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domingo, 9 de outubro de 2011

STEVE JOBS, El inventor del futuro...


Segue o discurso de Steve Jobs na Stanford em 2005.

" Você tem que encontrar o que você ama"

Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.

A primeira história é sobre ligar os pontos.

Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais 18 meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina.

Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.”

Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade. E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de seis meses, eu não podia ver valor naquilo.

Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu, gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria ok.

Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes. Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo.

Muito do que descobri naquela época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço. Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.

Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse.

Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.

De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.

Minha segunda história é sobre amor e perda.

Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação — o Macintosh — e eu tinha 30 anos.

E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses.

Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício].

Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo. Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida. Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa.

A Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple.

E Lorene e eu temos uma família maravilhosa. Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple.

Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama.

Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz.

Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.

Minha terceira história é sobre morte.

Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último.” Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.

Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo — expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar — caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração.

Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.

Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas.

Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de três a seis semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas — que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus.

Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem.

Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá.

Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.

O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém.

Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas.

Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior.

E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário.

Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid.

Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes de o Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês.

Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras:

“Continue com fome, continue bobo.”

Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.

Obrigado. Steve Jobs"

MUSEO DEL IDIOMA ESPAÑOL


El primer museo del idioma español, sin España

Juan Ignacio Irigaray | Buenos Aires

El Gobierno argentino ha inaugurado en Buenos Aires el primer museo en Latinoamérica del idioma español, curiosamente, sin haber invitado, consultar ni participar de ello al país de origen de esa lengua, España, y a la Real Academia Española (RAE).

El embajador de España en Argentina, Rafael Estrella, no quiere hablar del asunto, pero según fuentes a las que ha accedido EL MUNDO ha sido ninguneado y ni siquiera recibió una invitación para el acto de inauguración del centro, que presidió la presidenta argentina Cristina Fernández.

Tampoco la consejería de Cultura de España, a cargo de Manuel Durán, de vacaciones en España, recibió invitación a esta muestra, que sigue en obras y aún no ha abierto sus puertas al público.

Se trata de la primera muestra en América Latina sobre el español. Hay un museo de la lengua en San Pablo, Brasil, pero dedicado al portugués.

El museo está emplazado en un edificio anexo a la Biblioteca Nacional, en el solar donde vivieron, en la década del 40, el entonces presidente Juan Perón y su mítica primera dama, Eva Duarte, conocida como "la abanderada de los humildes".

La directora del museo, María Pía López, declaró a la prensa que "en un país como Argentina, que fue un territorio colonial, hay algo que es necesario discutir todavía: la pretensión durante muchísimo tiempo de que España funcionara como centro rector de la norma estándar de la lengua".

"Esas estandarizaciones, que son necesarias gramaticalmente para la vida escolar, tienden a considerar erróneas todas las variedades que no pertenecen al estándar", señaló.

Y planteó que "un Museo de la Lengua tiene que ser más democrático que esa pretensión de la norma, no podemos tener una posición purista conservadora, la lengua es una potencia común que está recreada permanentemente por los hablantes".

Tal vez sea por ello que en el Museo, según lo previsto hasta ahora y si no hay cambios, únicamente se expondrán muestras de la llamada "lengua nacional" de Argentina. Es decir, el acento peculiar, o dejo, con que los argentinos hablan el español en cada región, más algunas palabras de las jergas locales.

"Un mapa parlante con grabaciones de poesías y cuentos para que uno pueda escuchar la misma frase dicha en cordobés, riojano, patagónico o porteño y mostrar que no solo habitamos un territorio donde hay heterogeneidad de lenguas, sino también que la lengua es un conjunto de variedades", explicó López.

El director de la Biblioteca Nacional, Horacio González, reivindicó "la idea de un hilo conductor que atraviesa toda la historia argentina que es la construcción de su literatura a través de los usos más plásticos de la lengua".

González advirtió que "está semiresuelto el problema con la RAE" porque "hay un avance de posiciones de las regiones latinoamericanas con relación a cómo amplió la Real Academia su visión del español". Y recordó "la disputa en el siglo XIX" en materia lingüística entre España y sus ex colonias que llevó al escritor y constitucionalista liberal, primer rector de la Universidad de Buenos Aires, Juan María Gutiérrez, a renunciar al cargo de académico en 1876.

sábado, 8 de outubro de 2011

LA EXCELENCIA EN EL SERVICO POSVENTA

La excelencia en el servicio posventa. Procurando casos de éxito en el servicio posventa, observaba en Google una gran cantidad de empresas que prometen a través de anuncios y relatos de casos, la excelencia en el servicio posventa. Desde hace mucho tiempo se trata de fidelizar al cliente por medio de acciones que pretenden brindar una atención de excelencia. Programas de capacitación, incorporación de herramientas como CRM o ERP, rediseño de procedimientos y canales, redimensionamiento de la estructura de servicio, integran las recetas más usuales en la búsqueda de la satisfacción del cliente externo. No pocas veces, sin notarlo, dejamos de lado al cliente interno el cual cumple un papel fundamental en el establecimiento de una cultura de excelencia en el servicio a los clientes externos. Mi abuelo decía, y con justa razón, que “Lo que Natura no da, Salamanca no presta” Esta es una máxima que surgió en la época en que la universidad de Salamanca era la más prestigiosa del mundo occidental, gracias a la influencia árabe.¹ Pareciera que la mayoría de los Gerentes de la actualidad la desconocen o intentan desmentirla. ¿Por qué afirmo esto? Porque actualmente se permite que cualquiera ejerza cualquier profesión sin considerar su verdadero talento y capacidades o, mejor dicho: verdadera vocación. Esto implica que personas que nunca comprendieron la esencia de una actividad, la desvirtúen, precisamente por no amarla por vocación auténtica. También se olvidan detalles y aptitudes emocionales, como la empatía*, para poder poseer un excelente servicio al cliente que emerja como una filosofía compartida por todos los miembros de la organización. El servicio hacia los demás posee un gran componente en EMPATÍA que no sólo es el “ponerse en los zapatos del otro” sino que va más allá, es comprender sinceramente lo que la otra persona (cliente) está sintiendo y sobretodo percibiendo. El prestar apoyo, aprendido en la niñez, tiene una repercusión fundamental en el futuro de un trabajador contemporáneo, ya que si existen carencias de estas conductas de apoyo y muchas veces solidarias y se le va a pedir que brinde un buen servicio a los clientes, él no podrá hacerlo en el nivel que los empleadores desean, porque no está apto emocionalmente para realizarlo. Entonces ¿qué hacer?, sé que muchos lectores estarán pensando que la respuesta es la capacitación y la respuesta real es: si y no; ya que al estar apto para servir, si se le proporciona una capacitación sobre técnicas de Servicio y Fidelización al cliente, se estará sembrando en tierra fértil y los frutos serán cosechados dentro de la empresa, es decir, los colaboradores implantarán una cultura orientada al servicio y satisfacción del cliente. Empero, si se tienen personas que han sufrido carencias empáticas (la empatía al igual que otras aptitudes emocionales son susceptibles de ser desarrolladas) los conceptos dados en los talleres de capacitación caerán en un “saco sin fondo”, puesto que antes se deben establecer los cimientos empáticos mínimos para poder captar conceptos más avanzados sobre servicios y estrategias de fidelización. Dentro de esta coyuntura miremos dentro de la organización, es por eso que muchas veces el servicio entre diferentes departamentos o áreas, en cuanto a la atención hacia el cliente interno es pésima, trayendo como consecuencia un clima laboral negativo y con todas las implicancias que ello amerita, Ejemplo: Falta de identificación hacia la empresa, baja productividad, desánimo generalizado por desconfianza, etcétera. Claro está que el rol del líder de departamento juega un papel relevante en ello, porque si es permisivo ante los comportamientos de falta de apoyo y solidaridad entre sus miembros, éste está avalando implícitamente una cultura del NO SERVICIO AL CLIENTE INTERNO. Lo que debemos hacer es elaborar talleres ad hoc que siembren la semilla de la empatía en todos los miembros de la empresa, enfatizar en las cabezas de cada área de la organización él no permitir en los subordinados actitudes de falta de apoyo entre sus miembros, déficit de solidaridad, chismes y comentarios mal intencionados, etcétera y sobretodo realizar un riguroso proceso de selección que enfatice descubrir esas aptitudes emocionales empáticas en los postulantes a un cargo. Por otra parte, la alta dirección debe preguntarse ¿estamos dotados de elementos emocionales para brindar un buen servicio a mis clientes externos?, y antes de responder a esa pregunta deben saber su punto de partida ¿cuál es el nivel de empatía de los miembros de mi organización?, también responder a las siguientes interrogantes adicionales: ¿mi proceso de selección de personal está orientado a descubrir las aptitudes empáticas en mis candidatos? ¿Nosotros como alta dirección estamos orientados a servir a nuestros subordinados? Recordemos que en este mundo globalizado y competitivo, la transacción de bienes por si solos no logran niveles altos de rentabilidad y participación en el mercado sostenible y ascendente en el tiempo, sino un concepto intangible: El Servicio en la pre y post venta. Ya lo decía Sigmund Freud hace varios años “el ser humano tiene el deseo de sentirse importante” y al servir hacemos sentir especial al cliente (tanto el interno como el externo) y también nos hace grandes como seres humanos ya que apelamos al valor de humildad en nuestras acciones como filosofía existencial. Para concluir “nadie da lo que no tiene” si dentro de una organización se vive un ambiente de falta de servicio al cliente interno, qué pueden esperar recibir los clientes externos. Es una relación casi de causa y efecto.² ³ *empatia la empatía consiste en ser capaz de ponerse en la situación de los demás. ¹ .Identificación mental y afectiva de un sujeto con el estado de ánimo de otro. (DRAE) Referencias: ¹Blog centaurea.cultureforum.net, Lic. ² Christian Jean Paul León Porras “ El servicio al cliente es una filosofía de vida” y ³ Diccionario de la Real Academia Española.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

EL IDIOMA CASTELLANO AMERICANO




La lengua que hablamos
Por Mempo Giardinelli
FUENTE: Página 12 - Buenos Aires






A propósito del Museo de la Lengua recientemente inaugurado en la Biblioteca Nacional, en varias notas de diarios, revistas y radios se lo identifica como “de la lengua española”. Y es curioso, porque tal categoría es un error conceptual, además de que no es la denominación oficial que le ha dado la BN al flamante museo.

Pero este yerro ya está instalado en el imaginario nacional contemporáneo. Lo que obliga a hacer algunas precisiones, porque nosotros hablamos Castellano, no Español.

Es claro que, como se dice comúnmente, hablamos la lengua de Cervantes. Pero es también la lengua de Sor Juana y de Sarmiento, la de Borges y Cortázar, y la de Neruda, García Márquez, Rulfo y tantos y tantas más que han creado una magnífica literatura que hoy nos expresa a más de 500 millones de personas, y es, después del chino mandarín, la lengua más hablada y leída del planeta por el número de personas que la tienen como lengua materna.

El Castellano es la lengua romance que ha logrado mayor difusión en el mundo contemporáneo. Es uno de los seis idiomas oficiales de las Naciones Unidas; el segundo más estudiado en el mundo después del Inglés y el tercero más usado en Internet.

Pero es Castellano. No Español, como se popularizó en el mundo última y equivocadamente, y por diversas razones políticas y económicas. Entre ellas, el avance de Telefónica en América y la creación del Instituto Cervantes como avanzada política cultural de España en el mundo. Lo cual estuvo muy bien para ellos, pero limitó el término “castellano” a designar el dialecto románico nacido en el Reino de Castilla durante la Edad Media, y que se habla en esa región. Contribuyó a ello la fácil traducción del gentilicio: Spanish, espagnol, Spanisch, spagnolo, espanhol, etc.

“El término español resulta más recomendable por carecer de ambigüedad”, declara ambiguamente el Diccionario Panhispánico de Dudas, en su edición de 2005. Pero entre nosotros hace ya 200 años que ese enorme lingüista que fue Andrés Bello advirtió el eje de la cuestión, al titular su obra principal, Gramática de la lengua castellana destinada al uso de los americanos. Un título perfecto.

Bello explicaba: “Se llama lengua castellana (y con menos propiedad española) la que se habla en Castilla y que con las armas y las leyes pasó a América, y es hoy el idioma común de los Estados hispanoamericanos”.

“Hoy no hay foco de conflicto con la RAE porque tiene un nivel de comprensión de las singularidades dialectales en América latina”, razona Horacio González. Lo que es cierto, pero no clausura la cuestión. De hecho, y no dudo de que HG lo comparte, el asunto está vigente entre nosotros, e incluso no termina de resolverse en España. La vigente Constitución Española de 1978, posterior a la caída del franquismo, define: “El castellano es la lengua española oficial del Estado (...) Las demás lenguas serán también oficiales en las respectivas Comunidades Autónomas”.

No es dato menor que fue a partir de los ’90 que se inició la reconquista de la América latina por algunas grandes casas editoriales de España, que se transnacionalizaron comprando empresas locales, de México a Buenos Aires.

Nuestra lengua viene de la península, desde ya, pero se ha enriquecido y complejizado con muchísimos aportes propios, y hoy se compone de elementos lingüísticos extraeuropeos que merecen estudio y reconocimiento y la hacen otra, una y múltiple. El Castellano Americano que nos identifica y hermana políticamente recoge tradiciones propias y enlaza parentescos nacidos de esta tierra prodigiosa a la que vinieron millones de extranjeros para asimilarse y enriquecer su carácter, creando una cultura latinoamericana que necesariamente es un fruto plural y que tiene expresiones peculiares y su propia y riquísima tradición literaria. Y así es leída en todo el continente, porque ha sido y es escrita en el Castellano de América.

Hace poco, en la Universidad Federal de Niterói, en Brasil, me tocó inaugurar el 14º Congreso de Hispanistas de ese país, donde nuestro idioma está adquiriendo un notable desarrollo gracias a políticas públicas que advierten la importancia de la lengua que los rodea en todo el continente y que expresa a casi 40 millones de latinoamericanos de todos los países (excepto Chile) con los que Brasil tiene fronteras. Y allí observé el mismo fenómeno: la cuasi imposición de la denominación Español para una lengua –la nuestra– que en realidad es el Castellano Americano que se habla, escribe y lee en Nuestra América.

El asunto no es nuevo. En tiempos de Perón, por cierto, se estudiaba “Lenguaje Nacional”. Y cuando yo era chico estudiábamos “Castellano” de primero, segundo y tercer año; y luego, en cuarto y quinto, Literatura Universal e Hispanoamericana. Hoy se impuso una deslavada e imprecisa “Lengua” mientras se populariza la creencia de que hablamos “Español”.

La importancia del idioma en la formación de una identidad, así como la propiedad, el uso coloquial y la enseñanza de la Literatura no son asuntos menores ni superfluos. Ya Don Juan Filloy lo subrayaba en los albores de la democracia, cuando resaltaba la pobreza coloquial de los argentinos, que usaban poco más de mil vocablos de una lengua que tenía entonces 73.000.

Un cuarto de siglo después las cosas no han mejorado. Hoy, con los aportes de todas las academias correspondientes de la América hispana, nuestro idioma supera los 90.000 vocablos, pero sigue siendo urgente detener la pobreza lexical, la pauperización expresiva y la extranjerización agresiva y aculturizante de nuestro pueblo. Y si ni siquiera sabemos el nombre correcto de la lengua que hablamos, la cosa es más grave aún.

SERVICIO POSVENTA


El lucro está en el servicio posventa
Algunas empresas de vanguardia consiguieron hacer que el servicio posventa pasase de un centro de costos a una ventaja competitiva.
Autor: Paul F. Inglis


RESUMEN

En una empresa de alta tecnología, 10% de la facturación es proveniente del servicio posventa, y eso corresponde al 100% del lucro. Lucrar más con los servicios que con las ventas propiamente dichas no es tan inusual como algunos imaginan.
¿Cómo conseguir eso? Según el consultor de A.T. Kearney que escribió éste articulo, “la respuesta debe ser dada en dos partes. En primer lugar, las empresas precisan crear una estrategia de servicios orientada para el cliente que genere facturación y lucros significativos y crecientes. A seguir, ellas tienen que ejecutar esa estrategia de forma a ampliar significativamente la eficiencia y aumentar la retención de clientes a largo plazo”.
Para formular una estrategia de servicios correcta, toda empresa debe tomar cuatro
premisas principales:
1) segmentar el mercado de acuerdo con las cualidades que son importantes para los actuales y potenciales consumidores,
2) comparar su oferta y su capacidad de servicios con las de sus competidores,
3) entender el poder y las limitaciones de los diferentes canales disponibles para el marketing y
4) desarrollar una política de precios de servicios que considere tanto las estrategias basadas en productos como la economía del ciclo de vida.
La ejecución eficaz de esa estrategia implica las siguientes acciones clave:
1) Gestionar los contactos con los clientes para aumentar la eficacia y la eficiencia,
2) estructurar la organización para que ella sea más orientada hacia el cliente,
3) Administrar la fuerza de trabajo para atender a la demanda de modo confiable y eficaz,
4) construir la competencia de su personal y
5) administrar el desempeño para equilibrar costos, calidad y atención.
¿Donde reside el mayor potencial de lucro de una empresa?
Muchas veces no es en las ventas.
Veamos este ejemplo de una empresa de alta tecnología: 10% de su facturación proviene del servicio posventa, y eso corresponde a 100% del lucro total. De manera semejante, en el caso de una empresa aeroespacial líder de mercado, los servicios de posventa constituyen 20% de la facturación de ventas anual y representan cerca del 95% del total de los lucros.
Cada vez más el servicio posventa es reconocido como parte integrante de la cadena
de valor. Él crea valor económico, una vez que frecuentemente representa la mejor oportunidad de mayor margen de lucro.
También muestra ser un excepcional mecanismo para reunir informaciones sobre los clientes y acompañar el desempeño de los productos. Y, cuando ajustado apropiadamente, sirve de plataforma sobre la cual las empresas pueden alimentar fuertes y crecientes relaciones con sus más deseados clientes – los lucrativos.
Las empresas que superan las expectativas en sus actividades de posventa también consiguen aumentar la lealtad de los clientes y su retención de largo plazo –un beneficio significativo, una vez que el costo de conquistar un nuevo cliente es estimado en tres a seis veces el costo de mantener a un cliente. A pesar de ese costo, muchas compañías pierden más de la mitad de sus clientes cada cinco años. Por el hecho de los servicios ser más susceptibles a la diferenciación, ellos ofrecen a las empresas la oportunidad de producir la fidelización de los clientes y promover el crecimiento de la marca.
Actualmente, las empresas encaran al servicio posventa desde el punto de vista estratégico y le confieren una atención especial y el nivel de inversión necesarios. Mientras tanto, el mayor desafío son los chamados “últimos cien metros” de la carrera, es decir, la capacidad de proveer al consumidor los resultados prometidos. Y, como experiencias recientes en comercio minorista electrónico han demostrado, esos últimos cien metros pueden acabar mostrándose un camino largo y pedregoso.
¿Como una empresa transforma su departamento de servicios, haciendo con que este pase de un centro de costo (o un débil participante del negocio) a una fuente valiosa de ventaja competitiva?
¿Como el potencial intercambio de informaciones obtenido con el e-business consigue modificar su capacidad de prestar servicios?
ESTRATEGIA Y EJECUCIÓN DEL SERVICIO: PREGUNTAS CRÍTICAS
Pregunta principal:
¿Cuál es el mejor modo de estructurar el servicio al cliente y apoyar el avance de ese negocio?
Pregunta top de línea:
¿Cuál es la estrategia correcta para entrar al mercado?
Pregunta sobre entrega e infraestructura:
¿Cuál es el modelo operacional apropiado?
● Segmentación/dinámica
● Ofertas de servicios y paquetes
● Base para ventaja competitiva
● Política de Precios
● Gerenciamiento del contacto con los clientes
● Gerenciamiento de desempeño
● Fuerza de trabajo
● E-business/tecnología
● Organización/estructura
● Colaboración con socios del canal
Pregunta sobre diferenciación:
¿Cuál es el impacto esperado sobre la retención de clientes y los resultados?
● Base para la diferenciación
● Implicancias en la política de precios
● Impacto sobre participación en el mercado
● Impacto sobre facturación de ventas y rentabilidad
Las empresas líderes alinean sus procesos internos alrededor de las expectativas y de la satisfacción del consumidor. Ellas crean un ambiente orientado para la lealtad y la retención de clientes. Se concentran en ser las “mejores de la clase” en satisfacción de los clientes. Y, finalmente, desenvuelven parámetros de negocios con base en relaciones y rentabilidad de largo plazo, en vez de focalizar transacciones aisladas.
● Como dirigir la estrategia para servicios
Desarrollar una estrategia que anticipe y atienda con éxito a las necesidades posventa de los consumidores es una tarea compleja. Como en todas las demás facetas de los negocios al día de hoy, Internet está condicionando el abordaje de los presidentes de empresas en relación al área de servicios, forzándolos a explorar las maneras como el mundo electrónico, o simplemente el “e”, afecta su ventaja competitiva.
El primer paso en dirección a la excelencia en los servicios es crear una estrategia de servicios que esté bien “amarrada” a la estrategia corporativa de la compañía. No obstante el planeamiento de cada empresa dependa de circunstancias únicas/específicas, las siguientes acciones son siempre cruciales:
● Segmentar el mercado de acuerdo con las cualidades que son importantes para los actuales y potenciales consumidores.
● Comparar su oferta y su capacidad de servicios con las de sus competidores.
● Entender el poder y las limitaciones de los diversos canales disponibles para el marketing. ● Desarrollar una política de precios de servicios que considere tanto las estrategias basadas en productos como la economía del ciclo de vida.
Al segmentar la base de consumidores, es fundamental definir atributos claramente distintos. Los clientes pueden, por ejemplo, ser agrupados por el criterio de cuan rápidamente ellos esperan que un pedido sea atendido, o por su posición en relación al precio, o también por ambos. Como consecuencia de la necesidad de contacto directo con el consumidor, en la mayoría de los casos, los aspectos geográficos han sido tradicionalmente uno de los primeros factores de segmentación escogidos por las empresas – y continuarán siendo un atributo importante. Mientras tanto, determinar quiénes serán consumidores-objetivo y que servicios ofrecerles es algo que requiere la comprensión de la rentabilidad generada por el cliente – los clientes no contribuyen de forma equitativa o proporcional para el éxito de un negocio.
Las empresas que comprenden los matices de la atención al consumidor comenzaron a moverse en dirección a la personalización en masa hace pocos años, en la medida que hicieron la personalización de sus productos. Ese abordaje de hacer cosas a la medida, entretanto, requiere una monitorización activa del uso del producto, acompañamiento cuidadoso de las etapas de ciclo de vida y gerenciamiento estratégico de los contactos con los clientes.
Solamente las empresas capaces de administrar informaciones y de ejecutar servicios –capacidades estas que les permiten operar en un nivel bastante específico– vienen siendo exitosas. La mayoría de las otras continua utilizando métodos de segmentación más tradicionales.
En ambos casos, es importante entender los impulsores del negocio principal para cada segmento (por ejemplo, un cliente cuyo automóvil está pasando por el sector de atención de la empresa puede preocuparse más con los costos y otro tal vez priorice la minimización del tiempo consumido) y construir una base de conocimiento que permita a su empresa comparar las necesidades de aquel segmento con sus capacidades y recursos. La información es esencial para la eficacia del servicio (que se puede traducir en la rapidez de respuesta y en altos índices de acierto en la primera vez) y para su eficiencia. La información es más que un elemento capacitador; ella es fundamental para aumentar el éxito del servicio. Y cuanto más falta hace un producto que se rompe, más valiosos son los canales de contenido informativo y de comunicación.
Con el advenimiento de los portales B2B (business-to-business, o negocios entre empresas) en Internet, los avances de la comunicación remota y la infraestructura de telecomunicaciones cada vez más poderosa, la oportunidad de captar informaciones sobre el desempeño del producto nunca fue tan grande. Piense en la ventaja de mercado de una compañía de portones electrónicos de alta tecnología que consiga integrar un sistema remoto a la unidad del sensor de cada portón. En el caso de falla, la unidad automáticamente notificaría a la base de servicios, permitiendo que el equipo técnico de la empresa actuara más rápidamente a partir de esa información. Esa capacidad efectivamente impediría a los competidores robarles clientes.
Las organizaciones de primera línea entienden el valor que suministran a los clientes con el servicio excelente y se esfuerzan para empaquetar las ofertas de servicio adecuadamente. Tales empresas comprenden que la llave del servicio rentable está en la capacidad de dividir las ofertas de servicios por grupos de clientes – y, más importante aún, en obtener un retorno razonable sobre los servicios suministrados, un retorno que refleje el valor recibido por el cliente.
Parece ser una buena práctica de negocio ofrecer la mayor variedad de servicios posible al mayor número de clientes posible. Mientras tanto, ese abordaje no incentiva mucho a los
clientes a optar por los servicios Premium. Por ejemplo, un cliente de una empresa de alta tecnología contó lo siguiente: “Cuando preciso de un software con urgencia, siempre consigo uno con solo telefonear para el vendedor que me atiende. ¿Porqué pagaría por ese tipo de servicio si yo ya lo recibo?”
Vemos al servicio como una ventaja competitiva sostenible, porque las barreras de entrada generalmente son mayores de que las barreras para clonar un producto. Pero eso no significa que la competencia fuerte no exista. Muchas empresas descuidaron el servicio y, por eso, fue creado un vacío que está siendo ocupado por prestadoras de servicios agresivas, no alineadas. Como resultado, clientes valiosos se van o, como mínimo, optan por realizar los servicios de posventa con tales empresas.
Para proteger su mercado, es fundamental comparar sus ofertas de servicios con las de sus competidores y re-focalizar las capacidades de modo a diferenciar sus ofertas y a generar barreras para la entrada de competidores en ese mercado.
Internet crea nuevas oportunidades para el servicio eficaz por medio del gerenciamiento eficaz de la información; ella también amplia la capacidad de colaborar con socios de servicios tradicionales. Por ejemplo, un call center puede utilizar un sistema de diagnóstico que habilite a algunos representantes a utilizar nuevas técnicas de e-business para identificar y resolver problemas a distancia. Esos representantes pueden mandar al cliente la solución por Internet (basta un download) o enviar un “proveedor de servicios”. La información sobre los requisitos del servicio y el gerenciamiento de esa información deben ser tratados en canales diferentes cuando sea apropiado.
Establecer precios de acuerdo con la estrategia también es vital. Una política eficaz de precios de los servicios lleva en consideración tanto estrategias basadas en productos como la economía del ciclo de vida. Hasta los fabricantes de productos que exigen tecnología avanzada, como los de turbinas de aeronaves, por ejemplo, son susceptibles a competidores intrusos cuando el precio no es adecuado.
La propiedad industrial de determinadas piezas puede sustentar márgenes de lucro superiores, mientras los componentes estándar o próximos del patrón son fácilmente copiables. Más allá de ello, un sistema de servicio excelente puede contribuir en grande para el valor líquido de una marca. A su vez, el valor líquido de la marca puede llevar al desempeño superior del margen de lucro.
● Ejecución eficaz y el caso Siemens CT
El diferencial competitivo de cualquier estrategia está en la capacidad de ejecución. Llevar a cabo una estrategia de servicio posventa con eficacia es algo que requiere el mismo grado de compromiso y atención que el planeamiento.
Empresas líderes en excelencia de servicios siguen las siguientes acciones clave:
Administran los contactos con los clientes para aumentar la eficacia y la eficiencia.
Estructuran la organización para que esta sea más orientada para el cliente.
Gestionan la fuerza de trabajo para atender a la demanda de modo confiable y eficaz.
Construyen la competencia de su personal.
Administran el desempeño para equilibrar costos, calidad y atención.
Al administrar mejor los contactos con los clientes, los departamentos de servicios pueden
aumentar su eficiencia y satisfacer mejor –o hasta exceder– las expectativas de los clientes.
Coherencia es otra cuestión fundamental. Los clientes deben recibir el mismo nivel de
servicio de todos los funcionarios de la empresa, así como respuestas coherentes entre si
para todas las preguntas que hicieren, mismo que muden de un canal de comunicación
para otro (por ejemplo, del teléfono para el e-mail).
Por medio del gerenciamiento activo de las necesidades de los clientes en lo que atañe a productos o servicios, la unidad de servicios de posventa puede atender a la demanda de forma más confiable. Cuanto más planeado y basado en prevención es el esquema de mantenimiento de una empresa, menor es la necesidad de mantenimientos de emergencia. Idealmente, las empresas deberían gastar entre 80% y 85% de sus recursos en mantenimiento planeado, de rutina, y del 15% al 20% en servicios de emergencias. El simple acto de iniciar reparaciones más temprano puede reducir significativamente los daños colaterales (por ejemplo, hacer mantenimiento en los frenos de un auto evita que el mismo sea todo chocado en un accidente causado por la falla de los frenos).
Resultado final: sus clientes quedarán más felices porque sus productos tendrán un desempeño más consistente y quedarán menos tiempo parados, y su empresa contará con mayor previsibilidad en la programación de servicios, lo que le permitirá una mayor eficiencia. La fuerza encargada de los servicios en sí generalmente es una excelente fuente de informaciones sobre lo que acontecerá con el desempeño de los productos.
Sin eso, la eficacia y la eficiencia de los servicios van a erosionar rápidamente.
Un buen programa de medición de desempeño debe tener un foco bien definido y abarcar a la organización entera. Además de ello, las medidas escogidas tienen que ser específicas, basadas en factores críticos y controlables y alineadas con las metas estratégicas. También deben suministrar a la empresa informaciones útiles que sean relevantes para los resultados. Finalmente, la información sobre la medida de desempeño es un elemento clave en el entrenamiento –sea on-line o auto-entrenamiento–, considerando que revela las áreas y habilidades que precisan de perfeccionamiento.
De vuelta a lo básico
¿Cómo usted puede determinar donde se encuentra su organización en el espectro de la excelencia en los servicios?
A.T. Kearney identificó cuatro etapas de excelencia para el cliente y soporte, que son tan relevantes para el e-business como para las empresas tradicionales.
En la primera etapa, la empresa se concentra en contener costos y en lidiar con las solicitudes
de servicios de rutina.
En la segunda etapa, la empresa se orienta para fornecer un buen servicio a los clientes y
comienza a incorporar el feedback de ellos.
En la tercera etapa, la empresa coloca su foco en mejorar las relaciones con los
clientes y en integrar y distribuir las informaciones sobre ellos.
Pocas compañías ya alcanzaron la cuarta y más avanzada etapa de la excelencia en los servicios, en la cual los procesos internos están alineados en torno de la satisfacción del cliente, el ambiente está orientado para la lealtad y la retención, el foco principal es ser “el mejor de la clase” en satisfacción del cliente y la medición del negocio se concentra en las relaciones y la rentabilidad de largo plazo en lugar de en transacciones aisladas.
El resultado, la oportunidad surge para aquellos que se mueven rápida y estratégicamente.
Para la mayoría de las empresas, la cuestión es cómo moverse más activamente para captar el valor total del negocio representado por los servicios de posventa. Para aquellos que saquen ventaja de esta ventana de oportunidad, la cuestión luego será como aumentar todavía más los lucros y su distancia como líder.
Si fueran basados en una fuerte estrategia ejecutada con eficacia, los servicios a los clientes pueden ser la parte más rentable de su operación, trayendo resultados impresionantes –mejoras significativas en la retención de los clientes a largo plazo, avance en el posicionamiento competitivo de las líneas del negocio principal y un crecimiento substancial y de largo plazo en la facturación de ventas y en la rentabilidad proporcionada por los clientes.
© A.T. Kearney

GUÍA DE PRÁCTICAS DE EXCELENCIA EN LOS SERVICIOS
● Satisfacer os elementos esenciales del servicio
● Concentrarse primero en procesos y canales
● Establecer requisitos de satisfacción y de infraestructura
● Moverse en la dirección de la excelencia operativa de los principales procesos
● Incorporar elementos de satisfacción de los clientes
● Comenzar a incorporar el feedback de los clientes en los proyectos
Etapa Nº 1
● Enfatizar los procesos de entrega a los clientes
● Desarrollar medidas de satisfacción de los clientes
● Modificar culturas para que sean orientadas hacia el cliente
● Colocar menos foco en los productos o en los canales
Etapa 2
● Alinear los procesos internos en torno de las expectativas y de la satisfacción de los clientes
● Crear un ambiente volcado para obtener la lealtad y la retención de los clientes
● Tener como foco ser “el mejor de la clase” en satisfacción de los clientes
● Concentrar la medición del negocio en las relaciones y en la rentabilidad proporcionada por los clientes a largo plazo
Etapa 3
Etapa 4
●Obtención de la satisfacción del cliente Potencial
● Punto inicial influenciado por la marca
© A.T. Kearney

FUNDÉU RECOMIENDA...


Recomendación del día


famosos o celebridades, y no celebrities

Debe evitarse el uso de la palabra inglesa celebrity, pues en español ya existen otras que tienen exactamente el mismo significado: famoso y celebridad.

En las noticias del mundo del espectáculo no es raro que se use celebrity y su plural celebrities para aludir a las personas que atraen el interés del público y de los medios de comunicación, como en «La 'celebrity’ mundial pasa sus vacaciones en Acapulco» o «Las celebrities son adictas a la cirugía».

Sin embargo, no hay razón alguna para usar una palabra inglesa cuando en español hay otras, como famosos y celebridades, que significan exactamente lo mismo, de modo que en los ejemplos anteriores habría sido más apropiado «La celebridad mundial pasa sus vacaciones en Acapulco» o «Las famosas son adictas a la cirugía».

Se recomienda igualmente evitar el acortamiento «celeb», también tomado del inglés, ya que no está formado según las pautas del español ni es mucho más breve que «famoso».

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

INOVAÇÃO







“pensar diferente , think different”
Steve Jobs





1. Explore. A maioria das inovações nasce da observação. Como se fazem as coisas em outras empresas de seu setor? E em outros países? Que esta acontecendo de novo em matéria tecnológica, social ou econômica que possa ser relevante para sua empresa? Compare. Alimente sua mente: leia revistas especializadas e veja programas que não costumava ver, viaje sempre que tenha a oportunidade. Olhe e faça perguntas.
2. Proponha. Nem a melhor idéia têm chances de ser implementada se não se propõe antes. Proponha trocas ou novas perspectivas. A seu chefe, a seus colegas ou a seus empregados. Comunique, venda suas idéias. Escute as reações e aceite a rejeição, quando venha, com naturalidade. A maioria das idéias não são implementadas. Porém, para que uma seja implementada, centenas tem que ser propostas.
3. Experimente. À velocidade que troca o mundo são cada vez menos as certezas que temos. Trocam as pautas de consumo, trocam as regulações, troca o marco político, troca a economia. O âmbito em que nos movimentamos se volve cada vez mais volátil e a tendência é mundial. A única forma de chegar a um sucesso é provando repetidas vezes. A reflexão e a planificação tem seu lugar, porém experimentar muito e rápido é a única forma de saber o que vai funcionar e o que não. Prove.
4. Equivoque-se barato. Se a forma de apreender num mundo onde não abundam as certezas é provar, faz se necessário que nossos intentos sejam os mais baratos possíveis. Provar repetidamente leva implícito que a prova não seja tão cara que comprometa financeiramente à empresa. Este é um dos motivos pelo qual Internet é um dos âmbitos em os que a inovação floresce. Não é só um assunto de tecnologia, senão de que é um lugar onde provar um novo produto ou conceito comercial não é demasiado caro. Quanto custa montar uma empresa de Internet? Uma fração do que custa uma empresa de "tijolos e cimento".
5. Ajuste e volte a começar. O aprendizado só tem sentido se o capitalizamos. E capitalizar-lo significa ajustar a idéia ou modificar-la para que possa ser relançada. Poucas idéias tem que ser totalmente descartadas. Quase toda prova comercial tem ao menos algum elemento que pode ser utilizado em outros empreendimentos ou produtos. Aproveite o que apreendeu. Reflita sobre a experiência, ajuste e volte a provar.
Estes cinco tips não se dominam dum dia para outro. Inovar requere constancia e tempo, mas vale a pena. Pelos benefícios econômicos que reporta e também por sua própria satisfação pessoal. Não permita que a eleição de sua gravata seja o único criativo que faça no dia
FONTE: E. Remolins.

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