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sábado, 25 de junho de 2011

PERSONAS TÓXICAS





El argentino Bernardo Stamateas clasifica 15 categorías de 'personas tóxicas'
Fuente: El Mundo - Luis Alemany | Madrid



Envidiosos, manipuladores, mediocres, neuróticos, agresivos, victimistas... ¿Por qué sois así? La bajeza humana es un tema clásico en la literatura y en la filosofía. Ahora, el psicólogo argentino Bernardo Stamateas la clasifica en 'Gente tóxica' (Ediciones B), un ensayo que tiene dos partes de autoayuda (su propósito es dotar al lector de herramientas con las que defenderse de los malvavados con los que tiene que convivir) y una parte de reflexión: ¿qué es eso de ser mala gente? ¿Y cuánta vileza es aceptable en nuestras vidas antes de pasar a la categoría de 'gente tóxica'?
Stamateas, que ha tomado el concepto de la estadounidense Lillian Glass, responde en un correo electrónico: "Lo que las une a todas las personas a las que calificamos de gente tóxica es la baja estima y el deseo de lastimar al otro para sentirse bien. Al ser 'adictos' emocionales, necesitan robar la 'energía' para sentirse vencedores y fuertes. Son personas que nos nivelan para abajo y nos meten miedo o culpa. Los tóxicos son personas que tienen un estilo de vida 'tóxico'. Todos tenemos rasgos tóxicos en algún momento de nuestra vida, pero la manera de pensar de esta gente es perturbar a determinadas personas".
"Todos venimos 'gallados de fábrica'", continúa Stamateas, "y en algún momento aparecen comportamientos de envidia, de agresión o de crítica. Pero son ocasionales y de corta duración. El tóxico, por otro lado, lo vive como un objetivo: es una necesidad que tiene, un deseo de que el otro esté mal, que le produce una sensación de triunfo interno".
Y, sin saber mucho de psiquiatría, ¿no tiene eso que ver con la definición de psicopatía? "El psicópata es una persona que no respeta los límites, no tiene culpa, no siente angustia de sus conductas: el otro es una cosa, un objeto para ser usado y descartado. Al no sentir culpa ni angustia no tiene remordimientos a menos que llore como estrategia. Esta falta total de empatía hace 'cosificar' al otro como 'algo' y no alguien. Han perdido la claridad de lo bueno y lo malo. Todas las conductas, para ellos, son relativas: mentir, engañar, robar, estafar. Si sirven a sus propósitos las utilizan sin ningún miramiento".
La diferencia puede estar en el origen. "Nosotros somos seres culturales, familiares, psicológicos y espirituales. Nuestros comportamientos se aprenden a lo largo del tiempo bajo estas influencias poderosas: aprendemos a amar, comunicarnos, relacionarnos... Cuando internamente tenemos frustraciones, heridas del pasado, broncas guardadas, recuerdos no sanados, pueden transformarse en una 'necesidad' de lastimar a los demás... Por ejemplo, el agresivo es otra categoría que tiene que ver más con una conducta donde la persona vive enojada porque el enojo le hace sentir fuerte y necesita descalificar y agredir por su enorme inseguridad interna. Así podríamos seguir con otras categorías de tóxicos: chismoso, quejoso, envidioso".

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Meus diálogos com a vaca.








Oi vaca, tudo bem?
Você sabe o que é reputação?
Não vai responder? Bom a seguir lhe informarei...
reputação.(RAE)
(Del lat. reputatĭo, -ōnis).
1. f. Opinião ou consideração que se tem de alguém ou algo.
2. f. Prestigio ou estima em que se tem por alguém ou algo.
reputação (Aurelio)
(Do lat. reputatione)
1.- Ato ou efeito de reputar-se.
2.- Fama, celebridade, renome.
As empresas e as pessoas adoram ser bem reputadas, para poderem ser bem sucedidas. Como diz a Lift Consulting:
“O que é a Reputação?
Reputação é o conjunto agregado de percepções que as pessoas têm de indivíduos ou organizações, que são formadas através das experiências pessoais, das mensagens retidas, bem como das conversas de terceiros a que estão expostas. No que diz respeito às organizações, a reputação resulta de percepções e interpretações dos stakeholders em relação às ações passadas e futuras dessas empresas. Por essa razão, os stakeholders tendem a apoiar mais ou menos uma empresa, consoante as percepções que têm desta: estão mais aptos a comprar produtos/ serviços de empresas em quem confiam a trabalhar para empresas que respeitam e a recomendar empresas de quem gostam. No geral, a reputação de uma empresa é influenciada pela experiência pessoal dos stakeholders no contato com a comunicação e iniciativas de relações públicas da empresa, pela imagem transmitida pelos órgãos de comunicação social, assim como pela estrutura e estratégia internas da empresa. Na verdade, todas as faces da empresa são possíveis emissores de mensagens e todas elas capazes de provocar diferentes percepções e interpretações que, com maior ou menor impacto, estão diariamente construindo a reputação da empresa. Se considerarmos que a marca é a promessa da empresa, então a reputação será construída através de uma resposta eficaz no cumprimento da promessa. Nesse sentido, podemos dizer que a empresa detém uma marca, mas que a reputação é detida pelos stakeholders. Neste seguimento, e segundo nos diz o Reputation Institute, sabemos hoje que a reputação de uma empresa é construída pelos seus stakeholders através da valorização de sete dimensões chave: Produtos e Serviços, Inovação, Desempenho Financeiro, Responsabilidade Social, Ambiente de Trabalho, Visão e Liderança e Governo de Sociedade. Além das dimensões mais valorizadas pelos stakeholders para uma determinada empresa, um estudo de reputação avalia os sentimentos de confiança, admiração e estima que os stakeholders revelem pela empresa em causa.”
Bom, isso foi na antiguidade... Agora não é mais assim.
Toda demanda do mercado, devidamente estudada, gera um produto, não?
E um produto gera um negócio...

Grã Bretanha / Um negócio crescente
Auge das "fábricas de reputação"
Cada vez são mais as consultoras britânicas que "constroem" a imagem de seus clientes, sobre tudo através das redes sociais

Sábado 18 de junho de 2011
Graciela Iglesias - Para LA NACION
LONDRES. - Aqueles que ainda acreditam como Sócrates, que o melhor modo de adquirir boa reputação é "se esforçando em ser o que se deseja parecer" podem, após ler este artigo, sair em procura de sua própria dose de cicuta.
Porque o bom nome e a fama parecem haver se convertido aqui em artigos que firmas especializadas fabricam e vendem ao gosto e medida de seus clientes. Assim revelou, há algumas semanas o The Times, numa série de artigos que revelam tanto o auge das "agencias de reputação" como a forma engenhosa e lucrativa como elas operam.
Sua clientela abrange tanto a famosos que pagam até 60.000 dólares por mês para aparecer ou desaparecer (como nos casos de escândalos) das capas dos jornais, quanto donos de hotéis, autores de livros e incluso acadêmicos que abonam 48 centavos de dólar por cada recomendação favorável ou desfavorável (se aponta um rival) transmitida por Internet.
O jornal assegura saber da identidade de pelo menos cinco figuras públicas importantes na Grã Bretanha que utilizam esses serviços. A lista inclui um escritor, um político conservador (ambos com relações extra maritais), dois atores e um esportista, que pagaram a uma prostituta para ter relações sexuais apesar de serem casados.
Seus nomes ainda não são conhecidos porque as "agencias de reputação" contam com equipes de advogados prontos para iniciar ação legal por injuria e calúnia contra qualquer pessoa que apresente uma mínima ameaça à reputação de seus clientes. Em algumas ocasiões, essas firmas conseguiram que os tribunais aprovassem uma "ordem de restrição informativa" pela qual se proíbe mencionar a existência de restrição.
Chris Angus, fundador de Warlock Media, confirmou que os atores e o esportista em questão, pagam à sua consultora entre 15.000 e 30.000 dólares a cada quinze dias, para impedir a publicação de suas escapadas sexuais. "Um não pode evitar que um incidente aconteça, porém um sim pode conseguir que se mantenha oculto. E com isso não me envergonho em dizer que somos muito bem sucedidos", afirmou Angus.
O terreno onde essas firmas operam com maior liberdade é na Internet. Seu método consiste em abrir centenas de contas com nomes falsos em redes sociais como Facebook, Twitter e YouTube.
Toda vez que aparece algo potencialmente humilhante para um de seus clientes nesses meios, a agência cria páginas de Internet com conteúdo favorável e lança ao mesmo tempo um bombardeio de mensagens positivas. Fazem isso mediante o uso combinado de pessoas contratadas para essa missão, assim como programas de computação que simulam "conversações online " entre seres humanos.
Isso tende a recolocar a má notícia ao final dos listados em Google, Yahoo e outros "motores de busca" que utilizam um complicado algoritmo pelo qual se computa o número de citações, vínculos, intercâmbios e visitas realizadas a uma página de Internet para determinar sua posição no ranking informativo. O mesmo método é empregado para criar uma impressão favorável.
Nathan Barker, diretor de Reputation 24/7, assegura haver aberto mais de 2000 contas falsas em distintas redes sociais desde que sua firma começou a operar em 2008. Seus clientes mais fiéis são três multinacionais e duas companhias que operam na Bolsa de Londres, das quais recebe 10.000 dólares por mês.
O serviço oferecido aos autores e acadêmicos é ainda mais sofisticado. Chris Angus diz contar com um "exército" de colaboradores aos quais lhes pagam para que comprem os livros de seus clientes e escrevam comentários favoráveis para converter suas obras em best sellers . "O pacote completo, incluída a construção e a manutenção de boas críticas, custa entre 5000 e 15.000 dólares", destacou.
Angus lembrou o papelão protagonizado por Orlando Figes, professor de História do Birkbeck College na Universidade de Londres, que teve que se desculpar e indenizar seus rivais logo que foi descoberto que ele era o autor de comentários que qualificava seu trabalho como "fascinante" e o do restante de seus colegas como "horrível". Para o fundador de Warlock Media, o erro de Figes consistiu em "não haver confiado o trabalho a profissionais".

Vaca..., será só na Grã Bretanha?


FABIO MORÁBITO




“Desconfío de los escritores que tienen claro lo que van a decir”
El autor recrea en sus textos una calma perturbadora con personajes obsesivos y perdedores.
POR PATRICIA KOLESNICOV - pkolesnicov@clarin.com


Fuente: Clarín – Ñ – Revista de Cultura


No se pierdan a Fabio Morábito. Si nunca lo escucharon nombrar, lean la nota hasta el final y conózcanlo desde hoy. No se pierdan a esos perdedores que jamás entenderán qué les pasó. La observación del detalle conmovedor. Sus obsesivos. Su tranquilidad perturbadora. No se lo pierdan: quedamos en eso.
Es obligatorio decir que este escritor mexicano nació en Egipto y creció en Italia, que creció en italiano. Es obligatorio porque algo, cierta lentitud en su escritura, remite a quien no está cómodo con una lengua. La operación opuesta, si se quiere, al frenesí de Junot Díaz, ese inmigrante dominicano que hoy una de las promesas de las letras de los Estados Unidos, rey incómodo de sus dos idiomas.
¿En qué idioma piensa? En español.
¿Y en qué idioma insulta? Ahí tengo algunas preferencias por el italiano. Por ejemplo, la palabra “va fangulo”, es una palabra en el fondo bastante afectuosa.
Hace algunas semanas salió en el país Grieta de fatiga , un libro de cuentos de Morábito, publicado por Eterna Cadencia. Con perdedores, obsesiones, detalles, mucho engaño.
Ahora, desde el cuarto de su hijo en Ciudad de México, por teléfono, arrastrando una “erre”, dice que su preferido es un cuento en el que un escritor se niega a aceptar los cambios que le sugiere un corrector de estilo. “Es un fantasma el corrector de estilo”, dice. “Es un recordatorio de cómo en el lenguaje es imposible ser infalible”.
Redactar, dice, es fácil: hay un objetivo, se aprende una técnica, funciona. Escribir es otra cosa.
¿Cuál es la diferencia? En literatura hay tantas cosas que comunicar que el texto no puede comprometerse con ninguna. Entonces, se tiene que disfrazar de todas. Y la esperanza es que entre todas se diga algo tan profundo que el propio escritor no adivine qué es.
¿Como un médium, dice algo que no sabe qué es? Sí. Desconfío de los escritores que tienen claro lo que van a decir. Si tiene un plan y no se sale de él, lo siento sospechoso de ser un pésimo escritor.
¿Corrige mentalmente cuando lee a otros? A veces sí, pero si el texto me gana, ya no pienso en eso.
¿Qué hace que un texto pueda “ganarlo”? Justamente, poder desligarme del lenguaje, que parezca que eso no puede escribirse de otro modo. Eso pasa cuando uno está muy atrapado con su lectura y le permite a esa lectura no detenerse en nada. Yo quiero olvidarme de lo que está pasando en la superficie, quiero sentirme realmente en el viaje, como cuando está uno en un tren, el ruido de las ruedas, el traca–traca, pues uno deja de oírlo a los pocos minutos.
Olvidar el procedimiento.
Claro. Un autor que no te hace olvidar su procedimiento, su técnica, no te está emocionando, no te está seduciendo.
“Escribir es como un juego”, dice en el libro. “Escribir es robar”. Y ahora parece decir: “Escribir es seducir”. Algo del orden de la seducción aparece en la precisión de los detalles. Y en las especulaciones alrededor de ellos, como: “Si me pongo esta ropa él va a pensar...” ¿Está mostrando la construcción de sentido a partir de indicios, como en los relatos policiales? En el fondo, todos los cuentos son cuentos de terror, porque ocultan algo que uno no sabe, que es, por el simple hecho de haber sido ocultado, algo terrible. Siempre estamos buscando indicios, huellas, señales de algo que no se nos revela. La literatura descansa en eso. Siempre hay algo oculto, algo velado, que alguien trata de descubrir qué es.

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Recomendación del día

el femenino pilota es correcto
24/06/2011

El femenino pilota está bien formado y es correcto, aunque el uso aún prefiere la forma la piloto.

En las noticias relacionadas con el debut de Elena Rosell en la categoría Moto2 del campeonato de motociclismo se alude a esta corredora de distintas formas: «La piloto Elena Rosell se convertirá este fin de semana en la cuarta mujer que disputa una prueba puntuable del campeonato del mundo de Moto2»; «Elena Rosell, la mujer piloto que disputará una prueba de Moto2».

Pilota es un femenino correcto, aunque también puede emplearse la piloto, forma que corresponde al uso mayoritario.

La expresión que debe evitarse, indica esta institución, es la mujer piloto, del mismo modo que no se usa el hombre piloto: el sustantivo mujer resulta innecesario dado que el género ya está marcado por el artículo femenino la.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

LA ESQUINA DEL IDIOMA


LA ESQUINA DEL IDIOMA: GATILLAR
¿De dónde se deriva la palabra gatillar?

Proviene del idioma inglés: del sustantivo común trigger (gatillo, disparador [de pistola]) y del verbo to trigger (provocar, desencadenar).

Se introdujo en el idioma español aproximadamente por la década de los ochenta, según los ejemplos que están registrados en el banco de datos de la Real Academia Española, de los cuales transcribo uno:

Maturana, y Varela (1984): «...Es el observador quien desde su perspectiva externa los correlaciona; es él quien reconoce que la estructura del sistema determina sus interacciones al especificar qué configuraciones del medio pueden gatillar en él cambios estructurales;...». Real Academia Española: Banco de datos (CREA) [en línea]. Corpus de referencia del español actual. [11-06-2011].

Gatillar no consta en el Diccionario de la lengua española, de la Real Academia Española (RAE); posiblemente, porque la última edición es del 2001. Pero figura en obras recientes de la RAE y demás instituciones que pertenecen a la Asociación de Academias de la Lengua Española. Así, está en el Diccionario de americanismos (2010), cuyo artículo reproduzco:

gatillar.

I. 1. Oprimir el gatillo para disparar un arma de fuego. 2. Desencadenar alguien algo, dar inicio a un proceso, generalmente irreversible. 3. Accionar el gatillo de un arma de fuego. 4. Lanzar un proyectil un arma o una persona que dispara un arma. II. 1. Pagar con dinero.

De manera paralela a las acepciones que presenta el Diccionario de americanismos, en el uso cotidiano y popular tiene otros significados como ‘pagar una deuda’, ‘poner en movimiento’, ‘hacer saltar’, ‘provocar’; incluso, transmite connotaciones sexuales dependiendo del país y del contexto en que se emplee.

De gatillar se originaron otras voces como gatillador (hecho que desencadena o inicia algo), gatillante (cosa que desencadena o inicia un proceso), gatillero (pistolero, matón a sueldo) y gatillazo (golpe o ruido que se produce con el gatillo, cuando no sale el tiro).

¿«El internet» o «la internet»?

Para Jéssica Mora Peña y demás lectores interesados:

El sustantivo internet tiene género ambiguo: puede ser femenino o masculino; pero se recomienda que cuando se emplee con artículo o cualquier determinante, estos se escriban en femenino para que estén en concordancia con el género del nombre net (red) del que se originó.

Se usa como nombre propio o común. Por esta razón, su escritura oscila entre mayúscula y minúscula (la Internet, la internet); pero en el Diccionario panhispánico de dudas se indica que «en el uso mayoritario de todo el ámbito hispánico, se escribe con mayúscula inicial y sin artículo». Cáptese que esta frase no discrimina al grupo de hablantes que prefiere la forma en minúscula y con artículo.

FUENTES: CORPUS DE REFERENCIA DEL ESPAÑOL ACTUAL, DE LA REAL ACADEMIA ESPAÑOLA; DICCIONARIO DE AMERICANISMOS, DICCIONARIO PRÁCTICO DEL ESTUDIANTE, DICCIONARIO DE LA LENGUA ESPAÑOLA Y DICCIONARIO PANHISPÁNICO DE DUDAS, DE LA REAL ACADEMIA ESPAÑOLA Y LA ASOCIACIÓN DE ACADEMIAS DE LA LENGUA ESPAÑOLA.

Publicado 21/06/2011
Piedad Villavicencio Bellolio
www.eluniverso.com
Domingo, 19 de junio del 2011

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Recomendación del día



la expresión alerta de viaje no es propia del español

La expresión alerta de viaje, que se viene utilizando especialmente en las noticias procedentes de los EE. UU., es un calco de la inglesa travel alert que en español sería recomendación de no viajar.

Esta construcción es la que usan los Ministerios de Asuntos Exteriores para advertir a sus ciudadanos de que no viajen a otros países donde pueden correr peligro.

Así, en lugar de «EE. UU. emitió una alerta de viaje a Yemen», lo correcto (e inteligible) en español sería «EE. UU. recomendó no viajar al Yemen».

terça-feira, 21 de junho de 2011

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Recomendación del día



trimestre negro, día negro, no trimestre «negro», día «negro»

En muchas ocasiones los colores que acompañan a ciertos sustantivos sirven para indicar diferentes sentidos y sensaciones. El término negro, que en estos casos funciona como adjetivo, se suele emplear para transmitir que algo es o ha sido malo, trágico, desfavorable… o para inspirar piedad, terror, lástima o emociones similares.

Se debe escribir en redonda, no en cursiva ni entrecomillado.

Por otro lado, el Diccionario académico recoge diferentes acepciones de negro: ‘que es o se considera propio de los grupos étnicos caracterizados por este color de piel’ (arte negro, música negra…), ‘clandestino, ilegal’ (dinero negro), ‘dicho de una novela o del cine: que se desarrolla en un ambiente criminal y violento’ (novela negra, cine negro), ‘tabaco negro’ (cigarrillo negro).

Además, también aparece en otras expresiones como: lista negra, humor negro, leyenda negra, agujero negro, caja negra…

En todos estos casos, se recomienda escribir estas formas en redonda y, puesto que negro funciona como adjetivo, este debe concordar en género y número con el nombre al que acompaña: jornadas negras, semana negra, días negros, fin de semana negro, futuro negro, etc.

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