Translate

quarta-feira, 6 de junho de 2012

COMUNICAÇÃO






Em palavras simples, a comunicação serve para fazer-se conhecer e conhecer aos outros.
O que não se percebe, "não existe" e, o que "não existe", não se vende.


10 ERROS EM COMERCIO EXTERIOR
Publicado por Joan Barios / email: joanbarios@hotmail.com



Lembrem sempre que vossos clientes estão a milhares de quilômetros de distancia, falam outro idioma, os veem pouco e só "o que sentem e percebem" é tanto mais importante como "o que recebem".

1. - Considerar que tua estratégia é a correta: Teu marketing é correto, teu negocio vai bem, teus clientes estão contentes e não consideram aos concorrentes. Assim que não tomes decisões nem analises acerca de como te diferenciar, comunicar ou te promover de cara ao próximo ano, continue fazendo o mesmo do ano passado e do anterior.

2. – Não faças chamada: tens que fazer chamadas importantes aos clientes, não são necessariamente aquelas para cerrar um acordo, mas sim, por exemplo, para informar duma troca na data do embarque. Bom, o deixaremos para amanhã. Solução: Faz que outra pessoa faça as chamadas.

3. - Resistência ao câmbio: o notaremos porque sentiremos um incremento da pressão e criação de serotonina no corpo. Aqueles câmbios que devem fazer-se, porem que de momento vamos tirando. Por exemplo, na forma de organizar os pedidos dum cliente. Reorganização da rede de vendas, ou qualquer outra ação. Normalmente são as que têm a ver com as pessoas, porque são estas as mais difíceis de implementar. Melhor não quebramos ovos para fazer uma omelete, porque por enquanto já nos vai bem com o que temos na mesa.

4. - Ignorar as queixas dos clientes: quando apresentam uma reclamação, muitas vezes pensamos que se queixam por coisas insignificantes para nosso ponto de vista ou que já agiremos. Por exemplo, uma queixa por um atraso na chegada de documentos, uma reclamação de que não se lhes têm confirmado o estado dum pedido, etc. Que pouca paciência tem estes clientes!

5. - Reduzir expectativas: não te preocupes mais pelos pequenos detalhes, pelos catálogos não enviados, pelo container que não se embarcou a tempo, pelo documento com o endereço do cliente incorreto ou por seu nome não corretamente escrito. Se tudo o demais está bem. Basta de se preocupar porque se foram alguns clientes

Bom, a próxima vez indica os que faltam...

FUNDÉU RECOMIENDA...



Recomendación del día


Eurocopa 2012: diez claves para una buena redacción

Con motivo de la Eurocopa de fútbol, que tendrá lugar del viernes 8 de junio al domingo 1 de julio en Polonia y Ucrania, se ofrecen algunas recomendaciones sobre cuestiones que pueden plantear dudas al redactar las informaciones de este campeonato.

Las grafías adecuadas en español de los nombres de las ciudades donde se disputarán los partidos son: Varsovia, Poznań, Gdańsk, Breslavia, Lviv, Kiev, Járkov y Donetsk y la forma mayoritaria y recomendada para el gentilicio de Ucrania es ucraniano en lugar de ucranio.
Cuando se alude a dos equipos refiriéndose a los once jugadores que componen cada uno de ellos, lo adecuado es decir los dos onces en vez de los dos once. En este caso, once funciona como un sustantivo.
El término mediapunta se escribe en una sola palabra cuando designa a un jugador que ocupa esa posición; sin embargo, si se refiere a la propia posición del campo se escribe separado: media punta.
La palabra córner (plural córneres) lleva tilde por ser llana, acabada en consonante distinta de n o s. Convive con las expresiones saque de esquina y tiro de esquina.
La grafía apropiada es penalti (en plural, penaltis) y no penalty (su forma en inglés); tampoco son válidos los plurales penalties ni penaltys. En la mayor parte de América se emplea la forma, igualmente válida, penal (plural, penales).
Tal como indica el Diccionario panhispánico de dudas, la españolización de la expresión inglesa goal average es golaveraje. Junto con este anglicismo adaptado conviven las expresiones diferencia (o promedio) de goles.
En español, en construcciones en las que aparecen sustantivos que designan partes del cuerpo (cabeza, ojos, oídos, pies, rodillas, etc.) lo común es el uso del artículo (el, la), pero no el del posesivo (mi, tu, su, etc.). El empleo del adjetivo posesivo en lugar del artículo es un uso propio del francés y del inglés que conviene evitar. Por tanto, lo adecuado sería decir: «Se lesionó la pierna derecha», no «... su pierna derecha».
Es recomendable no suprimir el artículo en la expresión por la banda derecha/izquierda.
Con los verbos perder y ganar, cuando se alude a la diferencia en el resultado de un deporte, la preposición adecuada es por y no de: «Ganó por cuatro goles» y no «Ganó de cuatro goles».
Es aconsejable que se emplee mejor jugador, jugador mejor valorado, jugador más valioso, etc., en lugar de la sigla MVP (most valuable player).

terça-feira, 5 de junho de 2012

EXPORTAÇÃO



Internacionalizar um produto não é fácil.

Os 7 erros mais comuns que se cometem ao exportar um produto

Começar a exportar produtos pode ser algo desafiante no sentido de que estás lidando com diferenças culturais. Por tanto é imperativo que te assegures de evitar alguns dos erros mais comuns que os exportadores cometem quando se dedicam ao comercio internacional.

Estes 7 erros costumeiros estão pensados para te ajudar a evitá-los quando prepares teus produtos para os mercados estrangeiros.

1. Analisa o nome de teu produto.
É fácil de pronunciar no idioma do país ao que te enfocas? Deverias traduzi-lo? Ainda mais importante, Existe alguma associação negativa ao nome de teu produto?
Em alguns países, os produtos brasileiros são muito procurados, assim quiçá apeteças manter o nome de teu produto. Em outros países, pode que seja melhor adaptar o nome de teu produto a um nome local.

2. Pensa nas cores da embalagem.
As cores significam coisas distintas em mercados distintos. Assegura-te de que a embalagem de teu produto não está exposta a uma associação negativa, como o azar. Embora isto não seja um fator importante em alguns países, em outros pode ser a diferencia entre a aceitação ou a rejeição de teu produto.

3. Avalia o desenho da embalagem e o etiquetado.
Ademais das cores, o resto da embalagem e o etiquetado também são importantes. Considera estes fatores quando avalias a competência de teu produto para o mercado objetivo.
Está no idioma adequado? Alguns países exigem embalagem bilíngue. É fácil de ler? Está claro o propósito de teu produto? Pode que queiras incluir fotografias de teu produto sendo utilizado, só para estar certo. Apresenta-se bem? Esta empacotada como algo que goste a teus clientes ou parece estrangeiro e fora de lugar?

4. O tamanho correto do produto.
Nos EUA o Big Mac de McDonald´s é conhecido por ser grande. Os americanos gostam de sua comida em tamanho gigante. No Japão, acontece o contrario, é consideravelmente menor.
Assegura-te de que teu próprio produto venha no tamanho adequado e na quantidade apropriada para teu mercado objetivo. Nos países emergentes, as unidades menores podem parecer mais atraentes para as pessoas com problemas de dinheiro. Nas economias maduras, pode que teus clientes queiram comprar em grandes quantidades.

5. Unidades de medida corretas.
Assegura-te de que a embalagem inclua as unidades de medida corretas de acordo ao padrão local. Se teus clientes estão tomando suas decisões baseando-se no valor e não podem determinar quanto de teu produto estão comprando, pode que decidam comprar o produto de tua concorrência.

6. Considera as embalagens.
Também considera o tipo de embalagem. Em algum momento, teu produto pode ter que viajar uma longa distancia pelo que quiçá demande uma embalagem mais resistente. Em outros países, o peso pode ser mais importante, o que te obrigaria a escolher um material mais leve para embalar.

7. Componentes elétricos.
Se teu produto possui componentes elétricos, assegura-te de que funcionam na voltagem correta do país alvo. Teus clientes não desejam nem necessitam comprar um transformador elétrico para usar teu produto. Pesquisa e assegura-te de que teu produto funciona em sua rede elétrica.

Um pouco de pesquisa do mercado para onde vai exportar pode fazer a diferença entre um sucesso colossal ou um fracasso estrepitoso. Investiga e facilita a teus clientes o uso e aceitação de teu produto.

COMUNICAÇÃO EM ESPANHOL





Comunicação em espanhol em circunstâncias de negócios.

Para todos aqueles que necessitam do espanhol em seu ambiente de trabalho.

Por meio dum abono mensal ou um contato por e-mail, você ou sua empresa poderão terceirizar tarefas administrativas relacionadas ao idioma espanhol e facilitar sua atividade comercial.
Estas tarefas compreendem a correção ou redação de emails, relatórios, interpretação e tradução de material recebido por sua empresa, redação de orçamentos, recepção de chamadas desde o exterior, entre outros.

Tanto na comunicação escrita como verbal está em jogo a imagem de sua empresa.

Existem aspectos na comunicação, ademais do uso correto do idioma, que possuem um rol fundamental na criação e consolidação da imagem que você decida oferecer; entre eles podemos nomear: o nível de formalidade apropriado segundo a hierarquia, à utilização do vocabulário preciso ou o ton adequado segundo o tipo de comunicação.
Pomos a sua disposição nossa experiência comercial de mais de trinta anos nos mercados espanhol e latino-americano.
Com Magna, o Escritório virtual da Língua Espanhola obterá flexibilidade, confiança e um trato agradável dos serviços que só pode oferecer uma pequena empresa, combinada com a experiência e qualidade que normalmente só pode receber das grandes empresas.
Serviço de acompanhamento a Férias, Exposições, palestras e rodadas de negócios, mediação de Comércio Exterior, Assessoria em Relações Internacionais.

Nossos clientes têm a necessidade de se comunicar em situações que poderiam ser difíceis ou de estresse e necessitam dum alto nível de confiança em suas comunicações.

FUNDÉU RECOMIENDA...



Recomendación del día


contrición, no contricción

Contrición, y no contricción, es la forma apropiada de escribir esta palabra que indica ‘arrepentimiento’, y su adjetivo correspondiente es contrito.

Sin embargo, a menudo se puede ver en los medios, probablemente por su cercanía a la palabra constricción, la forma inadecuada contricción: «En el partido que debía servir como acto de contricción del equipo por la mala temporada...», «No se ha visto ningún acto de contricción de parte de todos aquellos dirigentes».

Tal como indica el Diccionario panhispánico de dudas, lo adecuado es escribir este término con una c, de modo que en los ejemplos anteriores lo propio habría sido decir acto de contrición.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

QUEM SOMOS NÓS?





“O cartão de visitas, com o qual nos apresentamos à sociedade, não é somente nossa roupa, casa ou carro. A nossa imagem se faz vista não só pelo que falamos, mas como falamos. Um dos pais da neurolinguística, Joseph Yeager garante que a linguagem pode limitar ou potencializar o desempenho de um líder”

ESTRANGEIRISMOS NO BRASIL.

Globalização, internet, Mercosul, Unasul, pré sal, mundial de futebol, jogos olímpicos, colocam a língua portuguesa no Brasil baixo a pressão de ter que se enfrentar, no dia a dia, às novas exigências de comunicação, de compartilhar avanços tecnológicos, e acompanhar ao ritmo crescente dum volume de informação sem antecedentes. O mundo quer participar da sexta economia do mundo e o Brasil necessita se adequar a estas novas circunstancias.
Diariamente nos achamos frente a gentílicos desconhecidos, expressões esquisitas, anglicismos, galicismos, e estrangeirismos desnecessários e outras armadilhas que frequentemente nos confundem.
O brasileiro, inclusive aquele de nível cultural alto, dúvida frente a determinadas palavras, ignora se certos usos são corretos ou não e, em ocasiões cede ante o emprego de neologismos que têm registros válidos e mais acertados em nosso léxico português.
Uma comunicação correta em especial no campo científico e técnico requer da palavra certa, do estilo adequado, para se adaptar às novas exigências.
Uma palavra errada ou uma expressão mal usada ditas numa conversa de amigos não tem maior alcance que o reduzido âmbito amistoso em que são pronunciadas. Porém, se essa palavra ou essa expressão aparecem escritas num jornal ou é difundido por um canal de televisão, o impacto no falante é enorme. O mesmo vale para a documentação disponibilizada na internet.
Daí a importância de que os meios façam deles.
Tudo o que pensamos, criamos e expressamos precisa dos termos corretos e o estilo certo para sua adequada comunicação.

No Brasil não existe uma instituição que regule a incorporação de novos termos técnicos oriundos de tecnologias estrangeiras, fundamentalmente do inglês, (neologismos, estrangeirismos ou barbarismos).

Desta maneira seu controle e utilização ficam exclusivamente livrados ao critério do tradutor.
Por momentos pareceria que o idioma inglês é mais dinâmico que nosso português. Porém, o inglês não é uma língua mais dinâmica. O que é mais dinâmica é a pesquisa em ciências e novas tecnologias que se fazem em inglês.
É a partir dos resultados dessas pesquisas que somos bombardeados com novos termos em inglês, que propiciam a geração e formação de novos termos em português para designar os produtos resultantes dos avanços científicos e técnicos que proliferam a velocidades vertiginosas em nossas sociedades.
A criatividade linguística constitui uma fonte eficaz e renovadora do léxico, que constata a vitalidade do idioma.
Esta geração terminológica ou criação neologista, que se produz de maneira incessante e constante, é capaz de penetrar e se incorporar as linguagens política, literária, religiosa, científica, técnica, acadêmica e até artística passando a formar parte do léxico que se maneja nestes distintos âmbitos do saber.
Um exemplo é a palavra googlear: consultar no motor de busca Google.
Embora seja uma palavra estranha, como Google é o nome de algo "esta responde às normas tradicionais de construções de verbos a partir de substantivos".
A neologia é uma das manifestações mais importantes da vitalidade duma língua, que reflete a evolução, a idiossincrasia e o estado de desenvolvimento técnico e cultural duma sociedade.
Um estrangeirismo é qualquer vocábulo ou expressão que um idioma toma de outro idioma, geralmente para encher um vazio de designação. Pode manter sua grafia e pronunciação originais ou pode adaptá-las às da língua meta. Os estrangeirismos são um caso especial de empréstimo linguístico. Este último termo também serve para designar não só a adoção de palavras senão também de estruturas gramaticais

O projeto de lei n.º 1676/99, de autoria do deputado Aldo Rebelo, é um dos poucos assuntos relacionados à língua que teve espaço na mídia brasileira. Em época recente, o projeto tornou-se objeto de polêmica entre o seu autor e alguns linguistas, entre eles Fiorin (2000) e Aubert (2001). Considerado por este último como preconceituoso, o referido documento objetiva defender, proteger e promover a língua portuguesa no Brasil. Ele se encontra no senado (08/02/2008), em processo de aprovação.
Este projeto gerou muita polêmica. A Lei consiste na proibição do uso de estrangeirismos no Brasil. Rebelo afirma que a utilização de termos estrangeiros tem sua causa na baixa autoestima do brasileiro e ainda comenta que seu uso dificulta a comunicação. Segundo ele, o nosso português deveria ser mais valorizado e cita uma frase de Olavo Bilac, que diz que “Uma nação entra em decadência quando perde o amor pelo seu idioma”.

REFORMA ORTOGRÁFICA E SUB ORTOGRAFIAS NACIONAIS

A partir da reforma ortográfica do português, Priberam, autora do corretor ortográfico FLIP e outros dicionários, aponta: “É desejável que exista a curto prazo um thesaurus da língua portuguesa ou um "vocabulário comum" a todas as variedades do português, mas seria útil ir mais longe na criação de instrumentos linguísticos e permitir a criação de vários vocabulários ortográficos autorizados consoante a norma de cada país, de que o "vocabulário comum" poderia ser a súmula”.
Como bem diz Amanda Sanromã num artigo da sua autoria;
O estrangeirismo nada mais é do que a influência das línguas umas sobre as outras.
Estrangeirismo é diferente de empréstimo. O primeiro refere-se ao uso de termos estrangeiros não existentes na língua nativa, como xerox, shopping, self-service.
Muitas dessas palavras já foram aportuguesadas, como deletar (delet), resetar (reset), estressar (stress). Posso dizer que o estrangeirismo é um fenômeno que sempre aconteceu, desde que as línguas surgiram. Hoje em dia, essa influência é ainda mais evidente com o avanço da globalização.
Empréstimo está relacionado ao uso de termos estrangeiros que possuem equivalente na Língua nativa, como "pink" (rosa), "sale" (venda), games (jogos), entre muitos outros.

A estranjerização é um fantasma que persegue ao tradutor técnico brasileiro.

Traduzir é, em todas suas modalidades e especialidades, um processo puramente intelectual que implica a compreensão e interpretação do pensamento humano formulado numa língua e sua expressão na outra língua.
Qualquer desequilíbrio das aptidões do tradutor com relação a uma ou outra língua irá a detrimento da fidelidade da tradução.
Isto também é válido para a qualidade do original, não poucas vezes o tradutor em sua atividade cotidiana se encontra no compromisso de interpretar e incorporar ao espanhol termos como gerenciamento,customização, emponderamento, etc.

Como diz Gisley Rabello Ferreira em seu artigo “OS PADRÕES DE QUALIDADE NA TRADUÇÃO TÉCNICA E SUA INFLUÊNCIA NA PROFISSIONALIZAÇÃO DOS TRADUTORES”

“Se esses profissionais não forem conscientes o bastante para debater com seus clientes a terminologia de cada produto traduzido, tentando chegar a traduções coerentes e evitando o uso abusivo de termos e estruturas emprestadas da língua estrangeira, o português do dia a dia das empresas (e de nossos lares) piorará ainda mais”.

Uma responsabilidade a mais para o tradutor profissional no Brasil...

GUIA DO TRADUTOR 2012


A Direção-Geral da Tradução (DGT) da Comissão Europeia publicou o Guia do tradutor 2012, um interessante guia de estilo em português com dicas utilíssimas para quem traduz documentos com teor que envolva burocracia da CE. Esta é a segunda edição do Guia do Tradutor, justificada pelas implicações que a entrada em vigor do Tratado de Lisboa teve no processo de decisão da União Europeia e, também, pela aplicação, a partir de 1 de janeiro de 2012, do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 nas instituições europeias. Esta obra de referência do Departamento de Língua Portuguesa da Direção-Geral da Tradução da Comissão Europeia, elaborada pela equipa linguística, é o fruto de um trabalho permanente de apuramento e de atualização, que conta com a colaboração dos tradutores do departamento.

É um pequeno livro de 136 páginas, distribuído gratuitamente e contendo informações sobre como escrever e traduzir em português segundo as convenções da Comissão Europeia. As técnicas de tradução apresentadas no livro abrangem informações sobre a estrutura dos documentos legislativos e executivos, formulações e termos padronizados e regras e convenções adotadas pela burocracia da CE. Lembro que a variante do português usada na CE é, obviamente, a europeia, mas o Guia do tradutor 2012 pode ser muito útil também para quem traduz para o português latino-americano.
Download no link http://ec.europa.eu/translation/portuguese/guidelines/documents/styleguide_portuguese_dgt_pt.pdf
Esperamos que contribua para a normalização e a qualidade da tradução institucional, a bem da língua portuguesa.

LA RECOMENDACIÓN DIARIA

  LA RECOMENDACIÓN DIARIA resistencia a los antimicrobianos , mejor que  resistencia antimicrobiana   Resistencia a los antimicrobianos , no...