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quinta-feira, 22 de abril de 2010

INTELIGENCIA





AS CRIANÇAS E A INTELIGENCIA.
Extraído de TAO: O portal dourado. Autor: Osho.

Um místico Sufi, Hasan, estava morrendo. Quando ele estava morrendo um homem perguntou a ele: “Hasan, você nunca nos disse quem foi seu Mestre. Nós lhe perguntamos varias vezes, você sempre, de alguma forma, deu um jeito para não responder. Agora você está deixando o mundo. Por favor, diga-nos quem foi o seu Mestre. Nós estamos muito curiosos.”
Hasan disse: “Eu nunca respondi essa pergunta pela simples razão de que não houve um único Mestre em minha vida, eu aprendi a partir de muitas pessoas. Meu primeiro professor foi uma criancinha.”
Eles ficaram perplexos e disseram: “Uma criancinha! O que você esta dizendo? Você perdeu o juízo porque você esta morrendo? Você enlouqueceu?
Ele disse: “Não, escutem a estória. Eu fui a uma cidade. Embora eu não tivesse conhecido a verdade até àquela época, eu era muito culto, era um erudito. Eu era famoso no país inteiro, até mesmo fora do país o meu nome estava se espalhando. As pessoas começaram a vir a mim achando que eu conhecia a verdade. Eu estava fingindo que a conhecia e estava fingindo sem saber que estava fingindo – eu estava quase inconsciente. Porque as pessoas acreditavam que eu conhecia, elas me convenciam que eu devia estar certo, eu devia estar sabendo, senão porque tantas pessoas viriam a mim? Eu havia me tornado um professor. Sem experimentar qualquer coisa da verdade, sem mesmo entrar em meu próprio mundo interior, eu estava falando ao respeito de grandes coisas. Eu conhecia todas as escrituras, elas estavam na ponta da minha língua”.
“Mas durante três dias eu me estava movendo num país onde ninguém me conhecia, eu estava desejando ardentemente encontrar alguém que me perguntasse algo, para que eu pudesse mostrar o meu conhecimento”.
As pessoas de conhecimento se tornam muito exibicionistas; esse é todo seu prazer. Se uma pessoa de conhecimento tivesse que permanecer em silêncio, ela preferiria cometer suicídio. Se não, qual é o sentido de viver no mundo? Ele tem que exibir seu conhecimento. Somente o homem sábio consegue ser silencioso. Para o sábio, falar é quase um fardo, ele fala porque ele tem que falar. A pessoa de conhecimento fala porque ela não consegue permanecer silenciosa. Existe uma vasta diferença; você pode não ser capaz de percebê-la de fora porque ambos falam. Buda fala, Jesus fala e Hasan também estava falando. E todos eles dizem coisas bonitas. Algumas vezes as pessoas de conhecimento dizem coisas mais sabias do que os sábios, porque os sábios podem falar em contradições, em paradoxos, mas a pessoa de conhecimento é sempre lógica, consistente, ele têm todas as probas e argumentos, ele tem todas as escrituras para apoiá-lo.
Mas durante três dias ele teve que permanecer silencioso. Foi quase como jejuar, ele estava se sentindo faminto – faminto por uma audiência, faminto por alguém. Mas ele não havia deparado com alguém que o conhecesse então ninguém perguntou coisa alguma.
Ele entrou nessa cidade. Estava justamente começando a escurecer, o sol se havia posto há pouco. Uma criancinha estava carregando uma lamparina e ele perguntou à criança: “Meu filho, posso lhe fazer uma pergunta? Para onde você vai levando essa lamparina?
E a criança disse: “Eu estou indo ao templo. Minha mãe me disse para colocar esta lâmpada lá, porque o templo é escuro. E esse tem sido o hábito de minha mãe: sempre colocar uma lâmpada lá na noite para que, pelo menos, o Deus do templo não tenha que viver na escuridão.”
Hasan perguntou à criança: “Você parece ser muito inteligente. Você pode me dizer uma coisa – você mesmo acendeu essa lâmpada?”
A criança disse: “Sim”
Então Hasan disse: “Uma terceira pergunta, a ultima pergunta que eu quero lhe fazer: se você mesmo acendeu a lâmpada, você pode me dizer de onde veio a chama? Você deve tela visto vindo de algum lugar.”
A criança riu e disse: “Eu farei uma coisa – simplesmente observe!” “E ele soprou a chama e disse:” A chama se foi exatamente na sua frente. Você pode me dizer onde ela foi? Você deve ter visto!”
E Hasan ficou completamente mudo. Ele não conseguiu responder. A criança havia mostrado a ele que a sua pergunta, embora parecesse muito relevante, significativa, era absurda. Ele se curvou diante da criança e tocou seus pés.
Ele disse ao indagador: “Aquela criança foi meu primeiro Mestre. Naquele exato momento foi que me dei conta que todas minhas metafísicas, e toda minha filosofia, eram sem sentido. Eu não sabia de nada por mim mesmo. Eu não sabia nem mesmo de onde vem a luz duma lâmpada, para aonde ela vai quando é apagada – eu estava falando sobre quem fez ao mundo, quando ele fez ao mundo! Por causa de aquele momento eu tenho sempre me lembrado da criança. Ele pode ter se esquecido de mim, pode até mesmo não me reconhecer, mas eu não posso me esquecer daquele incidente.
“E desde então milhares de pessoas têm me ensinado. Eu tenho evitado a pergunta diversas vezes, porque não existe uma única pessoa a quem eu possa chamar meu Mestre. Muitos têm sido meus Mestres, eu aprendi a partir de muitas fontes e de cada fonte eu apreendi uma coisa: que a menos que você saiba a partir de sua própria experiência todo conhecimento é fútil”.
“Depois eu abandonei todo o meu aprendizado, todo o meu conhecimento, queimei todas as minhas escrituras. Eu abandonei a idéia de ser um erudito, me esqueci de toda minha fama. Eu comecei a andar como um mendigo, absolutamente desconhecido para qualquer pessoa. E a os poucos, me aprofundando em meditação, descobri minha própria inteligência”.
Mesmo se a sociedade destruir sua inteligência, ela não poderá ser destruída totalmente, ela somente a cobre com muitas camadas de informação.
E essa é toda a função da meditação. Levá-lo mais profundamente para dentro de você mesmo. É um método de cavar no seu próprio ser até ao ponto aonde você chega às águas vivas da sua própria inteligência. Quando você descobrir sua criança novamente, quando você tiver renascido, somente então você irá entender o que eu quero dizer ou enfatizar várias vezes que as crianças são realmente inteligentes.
Porém comece a observar às crianças, as suas respostas – não as suas perguntas, mas sim as suas respostas. Não faça perguntas tolas, pergunte a elas algo imediato que não dependa de informação e veja suas respostas.

●A mãe estava preparando a Pedrinho para ir à festa. Quando ela terminou de pentear o seu cabelo, ela endireitou a gola de sua camisa e disse: “Vai agora filho. Divirta-se... e comporte-se!
“Ora mãe, disse Pedro. “Por favor, decida antes de eu ir qual das duas coisas você quer!

●Uma nova placa de transito foi colocada frente à escola. Nela estava escrito: “Dirija devagar. Não mate a um estudante!”
No dia seguinte havia outra placa embaixo dela escrita com uma letra infantil: “Espere pelo professor!”

●Pedrinho chega à casa da escola, com um grande sorriso no rosto.
“Bem querido, você parece muito feliz. Então você gosta dela escola, não é?
“Não seja boba mãe”, responde o menino, “nos não podemos confundir a ida com a vinda”

LOS NIÑOS Y LA INTELIGENCIA.
Extraído de: TAO - O portal dorado. Autor: Osho.

Un místico Sufí, Hasan, estaba muriendo. Cuando él estaba muriendo un hombre le preguntó: “Hasan, usted nunca nos dijo quien fue su Maestro. Nosotros le preguntamos varias veces, y usted siempre, de alguna forma, encontró un modo para no responder. Ahora usted está dejando este mundo. Por favor, díganos quien fue su Maestro. Nosotros tenemos mucha curiosidad.”
Hasan dijo: “Yo nunca respondí a esa pregunta por la simple razón de que no hubo un único Maestro en mi vida, yo aprendí a partir de muchas personas. Mi primer profesor fue un niñito.”
Ellos se quedaron perplejos y dijeron: “¡Un niñito! ¿Que está diciendo usted? ¿Usted perdió el juicio porque está muriendo? ¿Usted enloqueció?
El dijo: “¡No!, ¡no!, escuchen la historia. Yo fui a una ciudad. No obstante todavía, yo no había conocido la verdad hasta aquella época, yo era muy culto, era un erudito. Era famoso en todo el país, y hasta fuera del país; mi nombre estaba divulgándose. Las personas comenzaron a venir a verme creyendo que yo conocía la verdad. Yo estaba fingiendo que la conocía y estaba fingiendo sin saber que estaba fingiendo – yo estaba casi inconsciente. Porque las personas acreditaban que yo sabía, ellas me convencían que yo debía estar acertado, yo debía estar sabiendo, de lo contrario ¿por qué tantas personas vendrían a verme? Yo me había transformado en un profesor. Sin experimentar cualquier cosa de la verdad, sin aún haber entrado en mi propio mundo interior, yo estaba hablando con respecto a grandes cosas. Yo conocía todas las escrituras, ellas estaban en la punta de mi lengua”.
“Pero durante tres días yo me estaba moviendo en un país donde nadie me conocía, yo estaba deseando ardientemente encontrar alguien que me preguntara algo, para que yo pudiese mostrar mi conocimiento”.
Las personas poseedoras de conocimiento se vuelven muy exhibicionistas; ese es todo su placer. Si una persona de conocimiento tuviera que permanecer en silencio, ella preferiría cometer suicidio. Si no, ¿cuál es el sentido de vivir en el mundo? Él tiene que exhibir su conocimiento. Solamente el hombre sabio consigue ser silencioso. Para el sabio, hablar es casi una carga, él habla porque tiene que hablar. La persona de conocimiento habla porque ella no consigue permanecer silenciosa. Existe una gran diferencia; usted puede no ser capaz de percibirlo desde afuera porque ambos hablan. Buda habla, Jesús habla y Hasan también estaba hablando. Y todos ellos dicen cosas bonitas. Algunas veces las personas de conocimiento dicen cosas más sabias que los sabios, porque los sabios pueden hablar de contradicciones, en paradojas, pero la persona de conocimiento es siempre lógica, consistente, ella tiene todas las pruebas y argumentos, ella tiene todas las escrituras para apoyarlo.
Pero durante tres días él tuvo que permanecer silencioso. Fue casi como ayunar, él estaba sintiéndose hambriento – hambriento por una audiencia, hambriento por alguien. Pero él no había deparado con alguien que lo conociera entonces nadie preguntó nada.
Él entró en esa ciudad. Estaba justamente comenzando a oscurecer, el sol se había puesto hacia poco. Un niño estaba cargando una lamparita y el preguntó al niñito: “¿Hijo, puedo hacerte una pregunta? ¿Para dónde vas llevando esa lamparita?
Y el niño respondió: “Yo estoy yendo al templo. Mi madre me dijo que coloque esta lámpara allá, porque el templo es oscuro. Y ese ha sido la costumbre de mi madre: colocar siempre una lámpara allá en la noche para que, por lo menos, el Dios del templo no tenga que vivir en la oscuridad.”
Hasan preguntó al niño: “Tú pareces ser muy inteligente. Me puedes decir una cosa – ¿tú mismo encendiste esa lámpara?”
El niño respondió: “Si”
Entonces Hasan dijo: “Una tercera pregunta, la última pregunta que yo quiero hacerte: si tú mismo encendiste la lámpara, ¿tú me puedes decir de dónde vino la llama? Debes haberla visto viniendo de algún lugar.”
El niño sonrió y le dijo: “Yo haré una cosa – ¡simplemente observe!” “y sopló la llama y le dijo:” “La llama se fue exactamente frente a usted. ¿Usted me puede decir donde fue ella? ¡Usted debe haberla visto!”
Y Hasan quedó completamente mudo. El no consiguió responder. El niño le había demostrado que su pregunta, no obstante pareciera muy relevante, significativa, era absurda. El se curvó delante del niño y toco sus pies.
Él dijo al indagador: “Aquel niño fue mi primer Maestro. En aquel exacto momento fue que me di cuenta que toda mí metafísica, y toda mi filosofía, eran sin sentido. Yo no sabía nada por mí mismo. Yo no sabía siquiera de donde venía la luz de una lámpara, para donde ella va cuando es apagada – ¡yo estaba hablando sobre quien creó al mundo, a quien hizo al mundo! Por causa de aquel momento yo nunca me he olvidado de aquel niño. El puede haberse olvidado de mí, puede hasta no reconocerme, mas yo no puedo olvidarme de aquel incidente.
“Y desde entonces millares de personas me han enseñado. Yo he evitado la pregunta diversas veces, porque no existe una única persona a quien yo pueda llamar mi Maestro. Muchos han sido mis Maestros, yo aprendí a partir de muchas fuentes y de cada fuente yo aprendí una cosa: que a menos que usted aprenda a partir de su propia experiencia todo conocimiento es fútil”.
“Después yo abandoné todo mi aprendizaje, todo mi conocimiento, queme todas mis escrituras. Yo abandoné la idea de ser un erudito, me olvidé de toda mi fama. Comencé a andar como un mendigo, absolutamente desconocido para cualquier persona. Y lentamente, profundizando en la meditación, descubrí mi propia inteligencia”.
Aún si la sociedad destruyera su inteligencia, ella no podrá ser destruida totalmente, ella solamente la cubre con muchas camadas de información.
Y esa es toda la función de la meditación. Llevarlo más profundamente para dentro de usted mismo. Es un método de cavar en su propio ser hasta el punto donde usted llega a la pureza de su propia inteligencia. Cuando usted descubra su niño nuevamente, cuando usted haya renacido, solamente entonces, usted entenderá lo que yo quiero decirle o enfatizar varias veces, que los niños son realmente inteligentes.
Por eso comience a observar a los niños, a sus respuestas – no a sus preguntas, pero sí a sus respuestas. No haga preguntas tontas, pregunte a ellos algo inmediato que no dependa de información y oiga sus respuestas.

●La madre estaba preparando a Pedrito para ir a la fiesta. Cuando ella terminó de peinar su cabello, ella enderezó el cuello de su camisa y le dijo: “Ve hijito. ¡Diviértase... y compórtese!
“Escucha mamá, dijo Pedro. “¡Por favor, decide antes de ir cual de las dos cosas tu quieres que haga!”

●Un nuevo cartel de transito fue colocado frente a la escuela. En él estaba escrito: “¡Conduzca lentamente. No mate a un estudiante!”
Al día siguiente había otro cartel debajo del anterior escrito con una letra infantil: “¡Espere por el profesor!”

●Pedrito vuelve de la escuela, con una gran sonrisa en su rostro.
“Muy bien querido, tu pareces muy feliz. Entiendo que tú gustas de la escuela, ¿no es así?
“¡No sea boba mamá!”, responde el niño, “!nosotros no podemos confundir la ida con la vuelta¡”

quarta-feira, 21 de abril de 2010

SIMPLICIDAD - SIMPLICIDADE


Simplicidad
(Jorge Robledo Ortiz)




Es tan humano este dolor que siento.
Esta raíz sin tallo florecido.
Este recuerdo anclado al pensamiento
Y por toda la sangre repetido,
Que ya ni me fatiga el vencimiento,
Ni me sangra el orgullo escarnecido.
Mi corazón se acostumbró al tormento
De perder la mitad de su latido.
Ya mi rencor no exige la venganza.
Aprendí a perdonar toda esperanza
Como un bello pecado original.
Llevo en las manos tantas despedidas,
Y en lo que fue el amor tantas heridas,
Que me he tornado un hombre elemental

A SIMPLICIDADE - Osho

Às vezes acontece a você sentir-se integrado, em algum raro momento.
Observe o oceano, o seu espírito indomável -- de repente você esquece a sua divisão interior, a sua
esquizofrenia: você relaxa.
Ou então, andando pelo Himalaia, contemplando a neve virgem nos picos das montanhas, de repente uma calma
o envolve e você não precisa ser falso, porque não há ali nenhum outro ser humano para o qual representar.
Você se re-integra. Ou ainda, ouvindo boa música, você se sente integrado.
Sempre que, em qualquer situação, você se torne uno, uma paz, uma felicidade, uma bênção o envolvem,
brotam de dentro de você. Você se sente preenchido.
Não há necessidade de ficar esperando por esses momentos - eles podem transformar-se na sua maneira
natural de viver.
Esses momentos extraordinários podem transformar-se em momentos comuns - este é todo o esforço do Zen.
É possível viver uma vida extraordinária dentro dos limites de uma vida bastante comum: cortando árvores,
rachando lenha, buscando água no poço, é possível estar extremamente à vontade consigo mesmo.
Limpando o chão, preparando a comida, lavando a roupa, você pode estar perfeitamente à vontade - porque
a questão toda é de você atuar com todo o seu ser, desfrutando, realizando-se no que faz.


LA SIMPLICIDAD – by Osho


A veces a usted le sucede el sentirse integrado, en algún raro momento.
Observe el oceano, y su espírito indomable -- de repente usted olvida su división interior, su
esquizofrenia: usted se relaja.
O entonces, andando por el Himalaia, contemplando la nieve virgen en los picos de las montañas, de repente una calma lo envuelve y usted no precisa ser falso, porque no hay allí ningún otro ser humano para el cual representar.
Usted se reintegra. O aún, oyendo buena música, usted se siente integrado.
Siempre que, en cualquier situación, usted se torne uno, una paz, una felicidad, una bendición lo envuelven,
brotan de dentro de usted. Usted se siente pleno.
No hay necesidad de quedarse esperando por esos momentos - ellos pueden transformarse em su manera
natural de vivir.
Esos momentos extraordinários pueden transformarse en momentos comunes - este es todo el esfuerzo del Zen.
Es posible vivir una vida extraordinária dentro de los limites de una vida bastante comum: cortando árboles,
cortando leña, buscando água en el pozo, es posible estar extremamente cómodo consigo mismo.
Limpiando el piso, preparando la comida, lavando la ropa, usted puede estar perfectamente cómodo - porque
toda la cuestión es que usted actúe con todo su ser, disfrutando, realizándose en lo que hace

El arte de la simplicidad

“Un intelectual es el que explica algo simple de forma difícil y complicada. Un artista es el que explica algo complicado y difícil de forma simple”.

A arte da simplicidade

“Um intelectual é o que explica algo simples de forma dificil e complicada. Um artista é o que explica algo complicado de forma simples”


– Charles Bukowski - escritor

terça-feira, 20 de abril de 2010

SIMPLICIDAD


Simplicidade




Se pudéssemos abandonar a sabedoria e a sagacidade
As pessoas poderiam desfrutar o ser todos iguais;
Se pudéssemos abandonar o dever e a justiça
Tudo poderia basear-se nas relações de amor ou amizade;
Se pudéssemos abandonar o artifício e o proveito
A corrupção e o roubo poderiam desaparecer.
Embora assim, semelhantes remédios só tratariam os sintomas
Por tanto são inadequados.
A gente necessita remédios pessoais:
Revela teu autentico eu,
Abraça tua natureza original,
Abandona teu próprio interesse,
Controla teu desejo.

Lao Tse – Tao Te Ching
Simplicidad

Si pudiésemos abandonar la sabiduría y la sagacidad
La gente podría disfrutar el ser todos iguales;
Si pudiésemos abandonar el deber y la justicia
Todo podría basarse en las relaciones de amor o amistad;
Si pudiésemos abandonar el artificio y el provecho
La corrupción y el robo podrían desaparecer.
Aún así, semejantes remedios solo tratarían los síntomas
Por tanto son inadecuados.
La gente necesita remedios personales:
Revela tú auténtico yo,
Abraza tu naturaleza original,
Abandona tu propio interés,
Controla tu deseo.
Lao Tse - Tao Te Ching

“El arte de vivir consiste, únicamente, en proceder con sencillez”.
“A arte de viver consiste, unicamente, em proceder com simplicidade”.

SIMPLICIDAD - SIMPLICIDADE

Nada es más simple que la grandeza; de hecho, ser simple debe ser grande. Ralph Waldo Emerson
Nada é mais simples que a grandeza; de fato, ser simples deve ser grande.

La simplicidad es la gloria de la expresión. Walt Whitman
A simplicidade é a gloria da expressão.

Abrace la simplicidad, reduzca el egoísmo, tenga pocos deseos. Lao-tze
Abrace a simplicidade, reduza o egoísmo, tenha poucos desejos.

Adoro placeres simples. Son el refugio pasado de lo complejo. Oscar Wilde
Adoro prazeres simples. São o refugio passado do complexo

El arte del arte, la gloria de la expresión y el sol de la luz en las letras, es la simplicidad. Walt Whitman

A arte da arte, a gloria da expressão e o sol da luz nas letras, é a simplicidade.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

PATRICIA MAY









"El ser humano es el universo que florece en la reflexión. Lleva en sí una historia de millones y millones de años, de estrellas y piedras, de continentes y mares, de instinto, de búsqueda.

“O ser humano é o universo que floresce na reflexão. Leva em se uma história de milhões e milhões de anos, de estrelas e pedras, de continentes e mares, de instinto, de busca.”

“El ser humano es el universo que se mira a sí mismo y, sorprendido, se da cuenta de que existe. Allí comienza la historia de un ser errante en busca del paraíso”.

“O ser humano é o universo que se olha a se mesmo e, surpreendido, se da conta de que existe. Aí começa a história dum ser errante em busca do paraíso”.

“Una historia de creación, libertad y soledad."

“Uma história de criação, liberdade e solidão”

Patricia May

Espiritualidad para la humanidad, para hacer los cambios...
...para gestar un nuevo mundo necesitamos concebir y vivir lo humano en una mayor altura y profundidad. Necesitamos una visión respecto de quiénes somos, de dónde venimos y a dónde vamos que nos dignifique, que nos muestre la vastedad de lo que somos, que nos abarque desde el cuerpo al Espíritu y nos permita tener una nueva comprensión del sentido de vivir. Es vital que lleguemos a entendernos como algo más que egos en lucha por prevalecer, que dibujemos un paisaje colectivo que dé cabida a nuestra nostalgia de unidad, de paz, de entrega, de confianza y poder creativo para gestar un mundo mejor.

Espiritualidade para a humanidade, para fazer os câmbios...
...para gestar um novo mundo necessitamos conceber e viver o humano numa maior altura e profundidade. Necessitamos uma visão respeito de quem somos de onde vimos e aonde vamos que nos dignifique, que nos mostre a vastidão do que somos, que nos abarque desde o corpo ao Espírito e nos permita ter uma nova compreensão do sentido de viver. É vital que cheguemos a entender-nos como algo mais que egos em luta por prevalecer, que desenhemos uma paisagem coletiva que de cabida a nossa nostalgia de unidade, de paz, de entrega, de confiança e poder criativo para gestar um mundo melhor.

Patricia May
"Da cultura do ego à cultura da alma"

domingo, 18 de abril de 2010

A MENTE


Da cultura do ego à cultura da alma




É o título dum livro de Patrícia May, antropóloga chilena.. Tem-me parecido muito esclarecedor, ajudado a compreender muitas coisas que estão acontecendo, dentro e ao meu redor, sendo além do mais muito esperançado a respeito do caminho que estaríamos transitando como humanidade. Faz-me feliz ademais, sentir-me realmente parte de todo isto...
Traduzo-lhes aqui uma seção do livro:

OS DESENVOLVIMENTOS EMERGENTES DA CONSCIÊNCIA

A Consciência da consciência

Um número crescente de pessoas está manifestando um novo aspecto da Mente, a Consciência da consciência, que é capaz de observar os processos do próprio pensamento.
Trata-se duma meta-consciência, intra-psíquica em que não só nos perguntamos que conhecemos, senão que desde onde conhecemos desde que experiências, emoções, conceitos observamos; ou seja, quais são os filtros através dos quais construímos a realidade.
Neste nível nos experimentamos num nível de serenidade, claridade, equanimidade que nos permite sermos testemunhas ou observadores de nós mesmos mais além das ansiedades e aflições mentais de nossa psique, é como se pudéssemos ascender a um alto morro onde o céu é puro e o ar fresco e pudéssemos ver o vale donde se desenvolve nossa vida com total claridade.
Isto nos permite por em dúvida nossa maneira de ver ao mundo, nossos rolos mentais, obsessões, pensamentos repetitivos e ver até que ponto construímos nossa realidade através da lente com a qual observamos e interpretamos o mundo.
Desde aqui as pessoas começam a se - fazer cargo delas mesmas, a prestar atenção a seus pensamentos, ao fluxo de suas idéias, começãm a compreender como moldam sua vida. Dão-se conta, por exemplo, que sempre tem olhado desde o papel da vítima e tem gerado relações, posições laborais, realidades de vida que uma e outra vez lhe fazem sentir-se ou ser efetivamente abusado por outros; ou percebem de como certas crenças tem moldado sua vida, “a vida é difícil e dolorosa”, por exemplo. Aí começa o trabalho de liberação dos pensamentos limitantes ou danosos.
Recém aí somos donos de nós mesmos e criadores de nossa própria vida.
Com a auto-reflexão estamos culminando a primeira etapa de nossa viagem, ser plenamente autoconscientes.
A Mente Transcendente
Nestes níveis profundos, a pessoa começa a experimentar algo até então desconhecido. Um nível interior de silêncio, onde não há idéias compulsivas nem anseios, nem ruído mental-emocional; senão uma nova claridade, harmonia e a certeza que somos seres espirituais numa vivência física, que o vivido tem um sentido e que há um fim maior pelo qual estamos vivos.
Assim começará uma abertura a aspetos antes insuspeitados de si mesmo, a realidades indeterminadas, intangíveis, inascíveis que ao mesmo tempo a levarão a entrar em contato com a intuição que lhe fala de interconexão, duma Grande Harmonia, de Totalidade na qual todo existe e se manifesta já não como uma crença, senão como uma íntima vivência de pertencer e estar conduzido por uma consciência maior que transcende sua individualidade.
O Eu integral
Ante esta nova visão, a pessoa necessitará harmonizar-se. Desde o Observador tomará consciência que seu corpo, emoção e razão estão bloqueadas, exacerbadas ou desequilibradas e começará uma etapa de trabalho integral que abarcará seu corpo, suas emoções, seu pensamento e a sombra reprimida pelo ego racional que até então predominava.
A pessoa buscará trabalhar em consciência de suas falências: buscara grupos, terapeutas, leituras; novos conhecimentos que lhe ajudem a sanar e integrar todos os aspectos de si. Contatará com sua luz e com sua sombra, com uma valentia e um novo brio para ver-se e enfrentar-se consigo mesma, o que lhe dará sentido a cada vivência, a cada momento de sua vida. O cotidiano cobrará encanto e o mundo aparecerá radiante ante um ser humano que há despertado à sentir, vibrar, que começa a se sentir sintonizado com a natureza, com os demais seres humanos, com tudo, incluindo a dor.
Assim como na fase anterior o ser humano vive desde a razão e desde aí estrutura ao mundo e dirige sua vida, aqui todos os aspetos do eu estarão incluídos e pulsando ao ritmo integrador da Mente Inclusiva.
Corpo, emoção e razão por vez primeira na história da autoconsciência pulsarão harmonicamente numa dança conduzida pela Consciência Integradora e Sabia. Assim a pessoa começa a se identificar com um novo Eu: integrador, inclusivo, amoroso, forte, criativo e conceberá a razão, a emoção e ao corpo como canais e veículos de expressão de algo Maior ao serviço do Todo.
Com um corpo desbloqueado, com a bio- energia circulando harmonicamente, com uma riqueza emocional viva, com uma razão e lógica atuante e com um eixo estabilizador no centro da psique, terá a pessoa integral ou íntegra. Este caminho já o está percorrendo um grupo crescente de seres humanos.
Mente sistêmica: O Eu Planetário
Na medida em que o ser humano vai deixando a couraça aprisionadora do ego e vai-se relacionando com os demais em forma fluida – já não desde a imagem, o status, o rol, senão que desde si mesmo integral – onde não há nada que fingir ou esconder, onde não há imagens que guardar porque a pessoa se tem conhecido e aceitado e assim aceita também aos demais, se vão gerando relações definidas pela rede, onde há uma retroalimentação sadia, sem possessões, nem grupos excludentes, onde a informação circula e, devido à interconexão, as pessoas podem vincular-se com uma trama de relações que ultrapassam o tempo e o espaço.
Abre-se um novo nível de Consciência que opera a um nível global, de sínteses que vê aquilo que une e liga à diversidade de expressões, culturas, pensamentos, orientações religiosas e se relaciona com visões globais que buscam o bem em geral. A consciência se expande do“nós” a “todos nós”, o mundo inteiro, a aldeia global.
Mente holística: o Eu Cósmico
Neste nível de consciência o Eu vive como um veículo ou um canal de serviço e aporte ao Todo, não como uma postura intelectual ou algo forçado, senão como algo completamente natural,
O sentido da própria vida é servir a um projeto que abarca à terra inteira e a todos os seres. Vive-se numa profunda responsabilidade rumo ao processo evolutivo como um Todo. A consciência se conecta com o planeta como uma totalidade. Faz-se o transito desde a Consciência planetária à Cósmica, se entendem as finas redes que entretecem as conexões entre os níveis da Alma, a mente, a emoção e o estado concreto das coisas no mundo.
Intui-se uma Ética universal. Intui-se uma Totalidade que se manifesta em tudo isto, do qual tudo emana e se vai a uma concepção Monista da Divindade, como a Vida de todas as vidas, como a Presença imanente, transcendente e inclusiva de toda a manifestação em todos os níveis.
Neste estágio se começa a entrar na Consciência Pura, Total, na Alma.
Para lá vamos....

Versão Espanhol

De la cultura del ego a la cultura del alma

Es el título de un libro de Patricia May - antropóloga chilena-, que estoy leyendo. Me ha parecido muy esclarecedor, ayudado a comprender muchas cosas que están ocurriendo, dentro y alrededor mío, siendo además muy esperanzador respecto del camino que estaríamos transitando como humanidad. Me hace feliz además, sentirme realmente parte de todo esto...
Les copio aquí una sección del libro:

LOS DESARROLLOS EMERGENTES DE LA CONCIENCIA

La Conciencia de la conciencia

Un número creciente de personas está manifestando un nuevo aspecto de la Mente, la Conciencia de la conciencia, que es capaz de observar los procesos del propio pensamiento.
Se trata de una meta conciencia, intrapsíquica en que no sólo nos preguntamos qué conocemos, sino que desde dónde conocemos, desde qué experiencias, emociones, conceptos observamos; o sea, cuáles son los filtros a través de los cuales construimos la realidad.
En este nivel nos experimentamos en una serenidad, claridad, ecuanimidad que nos permite ser testigos u observadores de nosotros mismos más allá de las ansiedades y aflicciones mentales de nuestra psiquis, es como si pudiéramos ascender a un alto monte donde el cielo es puro y el aire fresco y pudiéramos ver el valle donde se desenvuelve nuestra vida con total claridad.
Esto nos permite poner en duda nuestra manera de ver el mundo, nuestros rollos mentales, obsesiones, pensamientos repetitivos y ver hasta qué punto construimos nuestra realidad a través del lente con el cual observamos e interpretamos el mundo.
Desde aquí las personas comienzan a hacerse cargo de sí mismas, a prestar atención a sus pensamientos, al flujo de sus ideas, comienzan a comprender cómo modelan su vida. Se dan cuenta, por ejemplo, que siempre han mirado desde el papel de la víctima y han generado relaciones, posiciones laborales, realidades de vida que una y otra vez le hacen sentirse o ser efectivamente abusada por otros; o se percatan de cómo ciertas creencias han modelado su vida, “la vida es difícil y dolorosa”, por ejemplo. Ahí comienza el trabajo de liberación de los pensamientos limitantes o dañinos.
Recién aquí somos dueños de nosotros mismos y creadores de nuestra propia vida.
Con la auto reflexión estamos culminando la primera etapa de nuestro viaje, ser plenamente autoconscientes.
La Mente trascendente
En estos niveles profundos, la persona comienza a experimentar algo hasta entonces desconocido. Un nivel interior de silencio, donde no hay ideas compulsivas ni ansiedades, ni rollos, ni ruido mental-emocional; sino una nueva claridad, armonía y la certeza que somos seres espirituales en una vivencia física, que lo vivido tiene un sentido y que hay un fin mayor por el cual estamos vivos.
Así comenzará una apertura hacia aspectos antes insospechados de sí mismo, hacia realidades indeterminadas, intangibles, inasibles que al mismo tiempo la llevarán a entrar en contacto con la intuición que le habla de interconexión, de una Gran Armonía, de Totalidad en la cual todo existe y se manifiesta, ya no como una creencia, sino como una íntima vivencia de pertenecer y estar conducido por una conciencia mayor que trasciende su individualidad.
El yo integral
Ante esta nueva visión, la persona necesitará armonizarse. Desde el Observador tomará conciencia que su cuerpo, emoción y razón están bloqueadas, exacerbadas o desequilibradas y comenzará una etapa de trabajo integral que abarcará su corporalidad, sus emociones, su pensamiento y la sombra reprimida por el ego racional que hasta entonces predominaba.
La persona buscará trabajar en conciencia de sus falencias: buscará grupos, terapeutas, lecturas; nuevos conocimientos que le ayuden a sanar e integrar todos los aspectos de sí. Contactará con su luz y con su sombra, con una valentía y un nuevo brío para verse y enfrentarse consigo misma, lo que le dará sentido a cada vivencia, a cada momento de su vida. Lo cotidiano cobrará encanto y el mundo aparecerá radiante ante un ser humano que ha despertado a sentir, vibrar, que comienza a sentirse sintonizado con la naturaleza, con los demás seres humanos, con todo, incluyendo el dolor.
Así como en la fase anterior el ser humano vive desde la razón y desde allí estructura el mundo y dirige su vida, aquí todos los aspectos del yo estarán incluidos y pulsando al ritmo integrador de la Mente Inclusiva.
Cuerpo, emoción y razón por vez primera en la historia de la autoconciencia pulsarán armónicamente en una danza conducida por la Conciencia Integradora y Sabia. Así la persona comienza a identificarse con un nuevo Yo: integrador, inclusivo, amoroso, fuerte, creativo y concebirá a la razón, la emoción y al cuerpo como canales y vehículos de expresión de algo Mayor al servicio del Todo.
Con un cuerpo desbloqueado, con la bioenergía circulando armónicamente, con una riqueza emocional viva, con una razón y lógica actuante y con un eje estabilizador en el centro de la psiquis, tendremos a la persona integral o íntegra. Este camino ya lo están haciendo un grupo creciente de seres humanos.
Mente sistémica: El Yo Planetario
En la medida que el ser humano va dejando la coraza aprisionadora del ego y se va relacionando con los demás en forma fluida – ya no desde la imagen, el estatus, el rol, sino que desde un sí mismo integral – donde no hay nada que fingir o esconder, donde no hay imágenes que guardar porque la persona se ha conocido y aceptado y así acepta también a los demás, se van generando relaciones definidas por la red, donde hay una retroalimentación sana, sin posesiones, ni grupos excluyentes, donde la información circula y, debido a la interconexión, las personas pueden vincularse con una trama de relaciones que traspasan el tiempo y el espacio.
Se abre un nuevo nivel de Conciencia que opera a un nivel global, de síntesis que ve aquello que une y liga a la diversidad de expresiones, culturas, pensamientos, orientaciones religiosas y se relaciona con visiones globales que buscan el bien en general. La conciencia se expande del “nosotros” a “todos nosotros”, el mundo entero, la aldea global.
Mente holística: el Yo Cósmico
En este nivel de conciencia el Yo se vive como un vehículo o un canal de servicio y aporte al Todo, no como una postura intelectual o algo forzado, sino como algo completamente natural,
El sentido de la propia vida es servir a un proyecto que abarca a la tierra entera y a todos los seres. Se vive en una profunda responsabilidad hacia el proceso evolutivo como un Todo. La conciencia se conecta con el planeta como una totalidad. Se hace el tránsito desde la Conciencia planetaria a la Cósmica, se entienden las finas redes que entretejen las conexiones entre los niveles del Alma, la mente, la emoción y el estado concreto de las cosas en el mundo.
Se intuye una Ética universal. Se intuye una Totalidad que se manifiesta en todo esto, de lo cual todo emana y se va hacia una concepción Monista de la Divinidad, como la Vida de todas las vidas, como la Presencia inmanente, trascendente e incluyente de toda la manifestación en todos los niveles.
En este estadio se comienza a entrar en la Conciencia Pura, Total, en el Alma.
Hacia allá vamos....

sábado, 17 de abril de 2010

PENSAMENTOS - PENSAMIENTOS




PENSAMENTOS

Os pensamentos não surgem da nada.
Há uma terra em que crescem. Em nossa mente
há ódio, medo, preocupação, incompreensão.
E um pensamento pode surgir de ditos territórios.
Porém também em nossa mente existe o vasto
território da compaixão, da compreensão.
Tu podes entrar no Reino de Buda, no
Reino de Deus, dentro de tua mente. Destes
territórios brotarão então maravilhosos
pensamentos na línea do Reto Pensar.

Thich Nhat Hanh

PENSAMIENTOS

Los pensamientos no surgen de la nada.
Hay una tierra en la que crecen. En nuestra mente
hay odio, miedo, preocupación, incomprensión.
Y un pensamiento puede surgir de dichos territorios.
Pero también en nuestra mente existe el vasto
territorio de la compasión, de la comprensión.
Tu puedes entrar en el Reino de Buda, en el
Reino de Dios, dentro de tu mente. De estos
territorios brotarán entonces maravillosos
pensamientos en la línea del Recto Pensar.

OSHO - "CONCIENCIA"

LA RECOMENDACIÓN DIARIA

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