade.
Tentemos dar por sentada a premissa de que "fazemos o que pudermos" e que, por lógica, entre outras possiveis verdades, "não há pai que tenha em seus planos fazer -lhe dano a seus filhos"...
Não há escola nem acredito que ninguém se sinta honestamente capacitado para escrever manuais para ser "bons" pais (ou os melhores pais que possamos ser); embora sim devêssemos assumir o compromisso de revisar os "objetivos, metodologia e sistema de avaliação" que ditamos a diária desde casa. Ante tudo, a autocrítica, não culposa ou repressiva senão reparadora.
Não cometamos o erro de deixar tudo em mãos da escola, da que somos responsáveis por escolher-la e suster-la e na qual, além de criticar-la, deveríamos ter uma vida, pelo menos, medianamente participativa.
Não há manuais, nem projetos concretos, porém há dados que ajudam a ser todos os dias um pouco mais conscientes e responsáveis. Estudos advertem que, seguramente, se trabalhássemos uma hora menos ao dia, embora levemos menos recursos a casa, com nossa "presença" (tempo e qualidade do tempo) poderíamos garantir-lhes a nossos filhos maiores recursos criativos, cognitivos, de segurança emocional e maior autoestima.
Um estudo realizado pela Universidade de Washington, dirigido por Carole Hooven e John Gottman, para dar outro exemplo, demonstrou recentemente que "quando os pais são emocionalmente expertos, seus filhos manejam melhor suas próprias emoções, são mais eficazes à hora de se serenar quando estão preocupados e se preocupam com menos freqüência. No plano biológico, são crianças mais relaxadas, e apresentam menores níveis de estresse, o que promete maior bem estar físico e emocional a futuro".
Segundo as pesquisas, que poderíamos empilhar, ao parecer, têm mais futuro os filhos que recebem lições de apego seguro, inteligência social e espiritual.
Chegaremos a entender sobre a importância de serem pais e mestres emocionais?
Que será destes filhos que nasçam e cresçam da mão de gerações de pais que persistam na insatisfação, ira, pressa, estresse? Estamos amamentando crianças obsessivas, mal alimentadas e em crise com o limite? Estamos-lhe delegando a autoridade às professoras, à escola, o controle remoto e o mundo virtual?
É evidente que necessitamos da razão para compreender o mundo, porém são as emoções as que nos permitem entender como sentimos o que acontece.
De fato, há quem acredita que os medos infantis sentam as bases das inseguridades que arrastamos de por vida ou até que decidimos "darmos conta" de que há algo que devemos resolver ou aceitar. Somos em grande parte do que nossos pais nos têm ensinado a pensar e a sentir. Somos o que nos tem dado e o que não nos tem podido oferecer. Somos, insisto, os que temos logrado re-significar e escolher para nossas vidas.
Haverá que por limites às "projeções" e re-significar mandatos, exigências e velhas frustrações. Um filho, curiosamente, é sair do espelho e saber que durante uns quantos anos, seremos nós esse espelho aonde eles vão a se olhar para fantasiar, imaginar, criar, explorar, conhecer, descobrir. São eles quem, tratarão de encontrar seu percorrido neste "labirinto de espelhos" no que os convidamos a brincar apenas os trazemos ao mundo (muitas vezes sem haver encontrado ainda a nós mesmos).
Procuremos de guiar-lhes na melhor direção possível, sabendo que são eles quem, graças às ferramentas e recursos que possamos ensinar-lhes, serão quem devam encontrar a saída (a que escolham, a que possam).
*Eduardo Chaktoura é psicólogo e jornalista. Em "30/40, a grande oportunidade" (Paidos) se propõe indagar sobre os grandes temas do mundo adulto e encontrar uma saída positiva à crise da mediana idade. .

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Recomendación del día



funeral y entierro tienen distintos significados en español

En inglés el término funeral (se escribe igual que en español) puede significar ‘funeral’ o ‘entierro’, pero no en español, lengua en la que significa ‘conjunto de los oficios solemnes que se celebran por un difunto algunos días después del entierro o en cada aniversario de su muerte’. También puede emplearse el plural funerales.

El uso de la palabra funeral para referirse al hecho de enterrar un cadáver y a los servicios relacionados con el enterramiento es un calco del inglés; en español se emplea preferentemente el término entierro.

Así, el siguiente titular: «Un funeral en Madrid cuesta ya 3703 euros, un 16 % más que en 2010», debería haberse escrito: «Un entierro en Madrid cuesta ya 3703 euros, un 16 % más que en 2010», ya que se refiere al gasto total que conlleva un entierro, y no al de la misa que se suele celebrar al cabo de unos días.

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