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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A GERAÇÃO "Y"


Conhecendo a Geração "Y"

“Grande parte das dificuldades pelas que atravessa o mundo se deve a que os ignorantes estão completamente seguros, e os inteligentes lotados de dúvidas”

▬ Não é um segredo que eu sou um “baby boom”, só que agora com 62 anos é trabalhoso reconhecer-me. Sou um espécime a “Geração X” e me sinto tão identificado com a descrição que alguns acadêmicos fazem dela, como minhas filhas se devem sentir a respeito da percepção que alguns outros acadêmicos têm de sua geração, a “Y”.
Vejamos algumas opiniões…

A geração "Y" compreende as crianças nascidas entre 1981 e 2000. (Marta Matute na Espanha diz entre1978 e 1989). Para mim isto não troca para nada as opiniões deste artigo.
"Esta geração se distingue por uma atitude desafiante e provocadora", explica o doutor Fonseca. O Dr. Julio A. Fonseca é psicólogo clínico e atualmente ocupa o cargo de Diretor do Centro para o Desenvolvimento Pessoal na Universidade do Sagrado Coração em Costa Rica, se há destacado no campo da conduta humana e o desenvolvimento comunitário e organizacional por mais de 25 anos.
"Questionam tudo, não querem ler e suas destrezas de escrita são péssimas".
Segundo ele, os pais desta geração são os "baby-boomers", é dizer, a geração "X".
“Esta geração se distingue por adaptar-se melhor aos cânones que impõe a sociedade e se ajusta as regras do jogo de seus pais”.
▬ É meu dever confessar que se meu pai e alguns de meus professores vivessem, não compartilhariam esta opinião do Doutor Fonseca.
É por isto que surgem problemas entre os professores e pais mais diplomatas pertencentes à geração "X" com os filhos e estudantes mais independentes da geração “Y”.
"A geração "Y" não pede licença, senão informa”.
A geração "X" se tapa as tatuagens e as orelhas, porém a "Y" não, e até é capaz de demandar judicialmente se sabe de que não foi contratado para um trabalho por causa de sua aparência.
▬ Me parece simplesmente genial…
Para os "baby-boomers" e os "X" era importante defender seus ideais até o fim, e o importante para eles era o grupo, não o indivíduo.
Embora, para os "Y" os ideais não são importantes, são mais individualistas, e se preocupam mais pelo dinheiro, explicou o palestrante.
Para ilustrar estas diferenças, o doutor Fonseca utilizou o exemplo das equipes de basquete nacionais.
Antes, um jogador era fiel a sua equipe e se mantinha nele por anos, às vezes décadas.
Hoje em dia, os jogadores que pertencem a geração "Y" estão mais propensos a trocar de equipe, já que não procuram a lealdade e o bem comum senão a melhor oferta de dinheiro para eles.
▬ Não será que agora eles recebem ofertas e antes não?

"Nós, os adultos, não entendemos que o mundo tem trocado”.

▬ Em seu livro “A arte da felicidade”, o Dalai Lama coloca que as crenças básicas e comuns a todos são:
● 1. Sou um ser humano
● 2. Quero ser feliz e não quero sofrer
● 3. Outros seres humanos, como eu, também querem ser felizes e não querem sofrer

Os jovens de hoje em dia nos desafiam porque tem o poder para nos desafiar.
O poder vem do acesso contínuo que eles têm à informação e o conhecimento. As tecnologias, internet, TV a cabo e o mundo globalizado lhes outorgam um poder aos jovens de hoje que não existia antes.
Hoje, um jovem de 15 anos sabe muitas mais coisas do que sabia um 'baby-boomer' aos 30 anos.
▬ Concordo com o doutor Fonseca; mas deveríamos agregar que isso acontece normalmente desde os primórdios da humanidade. Não tem nada de novo nem de “Y”.
“A geração "Y" está em posição de desafiar, não por indisciplina, senão porque foi criado com um conhecimento que lhe outorga poder", manifestou.
O adulto tem, segundo o doutor Fonseca, duas opções: brigar com eles ou negociar.
Negociar é reconhecer que nós temos uma geração com mais conhecimentos.
Ademais, temos que reconhecer que o jovem da geração "Y" há desenvolvido mais o lado direito de seu cérebro, aquele que se concentra mais no criativo.
O hemisfério esquerdo do cérebro, o mais desenvolvido por parte dos "baby-boomers" e a geração "X", é o que se concentra mais na lógica.
É por isto que antes a educação era dirigida ao hemisfério esquerdo.
Ler resultava estimulante.
"Hoje em dia, a educação segue estimulando o lado esquerdo, quando a geração "Y" esta adestrada com o hemisfério direito”.
Aí vem a batida. “Há que aprender a negociar com eles”.
Este desenvolvimento do hemisfério direito é produto, segundo o doutor Fonseca, de novos estímulos que não existiam antes.
"A educação compete hoje em dia com o Xbox, a Nintendo, Internet, o VH1 e o MTV, todos eles instrumentos que vão dirigidos ao hemisfério direito do cérebro.
Antes o único estímulo era a leitura, mas hoje a realidade é distinta. Os professores têm que entender que para chegar aos jovens da geração "Y" é necessário utilizar estratégias que estejam dirigidas a estimular o hemisfério direito.
“Não é que a leitura haja deixado de ser importante; a diferença é que agora, para que utilizem o lado esquerdo do cérebro, primeiro tem que haver estimulado o direito”.
"A sala de aula se deve converter num Xbox, num Nintendo, num MTV".
"Os professores têm que dar o primeiro passo para reconhecer que estes estudantes aprendem com o hemisfério direito e que há chegado o momento de entendê-los e negociar com eles”.

O rol do professor de hoje dia tem trocado e temos que adaptar-nos às novas realidades e guiar-los mediante o uso das novas tecnologias existentes.
“É mediante este entendimento e esta negociação entre eles e nós que atingiremos nossos objetivos educativos”.
▬ Depois de assistir a esta palestra do Doutor Fonseca, e bastante preocupado pelos professores; fui procurar a opinião de Marta Matute…em Espanha
Vejamos…
Marta Matute - Madrid -
● Desejados e muito protegidos. Assim são os filhos da geração Y.
● Alegres e seguros de si mesmos, além de enérgicos.
Estes jovens, nascidos entre 1978 e 1989, educados com os Powers Rangers e internet, as marcas desconhecidas e as tecnologias que trocam à velocidade da luz, roçam já a trintena e começam a despontar no mundo laboral.
São o recambio profissional e o catalisador das últimas transformações que vivem a empresa.
Criatividade, flexibilidade e conciliação são seu santo e senha.
“Ou nos adaptamos, ou morremos”.
Estes jovens têm as idéias muito claras e não estão dispostos a fazer do trabalho sua vida.
▬ Eu diria… e o bem que fazem…
“Ou nos adaptamos a suas exigências, ou perderemos os melhores”
exclama Elena Dinesen, diretora de Recursos Humanos de Microsoft, uma das multinacionais que tem decidido adiantar-se aos tempos que correm.
E agrega:
'Têm a sorte de poder escolher, e exigir. E sabem o que querem: controlar seu tempo, não se sentir um número e ter um salário que recompense o enorme esforço acadêmico que tem feito'.
▬ É maravilhoso!…qual é o problema?
Os garotos Y são a geração dos máster e do equilíbrio entre trabalho e vida.
“Sua formação é excelente, embora tal vez demasiado acadêmica”.
Hoje em dia é difícil encontrar um jovem que se haja incorporado ao mundo laboral antes dos 25 anos.
Primeiro terminou sua carreira universitária, depois viajou um ou dois anos ao estrangeiro para aprimorar o inglês e por último dedicou alguns meses a realizar um curso de pós grau.
“Lilly está contatando com jovens de 28 e 29 anos que se enfrentam a sua primeira entrevista”, explica Juan Pedro Herrera, diretor de Recursos Humanos da empresa farmacêutica.
Os Y vêm pisando forte. Tal vez demais.
'Se sentem tão seguros de sua bagagem que lhes resulta ingrato passar pelos processos de aprendizado que exige qualquer companhia, e esta travessia, lhes goste ou não, não pode se evitar.
Têm de passar alguns anos antes que um aprenda a tomar decisões', adverte Herrera.
▬ será assim, senhor Herrera? Sabe a idade de Alejandro (Magno) em seu apogeu?

Elena Dinesen vai mais além:
'Têm estado tão protegidos que tem uma enorme dificuldade para encaixar as críticas. Falta-lhes músculo para resistir ao fracasso e aceitar que as expectativas às vezes não se cumprem', insiste.
“A sua favor tem uma clara vocação internacional, sua disposição para viajar”,
diz Lourdes Ramos, diretora de Recursos Humanos de Garrigues Advogados.
Mas estes garotos, que não tem a necessidade de trabalhar “porque em casa o têm tudo”, odeiam as jornadas intermináveis “porque querem controlar seu tempo e não se perder todas essas atividades que tem estado realizando desde crianças”, rejeitam empregos que 'exigem sacrifício e compromisso excessivo' e desfrutam com o 'câmbio, câmbio, câmbio', às vezes se sentem desorientados e sofrem de vertigem 'pelo futuro':
“Sua vocação não é clara e necessitam tutela. Um chefe que lhes ajude a descobrir seus interesses, suas habilidades e suas debilidades.
“Um superior que lhes mostre o caminho que lhes permitirá definir sem pressa sua carreira profissional’, explica Claudia Raunich, diretora de Pessoal de American Express”.
Claro que não todos estão dispostos a chegar ao cume, e os que apostam pela escalada laboral o 'tomam com muita mais calma que seus pais', assegura Iván González, diretor de Recursos Humanos da Corporação Ferroviária.
'Embora não renunciam a que o emprego lhes fique bem, como um bom terno, ou lhes de prestígio social, como se dum carro esportivo se tratara', indica Herrera.
▬ Em resumo, apresentam as seguintes características:
Atitude ante o trabalho
Equilíbrio laboral e pessoal. Não desejam renunciar as suas outras atividades e gostos, embora trabalhem: o esporte, a música, a família, os amigos e o voluntariado.
Desenvolvimento profissional. Querem desempenhar uma tarefa por objetivos, e saber como e quando, se o desejam, podem escalar e ascender postos na empresa.
Salário ligado a objetivos. Não estão dispostos a ser medidos pelo mesmo padrão que seus companheiros. Exigem que seu salário se adapte ao desempenho de sua tarefa e recompense seu trabalho e sua formação. Reclamam benefícios sociais.
Formação. A instrução forma parte do estado vital destes jovens, e não querem renunciar a ela. Gostam de viajar e se desenvolver num bom ambiente de trabalho.
Como os motivar
Recompensa. A geração Y rende mais num entorno criativo onde o pensamento independente é valorizado. Faça-lhe saber que acredita neles e que os labores que desempenham são importantes. Premie seus êxitos profissionais.
Desafios. Para os garotos da era Internet o desafio forma parte do êxito. O conformismo não entra em sua escala de valores. Convêm apelar a todos seus sentidos, interessar, entreter-los. Criar um ambiente de trabalho variado e com objetivos.
Transparência. Querem chefes comprometidos e justos e possuem tendência a questionar o status quo. É imprescindível dizer-lhes sempre a verdade. Para conseguir sua adesão convêm explicar o motivo de cada decisão adotada e recordar-lhes os benefícios.
▬ Frente a estes afirmações só me falta gritar...Viva a Geração Y!
O seguinte é um resumo do artigo publicado no jornal La Nación de Buenos Aires por Raquel Saralegui
São jovens, audaciosos, com sólidos conhecimentos de tecnologia e não duvidam em deixar um trabalho em procura de novos horizontes. Reter-los é um desafio; estão sempre abertos ao câmbio e nada amarrados à rotina
"Estou seguro de que quando regresse vou achar outro emprego, e quiçá um ainda melhor", pressagia Esteban, de 25 anos, licenciado em Administração de Empresas, disposto a renunciar a seu emprego numa consultora para se aventurar a viver no próximo ano em Nova Zelândia.
"A idéia é ir buscar algum trabalho relacionado com o meu e reforçar o inglês, mas sobre tudo viver uma experiência que acredito me vai marcar para sempre. É o momento justo para fazer-lo porque pude poupar, tenho vontade, não tenho namorada, e em minha empresa vejo o progresso devagar e o trabalho, rotineiro. Estou-me aborrecendo", diz Esteban.
Uma aposta seguramente impensada para os “babies boomers”, tão amarrados à segurança dum cargo. Porém cada vez mais comum entre os jovens da chamada Geração Y que, nascidos na década dos 80 e recentemente incorporados ou a ponto de fazer-lo ao mundo laboral, apresentam um desafio não menor às organizações que tentam atrair-los e reter-los.
É que criados da mão das novas tecnologias -que dominam mais que seus pais e às vezes mais que seus chefes- e em tempos de instabilidade laboral, crises globais e locais mediante, para muitos dos jovens que puderam estudar e ingressar ao mundo do emprego neste milênio o projeto laboral não parece ser o único que prevalece no horizonte como acontecia com gerações anteriores.
Mas além das obrigatórias exceções, acostumados ao imediato da Internet, à velocidade dos câmbios,a viver o hoje, assomam muito mais inquietos e mais dispostos que seus antecessores a trocar de emprego quando aparece o aborrecimento, faltam desafios ou a empresa não oferece um ágil caminho de progresso. Incluso são capazes de abandonar seus trabalhos para percorrer o mundo.
Assim, ademais de preferir empregos que permita conciliar melhor à vida pessoal e laboral, como sua imediatamente antecessora Geração X, habitualmente a também chamada Net Generation "privilegia aos que brindam mais oportunidades de desenvolvimento e projetos de trabalho de curto prazo, que permitam resultados imediatos. E aspiram a promoções rápidas porque, em geral, não tem paciência, acaso como efeito do impacto tecnológico", diz José Luis Roces, vice-reitor do ITBA.
"Para eles, o computador é uma ferramenta de trabalho e de divertimento, e assim como estão acostumados a apertar botões e a que a informação apareça instantaneamente, também querem chegar mais rápido a serem chefes, gerentes; e mais rápido ainda a fazer as tarefas estratégicas, que na linguagem deles seriam as mais divertidas", sinala Carlos Valeiro, gerente de RR.HH. da consultora Serial de la Torre.
Ademais, pelo geral lhes interessa aprender o mais possível no menor tempo, de maneira prática antes que teórica, e em ambientes amenos. "Costumam por o foco nos projetos que lhes outorguem valor agregado, que lhes permitam aprender. E no entorno do grupo humano no que vão trabalhar", sinala Fernando Gastrón, diretor de Ecosistemas, empresa especializada em brindar soluções informáticas a outras companhias, onde o patamar de idade dos colaboradores não ultrapassa dos 30 anos.
Também contenção
"Também - agrega Gastrón-, para eles é muito importante a presença dum referente, um experto na matéria, que os guie no aprendizado e lhes preste contenção." Assim é como se atrevem a questionar mais a seus líderes e rejeitam os estilos de condução autoritários, mas também valorizem muito um bom acompanhamento de seus chefes.
"É uma geração que demanda como as anteriores questões tradicionais relativas ao salário, carreira, crescimento, etc., porém que requer muita mais liberdade, menos regras, mais flexibilidade. Embora, esta maior liberdade também lhes gera mais ansiedade, mais angústia. Então, esse pedido de liberdade também vem acompanhado com uma maior exigência aos chefes de contenção, de ajuda, de coaching. Quase como numa relação paternal, mais que de chefe-empregado", precisa Pablo Maison, diretor de RR.HH. da Unilever.
Por outro lado, alentados socialmente a cultivar um espírito empreendedor, como propiciam muitas casas de estudo, e ante a profissionalização das ONG, muitos destes jovens optam por a camisa dos independentes ou pelo trabalho em organizações da sociedade civil, segundo adverte Roces. "Com esta geração não competimos com outras companhias, é muito esquisito que se passem à concorrência, em realidade, competimos com suas ambições pessoais, como ir a trabalhar numa ONG, abrir sua própria empresa, ou ir se um ano de mochileiros a Europa", adverte, na mesma sintonia, Maison.
Ante o ímpeto viageiro e ante a escassez de jovens perfiles tecnológicos, Gastrón é eloqüente: "Nos há passado com jovens de 20, 21 anos, que vivem com seus pais, ganham um dinheiro importante e a fim de ano anunciam que vão dois meses de férias a Machu Picchu, seguros de que ao regresso conseguiram outro trabalho. Então tratamos de nos adaptar a estas iniciativas e oferecer lhes projetos que possam terminar em dezembro, para que janeiro e fevereiro se vão de viagem e ao voltar comecem com outro".
"É que não têm tanto à ver com a visão de carreira que podemos ter nós, isso para eles está em outro plano, estão mais focados ao desenvolvimento pessoal, a experimentação, o câmbio", aponta Maison.
O entusiasmo de Esteban, que mergulha na Internet buscando informação sobre Nova Zelândia e chateia com conhecidos que foram lá, confirma a apreciação:
"Quiçá quando regresse volte ao mesmo, ao escritório, mas agora me intriga saber como posso manejar num ambiente totalmente distinto".

“Caminhante não há caminho, se faz caminho ao andar; e ao virar a vista atrás se vê a senda que nunca vais a voltar a pisar”

Conociendo la Generación "Y" (espanhol)

“Gran parte de las dificultades por las que atraviesa el mundo se debe a que los ignorantes están completamente seguros, y los inteligentes llenos de dudas”

▬ No es um secreto que soy un “baby boom”, sólo que ahora a mis 62 años cuesta trabajo reconocerme. Soy un espécimen de “La generación X” y me siento tan identificado con la descripción que algunos académicos hacen de ella, como mis hijas se deben sentir respecto a la percepción que algunos otros académicos tienen de su generación, la “Y”.
Veamos algunas opiniones…
La generación "Y" comprende los niños nacidos entre 1981 y 2000.
"Esta generación se distingue por una actitud desafiante y retadora", explica el doctor Fonseca.
El Dr. Julio A. Fonseca es psicólogo clínico y actualmente ocupa el cargo de Director del Centro para el Desarrollo Personal en la Universidad del Sagrado Corazón en Costa Rica, se ha destacado en el campo de la conducta humana y el desarrollo comunitario y organizacional por más de 25 años.
"Lo cuestionan todo, no quieren leer y sus destrezas de escritura son pésimas".
Según él, los padres de esta generación son los "baby-boomers", es decir, la generación "X". Esta generación se distingue por adaptarse mejor a los cánones que impone la sociedad y se ajusta a las reglas de juego de sus padres.
▬ Es mi deber confesar que si mi padre y algunos de mis profesores vivieran, no compartirían ésta opinión del Doctor Fonseca.
Es por esto que surgen encontronazos entre los maestros y padres más diplomáticos pertenecientes a la generación "X" con los hijos y estudiantes más independientes de la generación “Y”.
"La generación "Y" no pide permiso, sino informa”.
La generación "X" se tapa los tatuajes y las pantallas, pero la "Y" no, y hasta es capaz de demandar judicialmente si se entera de que no le dieron un trabajo a causa de su apariencia.
▬ Me parece simplemente genial…
Para los "baby-boomers" y los "X" era importante defender sus ideales hasta el final, y lo importante para ellos era el grupo, no el individuo.
Sin embargo, para los "Y" los ideales no son importantes, son más individualistas, y se preocupan más por el dinero", explicó el conferenciante.
Para ilustrar estas diferencias, el doctor Fonseca utilizó el ejemplo de los equipos de baloncesto nacionales.
Antes, un jugador era fiel a su equipo y se mantenía en él por años, a veces décadas.
Hoy día, los jugadores que pertenecen a la generación "Y" están más propensos a cambiar de equipo, ya que no buscan la lealtad y el bien común sino la mejor oferta de dinero para ellos.
▬ ¿No será que antes no recibían ofertas?
"Nosotros, los adultos, no entendemos que el mundo ha cambiado”.
▬ En su libro “El arte de la felicidad”, el Dalai Lama coloca que las creencias básicas y comunes a todos son:
● 1. Soy un ser humano
● 2. Quiero ser feliz y no quiero sufrir
● 3. Otros seres humanos, como yo, también quieren ser felices y no quieren sufrir
Los jóvenes de hoy día nos retan porque tiene el poder para retarnos.
El poder viene del acceso continuo que ellos tienen a la información y el conocimiento. La tecnología, internet, el Cable TV y el mundo globalizado les otorgan un poder a los jóvenes de hoy día que no existía antes.
Hoy día, un niño de 15 años sabe muchas más cosas de lo que sabía un 'baby-boomer' a los 30 años.
▬ Creo que esto siempre ha sido así, y pienso que es parte de la evolución del ser humano…
“La generación "Y" está en posición de retar, no por indisciplina, sino porque se ha creado con un conocimiento que le da poder", manifestó.
El adulto tiene, según el doctor Fonseca, dos opciones: o pelear con ellos o negociar.
Negociar es reconocer que ante nosotros tenemos una generación con más conocimientos.
Además, tenemos que reconocer que el joven de la generación "Y" ha desarrollado más el lado derecho de su cerebro, aquél que se concentra más en lo creativo.
El hemisferio izquierdo del cerebro, el más desarrollado por parte de los "baby-boomers" y la generación "X", es el que se concentra más en la lógica.
Es por esto que antes la educación iba dirigida al hemisferio izquierdo.
Leer resultaba estimulante.
"Pero hoy día, la educación sigue estimulando el lado izquierdo, cuando la generación "Y" esta adiestrada con el hemisferio derecho”.
Ahí viene el choque. Hay que aprender a negociar con ellos".
Este desarrollo del hemisferio derecho es producto, según el doctor Fonseca, de nuevos estímulos que no existían antes.
"La educación compite hoy día con los X-Box, los Nintendo, Internet, el VH1 y el MTV, todos ellos instrumentos que van dirigidos al hemisferio derecho del cerebro.
Antes el único estímulo era la lectura, pero hoy la realidad es distinta. Los maestros tenemos que entender que para llegar a los jóvenes de la generación "Y" es necesario utilizar estrategias que vayan dirigidas a estimular el hemisferio derecho.
No es que la lectura haya dejado de ser importante.
La diferencia es que ahora, para que utilicen el lado izquierdo del cerebro, primero hay que haber estimulado el derecho".
"El salón de clases se debe convertir en un X-Box, un Nintendo, un MTV".
"Los profesores tienen que dar el primer paso para reconocer que estos estudiantes aprenden con el hemisferio derecho y que ha llegado el momento de entenderlos y negociar con ellos”.

El rol del profesor de hoy día ha cambiado y tenemos que adaptarnos a las nuevas realidades y guiarlos mediante el uso de las nuevas tecnologías existentes.
Es mediante este entendimiento y ésta negociación entre ellos y nosotros que lograremos nuestros objetivos educativos".
▬ Después de asistir a esta conferencia del Doctor Fonseca, y bastante preocupado por los profesores; fui a procurar la opinión de Marta Matute…
Veamos…
Marta Matute - Madrid - 21/05/2007
● Deseados y muy protegidos. Así son los hijos de la generación Y.
● Alegres, seguros de sí mismos y enérgicos.
Estos chicos, nacidos entre 1978 y 1989, educados con los Powers Rangers e internet, las marcas desconocidas y las tecnologías que cambian a la velocidad de la luz, rozan ya la treintena y empiezan a despuntar en el mundo laboral.
Son el recambio profesional y el catalizador de las últimas transformaciones que vive la empresa.
Creatividad, flexibilidad y conciliación son su santo y seña.
“O nos adaptamos, o morimos”.
Estos jóvenes tienen las ideas muy claras y no están dispuestos a hacer del trabajo su vida.
▬ Yo diría… y lo bien que hacen…
“O nos adaptamos a sus exigencias, o perderemos a los mejores” exclama Elena Dinesen, directora de Recursos Humanos de Microsoft, una de esas multinacionales que han decidido adelantarse a los tiempos que corren.
Y apostilla:
'Tienen la suerte de poder elegir, y exigir. Y saben lo que quieren: controlar su tiempo, no sentirse un número y tener un salario que recompense el enorme esfuerzo académico que han hecho'.
▬ Es maravilloso…
Los chicos Y son la generación de los másteres y del equilibrio entre trabajo
y vida.
“Su formación es excelente, aunque tal vez demasiado académica”.
Hoy en día es difícil encontrar un joven que se haya incorporado al mundo laboral antes de los 25 años.
Primero terminó su carrera universitaria, después viajó uno o dos años al extranjero para perfeccionar el inglés y por último dedicó algunos meses a realizar un curso de posgrado.
“ Lilly está contactando con jóvenes de 28 y 29 años que se enfrentan a su primera entrevista”, explica Juan Pedro Herrera, director de Recursos Humanos de la farmacéutica.
Los Y vienen pisando fuerte. Tal vez demasiado.
'Se sienten tan seguros de su bagaje que les resulta ingrato pasar por los procesos de aprendizaje que exige cualquier compañía, y esta travesía, les guste o no, no puede eludirse.
Han de pasar algunos años antes de que uno aprenda a tomar decisiones', advierte Herrera.

▬ ¿será así, Sr. Herrera? ¿Sabe la edad de Alejandro (Magno) en su apogeo?

Elena Dinesen va más allá:
'Han estado tan protegidos que tienen una enorme dificultad para encajar las críticas.
Les falta músculo para resistir el fracaso y aceptar que las expectativas a veces no se cumplen', insiste.
“A su favor tienen una clara vocación internacional, su disposición para viajar”,
dice Lourdes Ramos, directora de Recursos Humanos de Garrigues Abogados.
Pero estos chicos, que no tienen la necesidad de trabajar “porque en casa lo tienen todo”, odian las jornadas interminables “porque quieren controlar su tiempo y no perderse todas esas actividades que han estado realizando desde niños”, rechazan empleos que 'exigen sacrificio y compromiso excesivo' y disfrutan con el 'cambio, cambio, cambio', a veces se sienten desorientados y sufren de vértigo 'por el futuro':
“Su vocación no es clara y necesitan tutela. Un jefe que les ayude a descubrir sus intereses, sus habilidades y sus debilidades.
Un superior que les muestre el camino que les permitirá definir sin prisas su carrera profesional', explica Claudia Raunich, directora de Personal de American Express”.
Claro que no todos están dispuestos a llegar a la cima, y los que apuestan por la escalada laboral se lo 'toman con mucha más calma que sus padres', asegura Iván González, director de Recursos Humanos de la Corporación Ferrovial.
'Aunque no renuncian a que el empleo les siente bien, como un buen traje, o les de prestigio social, como si de un automóvil deportivo se tratara', apostilla Herrera.
▬ En resumen, presentan las siguientes características:
Actitud ante el trabajo
Equilibrio laboral y personal. No desean renunciar a sus otras actividades y aficiones, aunque trabajen: el deporte, la música, la familia, los amigos y el voluntariado.
Desarrollo profesional. Quieren desempeñar una tarea por objetivos, y saber cómo y cuándo, si lo desean, pueden escalar y ascender puestos en la empresa.
Salario ligado a objetivos. No están dispuestos a ser medidos por el mismo rasero que sus compañeros. Exigen que su salario se adecue al desempeño de su tarea y recompense su trabajo y su formación. Reclaman beneficios sociales.
Formación. La instrucción forma parte del estado vital de estos jóvenes, y no quieren renunciar a ella. Les gusta viajar y desenvolverse en un buen ambiente de trabajo.
Como motivarlos
Recompensa. La generación Y rinde más en un entorno creativo donde el pensamiento independiente es valorado. Hágale saber que cree en ellos y que las labores que desempeñan son importantes. Premie sus éxitos profesionales.
Retos. Para los chicos de la era Internet el desafío forma parte del éxito. El conformismo no entra en su escala de valores. Conviene apelar a todos sus sentidos, interesarlos, entretenerlos. Crear un entorno de trabajo variado y con objetivos.
Transparencia. Quieren jefes comprometidos y justos y tienen tendencia a cuestionar el status quo. Es imprescindible decirles siempre la verdad. Para conseguir su apoyo conviene explicar el por qué de cada decisión adoptada y recordarles los beneficios.

▬ Frente a tanta sabiduría sólo me resta gritar:
¡Viva la Generación Y!
El siguiente es un resumen del artículo publicado en el diario La Nación de Buenos Aires por Raquel Saralegui
Son jóvenes, audaces, con sólidos conocimientos de tecnología y no dudan en dejar un trabajo en busca de nuevos horizontes. Retenerlos es un desafío; están siempre abiertos al cambio y nada atados a la rutina
"Estoy seguro de que cuando vuelva voy a encontrar otro trabajo, y quizás uno mejor", augura Esteban, de 25 años y licenciado en Administración de Empresas, dispuesto a renunciar a su empleo en una consultora para aventurarse a vivir el próximo año en Nueva Zelanda.
"La idea es ir a buscar algún trabajo relacionado con lo mío y reforzar el inglés, pero sobre todo vivir una experiencia que creo me va a marcar para siempre. Es el momento justo para hacerlo porque pude ahorrar, tengo ganas, no tengo novia, y en mi empresa veo el progreso lento y el trabajo, rutinario. Me estoy aburriendo", dice Esteban.
Una apuesta seguramente impensada para los “baby boomers”, tan atados a la seguridad de un puesto. Pero cada vez más común entre los jóvenes de la llamada Generación Y que, nacidos en la década del 80 y recientemente incorporados o a punto de hacerlo al mundo laboral, presentan un desafío no menor a las organizaciones que intentan atraerlos y retenerlos.
Es que criados de la mano de las nuevas tecnologías -que dominan más que sus padres y a veces más que sus jefes- y en tiempos de inestabilidad laboral, crisis globales y locales mediante, para muchos de los jóvenes que pudieron estudiar y acceder al mundo del empleo en este milenio el proyecto laboral no parece ser lo único que sobresale en el horizonte como sucedía con generaciones anteriores.
Más allá de las obligatorias excepciones, acostumbrados a la inmediatez de Internet, a la vertiginosidad de los cambios, a vivir el hoy, asoman mucho más inquietos y más dispuestos que sus antecesores a cambiar de empleo cuando pinta el aburrimiento, escasean desafíos o la empresa no ofrece un ágil camino de ascenso. Incluso son capaces de abandonar sus trabajos para recorrer el mundo.
Así, además de preferir empleos que permitan conciliar mejor la vida personal y laboral, como su inmediatamente antecesora Generación X, habitualmente la también llamada Net Generation "privilegia a los que brindan más oportunidades de desarrollo y proyectos de trabajo de corto plazo, que permitan resultados inmediatos. Y aspiran a ascensos rápidos porque, en general, no tienen paciencia, acaso como efecto del impacto tecnológico", dice José Luis Roces, vicerrector del ITBA.
"Para ellos, la computadora es una herramienta de trabajo y de diversión, y así como están acostumbrados a apretar botones y a que la información aparezca instantáneamente, también quieren llegar más rápido a ser jefes, gerentes; y más rápido aún a hacer las tareas estratégicas, que en el lenguaje de ellos serían las más divertidas", señala Carlos Valeiro, gerente de RR.HH. de la consultora Serial de la Torre.
Además, por lo general les interesa aprender lo más posible en el menor tiempo, de manera práctica antes que teórica, y en ambientes amenos. "Suelen poner el foco en los proyectos que les den valor agregado, que les permitan aprender. Y en el entorno del grupo humano en el que van a trabajar", señala Fernando Gastrón, director de Ecosistemas, empresa especializada en brindar soluciones informáticas a otras compañías, donde el promedio de edad de los colaboradores no pasa por lejos los 30 años.
También contención
"También -agrega Gastrón-, para ellos es muy importante la presencia de un referente, un experto en la materia, que los guíe en el aprendizaje y les brinde contención." Así es como se atreven a cuestionar más a sus líderes y rechazan los estilos de conducción autoritarios, pero también valoran mucho un buen acompañamiento de sus jefes.
"Es una generación que demanda, como las anteriores, cuestiones tradicionales relativas al salario, carrera, crecimiento, etcétera, pero que requiere mucha más libertad, menos reglas, más flexibilidad. Sin embargo, esta mayor libertad también les genera más ansiedad, más angustia. Entonces, ese pedido de libertad también viene acompañado con una mayor exigencia a los jefes de contención, de ayuda, de coaching. Casi como en una relación paternal, más que de jefe-empleado", precisa Pablo Maison, director de RR.HH. de Unilever.
Por otro lado, alentados socialmente a cultivar un espíritu emprendedor, como propician muchas casas de estudio, y ante la profesionalización de las ONG, muchos de estos jóvenes optan por la camiseta de los independientes o por el trabajo en organizaciones de la sociedad civil, según advierte Roces. "Con esta generación no competimos con otras compañías, es muy raro que se vayan a la competencia, en realidad, competimos con sus ambiciones personales, como ir a trabajar en una ONG, abrir su propia empresa, o irse un año de mochileros a Europa", advierte, en la misma sintonía, Maison.
Ante el ímpetu viajero y ante la escasez de jóvenes perfiles tecnológicos, Gastrón es elocuente: "Nos ha pasado con chicos de 20, 21 años, que viven con sus padres, ganan un dinero importante y a fin de año anuncian que se van dos meses de vacaciones a Machu Picchu, seguros de que al regreso conseguirán otro trabajo. Entonces tratamos de adaptarnos a estas iniciativas y asignarles proyectos que puedan terminar en diciembre, para que enero y febrero se vayan de viaje y al volver empiecen con otro".
"Es que no tienen tanto que ver con la visión de carrera que podemos tener nosotros, eso para ellos está en otro plano, están más enfocados al desarrollo personal, la experimentación, el cambio", apunta Maison.
El entusiasmo de Esteban, que bucea en Internet buscando información sobre Nueva Zelanda y chatea con conocidos que se fueron allá, confirma la apreciación:
"Quizá cuando regrese vuelva a lo mismo, a la oficina, pero ahora me intriga saber cómo me puedo manejar en un ambiente totalmente distinto".
“Caminante no hay camino, se hace camino al andar, y al volver la vista atrás se ve la senda que nunca has de volver a pisar”

terça-feira, 31 de agosto de 2010

GOLFO DE MÉXICO


Xavier Pastor:
O impacto do derrame da British Petroleum no Golfo do México pode durar cem anos



Todos sabem que uma notícia jornalística tem uma vida breve.
O derrame de petróleo da British Petroleum já foi controlado, e não ocupa hoje os titulares dos jornais nem é notícia nos
programas informativos da TV. Mas isso não neutraliza os efeitos poluentes do acontecido.
Xavier Pastor, diretor de Oceana, nos conta hoje, quais são as primeiras conseqüências deste lamentável acontecimento.
É bom para nós, no Brasil, conhecer as circunstancias e conseqüências para poder exigir precauções na exploração do Pré-sal
que preservem nossas praias e nossa fauna marítima.
Sempre é bom aprender dos erros alheios. (para que não se repitam)
▬ Por Fundação PROhumana - 27 Agosto, 2010
ShareEfeverde entrevista o diretor em Europa de Oceana, a maior organização internacional que se foca
na conservação dos oceanos, a proteção dos ecos-sistemas marinhos e as espécies marinhas ameaçadas.
Agora se encontra numa expedição no Golfo de México, e estes são alguns de suas análises.
O impacto ambiental do derrame de mais de cinco milhões de barris de petróleo no Golfo do México pode
“fazer-se notar entre os próximos vinte e cem anos”, tem assegurado hoje o oceanógrafo Xavier Pastor,
que dirige uma expedição na zona.
O diretor da organização Oceana em Europa, que se encontra no Golfo de México analisando a área do
derrame, há explicado em resposta a um questionário enviado a EFE que ademais do impacto direto do cru no
hábitat marinho as espécies sofrem a aderência do petróleo em sua pele, a inalação de compostos químicos
e a obstrução das vias respiratórias.
As espécies mais afetadas têm sido os cetáceos, as tartarugas e as aves, devido a que se acercam à superfície
marinha para poder respirar e se alimentar.
Pastor, que chegou ao Golfo a princípios de agosto junto com outros onze científicos de Oceana, visita esta
semana a barra do Mississipi, frente às costas de Lousiana, onde têm visto centos de plataformas petrolíferas
e também barcos de arrasto de pesca de lula numa zona proibida para esta atividade.
O oceanógrafo afirmou que o derrame já não se detecta a simples vista humana, exceto em certas zonas e
marismas do delta do Mississipi.
Neste sentido, há lembrado que um estudo da Universidade de Geórgia calcula nuns 75 por cento o cru
que poderia estar nos fundos marinos.
Há destacado ademais, que existe uma corrente de petróleo submarino de 40 quilômetros de longitude, que se
Inicia no lugar da catástrofe e que se dirige rumo ao sul oeste, a uma profundidade de quase um quilômetro
abaixo da superfície.
“A essas profundidades, a temperatura é de uns quatro graus, o que faz que o petróleo se degrade
a velocidades dez vezes menores que se estivesse na superfície”, explicou Pastor.
Dada a quantidade de petróleo derramado -uns cinco milhões de barris- e a profundidade de 1.500 metros na
qual aconteceu o acidente, os expertos de Oceana calculam que os efeitos do vertido se notarão entre os
próximos 20 e 100 anos.
“Embora cada vertido possua características distintas, um estudo publicado recentemente há revelado que os
marinheiros que limparam parte do vertido do ‘Prestige’ sofreram trocas genéticas e problemas pulmonares
anos depois da catástrofe”.
Ademais, há advertido, a presença duma centena de plataformas petroleiras no Golfo de México incrementa
notavelmente o risco de que volte a acontecer um vazamento.
“O perigo se estende a outras zonas do mundo, como Alaska e a costa leste de Estados Unidos, as do
Mediterrâneo, concretamente as do mar de Alborán e da Comunidade Valenciana, onde existem projetos de
plataformas petrolíferas, igualmente vulneráveis a acidentes”, há afirmado Pastor.
Os integrantes da expedição de Oceana têm utilizado um robô submarino que pode chegar até 300 ou 400
metros e que há permitido documentar a existência de plataformas petrolíferas abandonadas e cobertas por
sedimentos.
O robô também ajudou a que os expertos registrem a presença de campos de rodolitos de maërl
(algas calcárias de muito valor ecológico) em colinas submarinas ao oeste do delta do Mississipi, numa zona de
alimentação de tubarões baleia.
A próxima semana está prevista a chegada dum segundo robô, com que pretendem atingir os mil metros
de profundidade.
Twitter: Oceana

Xavier Pastor:
El impacto del derrame de British Petroleum en Golfo México puede durar cien años
Todos sabemos que una noticia periodística tiene una vida breve.
El derrame de petróleo de la British Petroleum si bien ya fue controlado, no ocupa hoy los titulares de los diarios
ni es noticia en los programas informativos de TV.
Pero eso no neutraliza los efectos contaminantes de lo sucedido.
Xavier Pastor, director de Oceana, nos cuenta hoy, cuales son las primeras consecuencias de éste lamentable
acontecimiento.
Es bueno para nosotros, en Brasil, conocer las circunstancias y consecuencias para poder exigir precauciones en
la explotación del Pre-sal que preserven nuestra playas y nuestra fauna marítima.
Es bueno aprender de los errores ajenos.
Por Fundacion PROhumana - 27 Agosto, 2010
ShareEfeverde entrevista al director en Europa de Oceana, la mayor organización internacional que se centra
en la conservación de los océanos, la protección de los ecosistemas marinos y las especies marinas amenazadas.
Ahora se encuentra en una expedición en el Golfo de México, y estos son algunos de sus análisis.
El impacto ambiental del vertido de más de cinco millones de barriles de petróleo en el Golfo de México puede
“dejarse notar entre los próximos veinte y cien años”, ha asegurado hoy a Efeverde el oceanógrafo Xavier Pastor,
que dirige una expedición en la zona.
El director de la organización Oceana en Europa, que se encuentra en el Golfo de México analizando el área del
vertido, ha explicado en respuesta a un cuestionario enviado a EFE que además del impacto directo del crudo en
el hábitat marino las especies sufren la adherencia del petróleo en su piel, la inhalación de compuestos químicos
y la obstrucción de las vías respiratorias.
Las especies más afectadas han sido los cetáceos, las tortugas y las aves, debido a que se acercan a la superficie
marina para poder respirar y alimentarse.
Pastor, que llegó al Golfo a principios de agosto junto con otros once científicos de Oceana, visita esta semana la
desembocadura del Mississipi, frente a las costas de Lousiana, donde han visto cientos de plataformas petroleras
y también barcos de arrastre de pesca de gamba en una zona prohibida para esta actividad.
El oceanógrafo ha añadido que el vertido ya no se detecta a simple vista humana, excepto en ciertas zonas y
marismas del delta del Mississipi.
En este sentido, ha recordado que un estudio de la Universidad de Georgia calcula en un 75 por ciento el crudo
que podría estar en los fondos marinos.
Ha destacado, asimismo, que hay una corriente de petróleo submarino de 40 kilómetros de longitud, que se
Inicia en el lugar de la catástrofe y que se dirige hacia el suroeste, a una profundidad de casi un kilómetro bajo
la superficie.
“A esas profundidades, la temperatura es de alrededor de cuatro grados, lo que hace que el petróleo se degrade
a velocidades diez veces menores que si estuviese en la superficie”, ha explicado Pastor.
Dada la cantidad de petróleo derramado -unos cinco millones de barriles- y la profundidad de 1.500 metros en
la que ocurrió el accidente, los expertos de Oceana calculan que los efectos del vertido se notarán entre los
próximos 20 y 100 años.
“Aunque cada vertido tiene características distintas, un estudio publicado recientemente ha revelado que los
marineros que limpiaron parte del vertido del ‘Prestige’ sufrieron cambios genéticos y problemas pulmonares
años después de la catástrofe”.
Además, ha advertido, la presencia de un centenar de plataformas petroleras en el Golfo de México incrementa
notablemente el riesgo de que vuelva a suceder un derrame.
“El peligro se extiende a otras zonas del mundo, como Alaska y la costa este de Estados Unidos, las del
Mediterráneo, concretamente las del mar de Alborán y de la Comunidad Valenciana, donde existen proyecto
de
plataformas petrolíferas, igualmente vulnerables a accidentes”, ha afirmado Pastor.
Los integrantes de la expedición de Oceana han utilizado un robot submarino que puede llegar hasta 300 ó 400
metros y que ha permitido documentar la existencia de plataformas petroleras abandonadas y cubiertas por
sedimentos.
El robot también ha ayudado a que los expertos registren la presencia de campos de rodolitos de maërl
(algas calcáreas de mucho valor ecológico) en colinas submarinas al oeste del delta del Misisipi, en una zona de
alimentación de tiburones ballena.
La próxima semana está prevista la llegada de un segundo robot, con el que pretenden alcanzar los mil metros
de profundidad.
Twitter: Oceana

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

SONHAR -SOÑAR

Hoy yo veo al final de mi rudo camino
que yo fui el arquitecto de mi propio destino;
que si extraje las hieles o la miel de las cosas,
fue porque en ellas puse hiel o mieles sabrosas:
cuando planté rosales, coseché siempre rosas.


Amado Nervo



NUNCA DEIXES DE SONHAR NEM DE SER VOCÊ MESMO PELOS DEMAIS.

Hoje vejo ao final de meu rude caminho
Que eu fui o arquiteto de meu próprio destino
Que se extraí o fel ou a mel das coisas
Foi porque pus nelas fel ou mel saboroso
Quando plantei rosais, coletei sempre rosas

domingo, 29 de agosto de 2010



Os 10 empregos do futuro


O futuro vem carregado de novos empregos e oportunidades de negócios, porém também vem carregado da necessidade de preparação para estes trabalhos.
Aqui expomos os 10 empregos mais procurados num futuro muito próximo


•Nanomédico: Os avanços em nanotecnología permitirão curar doenças com robôs desde dentro do corpo. O campo de atuação para médicos com alta qualificação tecnológica será imenso.

•Especialista em Avatares: Mais perto do que pensamos à ciência ficção, as pessoas disporão de seu “outro eu virtual” e haverá profissionais virtuais como professores ou pessoal de atenção ao público. Desenhar e criar estas identidades serão um trabalho muito demandado.

•Reciclador de Urânio: Ao filo do desarme faltarão profissionais que transformem as cabeças nucleares em combustíveis para centrais nucleares. Outro trabalho que demanda uma preparação muito complexa.

•Cirurgião de aumento de memória: Já está comprovado que é possível agregar memória extra a nosso cérebro mediante uma operação cirúrgica. Teremos mais adiante como os computadores um cérebro externo com porto USB.

•Bioinformático: Trabalho demandado hoje dia, já que estão sendo muito solicitadas para o estudo de genomas, proteínas e desenvolver fármacos. São cientistas que combinam conhecimentos de biologia com informática.

•Polícia de modificação do clima: Serão os encarregados de fiscalizar os atos que alteram os padrões climáticos. Também serão os encarregados de controlar e autorizar os lançamentos de foguetes de iodo de prata para provocar chuvas.

•Granjeiro de espécies transgênicas: Nós gostemos ou não, cada vez se requerem mais profissionais para a produção de animais geneticamente modificados.

•Jornalista de audiências segmentadas: Trabalho para profissionais do jornalismo que se encarregarão de criar noticias, entretenimento e informação adaptados a necessidades e interesses pessoais.

•Advogado global: Com o desenvolvimento de internet os advogados poderão assessorar a través da rede a clientes de todo o mundo cobrando por isto.

•Arquiteto espacial: Já existem desenhos de estufas em Marte e colônias na lua. Especializar-se neste ramo suporá um trabalho constante para nosso futuro.


Los 10 empleos del futuro

El futuro viene cargado de nuevos empleos y oportunidades de negocios, pero también viene cargado de necesidad de preparación para estos trabajos.
Aquí mostramos los 10 empleos más demandados en un futuro muy próximo


Nanomédico: Los avances en nanotectonología permitirán curar dolencias con robots desde dentro del cuerpo.El campo de actuación para médicos con alta cualificación tecnológica será inmenso.

•Especialista en Avatares: Más cercano de lo que pensamos a la ciencia ficción, las personas dispondrán de su “otro yo virtual” y habrá profesionales virtuales como profesores o personal de atención al público. Diseñar y crear estas identidades será un trabajo muy demandado.

•Reciclador de Uranio: Al hilo del desarme harán falta profesionales que tranformen las cabezas nucleares en combustibles para centrales atómicas. Otro trabajo que requiere una preparación muy completa.

•Cirujano de aumento de memoria: Ya está comprobado que es posible añadir memoria extra a nuestro cerebro mediante una operación quirúrgica.¿ Tendremos más adelante como los ordenadores un cerebro externo con puerto USB?

•Bioinformático: Trabajo demandado hoy día, ya que están siendo muy solicitados para el estudio de genomas, proteínas y desarrollar fármacos. Son científicos que combinan conociemientos de biología con informática.

•Policía de modificación del clima: Serán los encargados de fiscalizar los actos que alteran los patrones climáticos. También serán los encargados de controlar y autorizar los lanzamientos de cohetes de yodo de plata para provocar lluvias.

•Granjero de especies transgénicas: Nos guste o no nos guste, cada vez se requieren más profesionales para la producción de animales genéticamente modificados.

•Periodista de audiencias segmentadas: Trabajo para profesionales del periodismo que se encargarán de crear noticias, entretenimiento e información adaptados a necesidades e intereses personales.

•Abogado global: Con el desarrollo de internet los abogados podrán asesorar a través de la red a clientes de todo el mundo cobrando por ello.

•Arquitecto espacial: Ya existen diseños de invernaderos en Marte y colonias en la luna. Especializarse en ésta rama te supondrá un trabajo sin paro para nuestro el futuro.

sábado, 28 de agosto de 2010

PARABENS!!!

RSE


Sustentabilidade e o Relatório Stern

O setor do transporte se "afoga" entre emissões poluentes e suspende a luta climática
Volkswagen e Toyota respondem à pressão institucional advogando pela movilidade elétrica e os fornecedores “limpos”
Carbon Disclosure Project insta às companhias a melhorar seus planos meio-ambientais

Por Beatriz Lorenzo.-

Falar de câmbio climático é falar também de batatas quentes que voam a grande velocidade dumas mãos a outras, da desídia institucional e da indiferença; é falar de obstinação e de fracassos internacionais como o acontecido depois das reuniões da Cume de Copenhague. E, sem embargo, o inimigo se faz cada vez mais forte e supõe uma ameaça constante para a saúde e a sobrevivência do planeta e a população. Depois de sua bem sucedida publicação em 2006, o Relatório Stern há conseguido dotar ao fenômeno climático de pessoalidade econômica, mais além de seu impacto meramente ambiental e sobre a saúde. Entre as conclusões do documento têm levantado não pouca poeira os dados que asseguram que se necessita um investimento equivalente ao 1% do PIB mundial para mitigar os efeitos do câmbio climático e que de não se fazer dito investimento o mundo se exporia a uma recessão que poderia atingir o 20% do PIB global. O relatório também sugere a imposição de “eco-taxas” para minimizar os desequilíbrios socioeconômicos e afirma que “nossas ações nas próximas décadas podem implicar o risco duma interrupção da atividade econômica e social durante o resto deste século e o seguinte, duma escala parecida à das grandes guerras e a Grande Depressão”.
Está, por tanto, sobradamente justificada a necessidade de que os diversos sectores econômicos tomem as rédeas dum corcel que leva já demasiado tempo desbocado, já não somente por razões de simples proteção meio-ambiental senão atendendo também aos impactos econômicos. E a realidade é que a pesar do patente descenso dos últimos meses nas emissões poluentes da indústria e os transportes a nível mundial- algo que tem muito a ver com os estragos da crise econômica- as emissões seguem sendo demasiadas, tal e como reflete um recente informe de Carbon Disclosure Project que revela que a maioria das empresas de transporte não se adaptam aos riscos e oportunidades que exige o câmbio climático.
NECESIDADE DE TRANSPARENCIA
O organismo insta assim ao setor do transporte a intensificar seus esforços à hora de frear as emissões de carbono, trás os devastadores resultados do estudo que encontrou que menos dos 40% das grandes companhias tem posto em andamentos planos de redução de carbono. Um fracasso quanto menos surpreendente se temos em conta que o setor do transporte gera os 13% das emissões mundiais de gases de efeito estufa e os 60% do consumo de petróleo nos países desenvolvidos.
Nesta ordem de coisas, a desídia demonstrada pelo setor a horas de acometer ações ambientais contrasta fortemente com as potentes campanhas de publicidade que costumam por o acento no teórico baixo potencial contaminante dos automóveis. Como claro exemplo de publicidade “enganosa” muito habitual merece destacar-se o tratamento publicitário do sistema híbrido como “mecanismo limpo”, pese a que na realidade este sistema segue sendo contaminante embora o seja menos que os sistemas convencionais.
Ante a situação, a aposta institucional se dirige uma vez mais ao terreno da transparência. Fazendo sua a premissa de “maior transparência, maior controle”, a Agência Européia de Meio Ambiente (EEA) e a Comissão Européia, tem apresentado faz uns meses uma ferramenta interativa que permite deixar à vista pública os dados sobre emissões contaminantes, assim como o volume e a classe de resíduos dos complexos industriais europeu, já seja poluentes do solo, o ar e água. Uma decisão que, junto com publicações como o recente estudo de Carbon Disclosure Project, põe em evidencia a necessidade de que as companhias superem sua abulia para re-dirigir seus modelos de negócio à proteção meio-ambiental.
FORNECEDORES LIMPOS
Dentre os gigantes empresariais que tem reagido às advertências institucionais destacam os casos de Toyota e Volkswagen, que tem apresentado recentemente ações encaminhadas a reduzir a contaminação, que complementam e renovam os programas de ação ambiental recolhidos na documentação corporativa de ambas as empresas. No caso da empresa alemã, se há levado a cabo na China a firma dum acerto pelo que a companhia aportara dados, experiência e seus conhecimentos no desenvolvimento de mobilidade elétrica. A- través deste projeto se desenvolverão estratégias sobre como a mobilidade elétrica pode reduzir a pressão sobre o meio ambiente derivada da polução e o ruído, especialmente nas grandes cidades. A iniciativa se centrará na análise do impacto meio-ambiental de diferentes meios de transporte, assim como em assegurar soluções desenvolvidas em vários campos.
Por sua parte, e trás um estudo piloto dum ano em Grã Bretanha Toyota há despregado seu Plano Ambiental a sua ampla rede de distribuidores, assumindo o objetivo de reduzir significativamente as emissões de CO2 na cadeia de subministro da companhia. O plano está estruturado de modo que os benefícios revertam a Toyota, seus distribuidores, e a comunidade em geral, obedecendo ao significado essencial do investimento responsável.
A aposta da Toyota supõe um passo adiante na árdua tarefa de lutar pela redução das emissões na cadeia de subministro. E é que na maioria dos setores econômicos ainda persistem graves problemas tais como o enorme potencial contaminante das atividades integradas na cadeia de subministro, tais como o transporte de carga. As armas surgidas para lutar contra este problema são ainda escassas, porém destacam os bônus de carbono que funcionam de forma que uma empresa que não possa eliminar ou reduzir a poluição durante seu processo produtivo o de manejo de compras, colabore a través destes bônus com iniciativas de outras companhias que sim possam aportar programas em prol do meio-ambiente.
Como ferramenta ótima para melhorar a sustentabilidade da cadeia de subministro de todos os setores econômicos em geral se destaca também os relatórios cada vez mais interativos e completos. Assim, a Global Reporting Initiative (GRI) sustem que "apresentar relatórios" pode ser uma parte da resposta à gestão sustentável das cadeias de subministro, e da promoção da responsabilidade empresarial nos fornecedores.

Sostenibilidad y el informe Stern (espanhol)

El sector del transporte se "ahoga" entre emisiones contaminantes y suspende en la lucha climática
Volkswagen y Toyota responden a la presión institucional abogando por la movilidad eléctrica y los proveedores “limpios”
Carbon Disclosure Project insta a las companies a mejorar sus planes medioambientales
Beatriz Lorenzo.-
Hablar de cambio climático es hablar también de patatas calientes que vuelan a gran velocidad de unas manos a otras, de desidia institucional y de indiferencia; es hablar de obstinación y de fracasos internacionales como el acontecido tras las reuniones de la Cumbre de Copenhague. Y, sin embargo, el enemigo se hace cada vez más fuerte y supone una amenaza constante para la salud y la supervivencia del planeta y la población. Tras su sonada publicación en 2006, el Informe Stern ha conseguido dotar al fenómeno climático de personalidad económica, más allá de su impacto meramente ambiental y sobre la salud. Entre las conclusiones del documento han levantado no poca polvareda los datos que aseguran que se necesita una inversión equivalente al 1% del PIB mundial para mitigar los efectos del cambio climático y que de no hacerse dicha inversión el mundo se expondría a una recesión que podría alcanzar el 20% del PIB global. El informe también sugiere la imposición de ecotasas para minimizar los desequilibrios socioeconómicos y afirma que “nuestras acciones en las décadas inmediatamente venideras pueden implicar el riesgo de una disrupción de la actividad económica y social durante el resto de este siglo y el siguiente, de una escala parecida a la de las grandes guerras y la Gran Depresión”.
Está, por tanto, sobradamente justificada la necesidad de que los diversos sectores económicos tomen las riendas de un corcel que lleva ya demasiado tiempo desbocado, ya no solamente por razones de simple protección medioambiental sino atendiendo también a los impactos económicos. Y la realidad es que a pesar del patente descenso de los últimos meses en las emisiones contaminantes de la industria y los transportes a nivel mundial- algo que tiene mucho que ver con los estragos de la crisis económica-las emisiones siguen siendo demasiadas, tal y como refleja un reciente informe de Carbon Disclosure Project que revela que la mayoría de las empresas de transporte no se adaptan a los riesgos y oportunidades que plantea el cambio climático.
NECESIDAD DE TRANSPARENCIA
El organismo insta así al sector del transporte a intensificar sus esfuerzos a la hora de frenar las emisiones de carbono, tras los devastadores resultados del estudio que encontró que menos del 40% de las grandes compañías ha puesto en marcha planes de reducción de carbono. Un fracaso cuanto menos sorprendente si tenemos en cuenta que el sector del transporte genera el 13% de las emisiones mundiales de gases de efecto invernadero y el 60% del consumo de petróleo en los países desarrollados.
En este orden de cosas, la desidia demostrada por el sector a la hora de acometer acciones ambientales contrasta fuertemente con las potentes campañas de publicidad que suelen poner el acento en el teórico bajo potencial contaminante de los automóviles. Como claro ejemplo de publicidad “engañosa” muy habitual merece destacarse el tratamiento publicitario del sistema híbrido como “mecanismo limpio”, pese a que en la realidad este sistema sigue siendo contaminante aunque lo sea menos que los sistemas convencionales.
Ante la situación, la apuesta institucional se dirige una vez más al terreno de la transparencia. Haciendo suya la premisa de “a mayor transparencia, mayor control”, la Agencia Europea de Medio Ambiente (EEA) y la Comisión Europea, han presentado hace unos meses una herramienta interactiva que permite dejar a la vista pública los datos sobre emisiones contaminantes, así como el volumen y la clase de desechos de los complejos industriales europeo, ya sea contaminantes del suelo, el aire o el agua. Una decisión que, junto con publicaciones como el reciente estudio de Carbon Disclosure Project, ponen en evidencia la necesidad de que las compañías superen su abulia para redirigir sus modelos de negocio a la protección medioambiental.
PROVEEDORES LIMPIOS
De entre los gigantes empresariales que han reaccionado a las advertencias institucionales destacan los casos de Toyota y Volkswagen, que han presentado recientemente acciones encaminadas a reducir la contaminación, que complementan y remozan los programas de acción ambiental recogidos en la documentación corporativa de ambas empresas. En el caso de la empresa alemana, se ha llevado a cabo en China la firma de un acuerdo por el que la compañía aportará datos, experiencia y sus conocimientos en el desarrollo de movilidad eléctrica. A través de este proyecto se desarrollarán estrategias sobre cómo la movilidad eléctrica puede reducir la presión sobre el medio ambiente derivada de la polución y el ruido, especialmente en las grandes ciudades. La iniciativa se centrará en el análisis del impacto medioambiental de diferentes medios de transporte, así como en asegurar soluciones desarrolladas en varios campos.
Por su parte, y tras un estudio piloto de un año en Gran Bretaña Toyota ha desplegado su Plan Ambiental a su amplia red de distribuidores, asumiendo el objetivo de reducir significativamente las emisiones de CO2 en la cadena de suministro de la compañía. El plan está estructurado de modo que los beneficios reviertan a Toyota, sus distribuidores, y la comunidad en general, obedeciendo al significado esencial de la inversión responsable.
La apuesta de Toyota supone un paso adelante en la ardua tarea de luchar contra la reducción de emisiones en la cadena de suministro. Y es que en la mayoría de sectores económicos todavía persisten graves problemas tales como el enorme potencial contaminante de actividades integradas en la cadena de suministro, tales como el transporte de carga. Las armas surgidas para luchar contra este problema son todavía escasas pero destacan los bonos de carbono que funcionan de forma que una empresa que no pueda eliminar o reducir la contaminación durante su proceso productivo o de manejo de mercancía, colabore a través de estos bonos con iniciativas de otras compañías que sí puedan aportar programas en pro del medioambiente.
Como herramienta óptima para mejorar la sostenibilidad de la cadena de suministro de todos los sectores económicos en general destacan también los reportes cada vez más interactivos y completos. Así, la Global Reporting Initiative (GRI) sostiene que "presentar informes" puede ser una parte de la respuesta a la gestión sostenible de las cadenas de suministro, y de la promoción de la responsabilidad empresarial en los proveedores.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

RSE




¿Cómo debe actuar un Community Manager de RSE?
Publicado por Fernando Legrand

11 Agosto, 2010

La figura del Community Manager (o Gestor de Comunidades Online) viene en firme ascenso durante este 2010. Son nuevos puestos que se crean en las estructuras de comunicación de empresas y organizaciones para ser “la voz, los ojos y los oídos” en las redes sociales.
Y en un ámbito como el de la Responsabilidad Social, aún con cierto recelo por comunicar sus acciones, cada vez surge como más necesario profesionalizar el proceso de escucha activa en las redes.
A diferencia de otras estrategias, al comunicar RSE no estamos vendiendo un producto o acercando una promoción a nuestros seguidores en Facebook. Se trata, sobre todo, de hacer visibles nuestras buenas prácticas, otorgarle transparencia a la gestión, contarlo de primera mano y escuchar las opiniones sobre aquello que hacemos, e incluso, trabajar en un marco de colaboratividad con otros pares construyendo conocimiento.
Entre las empresas y organizaciones que ya están gestionando perfiles especiales de RSE en las redes sociales se encuentran dos errores básicos: O bien colocan a un becario para el puesto de CM; o contratan para este fin a una agencia de Social Media que conoce de todo… menos de RSE.
En este contexto es que surgen algunas preguntas:
¿El Community Manager (CM) debe ser alguien que esté dentro de la estructura de la organización?
¿Es preferible contratar a una agencia de Social Media?
¿En el ámbito específico de la RSE, qué cualidades deben tener?

Para tratar de dar respuestas a estas preguntas y ofrecer algunas claves de este trabajo cada vez más requerido, he consultado a Verónica Magán (CM de Fundación Venezuela Sin Límites); María José Calvimontes (CM de CapacitaRSE) y a Estefanía Salazar (CM de Fundación Venezolana para el Avance de la Ciencia -FundaVac-).

¿Cuál es la principal finalidad de un CM para una institución que promueve RSE?
Estefanía Salazar: Desde FundaVAC el community management nos ha servido para establecer vínculos estratégicos, identificar líderes, estimular la colaboratividad y difundir noticias y recursos de conocimiento. Así todo, nuestra gestión de community management está en pleno crecimiento y aprendizaje, básicamente porque hemos encontrado un reto singular: no todos nuestros grupos de interés tienen vida activa en la Web 2.0.
Verónica Magán: Dado que la Web 2.0 es el canal de comunicación natural de la Responsabilidad Social Empresarial (RSE), y que los Community Managers (CM) son la cara de las organizaciones en esta nueva era tecnológica, considero que los CM de la RSE deben ser, principalmente, honestos, colaboradores, dispuestos a compartir, y transparentes.
Esos valores se trasladan así a la organización que representamos y le contribuye en un mayor vínculo con sus públicos de interés.
María José Calvimontes: Un CM es el que CREA comunidad en forma responsable. No sólo importa el qué (que genere lazos) sino el cómo lo hace. Crea Conocimiento, estando al día de las últimas noticias y tendencias de su sector; Crea Responsabilidad, siendo honesto, transmitiendo información veraz y mencionando las fuentes; Crea Empatía, interesándose por su comunidad online y aprendiendo a “leer” sus emociones; Crea Asertividad, manifestando sus convicciones en nombre de la organización.
En CapacitaRSE, por nuestra naturaleza de ser un centro de educación online, la figura del CM es central para nuestro relacionamiento y para la construcción del conocimiento colectivo de RSE en las distintas redes sociales en las que tenemos presencia.
¿Cuál debe ser la “ubicación” del CM en la estructura organizacional?
En los tres casos de Fundación VSL, CapacitaRSE y FundaVAC, se encuentran dentro del área de comunicación, reportando directamente a las gerencias ejecutivas de cada organización.
Pero en estructuras más complejas pueden reportar directamente al Gerente de Comunicación.
¿Y si elegimos contratar una agencia de Social Media, qué ocurre?
Las agencias de Social Media son muy efectivas para este tipo de trabajos, porque cuentan entre su staff a profesionales que pasan más de 12 horas “enganchados” en las redes sociales (ya sea por trabajo o de modo personal). Conocen el terreno, conocen cómo generar una alta tasa de menciones, aseguran posicionamiento en Google, pero… no saben de RSE. Entonces, el principal problema es que a la hora de interactuar, y tener que responder una pregunta específica, pueden generar un problema de reputación (ya sea por acción u omisión).
No nos olvidemos que aún hablamos de un “nicho”, de algo muy específico que se va conociendo cada vez más pero que tiene su terminología particular y cuenta ya con una nutrida comunidad de expertos conversando.
Una solución para esto, sería tener un puente de comunicación directa entre el CM “externo” y gente del área de RSE. Pero las respuestas, en las redes sociales, no pueden tardar horas (o días) en responderse. Y el hecho de estar externalizado, puede jugar en contra.
Otra opción, sería la capacitación por parte de las agencias de Social Media, o bien por parte del equipo interno de la empresa que decida gestionar sus comunidades online.
Y una última, requerir un servicio de Social Media Management por parte de agencias o consultoras que cuenten con personal entendido en el tema. Sigue siendo una solución externa, pero convive con un CM interno.
¿Qué cualidades debe tener un CM de RSE?
María José Calvimontes: Siguiendo con la idea de que el Community Manager es alguien que CREA, considero que debe ser alguien con Compromiso (que esté identificado e involucrado con la RSE, que tenga Redacción (utilizando un lenguaje correcto y conozca la terminología específica), que Escuche (interactuando, no sólo actuando), y que tenga Apertura (valorando la diversidad de opiniones y esté dispuesto a aprender constantemente).
Además, debe ser alguien dispuesto a la Colaboración (que sepa moverse en el ámbito de lo 2.0), que entienda que se trata de Reciprocidad (que tenga como práctica diaria corresponder y agradecer), que trabaje con Entusiasmo (que sea capaz de evangelizar y atraer a la RSE y al entorno digital), y que tenga Afición (que le gusten las nuevas tecnologías para estar siempre a la vanguardia en su aplicación de comunicación de la RSE).
Verónica Magan: Los Community Managers de la RSE no sólo tienen la responsabilidad de difundir información de la organización y compartir con sus públicos, sino que también tienen la gran responsabilidad de hacer llegar los conceptos de la RSE a más personas. Debido a que son conceptos que rompen los esquemas tradicionales de las empresas, no es una labor fácil.
Por ende, el Community Manager debe trabajar en colaboración con su competencia, enviar mensajes sencillos, personales y amigables para que más y más personas entiendan lo que significa la RSE y generando valor a la Web 2.0.
Estefanía Salazar: La capacitación a los grupos de interés es vital, en mi opinión, para construir comunidades dinámicas que alimenten la labor del Community Manager, trabaje con empresas o con organizaciones sin fines de lucro y a su vez incentive iniciativas de Responsabilidad Social enmarcadas en el área. Invitaría a otras personas que ya se desempeñen como Community Managers -o aspiran a serlo- a que no rehúyan la posibilidad de ser acompañantes/docentes para que otros también hagan uso de las TIC.
Si te interesa más sobre este tema, te sugiero anotarte en el I Congreso Virtual de RSE que se realizará los próximos 23 y 24 de Septiembre, donde abordaré más detalles del universo de la RSE 2.0.
También se hará en Buenos Aires la Social Media Week y el 22/9 habrá un panel especial sobre RSE 2.0

Como deve atuar um Community Manager de RSE?
Autor: Fernando Legrand
11 Agosto, 2010
A figura do Community Manager (ou Gestor de Comunidades Online) vêm em firme ascensão durante 2010. São novos postos que se criam nas estruturas de comunicação de empresas e organizações para ser “a voz, os olhos e os ouvidos” nas redes sociais.
E num âmbito como o da Responsabilidade Social, ainda com certo receio por comunicar suas ações, cada vez surge como mais necessário profissionalizar o processo de escuta ativa nas redes.
A diferencia de outras estratégias, ao comunicar RSE não estamos vendendo um produto ou acercando uma promoção a os nossos seguidores em Facebook. Trata-se, sobre todo, de fazer visíveis nossas boas práticas, lhe outorgar transparência à gestão, contar-lo de primeira mão e escutar as opiniões sobre aquilo que fazemos, e incluso, trabalhar num marco de colaboratividade com outros pares construindo conhecimento.
Entre as empresas e organizações que já estão administrando perfis especiais de RSE nas redes sociais se encontram dois erros básicos: O bem colocam a um estagiário para o posto de CM; ou contratam para este fim a uma agencia de Social Media que conhece de todo… menos de RSE.
Neste contexto é que surgem algumas perguntas:
El Community Manager (CM) deve ser alguém que esteja dentro da estrutura da organização?
É preferível contratar a una agencia de Social Media?
No âmbito específico da RSE, que qualidades devem ter?

Para tratar de dar respostas a estas perguntas e oferecer algumas claves deste trabalho cada vez mais procurado, temos consultado a Verónica Magán (CM da Fundação Venezuela Sem Límites); María José Calvimontes (CM de CapacitaRSE) e a Estefanía Salazar (CM de Fundação Venezuelana para o Avanço da Ciência -FundaVac-).

Qual é a principal finalidade dum CM para uma instituição que promove RSE?
Estefanía Salazar: Desde FundaVAC o community management nos tem servido para estabelecer vínculos estratégicos, identificar líderes, estimular a colaboratividade e difundir noticias e recursos de conhecimento. Assim todo,nossa gestão de community management está em pleno crescimento e aprendizado, basicamente porque temos encontrado um desafio singular: não todos nossos grupos de interesse possuem vida ativa na Web 2.0.
Verónica Magán: Dado que a Web 2.0 é o canal de comunicação natural da Responsabilidade Social Empresarial (RSE), e que os Community Managers (CM) são o rosto das organizações nesta nova era tecnológica, considero que os CM da RSE devem ser, principalmente, honestos, colaboradores, dispostos a compartilhar, e transparentes.
Estes valores se trasladam assim à organização que representamos e lhe contribui em um maior vínculo com seus públicos de interesse.
María José Calvimontes: Um CM é o que CRIA comunidade em forma responsável. Não só importa o que (que gere laços) senão o como o faz. Cria Conhecimento, estando ao dia das últimas noticias e tendências de seu setor; Cria Responsabilidade, sendo honesto, transmitindo informação veraz e mencionando as fontes; Cria Empatia, interessando-se por sua comunidade online e apreendendo a “ler” suas emoções; Cria Assertividade, manifestando suas convicções em nome da organização.
Em CapacitaRSE, por nossa natureza de ser um centro de educação online, a figura do CM é central para nosso relacionamento e para a construção do conhecimento coletivo de RSE nas distintas redes sociais nas que temos presencia.
Qual deve ser o “posicionamento” do CM na estrutura organizacional?
Nos três casos de Fundação VSL, CapacitaRSE e FundaVAC, se encontram dentro da área de comunicação, reportando diretamente às gerencias executivas de cada organização.
Porém em estruturas mais complexas podem reportar diretamente ao Gerente de Comunicação.
E se escolhemos contratar uma agencia de Social Media que acontece?
As agencias de Social Media são muito efetivas para éste tipo de trabalhos, porque contam entre seu staff a profissionais que passam mais de 12 horas “enganchados” nas redes sociais (ja seja por trabalho ou de modo pessoal). Conhecem o terreno, conhecem como gerar uma alta taxa de menções, assegura posicionamento em Google, mas… não sabem de RSE. Então, o principal problema é que à hora de interatuar, e ter que responder uma pergunta específica, podem gerar um problema de reputação (já seja por ação u omissão).
Não esqueçamos que ainda falamos dum “nicho”, de algo muito específico que se vai conhecendo cada vez más porém que tem sua terminologia particular e conta já com uma nutrida comunidade de expertos conversando.
Uma solução para isto, seria ter uma ponte de comunicação direta entre o CM “externo” e gente da área de RSE. Mas as respostas, nas redes sociais, não podem tardar horas (ou dias) em se responder. E o fato de ser externo, pode jogar em contra.
Outra opção, seria a capacitação por parte das agencias de Social Media, ou bem por parte do equipe interno da empresa que decida administrar suas comunidades online.
E uma última, requerer um serviço de Social Media Management por parte de agencias ou consultoras que contem com pessoal entendido no tema. Segue sendo uma solução externa, mas convive com um CM interno.
Que qualidades deve ter um CM de RSE?
María José Calvimontes: Seguindo com a idéia de que o Community Manager é alguém que CRIA, considero que deve ser alguém com Compromisso (que esteja identificado e envolvido com a RSE, que tenha Redação (utilizando uma linguagem correta e conheça a terminologia específica), que Escute (interatuando, não só atuando), e que tenha Abertura (valorando a diversidade de opiniões e esteja disposto a aprender constantemente).
Além disso, deve ser alguém disposto à Colaboração (que saiba mover-se no âmbito do 2.0), que entenda que se trata de Reciprocidade (que tenha como prática diária corresponder e agradecer), que trabalhe com Entusiasmo (que seja capaz de evangelizar e atrair à RSE e ao entorno digital), e que tenha Afeição (que lhe gostem as novas tecnologias para estar sempre à vanguarda em sua aplicação de comunicação da RSE).
Verónica Magan: Os Community Managers da RSE não só tem a responsabilidade de difundir informação da organização e compartir com seus públicos, senão que também tem a grande responsabilidade de fazer chegar os conceitos da RSE a mais pessoas. Devido a que são conceptos que quebram os esquemas tradicionais das empresas, não é uma tarefa fácil.
Logo, o Community Manager deve trabalhar em colaboração com sua competência, enviar mensagens singelos, pessoais e amigáveis para que mais e mais pessoas entendam o que significa a RSE e gerando valor à Web 2.0.
Estefanía Salazar: A capacitação aos grupos de interesse é vital, em minha opinião, para construir comunidades dinâmicas que alimentem a labor do Community Manager, trabalhe com empresas ou com organizações sem fins de lucro e a sua vez incentive iniciativas de Responsabilidade Social enquadradas na área. Convidaria a outras pessoas que já se desempenhem como Community Managers -ou aspiram a ser-lo- a que não fujam da possibilidade de ser acompanhantes/docentes para que outros também façam uso das TIC.
Se te interessa mais sobre este tema, te sugiro anotar-te no I Congreso Virtual de RSE que se realizará os próximos 23 y 24 de Setembro, onde abordarei mais detalhes do universo da RSE 2.0.
Também se fará em Buenos Aires a Social Media Week e o 22/9 haverá um painel especial sobre RSE 2.0

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