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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
domingo, 1 de novembro de 2009
sábado, 31 de outubro de 2009
ImportaRSE - Florianópolis

Nanotecnologia e Agricultura
A pesar do que o temor aos possíveis efeitos adversos sobre a saúde e o meio-ambiente está presente nas noticias sobre nanotecnologia, cientistas de Arkansas têm informado de que os nano tubos de carbono (CNT) poderiam ser benéficos para a agricultura. Seu estudo, cuja publicação está prevista no exemplar de outubro da revista mensal ACS Nano, descobriu que as sementes de tomate expostas aos nano tubos de carbono germinavam mais rápidas e davam lugar a plantas maiores e resistentes que outras sementes. Os investigadores sugerem que este efeito potenciado do crescimento poderia ser um boom na produção de biomassa para bio- combustíveis de origem vegetal e outros produtos agrícolas.
Mariya Khodakovskaya, Alexandru Biris, e outros colegas assinalam que se estão realizando importantes investigações sobre o uso das nano partículas na agricultura. Os objetivos da "nano agricultura" incluem melhorar a produtividade das plantas destinadas a alimentos, combustíveis, etc.
O informe dos cientistas é a primeira prova de que os CNT penetram através da capa externa das sementes e têm efeitos benéficos sobre elas. As sementes expostas aos nano tubos brotaram duas vezes mais rápido que as de controle e as mudas alcançaram um tamanho mais de duas vezes superior ao das plantas não tratadas. Estes efeitos se podem produzir porque os nano tubos penetram na cortiça das sementes e potenciam a absorção de água, sinalam os investigadores. "Este efeito positivo dos CNT que se há observado na germinação das sementes poderia ter um impacto econômico significativo na agricultura, a horticultura, e o setor energético, por exemplo, para a produção de bio- combustíveis", agregaram.
ImportaRSE - Florianópolis

SE CONTINUAR O RITMO DE CAMBIO CLIMÁTICO
“A Humanidade colapsará em 40 anos e as espécies ao final do século”
Jeremy Rifkin
MADRID, 28 Out. (EUROPA PRESS) -
A Humanidade tal e como se conhece hoje colapsarão nos próximos 30 ou 40 anos e "todas" as espécies acabarão ao final deste século se o câmbio climático se mantém ao ritmo atual, segundo adverte o presidente da 'Foundation on Economic Trends', Jeremy Rifkin.
Assim, sinalou que as predições dos cientistas do IV Informe do Painel Intergovernamental do Câmbio Climático da ONU (IPCC, por suas siglas em inglês) apontam a um aumento de 3 graus centígrados da temperatura da Terra neste século, o que faria voltar ao Planeta à temperatura e estado climático de 3 milhões de anos, pelo que "clima, flora e fauna serão distintos". Assim mesmo, apontou que una subida de 6 graus centígrados seria "o fim da civilização humana". "Ante obviedades como estas estamos profundamente adormecidos e não podemos nem imaginar a repercussão destes câmbios", indicou.
Ademais, explicou que cada grau centígrado que aumenta a temperatura da Terra, a atmosfera absorve uns 7 por cento mais as precipitações provocando chuvas mais violentas e secas mais longas. "Este câmbio de ciclo de vida se produzirá tão só em duas gerações, é dizer entre nós e nossos netos", alertou Rifkin, que destacou que o III Informe do IPCC (2001), que dizia que os cumes do mundo iam derreter no século XXII e nos 2009 "já está desaparecendo, e o pior chegará nos próximos 4 anos". Também destacou que o IV Informe do IPCC (2007) alertava da possível desaparição do Ártico, algo que "já está acontecendo, faz três anos".
Nesse sentido, lamentou que se houvesse construído toda uma geração baseada no petróleo e seus derivados (roupa, plásticos, produtos fitossanitários, medicamentos, etc.) junto a sua produção e distribuição. A seu juízo, o sistema baseado nos combustíveis fósseis tem provocado "a atual crise econômica", um enfraquecimento geral e um impacto sobre a agricultura e as infra-estruturas.
"A crise atual dos mercados é conseqüência do modelo econômico criado nos anos 50", assegurou e se originou quando o barril de petróleo alcançou os 147 dólares, dando lugar a um incremento notável dos preços e a inflação, que derivou no freio do consumo e no "colapso real" da economia mundial, provocando "seis dias depois" a quebra do mercado de créditos.
A III REVOLUÇÂO INDUSTRIAL
Não obstante, Rifkin explicou que "as grandes revoluções econômicas" da História se produziram ao coincidir um "grande" câmbio na " energia que se utiliza e a forma de comunicação". Deste modo, manifestou que o começo da "necessária" III Revolução Industrial "já aponta maneiras" pela convergência do câmbio entre as energias renováveis e a nova era das comunicações na que "qualquer um pode participar" porque estão distribuídas por todo o planeta.
Deste modo, precisou que sua proposta passa por um sistema de energias "distribuídas e renováveis" como o sol, o vento ou os resíduos "que estão em todas as partes". "Quando convirja o modelo de comunicações distribuídas e energias distribuídas se dará a III Revolução Industrial" que, por outra parte, a seu juízo, não custará a uma geração que está crescendo acostumada a compartir arquivos e que no futuro imediato deverá aprender como "gerar energia, como compartir-la e como distribuir-la".
Igualmente, destacou que os maiores beneficiários serão os habitantes do terceiro mundo, onde 25 por cento não têm acesso à eletricidade e outro 25 por cento só acede a esta de forma marginal e os dois terços das terras do planeta se destinam à produção de grãopara o gado bovino que consomem nos países desenvolvidos.
A esse respeito, o experto que assessorou ao PSOE na redação de seu último programa eleitoral, destacou que Espanha é "líder mundial" em placas solares e "fortes em energias renováveis em conversão de edifícios", pelo que, em sua opinião, o Governo deveria liderar a III Revolução Industrial, porque o presidente, José Luis Rodríguez Zapatero "acredita na democratização da energia", porém agora "necessita legislação".
O experto internacional afirmou que converter as novas tecnologias distribuídas e repartir-las pelo mundo é a fórmula para salvar a espécie humana, e que tudo isto se deve compartir numa rede integrada de distribuição de energias renováveis para compartilhar-las, ao estilo do que já se faz com a informação em Internet. Isto, segundo definiu é um "capitalismo distribuído e suporá o maior câmbio nos últimos séculos".
"Até agora o mundo tem falhado porque o regime energético era insustentável, local e para a elite, porém esta III Revolução Industrial pode inverter a pirâmide", alentou Rifkin que apelou ao papel que pode jogar Espanha a nível mundial por suas relações com o norte de África e com América Latina, ao tempo que recordou que o chefe do executivo se comprometeu a que este objetivo seria a "pedra angular" de seu mandato, pelo que ele é "o responsável".
Por outro lado, sobre a função dos Estados Unidos na luta contra o câmbio climático, afirmou que "a situação não é boa" e que ele votou no Barack Obama porque este falou de "revolução verde", porém "não se está passando das palavras aos fatos" porque o governo estadunidense e seus congressistas estão "mais em mãos dos lobbies que nas mãos dos cidadãos".
Finalmente, apelou que Rodríguez Zapatero possa "influenciar" na administração estadunidense porque Obama "está mirando a Espanha" e a sua eventual implantação da lei de economia sustentável para transitar a uma economia verde. "Espanha é um exemplo para Washington, pelo que deve ser líder, têm que fazer-lo (câmbio) e têm que fazer-lo rápido".
quarta-feira, 28 de outubro de 2009

SER MAIOR OU SER VELHO...
Os velhos são a única população que proporcionalmente cresce nas sociedades atuais, com uma expectativa de vida que querem levar aos 120 anos, e sem embargo existe uma representação social deficitária com respeito à carga que significa uma longa velhice. Durante mais da metade da vida humana vamos a ser velhos e a pergunta que surge é... Qual é o sentido de viver mais se não é em plenitude?”, diz Julieta Oddone, magister em Gerontologia da Universidade de Córdoba, membro do Conicet e investigadora da Universidade de Buenos Aires.
“Vivemos numa cultura que nos está mandando mensagens desde os meios de comunicação, o âmbito laboral, as publicidades e inclusive a própria escola, de que os velhos são inúteis e lentos; numa sociedade que faz culto a rapidez, o movimento e a dinâmica”, afirma Liliana Gastrón, diretora do Doutorado em Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nacional de Luján. (Bs.As. – Argentina)
Independentemente de sua condição social, ou de tão gastos estejam seus sapatos, cada pessoa encerra um percorrido vital fascinante. No caso dos adultos maiores, a acumulação de anos ajuda a gerar um baú de experiências, que podem ser aproveitadas por toda a sociedade.
Num estudo realizado na University of Michigan, Ann Arbor, nos Estados Unidos, tem desvelado que a velhice não só traz consigo os achaques: também acarreta certa felicidade que os jovens –e alguns maiores- no esperavam. Com a idade, aprendemos a manejar-nos melhor com as idas e vindas da vida, pelo que, na velhice, somos capazes de sentir-nos mais felizes a pesar de que, objetivamente, tenhamos entrado na decadência física. Sem embargo, as crenças vigentes na sociedade fazem que não vejamos as vantagens da velhice. O estudo demonstra que se pode aprender muito dos maiores, simplesmente porque sabem mais sobre a vida.
O QUE APRENDÍ COM OS ANOS
Tenho aprendido…
Que ninguém é perfeito…
Até que te enamoras.
Tenho aprendido…
Que a vida é dura...
Porém eu o sou mais.
Que as oportunidades não se perdem nunca…
As que tu deixas escapar, outros as aproveitam.
Tenho aprendido…
Que quando semeas rancor e amargura…
A felicidade vai a outro lugar.
Tenho aprendido…
Que haveria que utilizar sempre boas palavras…
Porque amanhã quiçá terei que engolir-las.
Tenho aprendido…
Que um sorriso, é um método econômico…
Para melhorar meu aspecto.
Tenho aprendido…
Que não posso escolher como sentir-me…
Mas sempre posso fazer alguma coisa.
Tenho aprendido…
Que quando teu nenêm te pega o dedo com sua mãozinha…
Têm-te amarrado à vida.
Tenho aprendido…
Que todos querem viver no cume da montanha…
Mas a felicidade se vive em quanto a estamos subindo.
Tenho aprendido…
Que é necessário desfrutar da viagem…
E não só pensar na meta.
Tenho aprendido…
Que é melhor dar conselhos só em duas circunstâncias…
Quando te os pedem e quando deles depende a vida.
Tenho aprendido…
Que quanto menos tempo mal gasto… mais coisas posso fazer.
Lembremos...
Ser maior é quem tem muita idade; velho é quem perdeu a jovialidade.
A idade causa a degeneração das células; a velhice produz o deterioro do espírito.
Você é maior quando se pergunta: vale a pena? Você é velho quando sem pensar, responde que não.
Você é maior quando sonha; você é velho quando apenas consegue dormir.
Você é maior quando ainda aprende, você é velho quando já não ensina.
Você é maior quando consegue fazer exercícios; você é velho quando a maior parte do seu tempo o passa sentado ou deitado.
Você é maior quando o dia que começa é único; é velho quando todos os dias são iguais.
Você é maior quando em sua agenda têm projetos e obrigações para cumprir amanhã, passado ou a semana que vem; é velho quando sua agenda está em branco e só vive pensando em ontem.
O maior trata de renovar-se cada dia que começa,
o velho se detêm a pensar que esse pode ser o último de seus dias e se deprime, porque em tanto… o maior põe a vista no horizonte, onde o sol sai e ilumina suas esperanças, o velho têm cataratas que olham as sombras de ontem.
Em suma, o maior pode ter a mesma idade cronológica que o velho, pois suas diferenças estão em seu espírito ou em seu coração.
Que todos vivam uma longa vida e nunca cheguem a ser “VELHOS” e aquele que está velho… que aprenda a desfrutar como “MAIOR”, cada minuto de seu dia!!!
CARPE DIEM....
Espanhol
SER MAYOR O SER VIEJO...
Los viejos son la única población que proporcionalmente crece en las sociedades actuales, con una expectativa de vida que quieren llevar a los 120 años, y sin embargo existe una representación social deficitaria con respecto a la carga que significa una larga vejez. Durante más de la mitad de la vida humana vamos a ser viejos y la pregunta que surge es ¿cuál es el sentido de vivir más si no es en plenitud?”, dice Julieta Oddone, magister en Gerontología de la Universidad de Córdoba, miembro del Conicet e investigadora de la Universidad de Buenos Aires.
“Vivimos en una cultura que nos está mandando mensajes desde los medios de comunicación, el ámbito laboral, las publicidades e incluso la propia escuela, de que los viejos son inútiles y lentos; en una sociedad que hace culto de la rapidez, el movimiento y la dinámica”, sostiene Liliana Gastrón, directora del Doctorado en Ciencias Sociales y Humanas de la Universidad Nacional de Luján.
Independientemente de su condición social, o de cuán gastadas estén las suelas de sus zapatos, cada persona encierra un recorrido vital fascinante. En el caso de los adultos mayores, la acumulación de años ayuda a generar un baúl de experiencias invalorables, que pueden ser aprovechadas por toda la sociedad.
Un estudio realizado en la University of Michigan, Ann Arbor, en Estados Unidos, ha desvelado que la vejez no sólo trae consigo los achaques: también conlleva cierta felicidad que los jóvenes –y algunos mayores- no esperaban. Con la edad, aprendemos a manejarnos mejor con las idas y venidas de la vida, por lo que, en la vejez, somos capaces de sentirnos más felices a pesar de que, objetivamente, hayamos entrado en la decadencia física. Sin embargo, las creencias vigentes en la sociedad hacen que no veamos las ventajas de la vejez. El estudio demuestra que se puede aprender mucho de los mayores, simplemente porque saben más sobre la vida.
LO QUE APRENDÍ COM LOS AÑOS
He aprendido…
Que nadie es perfecto…
Hasta que te enamoras.
He aprendido…
Que la vida es dura...
Pero yo lo soy más.
Que las oportunidades no se pierden nunca…
Las que tú dejas escapar, otros las aprovechan.
He aprendido…
Que cuando siembras rencor y amargura…
La felicidad se va a otro lugar.
He aprendido…
Que habría que utilizar siempre buenas palabras…
Porque mañana tal vez tendré de tragármelas.
He aprendido…
Que una sonrisa, es un método económico…
Para mejorar mi aspecto.
He aprendido…
Que no puedo elegir como sentirme…
Pero siempre puedo hacer alguna cosa.
He aprendido…
Que cuando tu bebé te coge el dedo con su manita…
Te tiene agarrado a la vida.
He aprendido…
Que todos queremos vivir en la cima de la montaña…
Pero la felicidad se vive mientras la estamos subiendo.
He aprendido…
Que es necesario disfrutar del viaje…
Y no solo pensar en la meta.
He aprendido…
Que es mejor dar consejos solo en dos circunstancias…
Cuando te los piden y cuando de ellos depende la vida.
He aprendido…
Que cuanto menos tiempo malgasto… más cosas puedo hacer.
Traducción: Galdric Calderí
Ser mayor es quien tiene mucha edad; viejo es quien perdió la jovialidad.
La edad causa la degeneración de las células; la vejez produce el deterioro del espíritu.
Usted es mayor cuando se pregunta: ¿vale la pena? Usted es viejo cuando sin pensar, responde que no.
Usted es mayor cuando sueña; usted es viejo cuando apenas consigue dormir.
Usted es mayor cuando todavía aprende, usted es viejo cuando ya no enseña.
Usted es mayor cuando consigue hacer ejercicios; usted es viejo cuando la mayor parte de su tiempo lo pasa sentado o acostado.
Usted es mayor cuando el día que comienza es único; es viejo cuando todos los días son iguales.
Usted es mayor cuando en su agenda tiene proyectos y obligaciones para cumplir mañana, pasado o la semana que viene; es viejo cuando su agenda está en blanco y solo vive pensando en el ayer.
El mayor trata de renovarse cada día que comienza,
El viejo se detiene a pensar que ese puede ser el último de sus días y se deprime, porque mientras… el mayor pone la vista en el horizonte, donde el sol sale e ilumina sus esperanzas, el viejo tiene cataratas que miran las sombras del ayer.
En suma, el mayor puede tener la misma edad cronológica que el viejo, pues sus diferencias están en su espíritu o en su corazón.
¡Que todos vivan una larga vida y nunca lleguen a ser “VIEJOS “y el que está viejo… que aprenda a disfrutar como “MAYOR”, cada minuto de su día!!!
Fuente: Blog demayores.com
terça-feira, 27 de outubro de 2009
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27/10/2009
Urgências da RSE
No congresso sobre RSE organizado pela Fundação Carolina no México na passada semana, respondia a esta pergunta que nos lançava o moderador da mesa, Josep Mª Lozano. Em modo de síntese respondia a esta pergunta com duas apreciações, uma retrospectiva e outra mais propositiva ou de perspectiva do futuro.
Eu acredito, diz nessa conferência, que a RSE tem percorrido um caminho extraordinário estes últimos dez anos. Seu desenvolvimento em todos os planos formativos: universitário, meios de comunicação, organizações sociais e consumidores, sindicatos e ONG’ tem sido muito forte e, sobre tudo, sua aplicação prática nas empresas está resultando expansivo e prometedor. Mas uma olhada no futuro nos exige revisar riscos e corrigir deficiências. Estas são em meu juízo, algumas urgências do presente:
1º) Temos assegurado que da crise econômica e financeira que se iniciou em 2007/2008 sairia fortalecida a responsabilidade social na gestão sustentável dos negócios. A primeira vista assim é. Porém não é seguro. Para amostra, aí estão às enormes resistências à redução de bônus, primas e outras variáveis em remunerações tóxicas a diretivos e a facilidade pasmosa com que se esquecem os bons propósitos em quanto à crise parece atenuar-se. Fará falta, pois uma exigência social intensa e permanente para que, efetivamente, a equação CRISE-RESPONSABILIDAD SOCIAL, seja uma conseqüência lógica destes tempos econômicos que sofremos.
2º) A RSE não está suficientemente presente no discurso das elites políticas, econômicas e mediáticas. Trata-se de que a RSE se incorpore à Agenda Política das grandes instituições e da nova arquitetura econômico-financeira que se está criando numa nova governança do mundo. A equação Estado-Mercado também está em revisão e a RSE deve ser parte fundamental de sua conjugação.
3º) As políticas públicas de fomento da RSE são demasiado tênues e dispersas. É necessária a generalização e certa ordenação das políticas de estímulo, regulação e fomento à RSE, em cada país e territórios locais.
4º) A unificação internacional do Reporting em RSE segue sendo imprescindível. A SEC na bolsa norte-americana e a UE, estão trabalhando na fixação de regras claras e comuns sobre a obrigatoriedade ou não do reporting e sobre os conteúdos mínimos e homogêneos destas.
5º) Para quando um índice de más práticas empresariais? A experiência nos demonstra que o desenvolvimento empresarial da RSE se confunde com crescente freqüência com o marketing da ação social empresarial. Vivemos rodeados de “propaganda social” das empresas. Não questiono essa prática, nem censuro o uso mercantil da Ação Social. Porém me indigna a pretensão de confundir RSE com Ação Social e, sobre tudo me rebelo, contra as práticas irresponsáveis ocultadas atrás da tela da Ação Social. Sigo pensando que é conveniente para o impulso da RSE, que as empresas sejam submetidas ao olho crítico da sociedade e que esta denuncie práticas empresariais censuráveis, insustentáveis, desumanas, ilegais ou simplesmente denunciáveis. Uma crítica objetiva, justa, rigorosa, surgida desde organizações e meios sérios nos ajudará a todos ao desenvolvimento de uma RSE autentica e integral.
Diário Responsable, 26/10/2009
Publicado por Ramón Jáuregui
Eurodiputado Socialista.
27/10/2009
Urgencias de la RSE
En el congreso sobre RSE organizado por la Fundación Carolina en Méjico de esta pasada semana, respondía a esta pregunta que nos lanzaba el moderador de la mesa, Josep Mª Lozano. A modo de síntesis respondía a esta pregunta con dos apreciaciones, una retrospectiva y otra más propositiva o de perspectiva de futuro.
Yo creo, dije en esa conferencia, que la RSE ha recorrido un camino extraordinario estos últimos diez años. Su desarrollo en todos los planos formativos: universitario, medios de comunicación, organizaciones sociales y consumidores, sindicatos y ONG’ ha sido muy fuerte y, sobre todo, su aplicación práctica en las empresas está resultando expansivo y prometedor. Pero una mirada al futuro nos exige revisar riesgos y corregir deficiencias. Estas son, a mi juicio, algunas urgencias del presente:
1º) Hemos asegurado que de la crisis económica y financiera que se inició en 2007/2008 saldría fortalecida la responsabilidad social en la gestión sostenible de los negocios. A primera vista así es. Pero no es seguro. Para muestra, ahí están las enormes resistencias a la reducción de bonos, primas y otras variables en remuneraciones tóxicas a directivos y la facilidad pasmosa con que se olvidan los buenos propósitos en cuanto la crisis parece atenuarse. Hará falta, pues una exigencia social intensa y permanente para que, efectivamente, la ecuación CRISIS-RESPONSABILIDAD SOCIAL, sea una consecuencia lógica de estos tiempos económicos que sufrimos.
2º) La RSE no está suficientemente presente en el discurso de las élites políticas, económicas y mediáticas. Se trata de que la RSE se incorpore a la Agenda Política de las grandes instituciones y de la nueva arquitectura económica-financiera que se está creando en una nueva gobernanza del mundo.
La ecuación Estado-Mercado también está en revisión y la RSE debe ser parte fundamental de su conjugación.
3º) Las políticas públicas de fomento de la RSE son demasiado tenues y dispersas. Es necesaria la generalización y una cierta ordenación de las políticas de estímulo, regulación y fomento a la RSE, en cada país y territorios locales.
4º) La unificación internacional del Reporting en RSE sigue siendo imprescindible. La SEC en la bolsa norteamericana y la UE, están trabajando en la fijación de reglas claras y comunes sobre la obligatoriedad o no del reporting y sobre los contenidos mínimos y homogéneos de éstas.
5º) ¿Para cuándo un índice de malas prácticas empresariales? La experiencia nos demuestra que el desarrollo empresarial de la RSE se confunde con creciente frecuencia con el marketing de la acción social empresarial. Vivimos rodeados de “propaganda social” de las empresas. No cuestiono esa práctica, ni censuro el uso mercantil de la Acción Social. Pero me indigna la pretensión de confundir RSE con Acción Social y , sobre todo me rebelo, contra las prácticas irresponsables ocultadas tras la pantalla de la Acción Social. Sigo pensando que es conveniente para el impulso de la RSE, que las empresas sean sometidas al ojo crítico de la sociedad y que ésta denuncie prácticas empresariales censurables, insostenibles, inhumanas, ilegales o simplemente denunciables. Una crítica objetiva, justa, rigurosa, surgida desde organizaciones y medios serios nos ayudará a todos al desarrollo de una RSE auténtica e integral.
Diario Responsable, 26/10/2009
Publicado por Ramón Jáuregui
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