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quarta-feira, 13 de maio de 2009

DICAS PARA PALESTRANTES



 

Centro de Treinamento

Antes de tudo um lembrete: intérpretes possibilitam a comunicação entre pessoas que falam idiomas diferentes. Isso significa que quanto mais você cooperar com o trabalho do intérprete, melhor será o resultado da sua explanação.

 

  • Intérpretes transmitem significados, não só palavras. Portanto, devem estar familiarizados com o assunto sobre o qual você irá discorrer e com a terminologia utilizada.
  • Muita coisa que parece familiar a um especialista no assunto pode ser novidade para os intérpretes.
  • Forneça sempre ao intérprete com antecedência uma cópia do material (slides, resumos) preparado para a apresentação. Se houver siglas e abreviaturas, lembre-se de incluir uma explicação.
  • Se sua apresentação tiver conteúdo técnico, forneça a terminologia necessária aos intérpretes e, se possível, indique referências de textos na mesma área. Uma conversa prévia pode ser necessária.
  • Ao preparar slides e transparências lembre-se que eles terão que ser lidos pelo público e pelos intérpretes. A regra de ouro é: máximo de 7 itens por slide e de 7 palavras por item. O tamanho da fonte ideal é aproximadamente 32. Tudo isto facilita o trabalho de interpretação, pois a cabine fica muitas vezes afastada da tela de projeção.
  • Quando for mostrar um vídeo, lembre-se que a linguagem usada é uma narrativa cuidadosamente preparada em estúdio e não a fala normal com todas as hesitações e redundâncias que ajudam muito o intérprete. Por isso, se não houver o script do vídeo disponível com antecedência, os intérpretes em geral limitam-se a dar um apanhado geral do contexto, já que é impossível traduzir palavra por palavra.
  • Tenha sempre em mente que o microfone é único canal pelo qual os intérpretes podem ouvi-lo. Portanto, siga a orientação dos técnicos de som, não fale nem muito perto nem muito longe do microfone e não se esqueça dele ao se movimentar pelo palco.
  • Antes de começar a falar, verifique se seu microfone está ligado. Para testar, é preferível dizer algo como “Bom Dia” ou “Obrigado” ao invés de soprar ou bater no microfone. Siga sempre as orientações dos técnicos de som.
  • Se houver previsão de perguntas durante ou após a apresentação, verifique se há um fone de ouvido disponível para que você ouça a tradução. Quando retirar o fone para responder, não o deixe próximo ao seu microfone para não haver interferência.
  • Procure falar pausada e claramente, transmitindo sempre idéias completas.
  • Nunca utilize os fones de ouvido para monitorar a tradução. Isto só atrapalhará a sua apresentação.
  • Evite ao máximo contar piadas e fazer trocadilhos. A graça em geral se perde devido a diferenças culturais entre os povos, mesmo sendo bem traduzida. Se a piada for considerada essencial, deve ser contada aos intérpretes com antecedência.
  • Evite referências a pessoas ou fatos apenas conhecidos em sua própria cultura.
  • Procure não fazer comentários do tipo “não sei se esta palavra existe em português”. Estas observações acabam confundindo o público.
  • Procure falar o tempo todo no idioma que a platéia espera que você esteja falando. A intenção de ser gentil intercalando algumas palavras na língua do país que está visitando costuma confundir os ouvintes.

 


                                                                                                  Centro de Treinamento

Antes de tudo um lembrete: intérpretes possibilitam a comunicação entre pessoas que falam idiomas diferentes. Isso significa que quanto mais você cooperar com o trabalho do intérprete, melhor será o resultado da sua explanação.

 

  • Intérpretes transmitem significados, não só palavras. Portanto, devem estar familiarizados com o assunto sobre o qual você irá discorrer e com a terminologia utilizada.
  • Muita coisa que parece familiar a um especialista no assunto pode ser novidade para os intérpretes.
  • Forneça sempre ao intérprete com antecedência uma cópia do material (slides, resumos) preparado para a apresentação. Se houver siglas e abreviaturas, lembre-se de incluir uma explicação.
  • Se sua apresentação tiver conteúdo técnico, forneça a terminologia necessária aos intérpretes e, se possível, indique referências de textos na mesma área. Uma conversa prévia pode ser necessária.
  • Ao preparar slides e transparências lembre-se que eles terão que ser lidos pelo público e pelos intérpretes. A regra de ouro é: máximo de 7 itens por slide e de 7 palavras por item. O tamanho da fonte ideal é aproximadamente 32. Tudo isto facilita o trabalho de interpretação, pois a cabine fica muitas vezes afastada da tela de projeção.
  • Quando for mostrar um vídeo, lembre-se que a linguagem usada é uma narrativa cuidadosamente preparada em estúdio e não a fala normal com todas as hesitações e redundâncias que ajudam muito o intérprete. Por isso, se não houver o script do vídeo disponível com antecedência, os intérpretes em geral limitam-se a dar um apanhado geral do contexto, já que é impossível traduzir palavra por palavra.
  • Tenha sempre em mente que o microfone é único canal pelo qual os intérpretes podem ouvi-lo. Portanto, siga a orientação dos técnicos de som, não fale nem muito perto nem muito longe do microfone e não se esqueça dele ao se movimentar pelo palco.
  • Antes de começar a falar, verifique se seu microfone está ligado. Para testar, é preferível dizer algo como “Bom Dia” ou “Obrigado” ao invés de soprar ou bater no microfone. Siga sempre as orientações dos técnicos de som.
  • Se houver previsão de perguntas durante ou após a apresentação, verifique se há um fone de ouvido disponível para que você ouça a tradução. Quando retirar o fone para responder, não o deixe próximo ao seu microfone para não haver interferência.
  • Procure falar pausada e claramente, transmitindo sempre idéias completas.
  • Nunca utilize os fones de ouvido para monitorar a tradução. Isto só atrapalhará a sua apresentação.
  • Evite ao máximo contar piadas e fazer trocadilhos. A graça em geral se perde devido a diferenças culturais entre os povos, mesmo sendo bem traduzida. Se a piada for considerada essencial, deve ser contada aos intérpretes com antecedência.
  • Evite referências a pessoas ou fatos apenas conhecidos em sua própria cultura.
  • Procure não fazer comentários do tipo “não sei se esta palavra existe em português”. Estas observações acabam confundindo o público.
  • Procure falar o tempo todo no idioma que a platéia espera que você esteja falando. A intenção de ser gentil intercalando algumas palavras na língua do país que está visitando costuma confundir os ouvintes.

 

A FRASE


"Sinta o pensamento, pense o sentimento"
Miguel de Unamuno.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

DICAS PARA ALCANÇAR UMA COMUNICAÇÃO EFICAZ


  

Autor: Eng. Carlos Mora Vanegas

Comunicação organizacional

 

Para entender se com os demais, primeiro tem que saber escutar a você mesmo.

É muito importante saber manejar a comunicação, expressar se com eficácia a fim de alcançar resultado favorável quando fazemos uso dela. A comunicação eficaz entre duas pessoas se produz quando o receptor interpreta a mensagem no sentido que pretende o emissor.

Portanto, não nos surpreende que se exponha que comunicar não significa falar muito, senão expressarmos como somos, com uma linguagem entendível, singela, respeitando nossa pessoalidade, autenticidade sem imitar a ninguém, saber utilizar técnicas de persuasão, entonação da voz, gesticulação. Quando nos comunicamos, escutamos e emitimos uma resposta acorde a nossos próprios sentimentos e pensamentos. Esta conduta responde a nossos estados internos.

Neste escrito, selecionamos algumas dicas que se recomenda considere em prol de lograr uma boa comunicação, a saber:

• As posturas e os gestos cobram grande importância para reforçar a persuasão. Tem que tomar muito em conta e decifrar os movimentos do interlocutor e o controle dos próprios.

• Um bom comunicador jamais se encontra sem palavras. Trate de evitar os silêncios, de rechear cada pausa com um incessante blá-blá.

• As conversações que não criam realidade, não geram ação.

• Quem perde o tempo com falas vazias fica fora do jogo e não se informa de nada.

• Evite usar palavras inúteis, aproveitar bem sua energia. Utilizada com cuidado e atenção a conserva e reforça. Use entonações adequadas e pausas como instrumentos de bem estar.

• Saber manejar o silencio. Sem silencio não há comunicação. Entre duas palavras há sempre um intervalo, que a miúdo expressa mais que as mensagem orais. Treine se em modular e escutar estas pausas para que as palavras que saiam de sua boca sejam manifestações vibrantes, eloqüentes, em sintonia com a realidade do momento que se está vivendo.

• Observe se. Significa centrar se em si mesmo, não no que possa pensar a pessoa que tem a frente. É um verdadeiro de fora para dentro, uma situação ao mesmo tempo de distancia emocional e de presença consciente: estar sem julgar.

• Libere se das tensões, relaxe-se, O cérebro se atormenta para encontrar as palavras certas e o corpo se carrega de tensão, quando está estressado.

• Não faça uso de palavras inúteis.

• Quando se fala muito não se diz nada.

• Saiba escutar; a falta de comunicação que se sofre hoje em dia se deve em grande parte a que não se sabe escutar aos demais. Está-se mais tempo pendente das próprias emissões, e nesta necessidade própria de comunicar se perde a essência da comunicação, é dizer, ter em comum, compartir com os demais. Existe a crença errônea de que se escuta de forma automática, porém não é assim. Escutar requer um esforço superior ao que se faz ao falar e também do que se exerce ao escutar sem interpretar o que se ouve.

• Maneje exitosamente a escuta ativa. Esta significa escutar e entender a comunicação desde o ponto de vista do que fala.

• Tenha bem claro a diferença entre ouvir e escutar. Ouvir é simplesmente perceber vibrações de som. Entanto que escutar é entender, compreender ou dar sentido ao que se ouve. A escuta efetiva tem que ser necessariamente ativa, por cima do passivo. A escuta ativa se refere à habilidade de escutar não só o que a pessoa está expressando diretamente, senão também os sentimentos, idéias ou pensamentos que estão por traz do que se está dizendo. Para chegar a entender a alguém se precisa mais que empatia, é dizer, saber se por no lugar da outra pessoa.

• Escutar ativamente as emoções dos demais é tratar de "metermos em sua pele" e entender seus motivos. É escutar seus sentimentos e fazer lhe saber que "nós fazemos cargo", tentar entender o que sente essa pessoa. Não se trata de mostrar alegria, nem sequer de ser simpáticos. Simplesmente, que somos capazes de nos por em seu lugar. Sem embargo, não significa aceitar ou estar de acordo com a posição do outro. (psicologia on-line. com).

• A curva da atenção se inicia num ponto muito alto, diminui à medida que a mensagem continua e volta a ascender ao final da mensagem, há que tratar de combater esta tendência fazendo um esforço especial na metade da mensagem com objetivo de que nossa atenção não enfraqueça.

- Não interromper ao que fala.
- Não julgar.
- Não oferecer ajuda ou soluções prematuras.
- Não rejeitar o que o outro esteja sentindo, por exemplo: "não se preocupe, isso não é nada".
- Não contar "sua historia" quando o outro necessita falar lhe.
- Não contra-argumentar. Por exemplo: o outro diz "me sinto mal" e você responde "e eu também".
- Evitar a “síndrome do experto": já tem as respostas ao problema da outra pessoa, antes inclusive de que te conte a metade.   (psicología-on-line. com).

• Saber Parafrasear. Este conceito significa verificar ou dizer com as próprias palavras o que parece que o emissor acaba de dizer. É muito importante no processo de escuta já que ajuda a compreender o que o outro está dizendo e permite verificar se realmente se está entendendo e não mal interpretando o que se diz. Um exemplo de parafrasear pode ser: “Então, segundo vejo, o que passava era que...”, “¿Quer dizer que você sentiu...?”.

• Emitir palavras de reforço ou elogios. Podem definir se como verbalizações que supõem uma amabilidade para a outra pessoa ou reforçam seu discurso ao transmitir que você aprova, está de acordo ou compreende o que se acaba de dizer. Alguns exemplos são: "Isto é muito divertido"; "Me encanta falar com você" ou "Deves ser muito bom jogando tênis". Outro tipo de frases menos diretas serve também para transmitir interesse pela conversação: "Bom", "Umm" ou " Ótimo!".

• Saber resumir

• No falar do passado

• Evitar as generalizações

• Ser específico.

• Cuidar a comunicação não verbal. Para isso, consideraremos o seguinte:

- A comunicação não verbal deve de ir acorde com a verbal. Dizer “já sabes que te quero" com rosto de aborrecido deixará á outra pessoa pior que se não falar nada.

- Contacto visual. É a porcentagem de tempo que se está mirando aos olhos da outra pessoa. O contato visual deve ser freqüente, mas não exagerado.

- Afeto. É o tom emocional adequado para a situação na que se está interatuando. Baseiam-se em índices como o tom de voz, a expressão facial e o volume de voz (não muito alto ou muito baixo).

Tenha presente, como se comenta, que não todos os seres humanos somos iguais, portanto não respondemos de igual maneira aos mesmos estímulos, isso implica que não podemos tratar a todas as pessoas do mesmo jeito. Só se estamos atentos às respostas que geramos e somos suficientemente flexíveis para modificar nosso comportamento cada vez que nos afastamos da meta, poderemos aumentar as possibilidades de comunicar-nos eficazmente.

 

 

 

sábado, 9 de maio de 2009

A VIDA NUM SEGUNDO

       A vida num segundo, o valor da essência.


O ser humano como cambiante que é por natureza, se lhe permite mimetizar-se dentro das situações e em algumas ocasiões sair airoso, tendo consigo o troféu do aprendizado. Toda vez que o homem se enfrenta a uma relação, a uma situação difícil ou toma uma decisão (o que faz a maior parte de seu tempo) se está colocando inexoravelmente frente a um caminho de duas pontas. Que é o que motiva ao homem a inclinar se por algum dos lados da balança? Que é o que faz que tente dar um impressionante giro de 180° graus a sua vida, ou siga estruturando sua existência sobre as mesmas bases? Como avançar no caminho escolhido, sem pensar na possibilidade descartada? Que é o que acontece quando não queremos percorrer nenhum dos dois caminhos?

Minha experiência como coach, me permitiu maravilhar-me ao permitir me conhecer, e em algumas ocasiões tocar a essência das pessoas que chegam a minha vida por uma ou outra circunstancia, e minha experiência própria, me confronta frente ao fenómeno que costumamos chamar VIDA. Em alguma oportunidade, tive um cliente, o qual depois de muito culpar ao passado de sua família, pelo presente que vivia, convidei a pensar qual era realmente a influência que algum fato, por constrangedor que fosse, poderia ter em nossas vidas, ou melhor, quanto tempo lhe permitimos ao passado estruturar nossa sobrevivência, convertendo-nos em efeito das circunstancias. Quando olhamos a vida com óculos convencionais, conseguiremos resultados convencionais. Quando damos incumbência, ainda que seja por um mínimo espaço, à incerteza, estaremos permitindo-nos verdadeiramente conhecer-nos em situações "não convencionais", mas, quantos desejam isso? Tal vez nos resulte mais cômodo ter mais do mesmo, porque isso não requer esforço. Tal vez seja mais fácil conviver com um medo conhecido, que com um sentimento desconhecido por conhecer, ainda sabendo que há pelo menos uma possibilidade, de que esse sentimento troque nossa existência e definitivamente essa possibilidade deveria merecer a pena.

O Coaching, naturalmente convida a analisar o tipo de óculos que utilizas para mirar aos demais, mas sobre tudo para olhar te a ti mesmo. Tenho visto trocas surpreendentes que surgem basicamente da troca desses óculos, bem seja por outros mais leves, tal vez, mais divertidos, mas definitivamente, muito mais conscientes dos anteriores. Agora, surge esta outra pergunta: Será possível em algum momento deixar de levar os óculos? Minha resposta ante essa pergunta será um enérgico "não". Cada tipo de óculos é justo o que te permite avançar em teu caminho por alguma das opções que te coloca a vida. Acredito que nem o mais avançado ser espiritual, logra despojar se totalmente dos juízos de valor, de aprendizados prévios, das opiniões ou das asseverações um pouco aparceladas desde seu tipo de lente, porque se isso chegasse a acontecer, poderíamos estar frente a dois cenários: O primeiro o reino dos céus estaria à disposição e justo frente a nossos olhos, o segundo, robotizaríamos o presente com uma assombrosa perfeição, misteriosamente alcançada. A mim pessoalmente, toda perfeição me assusta. Com isto não nego os grandes aportes feitos por seres evolucionados a nível espiritual, há havido muitos, e não me corresponde honrar lhes neste momento, sei que seus aportes foram valiosos, mas acredito que nesse nível de evolução, os óculos devem ser um pouco mais especializados.

Quando passamos pela vida, olhando com lentes marca "passado" estamos trazendo a nossa existência situações que nos levem a permanecer nele, isto acontece porque consciente o inconscientemente, inclinamos a balança para o lado ao qual lhe tememos, mas sem embargo, é o medo que escolhemos levar em nossa mala durante todo nosso caminho.

Através do Coaching, muitos de meus clientes se surpreendem do fácil que é trazer à sua vida experiências agradáveis ou exitosas através da toma de consciência. O Coaching te permite deter-te um segundo em perspectiva frente a quaisquer das situações que estejas atravessando em tua vida (feliz, traumática, difícil ou triste, qualquer que seja, cabe neste ponto) e quando obtens essa vista panorâmica de tua vida, num segundo, nesse valioso segundo: podes decidir trocar tua vida. Resulta simples de ouvir, mas é realmente complicado, tratar de levar a prática; se fosse tão fácil, muitos dos que nos dedicamos a ajudar a crescer às demais pessoas quedaríamos desempregados, mas sem dúvida, esse seria o desemprego melhor assumido.

Um segundo na vida, um segundo é tudo o que necessitas para te converter em escravo ou em amo, um segundo é o que te permitirá cambiar o passado por novas coisas, um segundo basta para trazer a tua vida isso tão esquivo que chamamos felicidade. Imagino que neste momento muitos dos leitores se perguntaram, por que há tanta gente infeliz, se o recurso é tão simples? E a resposta é ainda mais simples, eles decidiram seguir sendo efeito da vida.

Já que tanto se fala de liderança, um verdadeiro líder nasce de dentro para fora, um líder lidera a si mesmo, lideram esse congresso interno com o que todos conviveram para guiar lhe rumo a suas metas, em vez de que cada congressista interno sabote as iniciativas do que tem ao lado. Desses líderes não há muitos, e os que há, marcam a diferença.

Existem ao nosso redor centos de pessoas com casos e coisas muito diferentes às que nós decidimos viver, cada uma dessas cruzes são justo do tamanho que eles escolheram e justo o peso que eles podem carregar. O Coaching te permite fazer a diferença entre caminhar por uma via crucis, ou desfilar como se estivesses mostrando a nova tendência no manejo de cruzes. Cada pessoa decide dar lhe a sua existência o curso que deseja nesse segundo que lhe toma à vida.

Se retomamos o caso de meu cliente e o caminho que se bifurca justo frente a ele, não poderia eu negar a existência desses eventos do passado, que o foram levando, decisão a decisão a colocar lhe justo aí; o que sim posso é propiciar lhe um espaço muito pessoal que lhe permita tomar quaisquer dos dois caminhos ou se ele o prefere criar outro mais a sua medida. Permitir lhe tomar, esse segundo na vida.

Vontade, alma, força ou energia, são alguns dos nomes com os quais batizamos esse motor que nos impulsiona a viver de diferentes maneiras, mas acredito que cada uma dessas definições se queda curta frente a essa enteléquia que faculta e fundamenta toda nossa existência. Em tantas oportunidades a vida nos passa ao lado e não a detemos para pergunta lhe: Que é? Que quer de nós? Que temos a ver com ela? Se qualquer pessoa descobrir o valor "disso" que move sua vida e o faz diferente a todos os demais, que lhe permite construir caminhos diferentes onde não há e que é a base sobre a qual pode construir a felicidade segundo seu próprio dicionário; se o descobrira pelo menos uma semana antes de morrer, haveria valido a pena sua vida. Não nos permitamos morrer sem saber quem somos ou de que estamos feitos, não nos demos ao luxo de conviver como entes carentes de valor, não nos resignemos a sobreviver, quando podemos ter a mais grandiosa das experiências. Não estamos feitos para serem conseqüências, senão causa.

Quando sabemos realmente quem somos, e neste ponto faço uma aclaração que considero a lugar: Nunca terminaremos de conhecermos, porque sempre estaremos avançando e evolucionando a través de nossas experiências e as relações de nossas vidas. Mas quando conheçamos profundamente nossos medos e sejamos capazes de caminhar com eles, quando nos aceitemos com os locais de luz e sombra e quando nos permitamos à vulnerabilidade de mostrarmos tal qual somos ao mundo sem temor à rejeição ou à desaprovação, nesse momento, só nesse momento estaremos prontos para começar a viver.

Dentro de todas as definições complicadas que tem o Coaching, eu valorizo a simplicidade da que se refere a ele, como o espelho que te permite descobrir em teu interior os caminhos e logo desenhar lhes em tua existência, fazendo lhes reais.

Por isso quando me pergunto: Qual é o motor que move nossa existência rumo ao sucesso ou o fracasso... transcendentalmente chego à segunda parte do título deste escrito.

Autora: Linda de La Torre Porto – Bogotá – Colômbia. -

 

sexta-feira, 8 de maio de 2009

COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL


"Comunicação" é um tipo de palavra como "organização": não é fácil de definir. Uma forma de velo é como: "Um processo interpessoal de enviar e receber símbolos que contem um significado." Se supõe, portanto, que o resultado é um intercambio de informação e compartilhar determinada opinião entre as pessoas. Assim, uma medida da administração efetiva da comunicação interpessoal é que a informação se há transmitido e que sejam construído relações.

O sucesso da transferência de informação depende em muito da natureza e da qualidade da informação recebida e isto, por sua vez, depende da natureza e da qualidade da relação entre as pessoas implicadas. Os indivíduos tendem a experimentar uma satisfação pessoal quando se comunicam e interatuam com amigos, parentes e outros a quem conhecem bem, de fato, com pessoas com as que se sentem a gosto. Não sentem a necessidade de estar em guarda com respeito à forma em que manejam suas relações com os demais...

Mas os gerentes, a miúdo, tem que trabalhar com outras pessoas, com as quais não estabeleceram este tipo de relações, para atingir os objetivos organizacionais. Tais vezes se produzem mal entendidos que conduzem a desacordos e conflitos ou, com freqüência, se chega a evitar conflitos com o conseqüente aumento de desconfianças. Do anterior surgirá uma falta de cooperação e um clima de trabalho não saudável. As pessoas se comportam com amabilidade e aparentemente cooperam; mas, devido aos problemas interpessoais que subsistem e que não foram resolvidos, a qualidade da comunicação interpessoal é pobre. 

As pessoas são diferentes e necessitamos entender a natureza de tais diferenças e tentar modificar nosso comportamento interpessoal para tratar com elas. 

R.Rudlow - F. Panton

 

quinta-feira, 7 de maio de 2009

PARA REFLETIR...


Creemos que gobernamos nuestros actos, pero algo en nuestro interior nos lleva inexorablemente hacia nuestro destino”

“Acreditamos que governamos nossos atos, mas algo em nosso interior nos leva inexoravelmente a nosso destino”

Autor Anónimo.

NEOLOGISMO


METAMANAGEMENT

“TUDO O QUE É DITO, É DITO POR ALGUÉM.” Humberto Maturana

 

A obra original METAMANAGEMENT, de Fredy Kofman, (publicada pela Willis Harman House), descreve uma nova disciplina para o desenvolvimento da consciência e a melhora das interações humanas nas organizações. O ser humano é visto como integração de corpo, coração, mente e espírito, e a organização é considerado o espaço onde as pessoas se podem desenvolver integralmente, fazendo de sua vida profissional uma obra de arte. A obra propõe um modelo de aprendizado que permite às pessoas, equipes e organizações alcançar maiores níveis de efetividade, apresenta ferramentas práticas para melhorar os resultados operacionais, os processos interpessoais e a qualidade de vida das pessoas, além de propor uma perspectiva integradora que ajuda o ser humano a responder aos desafios nos negócios e na vida com inteligência, equanimidade, integridade e consciência.
Nesta nova visão, o autor contrapõe os líderes, que operam com visões inspiradoras, com os managers, que operam com sistemas de avaliação de desempenho, planos e orçamentos, com papel fundamental na excelência competitiva das organizações. Desta forma, o fator humano nas organizações adquire uma importância muito maior do que o fator técnico ou operacional: o ser humano integral coerente com seus princípios e valores e com alta capacidade de integração e relacionamento é um ser humano de sucesso, tanto pessoal quanto profissionalmente, e a empresa que aplicar este conceito no nível organizacional poderá trazer à tona o melhor de seus funcionários e uma visão integradora e coerente de negócios.

 “Quando um homem empreende o caminho do aprendizado, não tem claros seus objetivos. Seu propósito é fraco, sua intenção é vaga. Sonha com recompensas que nunca se materializarão, pois nada sabe das dificuldades do aprendizado.
Lentamente começa a aprender, primeiro pouco a pouco, a grandes passos depois, e seus pensamentos logo entram em colisão. O que aprende nunca é o que esperava, ou imaginava, e assim começa a sentir medo. Aprender nunca é o que se imagina. Cada passo do aprendizado é uma nova tarefa e o medo cresce sem cessar e sem piedade. O caminho do homem que aspira ao conhecimento se transforma em um campo de batalha.
Assim, o homem deparou com o primeiro de seus inimigos naturais: o medo! Um inimigo terrível, traiçoeiro e difícil de vencer. O medo se oculta em cada curva do caminho, emboscado, esperando. E se o homem, aterrado em sua presença, se retirar, o inimigo terá conseguido pôr fim a seu aprendizado.
Que acontece com o homem que volta atrás, assustado? Nada, exceto que nunca aprenderá. Nunca se transformará em um homem de conhecimento. Talvez seja um rufião agressivo, ou talvez seja um medíocre, um medroso; de todo modo, será um homem derrotado. Seu inimigo terá posto fim aos seus anseios de saber.
E que pode fazer o homem para se sobrepor ao medo? A resposta é simples: não fugir. O homem pode estar completamente assustado e ainda assim não se deter. Essa a regra. E chegará o momento em que seu inimigo se retira. O homem então se sentirá seguro de si mesmo, sua intenção se fará mais forte e o aprendizado já não será um trabalho aterrador.”

Carlos Castañeda em seu trabalho antropológico “Las enseñanzas de Don Juan”, citado por Fredy Kofman em seu livro “Metamanagement”. 

 

 

 

LA RECOMENDACIÓN DIARIA

  LA RECOMENDACIÓN DIARIA resistencia a los antimicrobianos , mejor que  resistencia antimicrobiana   Resistencia a los antimicrobianos , no...