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sexta-feira, 8 de maio de 2009

COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL


"Comunicação" é um tipo de palavra como "organização": não é fácil de definir. Uma forma de velo é como: "Um processo interpessoal de enviar e receber símbolos que contem um significado." Se supõe, portanto, que o resultado é um intercambio de informação e compartilhar determinada opinião entre as pessoas. Assim, uma medida da administração efetiva da comunicação interpessoal é que a informação se há transmitido e que sejam construído relações.

O sucesso da transferência de informação depende em muito da natureza e da qualidade da informação recebida e isto, por sua vez, depende da natureza e da qualidade da relação entre as pessoas implicadas. Os indivíduos tendem a experimentar uma satisfação pessoal quando se comunicam e interatuam com amigos, parentes e outros a quem conhecem bem, de fato, com pessoas com as que se sentem a gosto. Não sentem a necessidade de estar em guarda com respeito à forma em que manejam suas relações com os demais...

Mas os gerentes, a miúdo, tem que trabalhar com outras pessoas, com as quais não estabeleceram este tipo de relações, para atingir os objetivos organizacionais. Tais vezes se produzem mal entendidos que conduzem a desacordos e conflitos ou, com freqüência, se chega a evitar conflitos com o conseqüente aumento de desconfianças. Do anterior surgirá uma falta de cooperação e um clima de trabalho não saudável. As pessoas se comportam com amabilidade e aparentemente cooperam; mas, devido aos problemas interpessoais que subsistem e que não foram resolvidos, a qualidade da comunicação interpessoal é pobre. 

As pessoas são diferentes e necessitamos entender a natureza de tais diferenças e tentar modificar nosso comportamento interpessoal para tratar com elas. 

R.Rudlow - F. Panton

 

quinta-feira, 7 de maio de 2009

PARA REFLETIR...


Creemos que gobernamos nuestros actos, pero algo en nuestro interior nos lleva inexorablemente hacia nuestro destino”

“Acreditamos que governamos nossos atos, mas algo em nosso interior nos leva inexoravelmente a nosso destino”

Autor Anónimo.

NEOLOGISMO


METAMANAGEMENT

“TUDO O QUE É DITO, É DITO POR ALGUÉM.” Humberto Maturana

 

A obra original METAMANAGEMENT, de Fredy Kofman, (publicada pela Willis Harman House), descreve uma nova disciplina para o desenvolvimento da consciência e a melhora das interações humanas nas organizações. O ser humano é visto como integração de corpo, coração, mente e espírito, e a organização é considerado o espaço onde as pessoas se podem desenvolver integralmente, fazendo de sua vida profissional uma obra de arte. A obra propõe um modelo de aprendizado que permite às pessoas, equipes e organizações alcançar maiores níveis de efetividade, apresenta ferramentas práticas para melhorar os resultados operacionais, os processos interpessoais e a qualidade de vida das pessoas, além de propor uma perspectiva integradora que ajuda o ser humano a responder aos desafios nos negócios e na vida com inteligência, equanimidade, integridade e consciência.
Nesta nova visão, o autor contrapõe os líderes, que operam com visões inspiradoras, com os managers, que operam com sistemas de avaliação de desempenho, planos e orçamentos, com papel fundamental na excelência competitiva das organizações. Desta forma, o fator humano nas organizações adquire uma importância muito maior do que o fator técnico ou operacional: o ser humano integral coerente com seus princípios e valores e com alta capacidade de integração e relacionamento é um ser humano de sucesso, tanto pessoal quanto profissionalmente, e a empresa que aplicar este conceito no nível organizacional poderá trazer à tona o melhor de seus funcionários e uma visão integradora e coerente de negócios.

 “Quando um homem empreende o caminho do aprendizado, não tem claros seus objetivos. Seu propósito é fraco, sua intenção é vaga. Sonha com recompensas que nunca se materializarão, pois nada sabe das dificuldades do aprendizado.
Lentamente começa a aprender, primeiro pouco a pouco, a grandes passos depois, e seus pensamentos logo entram em colisão. O que aprende nunca é o que esperava, ou imaginava, e assim começa a sentir medo. Aprender nunca é o que se imagina. Cada passo do aprendizado é uma nova tarefa e o medo cresce sem cessar e sem piedade. O caminho do homem que aspira ao conhecimento se transforma em um campo de batalha.
Assim, o homem deparou com o primeiro de seus inimigos naturais: o medo! Um inimigo terrível, traiçoeiro e difícil de vencer. O medo se oculta em cada curva do caminho, emboscado, esperando. E se o homem, aterrado em sua presença, se retirar, o inimigo terá conseguido pôr fim a seu aprendizado.
Que acontece com o homem que volta atrás, assustado? Nada, exceto que nunca aprenderá. Nunca se transformará em um homem de conhecimento. Talvez seja um rufião agressivo, ou talvez seja um medíocre, um medroso; de todo modo, será um homem derrotado. Seu inimigo terá posto fim aos seus anseios de saber.
E que pode fazer o homem para se sobrepor ao medo? A resposta é simples: não fugir. O homem pode estar completamente assustado e ainda assim não se deter. Essa a regra. E chegará o momento em que seu inimigo se retira. O homem então se sentirá seguro de si mesmo, sua intenção se fará mais forte e o aprendizado já não será um trabalho aterrador.”

Carlos Castañeda em seu trabalho antropológico “Las enseñanzas de Don Juan”, citado por Fredy Kofman em seu livro “Metamanagement”. 

 

 

 

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Pensamento crítico


 VOCÊ CONHECE A DIFERENÇA?



O indivíduo crítico (como estereótipo):

 Busca defeitos, erros.
Apresenta atitude negativa.
Acredita ter bom juízo.
Se precipita nas deduções.
Gera desconfiança e insegurança.
A miúdo recrimina.
Vê, sobre tudo, o mau.
Identifica fracassos e culpados.
Denota insatisfação
Admite tudo o que confirma seus juízos.
Se baseia em seus modelos mentais.
Se mostra teimoso e inflexível.

O pensador crítico:

 Procura verdades.
Apresenta atitude exploratória.
Quer possuir bom juízo.
Demora nas suas inferências.
Gera confiança e seguridade.
A miúdo tem duvidas.
Acaba vendo o oculto.
Identifica causas e conseqüências.
Denota curiosidade.
Constata toda a informação.
É consciente de seus prejuízos.
É flexível, razoável e íntegro.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

A INTELIGÊNCIA FRACASSADA


TEORIA E PRATICA DA ESTUPIDEZ

O filósofo e ensaísta José Antonio Marina está convencido que a história da humanidade se pode contar a través da historia da estupidez, "que sempre há sido bem avaliada".

Marina, que tem apresentado seu novo ensaio 'A inteligência fracassada. Teoria e prática da estupidez’ (Anagrama), não editada ainda no Brasil, acredita que "a estupidez política pode ser muito danosa e criar uma grande injustiça, enquanto que o fracasso da inteligência privada leva a infortúnio pessoal".

Marina afirma neste ensaio que a inteligência se desenvolve em dois planos: "Um plano é o do teste e o coeficiente intelectual e outro é o uso da inteligência na vida (cotidiana)".

"A inteligência fracassa -explicou- quando se sustém uma crença falsa que resulta invariável ante qualquer experiência. Se produz então um engavetamento que são à base do funcionamento dos fanatismos e os prejuízos".

"Com muita freqüência -acrescentou- temos crenças enfermiças que repercutem num dano a nós mesmos ou aos demais, como por exemplo, as crenças falsas, que se há mantido durante séculos, sobre a mulher em todo o mundo. Hoje em dia, algumas mulheres de França ainda acreditam que uma mulher menstruada pode avinagrar o vinho se entra numa adega".

José Antonio Marina atribui "os freqüentes fracassos" afetivos das pessoas porque "muitas vezes não reconhecem seus próprios sentimentos ou os confundem".

"O ciúme, afirmou, tem a ver com um sentimento de propriedade, mas não tem nenhuma relação com o sentimento amoroso como se acredita".

Há outros sentimentos, segundo Marina, que nos "incapacitam para viver" como é o caso do ressentimento que "nos dá uma visão errada da realidade".

"Outro dos fracassos mais habituais da inteligência, tem dito o filósofo, é o modo de falarmos a nós mesmos. Contamos-nos a história de um modo que se nos equivocamos nos enganamos".

Posto que existe uma teoria científica da inteligência, diz, deveria haver outra igualmente científica da estupidez. Acredito, inclusive, que ensinar lhe como matéria central em todos os níveis educativos produziria enormes benefícios sociais. “O primeiro deles, vacinarmos contra a tolice, profilaxia de urgente necessidade”. O homem não tropeça duas vezes na mesma pedra senão duzentas. A história da estupidez humana preencheria livros e livros e nunca se terminaria porque a necedade não tem fim. Ainda mais, a palavra “estupidez” não tem presença científica de nenhuma classe; designar a alguém como estúpido é uma leviandade. Sem embargo quanto tem que ver a palavra com os fracassos da inteligência...

 

sexta-feira, 24 de abril de 2009

COMO SE TORNAR UM LIDER


 A especialização profissional não é o único que conta na construção de uma carreira bem sucedida. 


Em 30 anos de atividade em empresas e na consultoria, presencie o final de carreiras previsivelmente exitosas e o crescimento de gente com poucas possibilidades aparentes de sucesso. 

Além de títulos e 
mestrados, o fator de diferenciação está dado pelo que defino como atributos abstratos: uso inteligente das emoções, versatilidade, habilidade no manejo das relações interpessoais, senso comum, empatia, vulnerabilidade e criatividade. 

Estes atributos se manifestam claramente nas re-estruturações, no momento de selecionar os empregados mais valiosos. 

Quem não procure o desenvolvimento de tais habilidades vera acuado su
as possibilidades:

Somos nossa própria "empresa". E para isso é necessário desenhar estratégias de marketing pessoal e planejamento estratégico de carreira de acordo com as exigências do mercado. 

Isto implica ser versátil, determinar o que se espera de nós e manter nos alerta para agregar valor a nossa função. 

Uma sólida rede de contactos, a visão integral do negócio, o aporte de ideias inovadoras e a aptidão de inspirar a quem nos acompanham, são qualidades que nos aperfeiçoaram como profissionais integrais. 

As organizações requerem líderes que atuem como agentes do 
câmbio e sejam capazes de antecipar-se. 

Para isso é necessário "apreender a desaprender", já que quem fique travado em modelos do passado perderão a oportunidade de recriar seu desempenho. 

Atributos concretos e abstratos devem articular se numa dinâmica constante.

Porém só quem logre desenvolver os segundos estará disposto a atualizar os primeiros. 

O autêntico líder empresarial do século XXI não é famoso ou carismático, é alguém que domina o capital intelectual e humano de sua empresa.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

SÃO PEDRO E A EXECUTIVA


Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.

Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas.Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:

- Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque meu convênio médico é classe A, e isto aqui está me parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?


- No céu.


- No céu?...


- É.


- Tipo assim... o céu, CÉU...! Aquele com querubins voando e coisas do gênero?


- Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.


Apesar das óbvias evidências nenhuma poluição, todo mundo sorrindo, ninguém usando telefone celular), a executiva bem-sucedida custou um pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva.

Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa.

E foi aí que o interlocutor sugeriu:

- Talvez seja melhor você conversar com Pedro, o síndico.


- É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?


- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.

- Assim? (...)

- Pois não?

A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.

Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu rapidinho:

- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...


- Executiva... Que palavra estranha. De que século você veio?


- Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo 'executiva'?


- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.


Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.

- Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistêmica.


- É mesmo?


- Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?


- Ah, não sabemos.


- Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia. Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.


- Que interessante...


- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.


- !!!...???...!!!...???...!!!


- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista... Ele existe, certo?


- Sobre todas as coisas.


- Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, me parece extremamente atrativo.


- Incrível!


- É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias de praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho certeza de que você vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar em um Turnaround radical.


- Impressionante!


- Isso significa que podemos partir para a implementação?


- Não. Significa que você terá um futuro brilhante... se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque você acaba de descrever, exatamente, como funciona o Inferno...

LA RECOMENDACIÓN DIARIA

  LA RECOMENDACIÓN DIARIA resistencia a los antimicrobianos , mejor que  resistencia antimicrobiana   Resistencia a los antimicrobianos , no...