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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

ImportaRSE - Florianópolis

ÉTICA GERENCIAL E A RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL
José
Alirio Peña/ Claritza Arlenet Peña
Em torno ao conceito de ética gerencial pode encontrar-se quatro (4) aspectos, a saber:
1) A ética gerencial está constituída pelo conjunto de pessoas que integram as empresas, as relações de estas pessoas entre se e com aquelas que não formam parte da organização. Deste modo pode falar-se de organizações que aprendem e organizações criativas, porque justamente quem aprende e cria são os seres humanos.
2) A ética há tido um impacto na gerencia. Supondo que a ética, como afirma o Doutor Corredor, é um “fator determinante no ser humano que atua nas organizações” (A Ética e a Gerencia, 2004, p. 184), então pode falar-se de capital humano ou talento humano.
3) Existe uma diferencia, que sinala
Drucker (1999), entre fazer as coisas corretas e fazer as coisas corretamente. Em quanto o segundo só se refere a ser eficiente e efetivo (cumprir os objetivos com os recursos disponíveis e no tempo planificado), o primeiro centra o verdadeiro sentido e natureza da empresa, o impacto que terá a gestão, no sentido ético.
4) A ética gerencial, empresarial, ou dos negócios (entendidas como sinônimos) tem padrões internacionais, isto é: as questiones éticas gerais. Não obstante, de acordo a cada país, e mais ainda, segundo assuntos específicos a ética gerencial adquire matizes. Por exemplo, não é o mesmo trabalhar
sobre-tempo (horas extras) no Japão que na Venezuela. No primeiro caso é castigo, forma de protesta. No segundo caso se trata de necessidade. Entra aqui então o conceito da cultura organizacional.
Si a cultura organizacional “é a plataforma onde se produz o ambiente, os princípios, valores, convicções, procedimentos e forma como se fazem as coisas, influenciada a sua vez por fatores psicológicos, sociais, pela ação de cada um de seus integrantes através do tempo e definida por fatos culturais fora e dentro de ela” (
Diez, 2007), então analisar a cultura duma empresa não é tarefa fácil, mas representa uma vantagem ao momento de gerenciar estrategicamente. Se a organização acredita firmemente em determinados padrões como práticas de gestão (por exemplo a Responsabilidade Social Empresarial), o mais provável é que estes padrões formem parte de seu sistema de gestão. Agora bem, não deve confundir-se a cultura organizacional com o clima organizacional.
El clima organizacional “é o ambiente de trabalho percebido pelos membros da organização e que envolve estrutura, estilo de liderança, comunicação, motivação e recompensas, tudo elo exerce influência direta no comportamento e desempenho dos indivíduos” (
Sandoval, 2004). Neste sentido a ética gerencial é diferente ao clima organizacional. A ética gerencial, seguindo a Koontz e Weihrich (2004) se relaciona com a verdade e a justiça, com as expectativas da sociedade, a competência leal, a publicidade, as relações públicas, a autonomia dos consumidores, o comportamento das empresas tanto no país de origem como no estrangeiro e as responsabilidades sociais. Mas afirmar que a responsabilidade social empresarial é igual à ética gerencial é reduzir esta última a uma só dimensão. Por tanto ética empresarial não só é responsabilidade social.
Então, Como pode conceitualizar-se a Responsabilidade Social Empresarial (
RSE)? Não é um término novo. Atualmente são muitas as empresas identificadas com a RSE. De aí que importa fazer uma revisão do que pensam alguns gerentes venezuelanos sobre este término. Todas estas visiones compartem em comum o fato que se trata da responsabilidade que a organização assume frente à sociedade. Se converte num elemento da estratégia que deve ser mensurável. Estas visões em términos de Lindbaek(2003) se agrupam num enfoque descritivo (caracteriza o que de fato está fazendo a empresa). Por outro lado, estudiosos na área de RSE se agrupam num enfoque normativo onde se detalha o que se pensa que a corporação deveria estar fazendo (seguindo, novamente, a Lindbaek, ob. cit). Este é o caso de Guédez quem afirma que a RSE é uma aliança social, é dizer a capacidade da empresa de trabalhar em conjunto com a comunidade a favor dum propósito, mas que convive com a filantropia e a investimento social (A Ética e a Gerencia, 2004). Também o caso de Francés (2007) quem manifesta que a RSE é um conceito tradicional e deve falar-se de Compromisso Social: o ir mais além da mera responsabilidade, ser parte intrínseca da estratégia. O clima organizacional está relacionado com a Responsabilidade Social Empresarial?
As ações de RSE devem focar-se em primeira instancia nos públicos internos. Uma empresa é socialmente responsável quando se integra ao desenvolvimento social e cultural da comunidade, mas também quando potencia a relação com seus próprios empregados, já seja através de melhoras no ambiente laboral ou permitindo o treinamento e desenvolvimento (crescimento profissional e pessoal) de cada uno.
Em palavras de Mariela Colmenares, vice-presidente de Comunicações Externas e Assuntos Sociais de Banesco (Battaglia, 2006):
“Não podemos executar ações sociais com a comunidade se não garantimos um ambiente laboral digno, caracterizado pela liberdade sindical, respeito às diferencias, igualdade de gênero, assim como o desenvolvimento profissional de quem trabalham na empresa. Oferecer um clima organizacional favorável, gera maior produtividade do pessoal, coleta a fidelidade para a empresa e propicia a formação de círculos virtuosos que motivam aos empregados a superar as metas de trabalho”.

Como fomentar a prática de RSE na formação de Gerentes nos recintos universitários?
Há universidades onde a ética é questão de princípios, existindo pressões externas ou não. Para outras é só moda. Aos gerentes estratégicos em formação deve conscientizar-se das dificuldades do entorno e da RSE que devem assumir frente a elas. Para Molina (s.f.), docente- investigador da Universidade Pontifícia Bolivariana em Medellín (Colômbia) é necessário mostrar de viva voz a quem exitosos

Referencias

• Battaglia, P. A Rentabilidade é RSE (2006, 12 de maio). El Universal

• Diez, E. (2007). La Cultura y la responsabilidad social: binomio estratégico en las organizaciones. Visión Gerencial,2, 231-244

• Drucker, P. (1999). Los desafíos de la Gerencia para el siglo XXI. Bogotá: Norma

• Francés, A. (2007). De la responsabilidad social al compromiso social. Debates Iesa, ¿Está surgiendo en Venezuela la empresa del futuro?, 4.

• Koontz, H. y Weihrich, H. (2004). Administración: Una Perspectiva Global. México: McGraw-Hill.

• La Ética y La Gerencia (2004). Entrevista realizada por la Profesora María Dolores Padrón. UNESR Gerencia 2000, 5, 184-194.

• Lindbaek, J. (2003, junio). La Ética y la Responsabilidad Social Empresarial. Ponencia presentada al Seminario Internacional “Capital Social, Ética y Desarrollo: Los desafíos de la Gobernabilidad Democrática, Caracas. Extraído el 2 de febrero de: www.iigov.org/eg/attachment.drt?art=197619

• Molina, N. (s.f). ¿Cómo deberían las escuelas de negocios fomentar en sus alumnos la práctica de la responsabilidad social empresarial. Latin American Council of Management Schools. Extraído el 2 de febrero de: http://en.cladea.org/opinion-network/resp-soc/

• Sandoval, C. (2004). Concepto y dimensiones del clima organizacional. Hitos de Ciencia Económico Administrativas, 27, 78-82.

RSE para fomentar o desenvolvimento.
Quando as ações ultrapassam fronteiras. As multinacionais impulsam medidas nas zonas donde estão presentes. Cristina Blas
Não obstante a Responsabilidade Social nas Empresas (RSE
) é um tema relativamente recente e se está desenvolvendo pouco a pouco, algumas empresas têm dado um passo a mais: implantar este tipo de políticas nos países em desenvolvimento nos que estão presentes.
E á
que as multinacionais parecem cada vez mais conscientes das repercussões do apoio às comunidades mais desfavorecidas, segundo o livro Business and
Poverty
: Innovative Strategies for Global CSR, apresentado pela Fundação Codespa.
“Ademais de que para a empresa é uma obrigação moral pelo mesmo fato de ter negócio numa zona, implantar políticas de RSC
têm benefícios agregados em términos da imagem para os consumidores e é uma ferramenta que sugere transparência e é geradora de confiança”, explica Silvia Loro, Técnico de Estudos da Fundação Codespa.
“Vivemos num mundo globalizado e é relativamente fácil conhecer como as empresas estão atuando em outros lugares do mundo. São históricos os casos de grandes escândalos relacionados com irresponsabilidades de empresas em países em desenvolvimento que deterioraram sua imagem e a confiança dos consumidores e, de fato, estes casos de crise corporativas tem sido muitas vezes impulsores do câmbio real de atuação”, afirma a experta.
Ademais, esta RSC
para o desenvolvimento repercute internamente na empresa porque os empregados “se sentem satisfeitos de contribuir com seu conhecimento e experiência a melhorar a vida das pessoas”, o que têm seu efeito na motivação, a confiança na empresa e ajuda a captar e reter talento.
Ferramenta de marketing
Mas ainda queda muito por fazer. “Na sociedade, a RSC
é ainda percebida como uma simples ferramenta de marketing e de melhora da imagem corporativa”, reconhece Loro. E se nota quando as empresas não acreditam realmente nas ações. “As medidas que não têm sustentação detrás,terminam por cair por se mesmas”, reiteram desde Codespa.
Têm efeito sobre a imagem da empresa, mas também na reputação interna e a atração de talento A atual crise econômica pode ter dois efeitos. Algumas empresas começaram seus recortes de gastos por estas partidas, mas também se está produzindo uma reflexão sobre as práticas que têm conduzido à recessão. “Se debate se tem suas raízes numa grave falta de ética empresarial e irresponsabilidade social, o que está fazendo que todas aquelas medidas que muitas vezes pareciam quedar no ar comecem a tomar forma
e a assentar-se na prática da gestão empresarial diária”, aponta a técnica de estudos.
O livro apresentado pela Fundação Codespa
e realizado em colaboração com a Comissão Européia, ICEP Austria, o Iese e Boston Consulting Group, oferece sobrados exemplos dos bons resultados destas políticas no caso de empresas como o Canal de Isabel II, Unión Fenosa ou Caixa Catalunya.

domingo, 13 de setembro de 2009

ImportaRSE - Florianópolis


Ignorante soberbia na Responsabilidade Social
10 Setembro 2009
Achava-me dias passados refletindo sobre quantas espécies habitamos este mundo da RSE e acredito que poderíamos gerar toda uma mitologia sobre isto.
Como mostra, vou contar-lhes que a semana passada participe dum pequeno curso nas muitas temáticas que envolvem a responsabilidade social; sempre é bom acudir a estes encontros, não só pelo que se possa aprender, senão pelo intercâmbio de ideias com os outros congregados… claro, sempre e quando não se topem com a espécie Soberbius Excesus, como me aconteceu a mim.
Se trata duma raça predadora por natureza, entenda-se por elo que caça e da morte a todo aquele que pretenda sinalar ou rebater algum argumento dela. Devo expressar que ironicamente, esta espécie deve sua natureza farto violenta, ao temor que lhe infunde seu próprio desconhecimento sobre o tema.
De modo que aí estávamos analisando tópicos baixo uma metodologia de casos; o instrutor chegou assim à clássica publicidade de Burger King, onde ridiculizam a México com um mal uso de sua bandeira.
— Isto é um exemplo — falou o instrutor — de áreas de marketing e RSC que trabalham de forma dês-conexa.
— Sim claro, isso é definitivo — saltou a fera em questão, uma fêmea que se ostentava como gerente de RS de não lembro que empresa — Por suposto que estavam desconectadas essas áreas porque na realidade em Espanha, onde a SA8000 é tão forte, isso normalmente não houvesse acontecido.
SA8000? — perguntou o instrutor.
— Sim, claro, é uma norma de responsabilidade social — contestou ufana.
— Mas SA8000 é uma iniciativa de RS referente a questões laborais — respondeu o instrutor, fazendo gala de tolerância e educação. Ela só franziu a testa.
Continuou o curso com um segundo instrutor que chegou ao tema da ISO26000; mencionou então que esta norma provavelmente estaria pronta no ano que próximo e que não seria certificável
— Claro que vai a ser certificável — rugiu novamente a companheira em questão.
— Desculpe — respondeu o instrutor, mas desde seu início se falou que sua natureza não seria assim.
— Sabe por que é isso? Por pura política! Por que em realidade as empresas querem ser certificadas. Desejas apostar a que terminará sendo assim? Aposta vai, Aposta uma grana. Eu isso o sei por que estou no comitê espelho.
— Desculpa, eu também estou no comitê — respondeu novamente o instrutor, quem também mostrou muita tolerância.
Minha natureza efervescente me pedia parar-me nesse momento e gritar-lhe à fera que fechara a boca, porque a essência mesma da ISO 26000 é ser uma guia de RS para toda classe de organizações: empresas, entidades do Estado, universidades, ONG, trabalhadores e até consumidores, sem importar tamanho, gerem, procedência, interesse ou desinteresse de lucro. Fazer a norma certificável concentraria sua aplicação nas empresas. O resultado seria que em pouco tempo ISO 26000 se associaria basicamente ao mundo empresarial, quem é o que pode pagar uma certificação, perdendo todo seu caráter universal. ISO 26000 está pensada para milhões de organizações, não para umas poucas empresas.
Não obstante fechei minha boca; sem embargo ela não logro fazer o mesmo.
— Ademais quero dizer que também participo no comitê da norma NMXSTe NMX-SASQR… perdão… NMX-SAST-004-IMNC-2004.
— Não era mais fácil dizer Norma Mexicana de Responsabilidade Social? — pensei.
O instrutor, apesar de que, como depois me comentou, também forma parte desse comitê, não quis responder… agora penso que teve razão, um nunca sabe de que maneira pode reagir uma representante desta espécie.
Já no final do curso, uma das assistentes, que se via recém ingressava no tema, perguntaram quais seriam os passos iniciais e os melhores conselhos que se lhe poderiam dar a uma empresa que começava neste tema. Vários dos assistentes lhe fizeram comentários muito úteis como o que primeiro devia impregnar a cultura da RSE em sua organização, que devia fazer muitos esforços de comunicação interna, que começara desde agora a criar suas medições, etc. Todo era harmonia quando a Soberbius Excesus voltou a atacar.
— Eu, com minha experiência, recomendaria que aprendesse a diferenciar as iniciativas sociais das ambientais...
Se fiz um silêncio sepulcral que nem os grilos, estupefatos, se atreveram a quebrar.
— Falo — continuou — porque eu ao princípio me confundia muito… e é que responsabilidade social me soava a social ne..?, mas agora sei que também envolve questiones ambientais.
Comecei a sentir vergonha alheia...
— E o tip. que te vou dar é… Enfoca nas ações meio ambientais.
Acredito-me que nesse momento, o quorum a despeja porque ninguém respondeu. Incluso a garota que havia formulado a pergunta, guardou silencio por instantes e só respondeu — Ah sim… obrigada —
Por que sucederá este fenômeno? Por que essa vontade irrefreável de dar-se a notar? Por que o incontido afã protagônico? É um mal endêmico do meio da RS; seguramente também de outros meios, mas este é onde nos há tocado desempenhar-nos e quiçá devêramos às vezes ser más humildes para simplesmente saber que não se sabe e estar disposto a aprender.
É verdade que a RSC é uma área de estudo e investigação relativamente nova, mas com todo elo, a bibliografia, os relatórios, os cursos, os estudos e os sites web com informação são já tantos que é impossível saber todo.

Fiquei pensando na frase anônima:

“Se quer que as pessoas pensem que não sabes, fica em silencio. Se quer que tenham certeza, fala.”

Autor: arsênico. Mexico.

COMUNICAÇÃO


Escutar, muito mais que ouvir…
Um
dos temas que me há surpreendido quando me acerquei ao Coaching Ontológico, foi a importância dada à escuta.
Escutar, tomado como uma parte importante da conversação, como uma parte ativa da conversação. Que surpresa! Algo ao que não costumamos dar muita importância e salvo em certas conversações especiais –muito poucas, por certo ou em determinadas práticas profissionais. Fora disso, poderia dizer que muitas vezes é algo que fazemos ao passar ou em quanto fazemos outra coisa, por que não? Em nossa cultura não costumamos dar muita importância à escuta…
E olha que sim a tem...
Quisera que resgatassem dois pontos e que aprofundemos um pouco em uns deles. Como mínimo há dois espaços de reflexão interessantes e importantes no que podemos aprofundar:
escutar é uma parte ativa de nossas conversações. É quem nos escuta quem lhe da sentido ao que temos dito. De algum modo, é essa pessoa a que termina com sua interpretação definindo a mensagem. Trata de pensá-lo, alguma vez interpretaste algo de algum modo, para dar-te conta tempo depois que tu interpretação não tinha nada a ver com as intenções de quem te havia falado? Por isso é importante treinar-nos na arte de escutar, aprender a perguntar e indagar como parte da escuta, assegurar-nos tanto de um como do outro lado que o que se recebe é o que o emissor quer comunicar. Aprender a indagar para dar-nos conta que a outra pessoa escutou o que queríamos dizer-lhe, que nossa mensagem foi bem escutada.
e o segundo ponto, e é nele que quero aprofundar, é a questão do respeito e avaliação que se põe em jogo na escuta. De algum modo na escuta se põe em jogo o que Maturana chama o respeito do outro como um legítimo outro. Aceitar ao outro como um legítimo outro é aceitar ao outro tal qual é, é reconhecê-lo pelo que diz, e pelo que lhe acontece…
De algum modo através de nossa escuta validamos às outras pessoas, lhe dizemos TE ESCUTO, te vejo, é importante para mim o que você têm para dizer-me, me interessa Tua pessoa. Trata de pensar por um momento como te sentes quando lhe falas a alguém sobre algo importante e esse outro te escuta em quanto escreve algo em seu computador, ou olha em seus papéis. Como te sentes? Ou quiçá te passou alguma vez que estavas falando e nem sequer terminaste a frase porque te diste conta que à outra pessoa não lhe interessava ou não estava escutando o que dizias. Podes lembrar a sensação em teu corpo? Francamente esquecível, nada que você quiser lembrar.
Em câmbio seguramente te há acontecido de falar com alguém que ajudou a que sentas que o que tinhas para dizer merecia a pena escutar-se, que era importante para esse alguém o que tinhas para dizer Podes lembrar como te sentiste? Como é tua relação com essa pessoa ou como o era? Dava-te ou te da gosto falar com ela? Sim?Pois isso é o que nos passa quando alguém nos escuta. Sentimo-nos bem, nos sentimos importantes, gostamos estar com essa pessoa.
Sobre isto, quero que reflitamos, que nos perguntemos Escutamos aos outros? De que jeito? Escutas aos demais em quanto lês, quando envias um e
mail ou olhas algo em teu computador? Ou escutas pondo o 100 % de você a disposição dessa escuta, prestando atenção ao que o outro tem para dizer-te, a sua emoção, ao que no diz, ao que lhe importa e lhe preocupa?
Escutas deixando de lado as etiquetas que lhes hás posto aos outros? O muito pelo contrario Tu já sabes o que ele vai dizer por que já sabes o tipo de pessoa que é e pelo tanto as coisas que pensa e diz e nem falta que faz que o escutes?
Escutas porque com os anos hás aprendido que de todas e cada uma das pessoas que passam por nossa vida há algo que podemos aprender? Ou...a certas
pessoas nem as escutas porque tu já sabes muito e estás de volta de muitas coisas?
Quiçá não importam tanto as razões, se o fazemos por pressa, se o fazemos por indiferença, por desconhecimento ou por que não lhe damos às pessoas e as relações o valor que têm… quiçá isso não seja importante…
Quiçá sim possamos resgatar como importante que a escuta é uma parte importante de nossas conversações, que nela se tece uma parte importante de nossas relações, de nosso bem-estar e do bem-estar do outro no conviver com o outro, que de uma boa escuta resulta um fazer efetivo onde logramos coordenar ações onde o que se pede e o que se da vão em concordância.
Quiçá possamos pensar ou
re-pensar que o escutar é também uma forma de mostrar aos outros o importante que são para nós…
Fonte: Cocrear.

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Empresas Privadas e RSE.
Segundo um estudo, as empresas privadas crescem em responsabilidade social A pesquisa 2009 da consultora DatosClaros na Argentina sobre contribuição como atores sociais mostra às ONG como líderes. Mas as empresas privadas ganharam terreno e se encontram perto. Quase a metade dos consultados considera uma obrigação das empresas por um pé no terceiro setor. As organizações da sociedade civil continuam encabeçando o listado de setores que contam com maior percepção de sua contribuição como atores sociais, mas as empresas privadas ganharam terreno e se encontram muito perto. Essa é a principal conclusão de um estudo realizado pela consultora DatosClaros. Segundo o informe, em quanto às empresas privadas incrementaram em 12 pontos sua avaliação com respeito ao relevamento de 2008 (60 pontos sobre 100 contra 48) as ONG perderam 3 no último ano (69 sobre 100 contra 72). O estudo se realizou sobre uma mostra aleatória de 420 casos na área metropolitana, com uma margem de erro de +/- 4.8 para um nível de confiabilidade dos 95%. E foi controlada por variáveis sócio-demográficas. O fortalecimento das empresas privadas no que faz à Responsabilidade Social Empresarial (RSE) se percebe também em outros issues da pesquisa. Por exemplo, o 41 por cento dos consultados afirmou que não deveria haver empresas que não pratiquem RSE. E o 83 por cento dos entrevistados esta de acordo em que as empresas apliquem este tipo de políticas. De qualquer maneira, segundo o informe existe ainda um alto nível de desconhecimento da RSE. Um 32 por cento dos consultados desconhece que é. Sobre as ações que mais se valoram à horas de aplicar estas práticas foram mencionados a educação (37% da mostra), melhora e criação de emprego (25%), programas de saúde (17%), cuidado do meio ambiente (6%) e programas de prevenção de adiciones (5%). A margem das ONG e as empresas, mais atrás no listado se encontram a Igreja (58), os meios de comunicação (57), as FF.AA. (33), e os grêmios (23). Se pode aceder ao informe completo no sitio web de DatosClaros: http://www.datosclaros.com/.

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Brasil tem 1º ônibus a hidrogênio da América Latina

http://www.primeiroplano.org.br/images/int_03.jpg

Ônibus totalmente limpos, silenciosos, que utilizam como combustível o hidrogênio - o elemento químico mais abundante do planeta - e liberam apenas vapor de água. A apresentação do Ônibus Brasileiro a Hidrogênio ocorreu na quarta, 1º de julho. O transporte circula em testes na Região Metropolitana de São Paulo desde agosto deste ano.

Com a construção do primeiro veículo deste tipo na América Latina, o Brasil passa a ter posição global de destaque ao lado dos Estados Unidos, da Alemanha e da China. "O Brasil é um dos cinco países do mundo que dominam a tecnologia e que têm ônibus movidos a hidrogênio. Também é importante salientar que nós somos o único, entre estes países, que detém uma tecnologia híbrida, como segunda opção para o ônibus a hidrogênio: a eletricidade", disse o governador José Serra durante apresentação.

O projeto prevê a fabricação de até quatro veículos, mais a montagem da estação de produção de hidrogênio e abastecimento dos ônibus, em São Bernardo do Campo, com o apoio técnico da Petrobrás, da BR Distribuidora e da AES Eletropaulo.

Construído em Caxias do Sul (no Rio Grande do Sul) pela Tuttotrasporti e pela Marcopolo, o protótipo já passou por todos os testes automotivos necessários para a sua homologação. Os outros três veículos serão incluídos no sistema a partir de 2010.

O projeto

O projeto brasileiro começou há 15 anos quando a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU/SP), empresa vinculada à Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos, e o Ministério das Minas e Energia (MME) iniciaram os estudos para o uso do hidrogênio como combustível em ônibus urbanos. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) reconheceu a importância do projeto e destinou recursos do Global Environmental Facility (GEF) para financiá-lo. Para o desenvolvimento de todo o projeto foram destinados US$ 16 milhões.

A EMTU/SP, coordenadora nacional do projeto, será responsável pelo acompanhamento e avaliação do desempenho dos veículos que circularão nas 13 linhas do Corredor Metropolitano ABD (São Mateus / Jabaquara), operado pela concessionária Metra.

Esse corredor é ideal para o experimento, pois apresenta alta demanda. São cerca de 270 mil passageiros por dia. "Vai ser um teste muito importante do ponto de vista operacional, pois é preciso examinar a economicidade e a viabilidade econômica do projeto", afirmou o governador José Serra. "O projeto vale um grande investimento inicial porque trata-se de uma tecnologia e uma forma nova de transporte", complementou.

Esse trabalho será feito até 2011 com os quatro ônibus previstos no projeto. Após o período de testes, os veículos serão incorporados à frota operacional do corredor.

Parceiros
A assinatura do contrato de fornecimento do primeiro ônibus e de toda a infraestrutura necessária ocorreu em maio de 2006, quando o projeto passou a contar com parceiros nacionais e internacionais. São eles:

AES ELETROPAULO (Brasil) - especificação da sub-estação; conexão; qualidade e disponibilidade de energia;
BALLARD POWER SYSTEMS (Canadá) - design, desenvolvimento e fabricação da célula a combustível;
EPRI INTERNATIONAL (EUA) - gerenciamento do projeto e líder do consórcio;
HYDROGENICS (Canadá) - fabricante do eletrolisador e equipamentos da estação de abastecimento de hidrogênio;
MARCOPOLO (Brasil) - fabricante da carroceria e seus componentes;
NUCELLSYS (Alemanha) - desenvolvimento, fabricação e engenharia de aplicação dos sistemas de célula a combustível;
PETROBRAS DISTRIBUIDORA (Brasil) - integradora e operadora da estação de abastecimento de hidrogênio;
TUTTOTRASPORTI (Brasil) - integradora do ônibus completo e fabricante do chassi e do software de controle veicular.

A escolha do Brasil
O Brasil foi beneficiado com o financiamento do PNUD/GEF por ser um país de economia emergente, maior produtor (50 mil unidades por ano) e o maior mercado consumidor de ônibus do mundo. Ainda há várias fontes para produção de hidrogênio no Brasil e o país é líder na redução de gases de efeito estufa com o uso de energia hidroelétrica e do etanol.

O ineditismo do projeto brasileiro
O projeto do Ônibus Brasileiro a Hidrogênio é inédito pelo fato de ter integrado o avançado sistema em plataforma produzida localmente, ao invés de importar os ônibus de célula a combustível já existentes.

O uso de um sistema de propulsão híbrido com dois sistemas automotivos de célula a combustível combinado com baterias é outra característica pioneira, proporcionando ao veículo menos peso, o que garante mais eficiência no consumo e no rendimento, a um custo menor.

O ônibus brasileiro também conta com um dispositivo de regeneração do sistema de frenagem (aproveitamento do calor), o mesmo empregado neste ano nos carros da Fórmula 1, no qual a energia é armazenada nas baterias e usada na necessidade de maior potência na movimentação do veículo (em subidas, por exemplo).

Além do uso diferenciado de alguns sistemas, a arquitetura e a concepção inovadoras do Ônibus Brasileiro a Hidrogênio levam a um custo final do veículo significativamente inferior aos existentes no mundo.

Como maior fabricante global de chassis e carrocerias, o Brasil tem demonstrado capacidade de inovação tecnológica e reconhecida competência na gestão desse conhecimento. São qualidades evidentes ao se constatar que o protótipo foi totalmente fabricado e integrado (carroceria e sistemas) em território nacional.

Os próximos objetivos são: desenvolver uma solução mais limpa para o transporte público no Brasil, avaliar e estabelecer as exigências técnicas para garantir a durabilidade do veículo e torná-lo economicamente competitivo.

DATA ENERGIA (RJ) • 8/9/2009

LA RECOMENDACIÓN DIARIA

  LA RECOMENDACIÓN DIARIA resistencia a los antimicrobianos , mejor que  resistencia antimicrobiana   Resistencia a los antimicrobianos , no...