Translate

quarta-feira, 28 de abril de 2010



<“The Fool” – O Idiota – El Idiota. -
Es una linda historia de Turgenev,


Hubo cierta vez, en una pequeña ciudad, un hombre acusado por toda la población de ser el mayor idiota que haya existido. Obviamente él tenía una vida difícil. No importaba lo que dijera, las personas siempre comenzaban a reír - aunque él estuviese diciendo una cosa bella y verdadera.

Mas como él era conocido por ser un idiota, un tonto, las personas creían que cualquier cosa que hiciese o dijese sólo podría ser una estupidez. Él podía estar citando a sabios, pero aún así las personas reían de él.

Él procuró a un viejo sabio y le dijo que estaba pensando en cometer suicidio, pues no soportaba más vivir. "Esa acusación constante es demasiado para mí - ¡no puedo soportarlo más! ¡O usted me ayuda a encontrar una salida o me voy a matar!."

El viejo sabio río. Y dijo: "Esto no es problema, no se preocupe. Haga apenas una cosa: comience a decir no para todo; después vuelva a contarme de aquí a una semana. Comience a cuestionar lo que quiera que sea. Si alguien dice: '¡Mire, la puesta de sol, que belleza!', pregúntele en el mismo instante: '¿Donde está la belleza? No veo nada - ¡pruebe que hay belleza! O… ¿qué es la belleza? No existe belleza en este mundo. ¡Eso es una pavada!' Insista en las pruebas, diga: ´Pruebe donde está la belleza. Déjeme verla, déjeme tocarla. Deme una definición'. Si alguien dice: '¡La música es extasiante!', pregunte sin pensarlo dos veces, 'Qué es éxtasis?¿Qué es música? Defina estos términos con claridad. No acredito en ningún éxtasis, es todo una tontería, toda ilusión. ¡Y toda esta música no es nada más que barullo'.

"¡Haga esto todos los días y, después de una semana, me cuenta. Sea negativo, haga preguntas que nadie puede responder: 'Qué es la belleza, que es el amor, qué es lo maravilloso?' ¿Qué es la vida, qué es la muerte, que es Dios?'".

Después de siete días el hombre tonto volvió a procurar al sabio, y venía seguido por muchas personas. Él estaba muy bien vestido y tenía una guirnalda en la cabeza.

El sabio preguntó: "¿Qué sucedió?"

Y el tonto respondió: "¡Fue mágico! Ahora la ciudad entera cree que yo soy el hombre más sabio del mundo. Todo el mundo cree que yo soy un gran filósofo, un gran pensador. Las personas se callan delante de mí, sienten miedo. En mi presencia, reina el silencio, pues sea lo que quiera que digan, yo lo transformo en una pregunta y me torno absolutamente negativo. ¡Su truco funcionó!"

El sabio preguntó: "¿Quienes son esas personas que están siguiendo a usted?"

Él respondió: "Son mis discípulos - ¡ellos quieren aprender conmigo lo que es sabiduría!"

Es así que las cosas son. La mente vive en el no, ella sólo dice no; su combustible es decir no para todo. La mente es básicamente atea, negativa. No existe mente positiva.

Osho, en "Salud Emocional: Transforme el Miedo, la Rabia y los Celos en Energía Creativa”

Versão em português
Houve certa vez, numa cidadezinha, um homem acusado por toda a população de ser o maior idiota que já existiu. Obviamente ele tinha uma vida difícil. Não importava o que dissesse, as pessoas sempre começavam a rir - mesmo que ele estivesse dizendo uma coisa bela e verdadeira.

Mas como ele era conhecido por ser um idiota, um tolo, as pessoas achavam que qualquer coisa que fizesse e dissesse só poderia ser uma estupidez. Ele podia estar citando sábios, mas ainda assim as pessoas riam dele.

Ele procurou um velho sábio e disse que estava pensando em cometer suicídio, pois não suportava mais viver. "Essa acusação constante é demais para mim - não posso mais suportar! Ou você me ajuda a encontrar uma saída ou vou me matar."

O velho sábio deu risada. E disse: "Isso não é problema, não se preocupe. Faça apenas uma coisa: comece a dizer não para tudo; depois volte a me procurar daqui a uma semana. Comece a questionar o que quer que seja. Se alguém disser: 'Olhe, o pôr-do-sol, que beleza!', pergunte no mesmo instante: 'Onde está a beleza? Não vejo nada - prove que há beleza! O que é a beleza? Não existe beleza neste mundo. Isso é pura bobagem!' Insista nas provas, diga: ´Prove onde está a beleza. Deixe-me vê-la, deixe-me tocá-la. Dê uma definição'. Se alguém disser: 'A música é extasiante!', pergunte sem pensar duas vezes, 'O que é êxtase? O que é música? Defina esses termos com clareza. Não acredito em nenhum êxtase, é tudo uma tolice, tudo ilusão. E a música nada mais é do que o barulho'".

"Faça isso todos os dias e, depois de uma semana, me procure. Seja negativo, faça perguntas que ninguém pode responder: 'O que é a beleza, o que é o amor, o que é o êxtase?' O que é a vida, o que é a morte, o que é Deus'".

Depois de sete dias o homem tolo voltou a procurar o sábio, e foi seguido por muitas pessoas. Ele estava muito bem trajado e tinha uma guirlanda na cabeça.

O sábio perguntou: "O que aconteceu?"

E o tolo respondeu: "Foi mágico! Agora a cidade inteira acha que eu sou o homem mais sábio do mundo. Todo mundo acha que eu sou um grande filósofo, um grande pensador. As pessoas se calam diante de mim, sentem medo. Na minha presença, reina o silêncio, pois seja lá o que digam, eu transformo numa pergunta e me torno absolutamente negativo. O seu truque funcionou!"

O sábio perguntou: "Quem são essas pessoas que estão seguindo você?"

Ele disse: "São os meus discípulos - eles querem aprender comigo o que é sabedoria!"

É assim que as coisas são. A mente vive no não, ela só diz não; o seu combustível é dizer não para tudo. A mente é basicamente ateísta, negativa. Não existe mente positiva.

Osho, em "Saúde Emocional: Transforme o Medo, a Raiva e o Ciúme em Energia Criativa”

terça-feira, 27 de abril de 2010


BUDISMO

“Os métodos do budismo são os métodos da vida”
“Los métodos del budismo son los métodos de la vida”



Aquele que tem medo do novo tem medo da vida, pois cada dia é um novo dia. Vivendo e aprendendo
Aquel que tiene miedo de lo nuevo tiene miedo de la vida, pues cada dia es um nuevo día. Viviendo y aprendiendo.
(Irmão da caminhada)

segunda-feira, 26 de abril de 2010

AMAR




“Amar profundamente a alguien nos da fuerza.
Sentirse amado profundamente por alguien nos da valor”.
“Amar profundamente a alguém nos da força.
“Se sentir amado profundamente por alguém nos da valor”.
Lao Tzu.

sábado, 24 de abril de 2010

A MENTE



ACERCA DA MENTE E O ESPÍRITO
Omar Joray


1) Os problemas se resolvem não a nossa maneira, os problemas se resolvem quando se os soluciona ao nível de suas origens, esta é a opinião do passado, quem responde às perguntas. Por quê? De onde venho? Qual é a origem?
O passado cura as feridas do passado, desde o passado que já se foi.
2) Conto: um bêbedo crônico diz a seu amigo: por fim pude verificar, através de minha análise do passado, algo que sempre suspeite; que a educação que me deram meus pais é a origem de minha enfermidade.
— todo enfoque desde o passado, faz que o passado exista.
3) Quando troca a atitude do enfoque o modo de mirar aos problemas, é como se trocasse o problema, na correta pergunta esta à metade da solução do problema, a re-educação do enfoque do problema, cambia a conduta com a qual enfrentamos ao problema, Como o faço? Que método uso? Onde estou? são os instrumentos que usa o tempo psicológico presente para suturar os traumas - angustias da vida.
4) Conto; um bêbedo diz a seu amigo; por fim me curei, ao qual seu amigo responde: porém se estas bêbedo, sim, mas agora no me importo de estar bêbedo, responde o alcoólatra.
---todo enfoque desde o aqui e agora, faz que o presente exista ---
5) As intenções geram obras, as obras geram conseqüências, a angustia é a coleta da semeadura de intenções incorretas, as intenções são a bussola -- orientador - guia -- para nossos projetos a futuro... Aonde vou? A que porto arribará? Para que?
São os instrumentos que usa o futuro imaginário que ainda não chegou.
6) Conto; seu amigo diz ao bêbedo, que já se havia curado de sua enfermidade: teu terapeuta ao fim te curo, não, responde o ex enfermo, foi o terror a perder meu trabalho, quem me curo
--- se buscamos as corretas intenções, se resolvem os problemas, opina o futuro imaginário
7) O problema existe devido a que está escrito em nossas intenções mais ocultas, impossíveis de ver, por isso nenhum problema se resolve desde seu nível de existência, só desde um nível superior se resolvem os problemas --- João é uma pessoa muito crente de seu Deus, quando João tem um problema, ora a seu Deus, pedindo cura, e seu Deus o cura, João sabe que seu Deus tem um tremendo poder, com o qual o cura, João sabe que seu Deus vive mais cerca de sua carótida.
8) A mente tem um tremendo poder que segundo o uso que se lhe da, nos enferma ou nos cura ----esse poder atua quando o colocamos fora nosso, já seja em Deus ou num modelo ideal, ou numa autoridade, ou num medicamento, etc., ---a indústria farmacêutica quando saca um novo fármaco, deve este superar ao efeito placebo - ou poder subjetivo - da mente ---que uso dou a minhas potencias humanas latentes? O uso para me enfermar ou para crescer? O uso para ajudar às pessoas ou para me engrandecer com o argumento de ajudar-me a mim mesmo? Esses tipos de perguntas se fazem as potencias latentes da mente
9) Conto; um dia, um grupo de sábios decidiu ir a busca de Deus , o buscaram nos céus , e não o acharam o buscaram nos picos mais altos das montanhas , no fundo dos mares , e não o encontrou , Deus teve compaixão deles e com uma voz que via desde nenhum lugar , diz ; procurem nas más profundo de vossos corações , os sábios disseram ; não podemos chegar aí por nós mesmos , ao que Deus respondeu ; conhece-te a você mesmo , através de mim .
10) A solução dos problemas, a proporcionam os psicofármacos, é a opinião de quase toda a população. Os psicofármacos solucionam sintomas isolados, a enfermidade é um problema que requere soluciones a nível global.
11) Conto: havia uma vez, três irmãos que jamais se afastavam; aonde se dirigia um deles, o acompanhavam os outros três estes irmãos são: o delírio - a depressão e as enfermidades psicossomáticas --(o delírio é ver as coisas segundo meus estados de animo, pois se vejo as coisas tal como são, me sinto mal --a depressão é sentir-me culpado e não me arrepender delas, é culpa crônica ---as enfermidades psicossomáticas são embaixadoras de intenções errôneas muito profundas, as quais se dão a conhecer em códigos, através dos sintomas, para nos avisar que temos que cambiar essas atitudes, as enfermidades psicossomáticas são mensageiras que denunciam as atitudes errôneas escondidas na intimidade dos tecidos .
12) João está lotado de atitudes errôneas e é sadio como una rocha, lástima que Juan é um psicopata. (Juan está enfermo a nível social da enfermidade) Pedro só acredita no que seus olhos vêm, Pedro não acredita no ar, não acredita no átomo, não acredita nas bactérias, Pedro é um cara sadio, jamais se enferma (Pedro está enfermo a nível transcendente ou espiritual da enfermidade
13) A cirurgia diz à medicina preventiva: como você fracassou, agora atuo eu.
14) Conto; num lago, se refletia a lua, o filho pergunta a seu pai; pai, dentro da água está à lua? , o pai responde: não é possível, a lua verdadeira, a lua real está no céu, e que é o que eu vejo pai? Você enxerga uma lua falsa, relativa, porém pai, eu vejo a lua, diz o filho, há uma lua relativa, primeira, e temos uma lua ultima filho, agora posso ver as duas luas, pai, etc. (e o pai continua explicando que há duas verdades, uma perto e uma longe, pois o pai não queria que seu filho se enfermasse de cegueira espiritual --transcendental -- além) O pai ensinava a seu filho que no mais além se penetra através do mais aqui, o pai ensinava que há que iluminar as sombras .
15) Conto: a um camponês, que logro superar a morte, se lhe escapa um cavalo, seu vezinho, muito crente, muito sábio, muito virtuoso, um homem muito coerente às circunstancias, diz; isto é um sinal de Deus, através da qual Deus está provando que farás agora, ao qual o ressuscitado responde: se Deus me quito o cavalo, é porque me dará algo melhor, o que verá é melhor que o que há ao tempo o cavalo retorno acompanhado duma tropilha de cavalos selvagem.
16) Conto: um dia, um fumante compulsivo crônico, decide deixar de fumar, com vontade o logra, se encontra com seu amigo e le diz: pude vencer ao cigarro, não fumo mais, seu amigo, muito observador lhe diz: porém te vejo mais gordo, mais nervoso, não podes dormir, te vejo mal, que passou? é que esta é minha nova forma de fumar, --equivalente -- lhe respondeu o ex fumante. Venceste a teu inimigo externo, agora deves vencer a teu inimigo interno, diz seu amigo.
17) Dialogo entre a mente e o espírito.
1) a mente diz; Estou construída por tempo e espaço, sou o passado, o aqui e agora e o futuro, sobre o tempo se desdobra o espaço, nesses espaços habitam os temores --- tenho medo de perder o conseguido, tenho medo de perder o que com tanto sacrifício estou atingindo e tenho medo de não concretizar meus melhores projetos de futuro, perdas e temores são duas caras da mesma moeda ---
2) o espírito diz: sou um suave vento que vem de nenhum lugar, não há método para contatar comigo, me manifesto na sincronicidade, devem decifrar meus códigos através da sincronicidade das circunstâncias, estou descrito nos livros sagrados. O homem é filho do momento, o homem não existe exceto no momento atual, o homem é instrumento de algo Muito Desenvolvido.
3) a mente diz: devo buscar para encontrar, devo fazer esforços para atingir objetivos, devo obedecer disciplinas para combater hábitos negativos, todo o tempo me dedico a compensar carências, estou cansada de tudo isto, quero desaparecer.
4 ) O vento interior suave diz; o encontrado vem ao buscado , coincidência e simultaneidade é algo habitual em mim, quando visito alguém , o converto num estranho a si mesmo, sou completo, portanto não conheço o que são as carências nem as compensações.
5) A mente diz; eu sei me adaptar às circunstancias sempre cambiantes de contínuo, eu sempre atuo de maneira tal que confirmo meus modos fixos de ver a realidade, detesto a decepção que me produz minha auto-imagem, quando algum imprevisto negativo a quebra, sou seguro, assim me protejo de meus temores, hábitos em minhas sombras, hábito dentro de minhas ocultações, me repito e me repito, estou esgotada de minha existência, aconselha-me. As coisas vêm e se vão, mas meus apegos não a deixam ir, então sofro, fala-me que direção tenho de tomar.
6 ) O espírito diz; não brinques mais, nem ao místico nem ao ignorante , não mates tuas sombras -egos baixos ou inclinados para o mal - pois elas são teus pés com os quais te liberaras à teus egos virtuosos e outros egos mais altos , descobre teus jogos, jogas quando sabes de antemão a que conclusões chegarás, busca dentro da dificuldade, as portas virgens de abertura rumo a primeira vez, estão escondidas dentro de tuas sombras, ilumina tuas obscuridades, cuida-te de ser líder, pois a gente se tira sua responsabilidade através de seus líderes. Observa teus sonhos catastróficos ou cósmicos, faz-los decodificar com algum decodificador, pois são sinais de delírio ou de liberação de profundos apegos. O Ascenso é como subir a uma montanha, tem esforço e decepção de tudo e todas as coisas a cada passo, incluso de um mesmo.
7 ) a mente diz: então devo tocar fundo para que a decepção positiva ( aqui caio e me levanto, na depressão caio e não me levanto) se produza , devo fazer o bem embora sinta fazer o mal - (hipocrisia positiva) devo ver as coisas tal qual é, embora isso me cause dor (mirada positiva), me deve dar o mesmo o frio ou a calor, o prazer ou a dor, (devo apreender a emparelhar a realidade ) me deve dar o mesmo quaisquer dos opostos em que me colocam as circunstâncias, devo interpretar as leis a partir do real (simultaneidade sincrônica de planos existenciais) e não desde minha subjetividade.
8) O espírito diz: esse é o preço a pagar, você escolhe, tua eleição, desde antes de tua criação física, já está determinada, você não escolhe.
9) O juiz pergunta ao ladrão: porque roubaste? Por que isso estava escrito em meu destino, responde o ladrão, ao que o juiz sentencia: 1 ano de cadeia por teu roubo e 10 anos de cadeia por tua mentira.

Versão Espanhol.

ACERCA DE LA MENTE Y EL ESPÍRITU
Omar Joray

1) Los problemas se resuelven no a nuestra manera, los problemas se resuelven cuando se los soluciona a nivel de sus orígenes, esta es la opinión del pasado, quien responde a las preguntas ¿porque? ¿De dónde vengo? ¿Cual es el origen? El pasado cura las heridas del pasado, desde el pasado que ya se fue.
2) Cuento: un borracho crónico le dice a su amigo: por fin pude verificar, a través de mis análisis hacia el pasado, algo que siempre sospeche; que la educación que me dieron mis padres es el origen de mi enfermedad — todo enfoque desde el pasado, hace que el pasado exista.
3 ) Cuando cambia la actitud del enfoque o modo de mirar a los problemas, es como si cambiase el problema, en la correcta pregunta esta la mitad de la solución del problema, la reeducación del enfoque del problema, cambia la conducta con la cual enfrentamos al problema, ¿Cómo lo hago? ¿Qué método uso? ¿Dónde estoy? son los instrumentos que usa el tiempo sicológico presente para suturar los traumas-angustias de la vida.
4) cuento; un borracho le dice a su amigo; por fin me curé, a lo cual su amigo le responde: pero si estas borracho, si, pero ahora ya no me importa estar borracho, le responde el borracho.---todo enfoque desde el aquí y ahora, hace que el presente exista ---
5) las intenciones generan obras, las obras generan consecuencias, la angustia es la cosecha de la siembra de intenciones incorrectas, las intenciones son la brújula -- orientador - guía -- hacia nuestros proyectos a futuro ¿a dónde voy? ¿A qué puerto llegare? ¿Para qué? son los instrumentos que usa el futuro imaginario que aun no llego.
6) cuento; su amigo le dice al borracho, quien ya se había curado de su enfermedad: tu terapeuta al fin te curo, no, responde el ex enfermo, fue el terror a perder mi trabajo, quien me curo --- si se buscan las correctas intenciones, se resuelven los problemas, opina el futuro imaginario
7 ) El problema existe debido a que está escrito en nuestras intenciones mas ocultas, imposibles de ver, por eso ningún problema se resuelve desde su nivel de existencia, solo desde un nivel superior se resuelven los problemas --- Juan es una persona muy creyente de su Dios, cuando Juan tiene un problema, le reza a su Dios, pidiéndole curación, y su Dios lo cura, Juan sabe que su Dios tiene un tremendo poder, con lo cual lo cura, Juan sabe que su Dios vive más cerca de su carótida .---
8 ) la mente tiene un tremendo poder que según el uso que se le da , nos enferma o nos cura ----ese poder actúa cuando lo colocamos fuera nuestro , ya sea en Dios o en un modelo ideal , o en una autoridad , o en un remedio , etc. , ---la industria farmacéutica cuando saca un nuevo fármaco , debe este superar al efecto placebo - o poder subjetivo - de la mente ---¿que uso le doy a mis potencias humanas latentes ? ¿las uso para enfermarme o para crecer? ¿ las uso para ayudar a la gente o para engrandecerme con la excusa de ayudarme a mí mismo? ese tipo de preguntas se hacen las potencias latentes de la mente.
9 ) cuento ; un día , un grupo de sabios decidieron ir en busca de Dios , lo buscaron en los cielos , y no lo encontraron , lo buscaron en los picos más altos de las montañas , en el fondo de los mares , y no lo encontraron , Dios tuvo compasión de ellos y con una voz que venía desde ningún lugar , les dijo ; búsquenme en lo más profundo de vuestros corazones , los sabios dijeron ; no podemos llegar allí por nosotros mismos , a lo que Dios respondió ; conócete a ti mismo , a través de mi .
10) La solución de los problemas, la proporcionan los sicofármacos, es la opinión de casi toda la población .Los sicofármacos solucionan síntomas aislados, la enfermedad es un problema que requiere soluciones a nivel global.
11 ) cuento : había una vez, tres hermanos que jamás se separaban , adonde se dirigía uno de ellos, lo acompañaban los otros tres, estos hermanos son: el delirio --la depresión --y las enfermedades sicosomáticas --( el delirio es ver las cosas según mis estados de ánimo, pues si veo las cosas tal cual son, me siento mal --la depresión es sentirme con culpas y no arrepentirme de ellas, es culpa crónica ---las enfermedades sicosomáticas son embajadores de intenciones erróneas muy profundas, las cuales se dan a conocer en códigos, a través de los síntomas, para avisarnos que tenemos que cambiar esas actitudes, las enfermedades sicosomáticas son mensajeros que denuncian a actitudes erróneas escondidas en la intimidad de los tejidos . )
12) Juan está lleno de actitudes erróneas y es sano como una roca, lástima que Juan es un psicópata. (Juan está enfermo a nivel social de la enfermedad) Pedro solo cree en lo que sus ojos ven, Pedro no cree en el aire, no cree en el átomo, no cree en las bacteria, Pedro es un tipo sano, jamás se enferma (Pedro está enfermo a nivel trascendente o espiritual de la enfermedad)
13) la cirugía le dice a la medicina preventiva: como tú fracasaste, ahora actúo yo.
14 ) cuento; en un lago, se reflejaba la luna, el hijo le pregunta a su padre; papa, dentro del agua está la luna, el padre le responde: no es posible , la luna verdadera, la luna real está en el cielo, y que es lo que yo veo papa ? vez una luna falsa, relativa, pero papa, yo veo la luna, dice el hijo, hay una luna relativa, primera, y hay una luna ultima, hijo, ahora puedo ver las dos lunas, papa, etc. ( y el padre continua explicando que hay dos verdades , una cercana y una lejana, pues el padre no quería que su hijo se enferme de ceguera espiritual --trascendental --mas allá ) el padre enseñaba a su hijo que en el mas allá se penetra a través del más acá, el padre enseñaba que hay que iluminar a las sombras .
15 ) cuento: a un campesino, que logro superar a la muerte, se le escapo un caballo, su vecino, muy creyente, muy sabio, muy virtuoso, un hombre muy coherente a las circunstancias, le dice; esto es una señal de Dios, a través de la cual Dios está probando que harás ahora, a lo cual el resucitado le responde: si Dios me quito el caballo, es porque me dará algo mejor, lo que vendrá es mejor que lo que hay, al rato el caballo retorno acompañado de una tropilla de caballos salvajes .
16) Cuento: un día, un fumador compulsivo crónico, decide dejar de fumar, pone voluntad y lo logra, se encuentra con su amigo y le dice: pude vencer al cigarrillo, no fumo mas, su amigo, muy observador le dice: pero te veo más gordo, más nervioso, no puedes dormir, te veo mal, que paso? es que esta es mi nueva forma de fumar, --equivalentes -- le respondió el ex fumador. Venciste a tu enemigo externo, ahora debes vencer a tu enemigo interno, le dijo su amigo.
17) Dialogo entre la mente y el espíritu.
1) la mente dice; Estoy construida por tiempo y espacio, soy el pasado, el aquí y ahora y el futuro, sobre el tiempo se despliega el espacio, en esos espacios habitan los temores --- tengo miedo a perder lo ya logrado, tengo miedo a perder lo que con tanto sacrificio estoy logrando y tengo miedo de no concretar mis mejores proyectos de futuro, perdidas y temores son dos caras de la misma moneda ---
2) el espíritu dice: soy un suave viento que viene de ningún lugar, no hay método para contactar conmigo, me manifiesto en la sincronicidad, deben descifrar mis códigos a través de la sincronicidad de las circunstancias, estoy descrito en los libros sagrados. El hombre es hijo del momento, el hombre no existe excepto en el momento ya, el hombre es instrumento de algo Crecidísimo.
3) la mente dice: debo buscar para encontrar, debo hacer esfuerzos para lograr objetivos, debo obedecer disciplinas para combatir hábitos negativos, todo el tiempo me dedico a compensar carencias, estoy cansado de todo esto quiero desaparecer.
4 ) El viento interior suave dice; lo encontrado viene hacia lo buscado , coincidencia y simultaneidad es algo habitual en mi, cuando visito a alguien , lo convierto en un extraño a sí mismo, soy completo, por lo tanto no conozco lo que son las carencias ni las compensaciones.
5) La mente dice; yo me se adaptar a las circunstancias siempre cambiantes de continuo, yo siempre actuó de manera tal que confirmo mis modos fijos de ver la realidad, detesto la decepción que me produce mi autoimagen, cuando algún imprevisto negativo la rompe, soy seguro, así me protejo de mis temores, hábitos en mis sombras, habito dentro de mis ocultamientos, me repito y me repito, estoy agotada de mi existencia, aconséjame. Las cosas vienen y se van, pero mis apegos no la dejan ir, entonces sufro, dime qué dirección debo tomar.
6 ) el espíritu dice; no juegues mas, ni al místico ni al ignorante , no mates tus sombras -egos bajos o inclinados hacia el mal - pues ellas son tus pies con los cuales te liberaras hacia tus egos virtuosos y otros egos más altos , descubre tus juegos, juegas cuando sabes de antemano a que conclusiones llegaras, busca dentro de la dificultad, las puertas vírgenes de apertura hacia lo por primera vez, están escondidas dentro a de tus sombras, ilumina tus oscuridades, cuídate de ser líder, pues la gente se saca su responsabilidad a través de sus líderes. Observa tus sueños catastróficos o cósmicos, hazlos decodificar con algún decodificador, pues son señales de delirio o de liberación de profundos apegos. El ascenso es como subir a una montaña, hay esfuerzo y decepción de todo y todas las cosas a cada paso, incluso de uno mismo.
7 ) la mente dice: entonces debo tocar fondo para que la decepción positiva ( acá caigo y me levanto, en la depresión caigo y no me levanto) se produzca , debo hacer el bien aunque sienta hacer el mal - (hipocresía positiva) debo ver las cosas tal cual son, aunque eso me cause dolor (mirada positiva) , me debe dar lo mismo el frío o el calor, el placer o el dolor, (debo aprender a emparejar la realidad ) me debe dar lo mismo cualquiera de los opuestos en que me ponen las circunstancias, debo interpretar las leyes a partir de lo real (simultaneidad sincrónica de planos existenciales) y no desde mi subjetividad .
8) El espíritu dice: ese es el precio a pagar, tú eliges, tu elección, desde antes de tu creación física, ya está determinada, tú no eliges.
9) El juez le pregunta al ladrón: porque robaste? porque eso estaba escrito en mi destino, responde el ladrón, a lo que el juez sentencia: 1año de cárcel por tu robo y 10 años de cárcel por tu mentira.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

A MENTE


A MENTE, AQUÍ E AGORA






“O passado é um sonho, o futuro um mistério. Vive!”
Oscar Wilde

A quietude tem muitas dimensões. Uma é o silêncio; é o extremo oposto ao som, é a ausência de som. A segunda dimensão é a ausência de movimento: é o extremo oposto ao movimento. A mente é movimento do mesmo jeito que a mente é som. O som viaja e a mente também. A mente está em movimento constante, nunca permanece quieta. Não podes imaginar uma mente quieta. Não existe uma coisa assim, porque quando há quietude, a mente deixa de existir; quando existe a mente, há movimento.
Qual é então o movimento da mente? Com ele podemos conceber a segunda dimensão da quietude: a ausência de movimento.
Exteriormente sabemos o que o movimento significa: ir dum lugar a outro, dum sitio a outro. De A a B. Se estás em A e vais a B, há tido lugar um movimento. Assim, exteriormente à mente, movimento quer dizer cambiar de lugar no espaço. Se não há espaço, não te podes mover. Necessitas espaço para te mover exteriormente. O movimento interno não é no espaço, senão no tempo. Se não tem tempo não podes deslocar-te interiormente. O tempo é um espaço interior: de um segundo passas a outro segundo, deste dia a outro dia, daqui para lá, de agora a depois, no tempo.
O tempo é o espaço interno. Analisa tua mente e verás que sempre te estás movendo desde o passado ao futuro, desde o futuro ao passado. Ou bem, você vai para lembranças do passado ou te deslocas a desejos no futuro. Quando você vai desde o passado ao futuro ou desde o futuro ao passado, somente então empregas o momento presente, porém só como um meio. O presente, para a mente, não é nada mais que a linha divisória entre passado e futuro. Para a mente o presente não é realmente existencial. Somente é uma linha divisória desde a que podes deslocar-te ao passado ou ao futuro. A mente nunca está no presente porque é incapaz de ir ao presente.
Compreende-lo: você é incapaz de mover-te no presente. No presente não existe o tempo. O presente sempre é um único instante. Nunca estás em dois momentos ao mesmo tempo. Somente se vive um instante. Não podes ir de A a B porque somente existe A. Não tem B.
Entende essa qualidade do tempo no presente: sempre se vive um só instante. Tanto si fosses um mendigo como si fosses um Imperador, da igual. Tu depósito temporal é o mesmo, somente de instante a instante, e não podes mover-te nele. Não há lugar onde mover-se e a mente existe somente se há movimento. Por isso a mente nunca emprega o presente, não pode empregar-lo.
Retrocede ao passado. Aí há muitos lugares aos que podes ir. Existe um grande depósito de lembranças: todo teu passado está aí. Ou também podes ir ao futuro. Podes imaginar-lo porque o futuro é, basicamente, tão só o passado projetado. Tem vivido, tem experimentado muitas coisas. As desejas outra vez ou desejas evitar-las: esse é teu futuro. Amaste a alguém: foi luminoso. Então desejas que se repita, por isso projetas no futuro teu desejo de que se repita.
Estiveste enfermo, sofreste e desejas evitar-lo no futuro, por isso projetas não enfermar de novo. De modo que, teu futuro é tão só um passado que tem projetado e assim podes mover-te no futuro. Porém a mente não se encontra satisfeita com o futuro que pertence a esta vida. Projeta céus, projeta vidas futuras. Não está satisfeita com um pequeno futuro, assim que a mente cria tempo mais além da morte. O passado e o futuro são vastos territórios; podes mover-te com facilidade neles. Com o presente não te podes mover. A ausência de movimento implica estar no presente. Esta é a segunda dimensão da quietude. Se puderes permanecer neste instante, tão só aqui e agora, estarás quieto. Não podes estar de nenhuma outra forma. Não existe nenhuma outra possibilidade mais que estar quieto.
Vive agora, e o movimento se deterá porque a mente se deterá. Não penses no passado e não projetes no futuro. Isto que se te está dando é tudo o que tens. Permanece em isto, contenta-te com isto. Este mesmo instante é o único tempo verdadeiramente existencial; não há nada mais. O passado é somente uma memória. Está somente em tua mente, é pó acumulado, experiências acumuladas. Não há passado na existência, não há futuro na existência. A existência é o presente.
Se o homem não estivera nesta Terra não haveria nem passado nem futuro. As flores floresceriam, desde logo, porém no presente. O Sol sairia, mais no presente. A Terra não saberia nada do passado nem sonharia nada no futuro. Não haveria nem passado nem futuro. O passado está na mente, na memória e devido a esta lembrança é projetado ao futuro. Por isso, geralmente dividimos ao tempo em três partes: passado, presente e futuro, mas na realidade o passado e o futuro não são una parte do tempo. São parte da mente, não partes do tempo. O tempo possui uma única divisão, se é que podes chamar-la divisão, e é a do presente.
O tempo é sempre presente. Essas três divisões não são divisões do tempo. O passado e o futuro pertencem à mente, não ao tempo. Ao tempo somente lhe pertence o presente. Porém então é difícil chamar-lo presente porque, lingüisticamente, para nós o presente é algo entre o passado e o futuro. Refere-se ao passado, se refere ao futuro. Se não houvesse passado nem futuro então a palavra «presente» perderia todo seu significado.
Diz-se que Eckhart afirmou que não há tempo, somente o eterno «agora». Existe um «agora» eterno e um infinito «aqui». Quando digo «aí» somente o digo com referencia ao sitio em que estamos, senão, somente haveria «aqui». Se eu não estivera aqui, que lugar seria o «aqui» e que lugar seria o «aí»? Em referencia a mim mesmo, chamo ao lugar mais perto «aqui», e ao que não está perto o chamo «aí». Onde acaba o «aqui» e onde começa o «aí»? Não podemos delimitar-lo. Na realidade todo é um «aqui», um «aqui» infinito.
É devido à mente que dividimos o tempo. Então, todo o que temos vivido se converte no passado e todo o que esperamos viver se converte no futuro e aquilo que está transcorrendo se converte no presente.
Porém não há mente, somente há um infinito «agora», um eterno «agora». «Aqui, agora», é a realidade. «Aí» e «depois» são partes da mente, não partes da realidade.
O conceber a quietude desde uma segunda dimensão significa fazer um esforço para viver momento a momento. Então estarás em quietude, estarás em silencio. No haverá agitação interior, nem movimento, nem oscilações internas. Todo se haverá convertido num remanso de profundo silencio.
Por que esta mente se desloca ao passado e ao futuro? Buda lhe deu o nome de “tanha” a “trishna”, o desejo. Buda diz que, devido a que tem vivido algo, o desejas de novo. Ao desejar-lo, você vai ao futuro. Não desejes e não haverá futuro. É difícil, porque quando a mente experimenta prazer, anela repetir-lo e quando a mente experimenta desconforto não deseja repetir-lo, deseja evitar-lo. Por isto é natural que se crie o futuro e devido a este futuro nos perdemos o presente.
Estás-me escutando, podes simplesmente escutar-me; então não terás mente. Será uma escuta sem mente. Mas se estás escutando e procurando entender ao mesmo tempo, te haverás ido ao futuro. Se estiveres pensando no que se está falando, tem perdido o que se tem dito: tem ido ao futuro. E o presente é algo tão sutil e delicado e tão pequeno e tão atômico, que podes perder-lo num só instante. Um simples gesto, e te o haverás perdido.
Se estiveres escutando, simplesmente escuta. Não penses no que se te está dizendo, não trates de descobrir o significado, porque não podes fazer duas coisas no presente; escutar é suficiente. E se estás somente escutando, estás no presente e a mesma escuta se converte em meditação.
Mahavira há dito que se tem a capacidade de escutar corretamente não necessitas praticar nada mais. Sendo só um shravak, um que escuta adequadamente, atingirás todo o que pode ser atingido. Simplesmente sendo um shravak, um que escuta corretamente, porque simplesmente escutar não é uma simples escuta, é um grande fenômeno. E uma vez que conheces o segredo, podes aplicar-lo em qualquer situação. Comer se converterá em meditação, caminhar se converterá em meditação, dormir será meditação. Qualquer coisa na que estes nesse momento, sem ir ao futuro, serão meditação.
Porém desconhecemos toda atividade na que estamos no presente. O começamos a pensar no passado ou começamos a pensar no futuro. Perdemo-nos o presente continuamente. Isso implica que a Existência se nos escapa sempre. E isto se converte num processo em cadeia; logo se converte num hábito.
Uma noite Mulla Nasrudin caminhava por uma rua. A rua estava solitária e de repente se deu conta de que uns homens a cavalo, uma espécie de tropa se dirigia a ele. Sua mente começou a trabalhar. Pensou que poderiam ser assaltantes, que poderiam matar-lhe. Ou que poderiam ser soldados do Rei e que poderiam levar-lo para que prestasse o serviço militar ou qualquer outra coisa. Assustou-se e quando os cavalos e o barulho que formavam se lhe acercaram, começou a correr e entrou num cemitério e para poder esconder-se se deitou numa fossa aberta. Ao ver a aquele homem correndo, os ginetes, que eram simples viajantes, se deram conta do que havia sucedido. Correram detrás Mulla Nasrudin e se aproximaram ao tumulo em que estava. Ele estava com os olhos fechados como se estivesse morto. « Que te acontece? Porque te há assustado tanto de repente? Que passa?»
Então Mulla Nasrudin se deu conta de que se havia assustado a se mesmo sem motivo. Abriu seus olhos e diz, «É algo muito complexo, muito complicado. Se insistires em perguntar-me porque estou aqui, os direi. “Estou aqui por vossa culpa e vocês estais aqui pela minha».
É um círculo vicioso. Se tiveres desejos, te irás ao futuro e isto criará um círculo vicioso. Quando esse futuro se converta no presente, de novo te irás ao futuro. Hoje pensarei no amanhã; isto se convertera num hábito. E o amanhã nunca chega. Não pode chegar; é impossível. Quando chega é de novo o hoje e crie o hábito de ir-me sempre desde o hoje ao amanhã.
Por isso quando o amanhã chega, chega como o hoje e logo me vou de novo ao amanhã.
É uma corrente! e quanto mais a elabores, mais eficiente te volverás em completar-la. E o amanhã nunca chega. O que chega sempre é o hoje, e com o hoje você não tens nenhuma relação. Estabeleces um mecanismo: devido a que é hoje, te vai. É um hábito muito forte, não somente desta vida, senão de muitas outras vidas. Um tem que acabar com ele, tem que sair dele. Faças o que faças lembra somente uma coisa: permanece no presente em quanto o estejas fazendo. É difícil, árduo, e não vai a atingir-lo de imediato. Tem de romper um hábito muito arraigado. Vai a ser uma dura luta, mas intentá-lo.
O esforço mesmo criará uma distancia, e pelo mesmo esforço vai a saborear, às vezes, momentos do presente. E uma vez conheças o sabor, estás no caminho.
Porém não conheces o sabor do presente. Não o tem provado nunca, nunca tem vivido nele, nunca! O afirmo. E está sempre aqui. É a vida mesma; é tudo o que há na vida.
Jesus falou que estamos simplesmente mortos, sem vida! Um dia passava junto a um pescador justo à saída do sol. O pescador havia lançado suas redes ao lago e Jesus coloca a mão em seu ombro e lhe diz, « Vai a desperdiçar toda tua vida pescando? Posso te ensinar algo melhor para pescar. Te farei um pescador da vida». El pescador mirou a Jesus como se um imã lhe estivera atraindo, logo jogo sua rede e seguiu a Jesus.
Quando acabavam de sair do povoado alguém se lhes acercou correndo e diz ao pescador, «Teu pai ha morto. Acaba de morrer, assim que volta a casa. Aonde vai?»
O pescador pediu permissão; diz a Jesus, «Deixa-me que vou a casa. Voltarei pronto. “Tenho que enterrar a meu defunto pai».
Jesus lhe diz, «Deixa que os mortos enterrem aos mortos. Não tens por que ir; segue-me. Há muitos cadáveres no povoado. “Eles enterrarão ao defunto».
Para Jesus, estamos mortos porque nunca temos saboreado a vida, nunca temos saboreado o presente, o existencial. Vivemos no morto passado e seguimos projetando este passado já morto no futuro. Isto é ao que Shankara denomina maya, ilusão. Shankara tem sido muito mal entendido. Quando Shankara diz que o mundo inteiro é uma ilusão, quer dizer que o «mundo do homem» é uma ilusão, não o mundo em si mesmo.
Não sabemos nada do mundo. Temos criado nosso próprio mundo mental. Tudo o mundo tem seu próprio mundo, este mundo de passado e de futuro, este mundo de lembranças e desejos. Este mundo é falso, ilusório. Por isso quando Shankara diz que este mundo é falso, se refere a «teu mundo», não ao mundo. E quando «teu mundo» deixe de existir, conhecerás ao verdadeiro mundo. E Shankara diz que este é o Braman, que esta é a Verdade, a Verdade absoluta.
É como se estivéssemos vivendo num mundo de sonhos, cada um estando rodeado de seus próprios sonhos, de uma nuvem de sonhos. Tudo o mundo vai envolvido em seus próprios sonhos. E devido a esses sonhos não podemos ver o que é verdadeiro, o que é real. O real está escondido em nossos sonhos.
Esta mente sonhadora é a mente inquieta; a mente não sonhadora é a mente quieta. Porém os desejos criam sonhos. Sonhas pela noite porque desejas durante o dia. Se não desejaras durante o dia não sonharias pelas noites.
Um Buda não sonha, porque os sonhos são desejos e os desejos são sonhos.
Quando surgem durante o dia as chamas desejos; quando aparecem pela noite, as chamas sonhos. Porém tudo desejo é sonho. Por que? Porque tudo desejo radica no futuro, o qual não existe. Tudo desejo é um desejo futuro que não existe. O futuro não existe!
E seguimos sonhando. Devemos acabar com este sonhar. Este sonhar é um movimento, um movimento continua. Estão lotados de sonhos, sonhos destruídos, acabados, que são de novo recriados. Cada dia tem que tirar os velhos e criar uns novos.
Em qualquer momento, em qualquer atividade, trata de estar aqui e agora.
O esforço mesmo é uma barreira, mas se tem de começar com algo. Ao principio terás que fazer um esforço. Ainda o esforço é uma barreira porque o esforço te lança ao futuro. Porém ao principio um há de esforçar-se, logo num segundo nível você vai fazer um «esforço sem esforço», e logo, no terceiro nível, o esforço desaparece e estás no presente.
Caminhas pela rua: trata simplesmente de caminhar, não faças nada mais. Parece simples, mas não é. Parece que todos o fazemos, não é assim! Quando caminhas, tua mente está fazendo mil cosas mais. Acompanha cada passo. Simplesmente caminha.

NOTA: Desejo aclarar que não sou o autor deste artigo. Ignoro quem o foi, ele me chegou faz tempo e via assim... sem autor... de qualquer jeito me pareceu interessante e o compartilho com vocês. Obrigado!!.


LA MENTE, AQUÍ Y AHORA

La quietud tiene muchas dimensiones. Una es el silencio; es el extremo opuesto al sonido, es la ausencia de sonido. La segunda dimensión es la ausencia de movimiento: es el extremo opuesto al movimiento. La mente es movimiento del mismo modo que la mente es sonido. El sonido viaja y la mente también. La mente está en movimiento constante, nunca permanece quieta. No puedes imaginarte a una mente quieta. No existe una cosa así, porque cuando hay quietud, la mente deja de existir; cuando existe la mente, hay movimiento.
¿Cuál es pues el movimiento de la mente? Con él podemos concebir la segunda dimensión de la quietud: la ausencia de movimiento.
Exteriormente sabemos lo que el movimiento significa: ir de un lugar a otro, de un sitio a otro. De A a B. Si estás en A y te vas a B, ha tenido lugar un movimiento. Así, exteriormente a la mente, movimiento quiere decir cambiar de lugar en el espacio. Si no hay espacio, no te puedes mover. Necesitas espacio para moverte exteriormente. El movimiento interno no es en el espacio, sino en el tiempo. Si no hay tiempo no puedes desplazarte interiormente. El tiempo es un espacio interior: de un segundo pasas a otro segundo, de este día a otro día, de aquí para allá, de ahora a después, en el tiempo.
El tiempo es el espacio interno. Analiza tu mente y verás que siempre te estás moviendo desde el pasado al futuro, desde el futuro al pasado. O bien, te vas hacia recuerdos del pasado o te desplazas a deseos en el futuro. Cuando te vas desde el pasado al futuro o desde el futuro al pasado, solamente entonces empleas el momento presente, pero sólo como un medio. El presente, para la mente, no es nada más que la línea divisoria entre pasado y futuro. Para la mente el presente no es realmente existencial. Solamente es una línea divisoria desde la que puedes desplazarte al pasado o al futuro. La mente nunca está en el presente porque es incapaz de ir al presente.
Compréndelo: eres incapaz de moverte en el presente. En el presente no existe el tiempo. El presente siempre es un único instante. Nunca estás en dos momentos al mismo tiempo. Solamente vives un instante. No puedes ir de A a B porque solamente existe A. No hay B.
Entiende esa cualidad del tiempo en el presente: siempre vives un solo instante. Tanto si eres un mendigo como si eres un emperador, da igual. Tu depósito temporal es el mismo, solamente de instante a instante, y no puedes moverte en él. No hay lugar dónde moverse y la mente existe únicamente si hay movimiento. Por eso la mente nunca emplea el presente, no puede emplearlo.
Retrocede al pasado. Allí hay muchos lugares a los que puedes ir. Existe un gran depósito de recuerdos: todo tu pasado está ahí. O también puede irse al futuro. Puedes imaginártelo porque el futuro es, básicamente, tan sólo el pasado proyectado. Has vivido, has experimentado muchas cosas. Las deseas otra vez o deseas evitarlas: ése es tu futuro. Amaste a alguien: fue hermoso. Entonces deseas que se repita, por eso proyectas en el futuro tu deseo de que se repita.
Estuviste enfermo, sufriste y deseas evitarlo en el futuro, por eso proyectas no enfermar de nuevo. De modo que, tu futuro es tan sólo un pasado que has proyectado y así puedes moverte en el futuro. Pero la mente no se encuentra satisfecha con el futuro que pertenece a esta vida. Proyecta cielos, proyecta vidas futuras. No está satisfecha con un pequeño futuro, así que la mente crea tiempo más allá de la muerte. El pasado y el futuro son vastos territorios; puedes moverte con facilidad en ellos. Con el presente no te puedes mover. La ausencia de movimiento implica estar en el presente. Esa es la segunda dimensión de la quietud. Si puedes permanecer en este instante, tan sólo aquí y ahora, estarás quieto. No puedes estar de ninguna otra forma. No existe ninguna otra posibilidad más que estar quieto.
Vive en el ahora, y el movimiento se detendrá porque la mente se detendrá. No pienses en el pasado y no proyectes en el futuro. Esto que se te está dando es todo lo que tienes. Permanece en ello, conténtate en ello. Este mismo instante es el único tiempo verdaderamente existencial; no hay nada más. El pasado es solamente una memoria. Está solamente en tu mente, es polvo acumulado, experiencias acumuladas. No hay pasado en la existencia, no hay futuro en la existencia. La existencia es el presente.
Si el hombre no estuviera en esta Tierra no habría ni pasado ni futuro. Las flores florecerían, desde luego, pero en el presente. El Sol saldría, pero en el presente. La Tierra no sabría nada del pasado ni soñaría nada en el futuro. No habría ni pasado ni futuro. El pasado está en la mente, en la memoria y debido a este recuerdo es proyectado al futuro. Por eso, generalmente dividimos al tiempo en tres partes: pasado, presente y futuro, pero en realidad el pasado y el futuro no son una parte del tiempo. Son parte de la mente, no partes del tiempo. El tiempo posee una única división, si es que puedes llamarla división, y es la del presente.
El tiempo es siempre presente. Esas tres divisiones no son divisiones del tiempo. El pasado y el futuro pertenecen a la mente, no al tiempo. Al tiempo solamente le pertenece el presente. Pero entonces es difícil llamarlo presente porque, lingüísticamente, para nosotros el presente es algo entre el pasado y el futuro. Se refiere al pasado, se refiere al futuro. Si no hubiera pasado ni futuro entonces la palabra «presente» perdería todo significado.
Se dice que Eckhart dijo que no hay tiempo, solamente el eterno «ahora». Existe un «ahora» eterno y un infinito «aquí». Cuando digo «allí» solamente lo digo en referencia al sitio en que estamos, sino, solamente habría «aquí». Si yo no estuviera aquí, ¿qué lugar sería el «aquí» y qué lugar sería el «allí»? En referencia a mí mismo, llamó al lugar más cercano «aquí», y al que no está cercano lo llamó «allí». ¿Dónde acaba el «aquí» y dónde comienza el «allí»? No podemos delimitarlo. En realidad todo es un «aquí», un «aquí» infinito.
Es debido a la mente que dividimos el tiempo. Entonces, todo lo que hemos vivido se convierte en el pasado y todo lo que esperamos vivir se convierte en el futuro y aquello que está transcurriendo se convierte en el presente.
Pero no hay mente, solamente hay un infinito «ahora», un eterno «ahora». «Aquí, hora», es la realidad. «Allí» y «después» son partes de la mente, no partes de la realidad.
El concebir la quietud desde una segunda dimensión significa hacer un esfuerzo para vivir momento a momento. Entonces estarás en quietud, estarás en silencio. No habrá agitación interior, ni movimiento, ni oscilaciones internas. Todo se habrá convertido en un remanso de profundo silencio.
¿Por qué esta mente se desplaza al pasado y al futuro? Buda le dio el nombre de “tanha” a “trishna”, el deseo. Buda dice que, debido a que has vivido algo, lo deseas de nuevo. Al desearlo, te vas al futuro. No desees y no habrá futuro. Es difícil, porque cuando la mente experimenta placer, anhela repetirlo y cuando la mente experimenta incomodidad no desea repetirla, desea evitarla. Por esto es natural que se cree el futuro y debido a este futuro nos perdemos el presente.
Me estás escuchando, puedes simplemente escucharme; entonces no tendrás mente. Será una escucha sin mente. Pero si estás escuchando y tratando de entender al mismo tiempo, te habrás ido al futuro. Si estás pensando en lo que se te está diciendo, te has perdido lo que se te ha dicho: te has ido al futuro. Y el presente es algo tan sutil y delicado y tan pequeño y tan atómico, que puedes perdértelo en un sólo instante. Un simple gesto, y te lo habrás perdido.
Si estás escuchando, simplemente escucha. No pienses en lo que se te está diciendo, no trates de descubrir el significado, porque no puedes hacer dos cosas en el presente; escuchar es suficiente. Y si estás solamente escuchando, estás en el presente y la misma escucha se convierte en meditación.
Mahavira ha dicho que si eres capaz de escuchar correctamente no necesitas practicar nada más. Siendo sólo un shravak, uno que escucha adecuadamente, lograrás todo lo que puede ser logrado. Simplemente siendo un shravak, uno que escucha correctamente, porque simplemente escuchar no es una simple escucha, es un gran fenómeno. Y una vez que conoces el secreto, puedes aplicarlo en cualquier situación. Comer se convertirá en meditación, caminar se convertirá en meditación, dormir será meditación. Cualquier cosa en la que estés en ese momento, sin irte al futuro, será meditación.
Pero desconocemos toda actividad en la que estamos en el presente. O empezamos a pensar en el pasado o empezamos a pensar en el futuro. Nos perdemos el presente continuamente. Eso implica que la Existencia se nos escapa siempre. Y esto se convierte en un proceso en cadena; luego se convierte en un hábito.
Una noche Mulla Nasrudin caminaba por una calle. La calle estaba solitaria y de repente se dio cuenta de que unos hombres a caballo, una especie de tropa se dirigían hacia él. Su mente comenzó a trabajar. Pensó que podían ser asaltantes, que podían matarle. O que podían ser soldados del rey y que podían llevárselo para que prestara el servicio militar o cualquier otra cosa. Se asustó y cuando los caballos y el ruido que formaban se le acercaron, se puso a correr y entró en un cementerio y para poder esconderse se tumbó en una fosa abierta. Al ver a aquel hombre corriendo, los jinetes, que eran simples viajantes, se dieron cuenta de lo que había sucedido. Corrieron tras Mulla Nasrudin y se acercaron a la tumba en que estaba. El yacía con los ojos cerrados como si estuviera muerto. « ¿Qué te sucede? ¿Por qué te has asustado tanto de repente? ¿Qué pasa?»
Entonces Mulla Nasrudin se dio cuenta de que se había asustado a sí mismo sin motivo. Abrió sus ojos y dijo, «Es algo muy complejo, muy complicado. Si insistís en preguntarme porque estoy aquí, os lo diré. Estoy aquí por vuestra culpa y vosotros estáis aquí por la mía».
Es un círculo vicioso. Si tienes deseos, te irás al futuro y esto creará un círculo vicioso. Cuando ese futuro se convierta en el presente, de nuevo te irás al futuro. Hoy pensaré en el mañana; esto se convertirá en un hábito. Y el mañana nunca llega. No puede llegar; es imposible. Cuando llega es de nuevo el hoy y he creado el hábito de irme siempre desde el hoy al mañana.
Por eso cuando el mañana llega, llega como el hoy y luego me voy de nuevo al mañana.
¡Es una cadena! Y cuanto más la elabores, más eficiente te volverás en completarla. Y el mañana nunca llega. Lo que llega siempre es el hoy, y con el hoy tú no tienes ninguna relación. Estableces un mecanismo: debido a que es hoy, te vas. Es un hábito muy fuerte, no solamente de esta vida, sino de muchas otras vidas. Uno tiene que acabar con él, tiene que salir de él. Hagas lo que hagas recuerda solamente una cosa: permanece en el presente mientras lo estés haciendo. Es difícil, arduo, y no vas a lograrlo de inmediato. Has de romper un hábito muy arraigado. Va a ser una dura lucha, pero inténtalo.
El esfuerzo mismo creará una distancia, y por el mismo esfuerzo vas a saborear, a veces, momentos del presente. Y una vez conozcas el sabor, estás en el camino.
Pero no conoces el sabor del presente. No lo has probado nunca, nunca has vivido en él, ¡nunca!, te lo digo. Y está siempre aquí. Es la vida misma; es todo lo que hay en la vida.
Jesús dijo que estamos simplemente muertos, ¡sin vida! Un día pasaba junto a un pescador justo a la salida del sol. El pescador había lanzado sus redes al lago y Jesús puso la mano en su hombro y le dijo, « ¿Vas a desperdiciar toda tu vida pescando? Puedo enseñarte algo mejor para pescar. Te haré un pescador de la vida». El pescador miró a Jesús como si un imán le estuviera atrayendo, luego tiró su red y siguió a Jesús.
Cuando acababan de salir del pueblo alguien se les acercó corriendo y le dijo al pescador, «Tu padre ha muerto. Acaba de morir, así que vuelve a casa. ¿Adónde vas?»
El pescador pidió permiso; le dijo a Jesús, «Déjame que vaya a casa. Volveré pronto. Tengo que enterrar a mi difunto padre».
Jesús le dijo, «Deja que los muertos entierren a los muertos. No tienes por qué ir; sígueme. Hay muchos cadáveres en el pueblo. Ellos enterrarán al difunto».
Para Jesús, estamos muertos porque nunca hemos saboreado la vida, nunca hemos saboreado el presente, lo existencial. Vivimos en el muerto pasado y seguimos proyectando este pasado ya muerto en el futuro. Esto es a lo que Shankara denomina maya, ilusión. Shankara ha sido muy mal entendido. Cuando Shankara dice que el mundo entero es una ilusión, quiere decir que el «mundo del hombre» es una ilusión, no el mundo en sí.
No sabemos nada del mundo. Hemos creado nuestro propio mundo mental. Todo el mundo tiene su propio mundo, este mundo de pasado y de futuro, este mundo de recuerdos y de deseos. Este mundo es falso, ilusorio. Por eso cuando Shankara dice que este mundo es falso, se refiere a «tu mundo», no al mundo. Y cuando «tu mundo» deje de existir, conocerás al verdadero mundo. Y Shankara dice que éste es el brahmán, que ésa es la Verdad, la Verdad absoluta.
Es como si estuviéramos viviendo en un mundo de sueños, cada uno estando rodeado de sus propios sueños, de una nube de sueños. Todo el mundo va envuelto en sus propios sueños. Y debido a esos sueños no podemos ver lo que es verdadero, lo que es real. Lo real está escondido tras nuestros sueños.
Esta mente soñadora es la mente inquieta; la mente no soñadora es la mente quieta. Pero los deseos crean sueños. Sueñas por la noche porque deseas durante el día. Si no desearas durante el día no soñarías por las noches.
Un Buda no sueña, porque los sueños son deseos y los deseos son sueños.
Cuando surgen durante el día los llamas deseos; cuando aparecen por la noche, los llamas sueños. Pero todo deseo es sueño. ¿Por qué? Porque todo deseo radica en el futuro, el cual no existe. Todo deseo es un deseo futuro que no existe. ¡El futuro no existe!
Y seguimos soñando. Debemos acabar con este soñar. Este soñar es un movimiento, un movimiento continuo. Estás repleto de sueños, sueños destruidos, acabados, que son de nuevo recreados. Cada día hemos de tirar los viejos y crear unos nuevos.
En cualquier momento, en cualquier actividad, trata de estar aquí y ahora.
El esfuerzo mismo es una barrera, pero se ha de empezar con algo. Al principio tendrás que hacer un esfuerzo. Aún el esfuerzo es una barrera porque el esfuerzo te lanza al futuro. Pero al principio uno ha de esforzarse, luego en un segundo nivel uno ha de hacer un «esfuerzo sin esfuerzo», y luego, en el tercer nivel, el esfuerzo desaparece y estás en el presente.
Caminas por la calle: trata simplemente de caminar, no hagas nada más. Parece simple, pero no lo es. Parece que todos lo hacemos, ¡no es así! Cuando caminas, tu mente está haciendo mil cosas más. Acompaña cada paso. Simplemente camina.

NOTA: Quiero aclarar que no soy el autor de este artículo. Ignoro quién lo fue, pues me llegó hace tiempo y venía así... sin autor... de cualquier forma me pareció interesante y lo comparto con ustedes. Gracias."

quinta-feira, 22 de abril de 2010

INTELIGENCIA





AS CRIANÇAS E A INTELIGENCIA.
Extraído de TAO: O portal dourado. Autor: Osho.

Um místico Sufi, Hasan, estava morrendo. Quando ele estava morrendo um homem perguntou a ele: “Hasan, você nunca nos disse quem foi seu Mestre. Nós lhe perguntamos varias vezes, você sempre, de alguma forma, deu um jeito para não responder. Agora você está deixando o mundo. Por favor, diga-nos quem foi o seu Mestre. Nós estamos muito curiosos.”
Hasan disse: “Eu nunca respondi essa pergunta pela simples razão de que não houve um único Mestre em minha vida, eu aprendi a partir de muitas pessoas. Meu primeiro professor foi uma criancinha.”
Eles ficaram perplexos e disseram: “Uma criancinha! O que você esta dizendo? Você perdeu o juízo porque você esta morrendo? Você enlouqueceu?
Ele disse: “Não, escutem a estória. Eu fui a uma cidade. Embora eu não tivesse conhecido a verdade até àquela época, eu era muito culto, era um erudito. Eu era famoso no país inteiro, até mesmo fora do país o meu nome estava se espalhando. As pessoas começaram a vir a mim achando que eu conhecia a verdade. Eu estava fingindo que a conhecia e estava fingindo sem saber que estava fingindo – eu estava quase inconsciente. Porque as pessoas acreditavam que eu conhecia, elas me convenciam que eu devia estar certo, eu devia estar sabendo, senão porque tantas pessoas viriam a mim? Eu havia me tornado um professor. Sem experimentar qualquer coisa da verdade, sem mesmo entrar em meu próprio mundo interior, eu estava falando ao respeito de grandes coisas. Eu conhecia todas as escrituras, elas estavam na ponta da minha língua”.
“Mas durante três dias eu me estava movendo num país onde ninguém me conhecia, eu estava desejando ardentemente encontrar alguém que me perguntasse algo, para que eu pudesse mostrar o meu conhecimento”.
As pessoas de conhecimento se tornam muito exibicionistas; esse é todo seu prazer. Se uma pessoa de conhecimento tivesse que permanecer em silêncio, ela preferiria cometer suicídio. Se não, qual é o sentido de viver no mundo? Ele tem que exibir seu conhecimento. Somente o homem sábio consegue ser silencioso. Para o sábio, falar é quase um fardo, ele fala porque ele tem que falar. A pessoa de conhecimento fala porque ela não consegue permanecer silenciosa. Existe uma vasta diferença; você pode não ser capaz de percebê-la de fora porque ambos falam. Buda fala, Jesus fala e Hasan também estava falando. E todos eles dizem coisas bonitas. Algumas vezes as pessoas de conhecimento dizem coisas mais sabias do que os sábios, porque os sábios podem falar em contradições, em paradoxos, mas a pessoa de conhecimento é sempre lógica, consistente, ele têm todas as probas e argumentos, ele tem todas as escrituras para apoiá-lo.
Mas durante três dias ele teve que permanecer silencioso. Foi quase como jejuar, ele estava se sentindo faminto – faminto por uma audiência, faminto por alguém. Mas ele não havia deparado com alguém que o conhecesse então ninguém perguntou coisa alguma.
Ele entrou nessa cidade. Estava justamente começando a escurecer, o sol se havia posto há pouco. Uma criancinha estava carregando uma lamparina e ele perguntou à criança: “Meu filho, posso lhe fazer uma pergunta? Para onde você vai levando essa lamparina?
E a criança disse: “Eu estou indo ao templo. Minha mãe me disse para colocar esta lâmpada lá, porque o templo é escuro. E esse tem sido o hábito de minha mãe: sempre colocar uma lâmpada lá na noite para que, pelo menos, o Deus do templo não tenha que viver na escuridão.”
Hasan perguntou à criança: “Você parece ser muito inteligente. Você pode me dizer uma coisa – você mesmo acendeu essa lâmpada?”
A criança disse: “Sim”
Então Hasan disse: “Uma terceira pergunta, a ultima pergunta que eu quero lhe fazer: se você mesmo acendeu a lâmpada, você pode me dizer de onde veio a chama? Você deve tela visto vindo de algum lugar.”
A criança riu e disse: “Eu farei uma coisa – simplesmente observe!” “E ele soprou a chama e disse:” A chama se foi exatamente na sua frente. Você pode me dizer onde ela foi? Você deve ter visto!”
E Hasan ficou completamente mudo. Ele não conseguiu responder. A criança havia mostrado a ele que a sua pergunta, embora parecesse muito relevante, significativa, era absurda. Ele se curvou diante da criança e tocou seus pés.
Ele disse ao indagador: “Aquela criança foi meu primeiro Mestre. Naquele exato momento foi que me dei conta que todas minhas metafísicas, e toda minha filosofia, eram sem sentido. Eu não sabia de nada por mim mesmo. Eu não sabia nem mesmo de onde vem a luz duma lâmpada, para aonde ela vai quando é apagada – eu estava falando sobre quem fez ao mundo, quando ele fez ao mundo! Por causa de aquele momento eu tenho sempre me lembrado da criança. Ele pode ter se esquecido de mim, pode até mesmo não me reconhecer, mas eu não posso me esquecer daquele incidente.
“E desde então milhares de pessoas têm me ensinado. Eu tenho evitado a pergunta diversas vezes, porque não existe uma única pessoa a quem eu possa chamar meu Mestre. Muitos têm sido meus Mestres, eu aprendi a partir de muitas fontes e de cada fonte eu apreendi uma coisa: que a menos que você saiba a partir de sua própria experiência todo conhecimento é fútil”.
“Depois eu abandonei todo o meu aprendizado, todo o meu conhecimento, queimei todas as minhas escrituras. Eu abandonei a idéia de ser um erudito, me esqueci de toda minha fama. Eu comecei a andar como um mendigo, absolutamente desconhecido para qualquer pessoa. E a os poucos, me aprofundando em meditação, descobri minha própria inteligência”.
Mesmo se a sociedade destruir sua inteligência, ela não poderá ser destruída totalmente, ela somente a cobre com muitas camadas de informação.
E essa é toda a função da meditação. Levá-lo mais profundamente para dentro de você mesmo. É um método de cavar no seu próprio ser até ao ponto aonde você chega às águas vivas da sua própria inteligência. Quando você descobrir sua criança novamente, quando você tiver renascido, somente então você irá entender o que eu quero dizer ou enfatizar várias vezes que as crianças são realmente inteligentes.
Porém comece a observar às crianças, as suas respostas – não as suas perguntas, mas sim as suas respostas. Não faça perguntas tolas, pergunte a elas algo imediato que não dependa de informação e veja suas respostas.

●A mãe estava preparando a Pedrinho para ir à festa. Quando ela terminou de pentear o seu cabelo, ela endireitou a gola de sua camisa e disse: “Vai agora filho. Divirta-se... e comporte-se!
“Ora mãe, disse Pedro. “Por favor, decida antes de eu ir qual das duas coisas você quer!

●Uma nova placa de transito foi colocada frente à escola. Nela estava escrito: “Dirija devagar. Não mate a um estudante!”
No dia seguinte havia outra placa embaixo dela escrita com uma letra infantil: “Espere pelo professor!”

●Pedrinho chega à casa da escola, com um grande sorriso no rosto.
“Bem querido, você parece muito feliz. Então você gosta dela escola, não é?
“Não seja boba mãe”, responde o menino, “nos não podemos confundir a ida com a vinda”

LOS NIÑOS Y LA INTELIGENCIA.
Extraído de: TAO - O portal dorado. Autor: Osho.

Un místico Sufí, Hasan, estaba muriendo. Cuando él estaba muriendo un hombre le preguntó: “Hasan, usted nunca nos dijo quien fue su Maestro. Nosotros le preguntamos varias veces, y usted siempre, de alguna forma, encontró un modo para no responder. Ahora usted está dejando este mundo. Por favor, díganos quien fue su Maestro. Nosotros tenemos mucha curiosidad.”
Hasan dijo: “Yo nunca respondí a esa pregunta por la simple razón de que no hubo un único Maestro en mi vida, yo aprendí a partir de muchas personas. Mi primer profesor fue un niñito.”
Ellos se quedaron perplejos y dijeron: “¡Un niñito! ¿Que está diciendo usted? ¿Usted perdió el juicio porque está muriendo? ¿Usted enloqueció?
El dijo: “¡No!, ¡no!, escuchen la historia. Yo fui a una ciudad. No obstante todavía, yo no había conocido la verdad hasta aquella época, yo era muy culto, era un erudito. Era famoso en todo el país, y hasta fuera del país; mi nombre estaba divulgándose. Las personas comenzaron a venir a verme creyendo que yo conocía la verdad. Yo estaba fingiendo que la conocía y estaba fingiendo sin saber que estaba fingiendo – yo estaba casi inconsciente. Porque las personas acreditaban que yo sabía, ellas me convencían que yo debía estar acertado, yo debía estar sabiendo, de lo contrario ¿por qué tantas personas vendrían a verme? Yo me había transformado en un profesor. Sin experimentar cualquier cosa de la verdad, sin aún haber entrado en mi propio mundo interior, yo estaba hablando con respecto a grandes cosas. Yo conocía todas las escrituras, ellas estaban en la punta de mi lengua”.
“Pero durante tres días yo me estaba moviendo en un país donde nadie me conocía, yo estaba deseando ardientemente encontrar alguien que me preguntara algo, para que yo pudiese mostrar mi conocimiento”.
Las personas poseedoras de conocimiento se vuelven muy exhibicionistas; ese es todo su placer. Si una persona de conocimiento tuviera que permanecer en silencio, ella preferiría cometer suicidio. Si no, ¿cuál es el sentido de vivir en el mundo? Él tiene que exhibir su conocimiento. Solamente el hombre sabio consigue ser silencioso. Para el sabio, hablar es casi una carga, él habla porque tiene que hablar. La persona de conocimiento habla porque ella no consigue permanecer silenciosa. Existe una gran diferencia; usted puede no ser capaz de percibirlo desde afuera porque ambos hablan. Buda habla, Jesús habla y Hasan también estaba hablando. Y todos ellos dicen cosas bonitas. Algunas veces las personas de conocimiento dicen cosas más sabias que los sabios, porque los sabios pueden hablar de contradicciones, en paradojas, pero la persona de conocimiento es siempre lógica, consistente, ella tiene todas las pruebas y argumentos, ella tiene todas las escrituras para apoyarlo.
Pero durante tres días él tuvo que permanecer silencioso. Fue casi como ayunar, él estaba sintiéndose hambriento – hambriento por una audiencia, hambriento por alguien. Pero él no había deparado con alguien que lo conociera entonces nadie preguntó nada.
Él entró en esa ciudad. Estaba justamente comenzando a oscurecer, el sol se había puesto hacia poco. Un niño estaba cargando una lamparita y el preguntó al niñito: “¿Hijo, puedo hacerte una pregunta? ¿Para dónde vas llevando esa lamparita?
Y el niño respondió: “Yo estoy yendo al templo. Mi madre me dijo que coloque esta lámpara allá, porque el templo es oscuro. Y ese ha sido la costumbre de mi madre: colocar siempre una lámpara allá en la noche para que, por lo menos, el Dios del templo no tenga que vivir en la oscuridad.”
Hasan preguntó al niño: “Tú pareces ser muy inteligente. Me puedes decir una cosa – ¿tú mismo encendiste esa lámpara?”
El niño respondió: “Si”
Entonces Hasan dijo: “Una tercera pregunta, la última pregunta que yo quiero hacerte: si tú mismo encendiste la lámpara, ¿tú me puedes decir de dónde vino la llama? Debes haberla visto viniendo de algún lugar.”
El niño sonrió y le dijo: “Yo haré una cosa – ¡simplemente observe!” “y sopló la llama y le dijo:” “La llama se fue exactamente frente a usted. ¿Usted me puede decir donde fue ella? ¡Usted debe haberla visto!”
Y Hasan quedó completamente mudo. El no consiguió responder. El niño le había demostrado que su pregunta, no obstante pareciera muy relevante, significativa, era absurda. El se curvó delante del niño y toco sus pies.
Él dijo al indagador: “Aquel niño fue mi primer Maestro. En aquel exacto momento fue que me di cuenta que toda mí metafísica, y toda mi filosofía, eran sin sentido. Yo no sabía nada por mí mismo. Yo no sabía siquiera de donde venía la luz de una lámpara, para donde ella va cuando es apagada – ¡yo estaba hablando sobre quien creó al mundo, a quien hizo al mundo! Por causa de aquel momento yo nunca me he olvidado de aquel niño. El puede haberse olvidado de mí, puede hasta no reconocerme, mas yo no puedo olvidarme de aquel incidente.
“Y desde entonces millares de personas me han enseñado. Yo he evitado la pregunta diversas veces, porque no existe una única persona a quien yo pueda llamar mi Maestro. Muchos han sido mis Maestros, yo aprendí a partir de muchas fuentes y de cada fuente yo aprendí una cosa: que a menos que usted aprenda a partir de su propia experiencia todo conocimiento es fútil”.
“Después yo abandoné todo mi aprendizaje, todo mi conocimiento, queme todas mis escrituras. Yo abandoné la idea de ser un erudito, me olvidé de toda mi fama. Comencé a andar como un mendigo, absolutamente desconocido para cualquier persona. Y lentamente, profundizando en la meditación, descubrí mi propia inteligencia”.
Aún si la sociedad destruyera su inteligencia, ella no podrá ser destruida totalmente, ella solamente la cubre con muchas camadas de información.
Y esa es toda la función de la meditación. Llevarlo más profundamente para dentro de usted mismo. Es un método de cavar en su propio ser hasta el punto donde usted llega a la pureza de su propia inteligencia. Cuando usted descubra su niño nuevamente, cuando usted haya renacido, solamente entonces, usted entenderá lo que yo quiero decirle o enfatizar varias veces, que los niños son realmente inteligentes.
Por eso comience a observar a los niños, a sus respuestas – no a sus preguntas, pero sí a sus respuestas. No haga preguntas tontas, pregunte a ellos algo inmediato que no dependa de información y oiga sus respuestas.

●La madre estaba preparando a Pedrito para ir a la fiesta. Cuando ella terminó de peinar su cabello, ella enderezó el cuello de su camisa y le dijo: “Ve hijito. ¡Diviértase... y compórtese!
“Escucha mamá, dijo Pedro. “¡Por favor, decide antes de ir cual de las dos cosas tu quieres que haga!”

●Un nuevo cartel de transito fue colocado frente a la escuela. En él estaba escrito: “¡Conduzca lentamente. No mate a un estudiante!”
Al día siguiente había otro cartel debajo del anterior escrito con una letra infantil: “¡Espere por el profesor!”

●Pedrito vuelve de la escuela, con una gran sonrisa en su rostro.
“Muy bien querido, tu pareces muy feliz. Entiendo que tú gustas de la escuela, ¿no es así?
“¡No sea boba mamá!”, responde el niño, “!nosotros no podemos confundir la ida con la vuelta¡”

quarta-feira, 21 de abril de 2010

SIMPLICIDAD - SIMPLICIDADE


Simplicidad
(Jorge Robledo Ortiz)




Es tan humano este dolor que siento.
Esta raíz sin tallo florecido.
Este recuerdo anclado al pensamiento
Y por toda la sangre repetido,
Que ya ni me fatiga el vencimiento,
Ni me sangra el orgullo escarnecido.
Mi corazón se acostumbró al tormento
De perder la mitad de su latido.
Ya mi rencor no exige la venganza.
Aprendí a perdonar toda esperanza
Como un bello pecado original.
Llevo en las manos tantas despedidas,
Y en lo que fue el amor tantas heridas,
Que me he tornado un hombre elemental

A SIMPLICIDADE - Osho

Às vezes acontece a você sentir-se integrado, em algum raro momento.
Observe o oceano, o seu espírito indomável -- de repente você esquece a sua divisão interior, a sua
esquizofrenia: você relaxa.
Ou então, andando pelo Himalaia, contemplando a neve virgem nos picos das montanhas, de repente uma calma
o envolve e você não precisa ser falso, porque não há ali nenhum outro ser humano para o qual representar.
Você se re-integra. Ou ainda, ouvindo boa música, você se sente integrado.
Sempre que, em qualquer situação, você se torne uno, uma paz, uma felicidade, uma bênção o envolvem,
brotam de dentro de você. Você se sente preenchido.
Não há necessidade de ficar esperando por esses momentos - eles podem transformar-se na sua maneira
natural de viver.
Esses momentos extraordinários podem transformar-se em momentos comuns - este é todo o esforço do Zen.
É possível viver uma vida extraordinária dentro dos limites de uma vida bastante comum: cortando árvores,
rachando lenha, buscando água no poço, é possível estar extremamente à vontade consigo mesmo.
Limpando o chão, preparando a comida, lavando a roupa, você pode estar perfeitamente à vontade - porque
a questão toda é de você atuar com todo o seu ser, desfrutando, realizando-se no que faz.


LA SIMPLICIDAD – by Osho


A veces a usted le sucede el sentirse integrado, en algún raro momento.
Observe el oceano, y su espírito indomable -- de repente usted olvida su división interior, su
esquizofrenia: usted se relaja.
O entonces, andando por el Himalaia, contemplando la nieve virgen en los picos de las montañas, de repente una calma lo envuelve y usted no precisa ser falso, porque no hay allí ningún otro ser humano para el cual representar.
Usted se reintegra. O aún, oyendo buena música, usted se siente integrado.
Siempre que, en cualquier situación, usted se torne uno, una paz, una felicidad, una bendición lo envuelven,
brotan de dentro de usted. Usted se siente pleno.
No hay necesidad de quedarse esperando por esos momentos - ellos pueden transformarse em su manera
natural de vivir.
Esos momentos extraordinários pueden transformarse en momentos comunes - este es todo el esfuerzo del Zen.
Es posible vivir una vida extraordinária dentro de los limites de una vida bastante comum: cortando árboles,
cortando leña, buscando água en el pozo, es posible estar extremamente cómodo consigo mismo.
Limpiando el piso, preparando la comida, lavando la ropa, usted puede estar perfectamente cómodo - porque
toda la cuestión es que usted actúe con todo su ser, disfrutando, realizándose en lo que hace

El arte de la simplicidad

“Un intelectual es el que explica algo simple de forma difícil y complicada. Un artista es el que explica algo complicado y difícil de forma simple”.

A arte da simplicidade

“Um intelectual é o que explica algo simples de forma dificil e complicada. Um artista é o que explica algo complicado de forma simples”


– Charles Bukowski - escritor

LA RECOMENDACIÓN DIARIA

  LA RECOMENDACIÓN DIARIA resistencia a los antimicrobianos , mejor que  resistencia antimicrobiana   Resistencia a los antimicrobianos , no...