Translate

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

ImportaRSE - Florianópolis

Ética e RSE: um jogo de soma zero?

23 de Setembro de 2009 – por josep maría Lozano.

Se o olhamos com um pouco de distância, quiçá possamos afirmar que nunca como nos últimos anos expressões como "ética" e "responsabilidade social" se tem incorporado ao discurso sobre a empresa, seja ao nível do politicamente correto, seja indo mais além. Ainda em rigor estas preocupações pela ética e/ou a RSE não sejam uma novidade, sim o é sua presença crescente na opinião pública e no discurso empresarial. De todas as formas, neste processo se produziu, ao menos na Espanha, um fenômeno curioso, como é a constatação de que quanto mais se fala de responsabilidade social, menos se fala de ética empresarial. Quiçá a realidade espanhola pode ter peculiaridades próprias, mas a grandes rasgos não me parece radicalmente diferente das tendências que vemos em outros países. Em qualquer caso, este é um fenômeno que mereceria uma análise sociológica mais detalhada porque, a primeira vista, que ética e responsabilidade social se façam retoricamente a competência (com triunfo por goleada da segunda) pode que provoque certa perplexidade.

O arranque (ou a reativação) do discurso sobre a relevância dos valores morais na empresa se albergava na década de oitenta (e antes, claro está, mas em algum ponto há que cortar) baixo o amplo guarda-chuva da ética empresarial (BE, de Business Ethics). Esta foi uma aproximação dominante, que vinha de anos atrás, que pode verificar-se simplesmente atendendo aos títulos dos jornais e as associações ou redes acadêmicas que se fundaram naqueles anos: ética era o termo recorrente. O leitor haverá notado que a frase anterior está escrita em tempo passado, porque hoje podemos afirmar que aquela apoteose da preocupação pela BE coincidiu a sua vez, paradoxalmente, com a origem de seu declive (não da ética, senão da ética como termo de referência).

Que razões explicam este declive? Muitas e diversas, em minha opinião. Mas antes de apontar-las não olvidemos algo fundamental: que na pergunta pela ética empresarial latia a preocupação pelo sentido, a justificação e a legitimação axiológicos das práticas empresariais. E também a vontade de dispor de uma instancia crítica desde a qual questionar os excessos destrutivos que, no social, o cultural e o pessoal, geravam uma orientação ao benefício como exclusivo critério de orientação para a ação, ou o mercado como única referência coletiva reguladora. Mas, finalmente, a BE teve um sucesso mais que discreto, e sempre transitou com a dignidade do aristocrata arruinado, entre comentários sobre sua altíssima importância e necessidade, e lamentações sobre seu papel entre marginal no propositivo e supostamente corretor no excessivo.

Sem embargo, poderíamos intentar sinalar desordenadamente uns quantos rasgos que aclaram minimamente a progressiva impotência do discurso ético em um contexto empresarial que estava iniciando (sem saber-lo) o começo de seu galope desbocado rumo à globalização e a sociedade do conhecimento (por utilizar dois termos que nos facilitam a comodidade, quando os usamos, de acreditar que todos estão falando do mesmo).

•1. O discurso da ética parte duma matriz individual (ou referida a comportamentos pessoais) e não lhe resulta fácil abordar o que poderíamos denominar o sujeito-organização. Dito com outras palavras, o discurso ético está treinado para pensar à pessoa ou à sociedade, mas não à organização (e, quando o faz, o faz em função da pessoa ou da sociedade). E deve aprender a tratar com um novo sujeito emergente sobre o que pensar em clave axiológica, que é a organização, que põe em evidência que a ética está pensada para pensar sobre pessoas e sobre sistemas sociais, mas não sobre organizações.

•2. A BE responde inevitavelmente a um enfoque normativo - dedutivo. De fato, se fala sintomaticamente de éticas aplicadas, cujo suposto é a preexistência dum discurso axiológico (seja substantivo, seja metodológico) prévio à realidade à que quer aplicar-se, e que deveria submeter-se a ele. De fato, o problema de fundo das éticas aplicadas sempre tem sido o de aclarar quem lhe aplica o que a quem.

•3. O anterior nos leva a uma tópica, porem fundamentada, apreciação do ético como algo tremendamente abstrato. Neste qualificativo podem convergir posturas muito variadas, que podem ir desde a rejeição por parte de certo pragmatismo empresarial de todo o que não esteja à altura de seu vôo galináceo, até a deliberada confusão entre obscuridade e profundidade por parte de alguns mandarins da ética. Porem mais além de perfis desta categoria, nos encontramos habitualmente com um discurso ético que, como tal, pretende suster-se sobre si mesmo, e para o que o contexto (com toda sua ambigüidade) parece não ser mais que um mal necessário para poder expandir-se. Com o que o E o B da BE mais bem parecem dois pisos superpostos e claramente diferenciados; conseqüentemente, a BE se passa a vida indo acima e abaixo, sem parar em nenhuma parte. E assim se expandiu a sensação, que se repetia até a saciedade, que o BE era muito importante, mas que quando falava de ética não falava de empresa, e quando falava de empresa não falava de ética.

•4. Esta tensão entre falar da ação, mas não pensar desde a ação (ou, o que é o mesmo: pensar normativamente sobre a empresa desde instâncias exteriores à empresa) reforçou a sensação de que a BE falava em último término de questões muito importantes, mas que finalmente resultava –para quem estava imerso na ação- muito difícil saber de que falava.

•5. Finalmente, com freqüência a BE não achava o equilíbrio que postulava entre a clássica (e normalmente confusa na prática, para que negar-lo) distinção entre ética e moral, e em muitas ocasiões se confundia com - ou se vinculava a - doutrinas morais ou ideologias que propunham seu próprio discurso sobre a empresa. O que já resultava complicado em si mesmo, se agravava ante a consciência do novo pluralismo emergente tanto interno à empresa (que pode agrupar a pessoas que vivem sua própria vida desde opções morais diversas) como externo (quando as empresas se encontram com o desafio de que devem atuar baixos critérios axiológicos e operativos comuns em contextos culturais muito heterogêneos entre eles).

Assim, a qualquer observador não lhe queda mais remédio que constatar, em coerência com o enfoque de sociologia recreativa que adotei que ao declinar da BE lhe corresponde a presença ascendente da RSE. Como se na cultura empresarial e nos discursos axiológicos também funcionara um sistema de vasos comunicantes nos que, à medida que se fala menos de BE, se fala cada vez mais de RSE. Esta ascensão da RSE tem sua própria explicação, e a ela vou dedicar um próximo artigo.

Mas antes quero deixar aqui uma questão que, pessoalmente, me inquieta. A relação entre a RSE e a BE deve ser um jogo de soma zero? Muitas críticas ao supostamente limitado aporte da ética para a compreensão da realidade empresarial são pertinentes e razoáveis. Mas não será também uma escusa para renunciar no mundo empresarial a qualquer instância crítica, à exigência de fundamentação razoada, à legitimidade valorativa e à construção de sentido?

www.josepmlozano.cat

Read more: http://www.diarioresponsable.com/articulo/9623-etica-y-rse-iun-juego-de-suma-cero#ixzz0RwVxBaCF

TE OFEREÇO MINHAS DESCULPAS

Ofereço-te minhas desculpas...

Fonte: Cocrear Argentina. – Newsletter.

“… não me atrevi a dizer-lo, porque falar de amor é tabu e suspeito, mas quero dizer-lo de todos os modos: essa tendência à espontânea recorrência de interações que é o fundamento do social, se dá na dimensão do amor. Qualquer outra coisa é hipocrisia”

Humberto Maturana – "Transformação na convivência”

Oferecer-te minhas desculpas é minha forma de reconhecer que o que fiz e disse te há lastimado. Que certamente não tenho direito algum a lastimar-te ou a lastimar a outros, e mais que tudo e sobre tudo, que há poucas coisas –ainda que as vezes o esqueça- que me fazem tanto dano como lastimar às outras pessoas.

Oferecer-te desculpas é reconhecer-te “como legítimo outro”, como um ser que merece o melhor de mim, e é dar-te a conhecer que quero construir contigo a melhor relação possível.

Oferecer-te desculpas é aprender a construir um melhor espaço e uma melhor relação para que o melhor tenha lugar entre nós.

É dar-me conta que quero o melhor para ti; e também o melhor para mim. Porque em meu trato contigo, te ensino como quero que me trates.

E também porque o que considero bom para ti é o que considero bom para mim.

É parar-me no espaço de aprendizado constante, reconhecendo meus próprios erros, e abrindo espaços para que possas tu também reconhecer os próprios.

É fazer-me responsável de minhas próprias ações. É por meus valores adiante de meu orgulho...

É abrir minha mão...

É dar-me conta que não é o mesmo calar que dizer-lo, que desde cada uma dessas eleições criamos uma realidade muito diferente.

Ofereço-te desculpas em lugar de “Te peço Perdão”. Porque oferecê-las é um ato absolutamente meu que não depende de que tu me dês nada; é um ato que, de algum modo, começa e termina em meu oferecimento, está livre de depender da resposta que tu me dês para que eu me sinta em paz comigo.

Tanto o Coaching Ontológico como a inteligência emocional estabelecem suas bases para melhorar a comunicação e as relações com os outros.

Para lograr melhoras nas comunicações com os outros em qualquer âmbito é necessário branquear as comunicações, criar contextos que facilitem o estar e o fazer juntos.

Não é o mesmo dizer que não dizer.. nunca é o mesmo.

Ofereço-te minhas desculpas

É meu modo de criar um mundo diferente a partir de hoje

Oferecer desculpas é o começo, ainda que as vezes isso só não basta. Às vezes é necessário que de algum modo acione e repare o mal que causei…

Oferecer-te desculpas é meu mais sólido compromisso de que de hoje em adiante farei o necessário para não repetir aquilo que te há machucado *

Oferecer-te desculpas é ter presente que a cada momento –através da linguagem- gero realidade, crio um mundo novo para mim e para os outros…

Um abraço imenso

Graças por ler-me

Cristina

A propósito disso, aqui lhes copio este conhecido conto:

Conto: “pregando pregos”.

Esta é a historia de um rapaz que tinha muito mau caráter. Seu pai lhe deu uma bolsa de pregos e falou que cada vez que perdera a paciência, deveria pregar um prego detrás da porta. O primeiro dia, o garoto pregou 37 pregos detrás da porta. As semanas que seguiram, à medida que ele aprendia a controlar seu gênio, pregava cada vez menos pregos detrás da porta. Descobriu que era mais fácil controlar seu gênio que pregar pregos detrás da porta. Chegou o dia em que pode controlar seu caráter durante todo o dia. Depois de informar a seu pai, este lhe sugeriu que retirara um prego cada dia que lograra controlar seu caráter. Os dias passaram e o jovem pode anunciar a seu pai que não quedavam mais pregos para retirar da porta... Seu pai o tomou pela mão e o levou até a porta. Diz-lhe: "têm trabalhado duro, filho meu, mas olha todos esses furos na porta. Nunca mais será a mesma. Cada vez que tu perdes a paciência, deixas cicatrizes exatamente como as que aqui enxergas." Tu podes insultar a alguém e retirar o dito, porem do modo como o digas o devastará, e a cicatriz perdurará para sempre. “

De todo modo, é bom que te ofereça minhas desculpas

Como sempre te convido a compartir tuas reflexões, aprendizados, opiniões. Cada vez nos enriquecemos mais com os aportes que todos vamos fazendo dentro das News.

Te ofrezco mis disculpas...

Español

Fonte: Cocrear Argentina. – Newsletter.

“… no me he atrevido a decirlo, porque hablar de amor es tabú y sospechoso, pero quiero decirlo de todos modos: esa tendencia a la espontánea recurrencia de interacciones que es el fundamento de lo social, se da en la dimensión del amor. Cualquier otra cosa es hipocresía”

Humberto Maturana – "Transformación en la convivencia”

Ofrecerte mis disculpas es mi forma de reconocer que lo que hice y dije te ha lastimado. Que ciertamente no tengo derecho alguno a lastimarte o a lastimar a otros, y más que todo y sobre todo, que hay pocas cosas –aunque a veces lo olvide- que me hagan tanto daño como lastimar a las otras personas.

Ofrecerte disculpas es reconocerte “como legítimo otro”, como un ser que merece lo mejor de mi, y es darte a conocer que quiero construir contigo la mejor relación posible.

Ofrecerte disculpas es aprender a construir un mejor espacio y una mejor relación para lo que lo mejor tenga lugar entre nosotros.

Es darme cuenta que quiero lo mejor para ti; y también lo mejor para mí. Porque en mi trato contigo, te enseño cómo quiero que me trates. Y también porque lo que considero bueno para ti es lo que considero bueno para mi.

Es pararme en el espacio de aprendizaje constante, reconociendo mis propios errores, y abriendo espacios para que puedas tú también reconocer los tuyos.

Es hacerme responsable de mis propias acciones. Es poner mis valores por delante de mi orgullo...

Es abrir mi mano...

Es darme cuenta que no es lo mismo callarlo que decirlo, que desde cada una de esas elecciones creamos una realidad muy diferente.

Te ofrezco disculpas en lugar de “Te pido Perdón”. Porque ofrecértelas es un acto absolutamente mío que no depende de que tú me des nada; es un acto que, de algún modo, comienza y termina en mi ofrecimiento, está libre de depender de la respuesta que tú me des para que yo me sienta en paz conmigo.

Tanto el Coaching Ontológico como la inteligencia emocional establecen sus bases para mejorar la comunicación y las relaciones con los otros.

Para lograr mejoras en las comunicaciones con los otros en cualquier ámbito es necesario blanquear las comunicaciones, crear contextos que faciliten el estar y el hacer juntos.

No es lo mismo decir que no decir.. nunca es lo mismo.

Te ofrezco mis disculpas

Es mi modo de crear un mundo diferente a partir de hoy

Ofrecer disculpas es el comienzo, aunque a veces eso sólo no basta. A veces es necesario que de algún modo accione y repare el mal que he causado…

Ofrecerte disculpas es mi más sólido compromiso de que de hoy en adelante haré lo necesario para no repetir aquello que te ha lastimado *

Ofrecerte disculpas es tener presente que a cada momento –a través del lenguaje- genero realidad, creo un mundo nuevo para mí y para los otros…

Un abrazo inmenso

Gracias por leerme

Cristina

A propósito de eso, aquí les copio este conocido cuenta:

Cuento: “clavando clavos”.

Esta es la historia de un muchachito que tenia muy mal carácter. Su padre le dió una bolsa de clavos y le dijo que cada vez que perdiera la paciencia, debería clavar un clavo detrás de la puerta. El primer día, el muchacho clavó 37 clavos detrás de la puerta. Las semanas que siguieron, a medida que él aprendía a controlar su genio, clavaba cada vez menos clavos detrás de la puerta. Descubrió que era más fácil controlar su genio que clavar clavos detrás de la puerta. Llego el día en que pudo controlar su carácter durante todo el día. Después de informar a su padre, este le sugirió que retirara un clavo cada día que lograra controlar su carácter. Los días pasaron y el joven pudo anunciar a su padre que no quedaban mas clavos para retirar de la puerta... Su padre lo tomó de la mano y lo llevó hasta la puerta. Le dijo: "has trabajado duro, hijo mío, pero mira todos esos hoyos en la puerta. Nunca más será la misma. Cada vez que tú pierdes la paciencia, dejas cicatrices exactamente como las que aquí ves." Tú puedes insultar a alguien y retirar lo dicho, pero del modo como se lo digas lo devastará, y la cicatriz perdurará para siempre. “

De todos modos, es bueno que te ofrezca mis disculpas

Como siempre te invito a compartir tus reflexiones, aprendizajes, opiniones. Cada vez nos enriquecemos más con los aportes que todos vamos haciendo dentro de las News.

Desarrollo Sostenible - La Iniciativa de la Carta de la Tierra

Desarrollo Sostenible - La Iniciativa de la Carta de la Tierra

Shared via AddThis

DIA DO TRADUTOR


FELIZ DÍA DEL TRADUCTOR.

FELIZ DIA DO TRADUTOR.

Hoje 30 de setembro, se celebra o Dia Internacional do Tradutor, em homenagem a São Jerônimo que traduziu a Bíblia do hebraico ao latim e nasceu nessa data.

Vai um reconhecimento especial ao trabalho sério e responsável que cada tradutor realiza.

Cordiais Saudações.

Oscar

terça-feira, 29 de setembro de 2009

ImportaRSE - Florianópolis


Os Pecados Capitais da Responsabilidade Social Empresarial

Português – Espanhol.-

Escrito por Ezrhy Santamaría

25 de Setembro de 2009

Há cargos de consciência na prática da RSE. O valor de seus reditos é incalculável, mas quando a

estratégia não gera novas oportunidades se pode tornar num esbanjamento de recursos.

As iniciativas em responsabilidade social empresarial (RSE) são abundantes nas empresas

da região. Mas não obstante a boa intenção tem vícios como os famosos pecados capitais

que contravierem à virtude e que a empresa IBM, em sua consulta Leading a sustainable

Enterprise, (Liderando uma empresa sustentável) logrou detectar.

A maioria dos erros aponta a um comum denominador: informação sem estratégia. Os objetivos devem

coincidir com uma política e filosofia de negócios que envolva a toda a cadeia de valor e que responda

às necessidades do principal cliente: a sociedade. A seguir, os pecados capitais da RSE apurados na

consulta:

Pecado 1: Sem câmbios reais

“As empresas não estão recopilando e analisando toda a informação acerca da RSE, ou, em todo caso,

não o suficiente. Isso significa que não podem programar câmbios reais que possam aumentar a eficiência,

diminuir os custos, reduzir o impacto meio-ambiental e melhorar a reputação com os principais grupos de interesse”.

Pecado 2: Ineficiência e inconsistência

“Poucos estão coletando informação de RSE suficiente por parte de seus sócios na cadeia de

abastecimento global, perdendo uma grande oportunidade para reduzir a inconsistência, a ineficiência,

às despeças desnecessárias e o risco que pode surgir através duma rede de abastecimento global”.

Pecado 3: Não compreender as necessidades de seus clientes

A maioria ainda não entende as preocupações de seus principais grupos de interesse, em particular

os clientes, e não estão fazendo que eles formem parte ativa de seus objetivos de RSE. Isso significa que

não estão capturando um valioso conhecimento que poderia melhorar seus negócios e facilitar o acesso

a novas oportunidades”. O 65% da mostra opinou que as empresas ainda não entendem as preocupações

de seusclientes sobre questões de RSE. E o 37% não estão fazendo investigação no tema.

Pecado 4: Pensar na RSE como um custo e não como um objetivo de ingresso

“As atuais atividades e objetivos das empresas são contrários à curva de RSE, a qual recolhe a transição

do pensar a RSE como um custo ou redução do risco, a ser vista como um objetivo estratégico que brinda

novas fontes de ingresso para as companhias”.

Pecado 5: Pouca participação proativa

“Só a metade das empresas está participando de maneira proativa com as comunidades em suas iniciativas

de RSE, pelo que tem que melhorar para satisfazer as necessidades da sociedade”.

Pecado 6: Decisões estratégicas sem respaldo

Só 30% das empresas recopilam dados com a freqüência necessária para tomar decisões estratégicas que abordem as ineficiências em oito grandes categorias: carbono, água, energia, compras sustentáveis, normas laborais, composição da produção e ciclo de vida de produtos. O 24% recopila esta informação só uma

vez por mês e o 32% só uma vez por trimestre.

O positivo

Focalizemos as conclusões construtivas do estudo. A fonte informou que a pesar da crise, o 60% das

companhias acredita que a responsabilidade social é mais importante em seus objetivos estratégicos que

um ano atrás. Isto quer dizer que a RSE por se mesma é uma estratégia.

“Encontramos que o 87% das empresas está centrando suas atividades de RSE para reduzir seus custos,

e o 69% para criar novos fluxos de ingressos de maneira que há um enfoque sobre a RSE por estas razões”, sinalou a Mercados & Tendencias Jeffrey Hittner, líder de Responsabilidade Social Corporativa de IBM,

Global Business Services e autor da consulta Leading a sustainable Enterprise.

Mais competitivos e exitosos

A informação ante os sócios de negocio há sido una chave muito útil para que as empresas sejam mais competitivas. O simples fato de coletar-la de forma ideal representa uma ferramenta para que as empresas compreendam as preocupações de seus clientes em RSE.

“[As empresas] são também mais proativas na colaboração com os principais grupos de interesse e tem o

duplo de probabilidades de intercambiar informação abertamente com os sócios de negócio e os principais

grupos de interesse da mais alta importância no logro de seus objetivos de RSE”, agregou Hittner, pelo que assegurou que o êxito empresarial e a eficaz execução dos objetivos estratégicos da RSE estão intimamente ligados.

Se o 60% da amostra diz que a RSE é mais importante que faz um ano, é claro que “eles entendem

claramente a importância desta questão para o êxito de seus negócios”. Pelo tanto, cerrar a brecha da

informação com a execução de planos resulta conclusivo.

“As empresas que não coletam a informação correta não serão capazes de aperfeiçoar suas operações de

maneira eficaz, perdendo as oportunidades para reduzir os custos, reduzir ineficiências, os resíduos e o risco. Também carecem dos conhecimentos e retro-alimentação dos sócios comerciais, clientes e outros grupos de interesse sobre questões importantes e novas oportunidades”, agrega Hittner.

Do estudo de IBM se desprendem propostas para resolver estas carências. Primeiro, que as empresas devem identificar seus “vazios” de informação e necessidades de análise, pois de isto depende a tomada de decisões estratégicas.

Em segundo lugar, necessitam alinhar seus objetivos com os de seus grupos de interesse e, a continuação, priorizar. Os grupos de interesse requerem uma grande quantidade de informação, mas suas necessidades

não podem ser unicamente enfocadas desde um ponto de vista de negócios. As empresas necessitam recopilar informação que satisfaça seus objetivos de negócio e comunicar estes objetivos a seus grupos de interesse.

E finalmente, as empresas devem avaliar as melhores práticas e ter pontos de referencia clave para as

atividades de RSE. Necessitam participar em alianças que estejam desenvolvendo estas boas práticas e

pontos de referencia, segundo a fonte.

Desenvolver estas virtudes pode ser o começo para que alguns dos pecados capitais da RSE que rondam

pelas empresas sejam redimidos. Se as empresas não são assertivas com seu público, e a sociedade, estão

demais os esforços, as inversões e as boas intenciones.

Fonte: Juan Manuel Fernández - Revista Mercados & Tendencias, Edición Agosto-Septiembre 2009

Los Pecados Capitales de la Responsabilidad Social Empresarial

Escrito por Ezrhy Santamaría

Viernes 25 de Septiembre de 2009.

Hay cargos de conciencia en la práctica de la RSE. El valor de sus réditos es incalculable, pero cuando la estrategia no genera nuevas oportunidades se puede tornar en un derroche de recursos.

Las iniciativas en responsabilidad social empresarial (RSE) son abundantes en las empresas de la región. Pero por más buena intención, hay vicios como los famosos pecados capitales que contravienen a la virtud y que la empresa IBM, en su encuesta Leading a sustainable Enterprise, logró detectar.

La mayoría de los yerros apunta a un común denominador: información sin estrategia. Los objetivos deben coincidir con una política y filosofía de negocios que involucre a toda la cadena de valor y que responda a las necesidades del principal cliente: la sociedad. A continuación, los pecados capitales de La

RSE arrojados en la encuesta:

Pecado 1: Sin cambios reales

“Las empresas no están recopilando y analizando toda la información acerca de la RSE, o, en todo caso, no lo suficiente. Eso significa que no pueden implementar cambios reales que puedan aumentar la eficiencia, disminuir los costos, reducir el impacto medioambiental y mejorar la reputación con los principales grupos de interés”.

Pecado 2: Ineficiencia e inconsistencia

“Pocos están recogiendo información de RSE suficiente por parte de sus socios en la cadena de abastecimiento global, perdiendo una gran oportunidad para reducir la inconsistencia, la ineficiencia, el gasto innecesario y el riesgo que puede surgir a través de una red de abastecimiento global”.

Pecado 3: No comprender las necesidades de sus clientes

“La mayoría todavía no entiende las preocupaciones de sus principales grupos de interés, en particular los clientes, y no están haciendo que ellos formen parte activa de sus objetivos de RSE. Eso significa que no están capturando un valioso conocimiento que podría mejorar sus negocios y facilitar el acceso a nuevas oportunidades”. El 65% de la muestra opinó que las empresas todavía no entienden las preocupaciones de sus clientes sobre cuestiones de RSE. Y el 37% no está haciendo investigación en el tema.

Pecado 4: Pensar en la RSE como un costo y no como un objetivo de ingreso

“Las actuales actividades y objetivos de las empresas son contrarios a la curva de RSE (en la ilustración), la

cual recoge la transición del pensar la RSE como un costo o reducción del riesgo, a ser vista como un

objetivo estratégico que brinda nuevas fuentes de ingreso para las compañías”.

Pecado 5: Poca participación proactiva

“Solo la mitad de las empresas está participando de manera proactiva con las comunidades en sus iniciativas

de RSE, por lo tienen que mejorar para satisfacer las necesidades de la sociedad”.

Pecado 6: Decisiones estratégicas sin respaldo

Solo 30% de las empresas recopila datos con la frecuencia necesaria para tomar decisiones estratégicas que aborden las ineficiencias en ocho grandes categorías: carbono, agua, energía, compras sustentables, normas laborales, composición de la producción y ciclo de vida de productos. El 24% recopila esta información solo

una vez por mes y el 32% solo una vez por trimestre.

Lo positivo

Pero concentrémonos en las conclusiones constructivas del estudio. La fuente informó que a pesar de la crisis,

el 60% de las compañías cree que la responsabilidad social es más importante en sus objetivos estratégicos

que un año atrás. Esto quiere decir que la RSE por sí misma es una estrategia.

“Encontramos que el 87% de las empresas está centrando sus actividades de RSE para reducir sus costos ,

y el 69% para crear nuevos flujos de ingresos de manera que hay un enfoque sobre la RSE por estas razones”, señaló a Mercados & Tendencias Jeffrey Hittner, líder de Responsabilidad Social Corporativa de IBM,

Global Business Services y autor de la encuesta Leading a sustainable Enterprise.

Más competitivos y exitosos

La información ante los socios de negocio ha sido una llave muy útil para que las empresas sean más competitivas. El simple hecho de recolectarla de forma ideal representa una herramienta para que las

empresas comprendan las preocupaciones de sus clientes en RSE.

“[Las empresas] son también más proactivas en la colaboración con los principales grupos de interés y

tienen el doble de probabilidades de intercambiar información abiertamente con los socios de negocio y

los principales grupos de interés de la más alta importancia en el logro de sus objetivos de RSE”, añadió

Hittner, por lo que aseguró que el éxito empresarial y la eficaz ejecución de los objetivos estratégicos de

la RSE están íntimamente ligados.

Si el 60% de la muestra dijo que la RSE es más importante que hace un año, es claro que “ellos entienden claramente la importancia de esta cuestión para el éxito de sus negocios”. Por lo tanto, cerrar la brecha de

la información con la ejecución de planes resulta concluyente.

“Las empresas que no recojan la información correcta no serán capaces de optimizar sus operaciones de

manera eficaz, perdiendo las oportunidades para reducir los costos, reducir ineficiencias, los residuos y el

riesgo. También carecen de los conocimientos y retroalimentación de los socios comerciales, clientes y

otros grupos de interés sobre cuestiones importantes y nuevas oportunidades”, agrega Hittner.

Del estudio de IBM se desprenden propuestas para llenar estas carencias. Primero, que las empresas deben identificar sus “vacíos” de información y necesidades de análisis, pues de ello depende la toma de decisiones estratégicas.

En segundo lugar, necesitan alinear sus objetivos con los de sus grupos de interés y, a continuación, priorizar.

Los grupos de interés requieren una gran cantidad de información, pero sus necesidades no pueden ser únicamente enfocadas desde un punto de vista de negocios. Las empresas necesitan recopilar información

que satisfaga sus objetivos de negocio y comunicar estos objetivos a sus grupos de interés.

Y finalmente, las empresas deben evaluar las mejores prácticas y tener puntos de referencia clave para las actividades de RSE. Necesitan participar en alianzas que estén desarrollando estas buenas prácticas y puntos

de referencia, según la fuente.

Desarrollar estas virtudes puede ser el comienzo para que algunos de los pecados capitales de la RSE que rondan por las empresas sean redimidos. Si las empresas no son asertivas con su público, la sociedad, por

demás son los esfuerzos, las inversiones y las buenas intenciones.

Por: Juan Manuel Fernández - Revista Mercados & Tendencias, Edición Agosto-Septiembre 2009

MANAGEMENT

“Mantente alejado de la gente que intenta menospreciar tu ambición. La gente pequeña siempre intenta eso, mientras que los grandes hacen sentir que uno también puede ser grande”

Mark Twain

JIM COLLINS

Que significa ter liderança de nível 5?

Em seu livro “Good to Great”, Jim Collins declara que só 11 empresas na história puderam passar de ser boas a ser grandes. Que tiveram em comum? Segundo Jim Collins, todas têm liderança de nível 5. Descubra que significa ter liderança de nível 5 e em que nível se encontra.

Nível um: alguém que contribui com seu talento, conhecimento, capacidades e bons hábitos de trabalho.

Nível dois: sabe trabalhar em equipe e é capaz de trasladar suas capacidades individuais à execução dos objetivos do grupo e trabalha efetivamente com os outros membros da equipe.

Nível três: um administrador competente. Sabe organizar pessoas e recursos para atingir eficientemente os objetivos pré-estabelecidos.

Nível 4: é capaz de dar um passo mais e se converte num líder eficaz, que fomenta o compromisso e uma fervente busca de uma visão clara e convincente, logrando padrões de rendimento muito mais altos.

Então, quais são as características dum líder de nível 5?

1) Uma busca de resultados sustentáveis: a diferença entre um líder de Nível 5 e outros líderes, é que são motivados a produzir resultados sustentáveis para sua organização. A idéia é que os líderes de nível 5 podem gerar um câmbio em longo prazo e sustentável.

2) Uma eleição de sucessores: aos líderes de nível 5 lhes interessa mais o êxito da organização que seus logros pessoais. Querem deixar seu legado numa organização que continua crescendo. Têm suficiente confiança em se mesmos para contratar gente competente.

3) Modéstia: devem mostrar sincera humildade. Atuam com determinação e se apóiam em padrões inspirativos e não num carisma inspirador para motivar.

4) Assumem responsabilidade: se sentem responsáveis quando as coisas saem mal. Ademais, raramente buscam o reconhecimento, preferem atribuir o êxito a outros fatores.

5) Têm um objetivo organizacional: A máxima ambição do líder de Nível 5 é, primeiro e principal, à organização. Seu anelo de uma organização de êxito pesa mais que sua busca de recompensas pessoais.

Fonte: HSM Global. Espanha

ImportaRSE - Florianópolis

Os 20 Pioneiros da Responsabilidade em América Latina

Boas tardes.
Para os que já visitaram o blog hoje, saberão que temos elaborado um listado de 20 empresas e organizações junto a outros colegas da web onde que estabelecemos um conjunto de atores considerados Pioneiros da Responsabilidade em nosso subcontinente.

Este listado está composto por:

1. Instituto Ethos (Brasil)
2. Eugenio Mendoza
3. Junta de Beneficencia de Guayaquil
4. Empresas Públicas de Medellín
5. The Green Corner
6. Videoteca Backus
7. Chunchino
8. Un Techo para Mi País
9. Fundación Venezolana contra la Parálisis Infantil
10. Empresa ALLPA
11. PAVCO de Occidente
12. Red Solidaria
13. Masisa
14. Cervecería Nacional (Ecuador)
15. ProMujer
16. Comité para la Democratización de la Informática
17. Ashoka
18. Late!
19. Nature Air
20. Arcor

Para ver el detalle de cada uno, pueden ver el post aquí: http://www.facebook.com/l/951b2;bit.ly/4akxlf

Fonte: RSE on line – Fernando Legrand.

LA RECOMENDACIÓN DIARIA

  LA RECOMENDACIÓN DIARIA resistencia a los antimicrobianos , mejor que  resistencia antimicrobiana   Resistencia a los antimicrobianos , no...