Translate

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

ImportaRSE - Florianópolis

A Empresa do Novo Testamento

Escrito, 18 de Setembro, 2009 por Julen.

Eu já vivi da empresa. Terminei de estudar e desembarquei numa empresa. Primeiro uma bolsa (o passei bem), logo um contratinho, após um projeto falido de aprendizagem e assim jogamos para adiante. Sempre em redor das empresas. Como estagiário, como empregado, como sócio cooperativista, como proprietário. Empresa como meio através da qual levar a cabo uma atividade profissional. Como, se não. É que há outra forma?

E estudei e li livros e mais livros sobre management. Gurus de verdade, gurus de mentiras, predicadores, fanáticos, vendedores de fumaça, receitas para a felicidade no trabalho. As prateleiras sempre estavam cheias de livros com títulos desenhados para que tua vista se detivesse neles. Alguns inclusive não se recatavam em utilizar termos sagrados: bíblias modernas com as que praticarem a Fé contemporânea. Empresa como lugar sagrado onde uns geram riqueza e outros perdem a vida. Empresa como axioma.

Entre tanto, nestes vinte anos de trabalho, a sociedade de consumo tem ganhado a partida. Seus padrões hão arrasado ruas centrais do primeiro mundo: lugares desenhados para a compra. Marketing e publicidade como reis da festa. E comprar se converte no gérmen da felicidade. Igrejas substituídas por centros comerciais, que diriam os carecas de Funky Business. Diversão para não pensar. O ato compulsivo de compra como grande êxito da empresa moderna. Êxito desenhado, por suposto, para que sejas mais feliz e qual criança caprichosa consiga tua balinha justo ao passar pela caixa. Tu só tens que comprar, deixa o demais em nossas mãos.

Da uma olhada, por exemplo, às ofertas das operadoras de telecomunicações. Os grampos, com grandes letras, enchem a cena. A letra pequena do contrato, em câmbio, te diz como será teu futuro. Mas ambos preferem não ler essas condições porque isso não conduz à felicidade. É nesse preciso momento de consumir, quando o novo iPhone chega a tuas mãos, quando você é feliz. E esse mesmo ato, que só vais poder levar-lo a cabo umas contadas vezes ao longo de tua vida, é o que te vai a provocar angústia. Porque o Deus todo poderoso empresa não descansa e vai colocar no mercado um aparelho melhor. E tu não tens. Aí te ferras.

A empresa do antigo testamento já não vende. Esse modelo poderoso, que atua com raiva, que castiga e ordena, não vende num mundo feliz. Hoje todo é mais sutil na empresa do novo testamento. Gera seus símbolos, se dispersa, atua em múltiplas frentes, está deslocada, usa as redes sociais na Internet. É agora sei que sem nenhuma dúvida, onipresente. Não podes evitar enfrentar-la cada dia. O mundo se ha privatizado: tuas comunicações dependem dela, teus movimentos, teu prazer, tua ausência de dor, tua cultura, teu amor. Não podemos sair do sistema empresa. O engloba tudo. E cobra porque se sabe poderosa. Exige à universidade que lhe entregue determinado tipo de produto pessoa. Exige aos governos que deixem de gastar dinheiro em serviços ineficientes para abrir novos oceanos azuis. Exige a seus trabalhadores que se impliquem emocionalmente, que se fundam numa mística comunhão de interesses.

As empresas do novo testamento têm construído um estranho paraíso. O tem feito com seu esforço e determinação. Heinz Dieterich o recolhe muito bem na Aldeia Global a partir do exemplo de Matsushita (hoje Panasonic é um exemplo avaliado por gurus como John P. Kotter). Não a chama fé senão o “espírito da fome”. É a determinação, a fé cega, o dispor dum sentido para tua vida. Em palavras de Masaharu Matsushita:

“O espírito da fome não se refere a um estomago ou um moedeiro vazio, senão à necessidade de usar a sabedoria e inteligência própria até seus máximos níveis, porque no atual mercado de alta competitividade, nosso objetivo tem que consistir em chegar ao nível mais alto. Quando achamos chegado a ser o número um em Japão, então temos que aspirar a voltar-nos o número um no mercado mundial. Uma vez que temos alcançado este nível, não podemos descansar. Temos que trabalhar para ser ainda melhores”.

Relaxa e desfruta. Tranqüilidade. As empresas têm pensado em tudo: têm já escritos seus relatórios de responsabilidade social corporativa e cavalgam a lombos do capitalismo filantrópico. Em nome da melhoria continuada, a inovação e as pesquisas de satisfação, amem.

A imagem está tomada de http://www.zemos98.org/spip.php?article294

ImportaRSE - Florianópolis

Cambio climático:

que é?,

que fazemos? (I)

Desde 7 ao 18 de dezembro deste ano, os países do mundo, se encontrarão na cume de Copenhague 2009, para negociar um novo Protocolo que substitua em 2012 ao de Kyoto.

O fim último é traçar uma rota que conduza a uma estratégia global que logre atender o problema do cambio climático, o qual é sem dúvida o principal problema ambiental de caráter global.

Conceitos básicos

“Cambio Climático” ou “Aquecimento Global”, são frases que ultimamente escutamos a miúdo, mas Que significam?

Para entender o conceito de Câmbio Climático, é importante conhecer as seguintes definições básicas:

1) Atmosfera: É uma envoltura gasosa que rodeia a terra. De não existir, ou de ser muito tênue, como sucede na Lua, por exemplo, os câmbios diários de temperatura seriam enormes. É dizer, que a particular composição de nossa atmosfera atua como uma capa protetora contra as radiações que chegam do espaço, por uma parte; e por outra, ajuda ao planeta a conservar o calor que possibilita a vida sobre a terra.

2) Gases de Efeito Estufa: O metano, o óxido nitroso e o dióxido de carbono (CO2), existem de maneira natural em nossa atmosfera. Se lhes chama gases de efeito estufa. Em níveis equilibrados, atuam como o vidro duma estufa: capturam parte da energia do sol e ajudam a criar um clima adequado para a vida no planeta. Existem outros gases de efeito estufa, gerados pelos processos industriais, como o hidrofluorocarbono, o perfluoruro de carbono e o hexafluoruro de sulfuro.

O Aquecimento Global

Conhece-se como aquecimento global ou cambio climático o incremento progressivo da temperatura do ar e da água dos oceanos, como conseqüência da acumulação dos gases de efeito estufa, particularmente do CO2 e o metano.

A origem deste problema foi o incremento da presença de gases de efeito estufa na atmosfera. A vegetação do planeta é a encarregada de absorver o CO2 e produzir oxigeno. Mas pelos processos industriais e a queima de combustíveis fosseis, os seres humanos temos aumentado permanentemente a quantidade de ditos gases que se descarregam em nossa atmosfera.

Atualmente a natureza não da conta para processar-los; a situação se agrava ademais pelo desmatamento e queima de grandes extensões de bosques. Temos cada vez menos plantas para processar o CO2, e este se acumula cada vez mais na atmosfera.

Como conseqüência, nossa atmosfera é cada vez mais espessa. Na medida em que se volta mais grossa, a atmosfera captura muita energia irradiada que, de outro modo, haveria escapado ao universo.

Este excesso de energia acumulado eleva perigosamente a temperatura do ar e dos oceanos. Em isto consiste a crise ambiental conhecida como cambio climático ou aquecimento global.

Ambiente em Letras é una publicação da Fundação Terra Viva

A reprodução do conteúdo está autorizada.

www.tierraviva.org

ImportaRSE - Florianópolis


RSE en Espanha.

Espanha pouparia mais de um milhão de toneladas de CO2 ao ano trocando os eletrodomésticos antigos, segundo um estudo

MADRID, 18 Set. (EUROPA PRESS) -

Espanha poderia poupar mais de um milhão de toneladas de emissões de CO2 ao ano substituindo os eletrodomésticos de mais de dez anos, que demandam uma grande quantidade de energia, por outros mais modernos e eficientes energeticamente, segundo um estudo de Electrolux.

O trabalho foi realizado em 22 países europeus e destaca os efeitos benéficos para o meio ambiente que tem os eletrodomésticos eficientes, graças a seu menor consumo de água e eletricidade.

Segundo Electrolux, a economia anual em termos econômicos que alcançaria Espanha com esta medida seria de cerca de 175 milhões de euros, e em termos energéticos, de quase 1.400 milhões de kWh. Esta quantidade é equivalente ao gasto que se geraria se todos os imóveis da mostra deixassem ligada uma lâmpada de 60 w durante dois meses.

"Os eletrodomésticos atuais, com maior eficiência energética, utilizam uma parte muito pequena da energia que gastam os eletrodomésticos de mais de dez anos. A potencial poupança que se reflexa no estudo indica que a substituição de eletrodomésticos joga um papel fundamental no desenvolvimento sustentável", afirma o vice-presidente de Meio Ambiente de Electrolux, Henrik Sundström.

CENER e Miyabi ganharam um concurso nacional para desenvolver procedimentos de certificação energética de prédios

Os edifícios do país terão que contar com esta certificação, que será similar à dos eletrodomésticos, num prazo de seis anos

PAMPLONA, 18 Set. (EUROPA PRESS) -

O consorcio formado por CENER e Miyabi há resultado adjudicatário no concurso público convocado pelo Ministério de Indústria para desenvolver procedimentos de certificação energética de edifícios na Espanha.

Através deste procedimento se qualificará energeticamente os blocos de vivendas, oficinas e serviços já construídos no país, segundo informou hoje em roda de imprensa a diretora geral de Empresa do Governo de Navarra, Begoña Urien, quem destacou que esta medida "contribuirá a diminuir as emissões de CO2".

Urien, que compareceu junto ao diretor geral do CENER, Javier Armendáriz, e o diretor de Miyabi, Miguel Ángel Pascual, explicou que a este concurso público, convocado pelo Ministério de Indústria, através do IDEA, concorreu um total de 17 agrupações formadas por empresas, centros tecnológicos e universidades de Espanha.

A diretora geral da Empresa destacou o "impacto espetacular" que produzirão estes procedimentos de certificação energética que têm "uma grande transcendência social, econômica e ambiental por diferentes aspectos", já que, "incidirá nas medidas de uso eficientes da energia neste âmbito".

Em concreto, segundo expressou Urien, esta certificação energética será similar à que já existe para os eletrodomésticos, dividida em níveis, e entrará em vigor ao final de 2009 ou a princípios de 2010.

O procedimento, no que ainda estão trabalhando CENER e Miyabi, estará finalizado para dentro de seis meses. A partir da publicação no BOE da normativa que está ultimando o Governo central que obriga aos edifícios já existentes a contar com esta certificação, os imóveis terão um prazo de seis anos para realizar este procedimento, o que servirá, segundo o diretor do CENER, para "reduzir substancialmente o uso ineficiente e demolidor" da energia que se realiza em alguns edifícios.

Para a diretora de Empresa, a adjudicação a CENER e Miyabi dos procedimentos de certificação "reforça a posição de liderança de Navarra em matéria de energias renováveis e poupança", dois dos pilares "fundamentais" da "política energética do Executivo foral durante os últimos anos".

FERRAMENTA INFORMÁTICA

O diretor de Miyabi, Miguel Ángel Pascual, explicou que o procedimento de certificação se baseia numa ferramenta informática "prática, rápida e simples" que permitirá obter a qualificação energética do edifício e realizar um estudo das medidas de poupança energética mais eficiente em cada caso.

Graças a isto, os profissionais do setor poderão, de forma imediata, realizar um estudo das medidas mais eficientes sobre o edifício objeto para melhorar sua qualificação e diminuir suas emissões de CO2. Assim, a aplicação se volta uma guia dinâmica de recomendações concretas para o edifício em questão.


quinta-feira, 17 de setembro de 2009

ImportaRSE - Florianópolis


CRIADORES DE ESCASSEZ

Autor: Rubén Sancho

Um sexto da população do mundo passa fome crônica.

Tomo o título do excelente ensaio de David Anisi, que em gloria esteja sem pedir-lhe permissão, mas convencido de que o concederia, pela temática a tratar neste artigo mais que pelo fundo que contém, porque ninguém como ele para falar sobre assuntos deste tipo.
O caso é que este fim de semana tendo conhecido um dado demolidor para as consciências bem pensantes de Ocidente, um dado que joga sobre a mesa todas nossas vergonhas e nos diz que uma sexta parte da população mundial passa fome crônica.
Faz uns séculos a escassez vinha sendo provocada pela falta de tecnologia como para produzir a suficiente comida para alimentar a todos os habitantes do mundo, mas hoje a escassez vem provocada pela política econômica dos países ocidentais e a corrupção política dos países subdesenvolvidos.
A tecnologia atual permitiria alimentar toda a população mundial, isso é um fato, não é demagogia senão uma verdade vergonhosa para nossas consciências.

Há uma parte do mundo que passa fome porque o resto o permite.
E o permitimos em procura dum benefício econômico que se converte em falaz e hipócrita desde o mesmo momento que gera a fome, porque uma questão é obter mais benefícios que outros países, mas outra muito distinta é obtê-los a custa da fome de outros países.
Uma sexta parte da população mundial não tem nada que levar-se à boca, entanto que neste mundo, no nosso, no acomodado, nos dedicamos a limitar nossas coletas, a desaproveitar nossos recursos com o único objetivo de que os preços se sigam mantendo.
Algo falha na Economia se não é capaz de resolver este dilema, o mais que na Economia na forma de aplicá-la, porque a solução do problema é simples desde um ponto de vista econômico, o que falta é vontade de solução.
Tratar-se-ia de políticas de redistribuição alimentar que substituíram ao transpasse de fundos ao desenvolvimento que se tem mostrado como ineficientes em repetidas ocasiões devido à corrupção dos países destinatários.
A população que morre de fome não quer nosso dinheiro, necessita comer e para isto requer alimentos e que lhes ensinemos a produzi-los para
poder alimenta-se por si mesmos no longo prazo.
Mas nós aqui seguimos falando de nossa crise econômica que não nos deixa comprar um novo televisor, das previsões catastróficas que nos impedirão comprar uma casa na praia, e da volta à escola de nossas crianças aos que seguiremos comprando um conjunto de roupa para cada dia.
Basta já de hipocrisia, não estou falando desde a demagogia, falo desde a certeza econômica de que uma solução é possível sempre e quando os políticos deixem de fazer política e derivem os recursos de maneira eficiente. Eu, particularmente, me sinto envergonhado da espécie humana por permitir que este fato siga acontecendo em pleno século
XXI.

“Antes de dar ao povo sacerdotes, soldados e maestros, seria oportuno saber se não se estão morrendo de fome”.

Leon Tolstoi (1828-1910), escritor russo.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

ImportaRSE - Florianópolis

Qua, 16 Set,

ALCOOL POLUI TANTO QUANTO A GASOLINA

Dados divulgados ontem pelo Ministério do Meio Ambiente mostram que o álcool combustível pode poluir tanto quanto a gasolina. E que os motores com menor potência chegam a poluir mais do que os equipamentos com maior capacidade. O cálculo foi feito com base na Nota Verde, que informa, para veículos fabricados em 2008, as medições da emissão de três gases poluentes - o monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio. Em relação ao CO2, um dos principais causadores do efeito estufa, o álcool, por ser renovável, tem suas emissões neutralizadas pela absorção de gases feita pelas folhas da cana-de-açúcar no cultivo da planta.

No ranking de 258 provas sobre poluição e emissão de gases a que as empresas submeteram os veículos, as melhores notas (que variam de 0 a 10) foram dadas a carros que usavam gasolina no momento dos testes. O campeão foi o Ford Focus 2008, motor 2,0 DOHC I-4 SFI, o que jogou por terra o mito de que veículos com motores menos potentes poluem menos. Pelo contrário. Do primeiro ao sétimo lugar entre os menos poluidores, prevaleceram os motores mais potentes, de 1,4 cilindradas a 3,5. De acordo com Márcio Veloso, analista ambiental do Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores do Ibama, os motores de menor cilindrada poluem mais porque exigem mais força - e conseqüentemente maior consumo de combustível - para fazer o carro se movimentar. O álcool, por queimar mais rápido que a gasolina, libera mais gases.

Coube a um Fiat Uno com motor de mil cilindradas o oitavo lugar entre os menos poluentes. Por coincidência, na hora do teste, a montadora usava o álcool como combustível. Quanto à emissão de CO2, um Fiat de mil cilindradas, de oito válvulas, e motor L5, com gasolina, obteve a nota 10, o que representa zero de liberação de gases. O segundo lugar na emissão de CO2 coube também a um Fiat, mas modelo Uno Way, motor 1,0, gasolina. Ele obteve nota 9,9.

A tabela com todas as notas para os veículos fabricados em 2008 pode ser acessada na página do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) - www.ibama.gov.br -, no link Nota verde. Lá, pode-se verificar se o carro é pouco ou mais poluente e se emite mais ou menos gases

que contribuem para o aquecimento global. É possível também saber detalhes sobre os poluentes emitidos.

Da poluição veicular, 99% resultam da liberação de monóxido de carbono, hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio. "Achamos que divulgar os dados poderia levar proprietários a observar quais os veículos que poluem ou emitem mais ou menos gases", disse o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

ImportaRSE - Florianópolis

ISO 26000 DIS

15 Setembro 2009

Ontem, 14 de Setembro, o grupo de trabalho que elabora ISO 26000 publicou o Rascunho da Norma Internacional ISO 26000; esta é a penúltima etapa de rascunho da norma, à qual somente lhe seguirá o FDIS, o qual, de ser aprovado se convertera em norma; pelo tanto este borrador publicado ontem, se espera tenha poucos câmbios e ademais que a maioria não sejam significativos.

Este documento sai para votação e comentários e o período começa hoje mesmo e concluem 14 de Fevereiro de 2010, um bom presente para todos aqueles que têm posto seu esforço para que esta norma se desenvolva e veja a luz.

· Futura norma ISO 26000 sobre Responsabilidade Social publicado como projeto de norma internacional

O futuro da Norma Internacional ISO 26000, Guia sobre a Responsabilidade Social, há atingido uma fase importante em seu desenvolvimento, com sua publicação como um Projeto de Norma Internacional (DIS).
Um período de cinco meses de votação (a partir de setembro 14, 2009-fevereiro 14, 2010) há começado, durante o qual os organismos nacionais membros da ISO poderão votar e comentar o texto. As organizações participantes do enlace também podem comentar. Os comentários se discutirão na próxima reunião do Grupo de Trabalho de ISO sobre Responsabilidade Social (ISO / WG SR), que está desenvolvendo a norma ISO 26000, em maio de 2010. Se a votação do DIS tem êxito, o documento, com as eventuais modificações, será distribuído aos membros da ISO como Final Draft International Standard (FDIS). Se esse voto é positivo, ISO 26000, a continuação, será publicada como uma norma internacional a fins de 2010.

ISO 26000 proporcionará, harmonizada a nível mundial, a orientação pertinente sobre a base de um consenso internacional entre expertos representantes dos principais grupos interessados e fomentará assim a aplicação de melhores práticas em todo o mundo da Responsabilidade Social.

Na introdução ao projeto de norma inclui os seguintes mensagem claves, indicando que a norma ISO 26000:

•Proporciona orientação sobre os princípios básicos de responsabilidade social, as matérias básicas e questões relativas à responsabilidade social e sobre a maneira de integrar o comportamento socialmente responsável nas estratégias de organização, os sistemas, práticas e processos
•Pretende ser útil para todo tipo de organizações sem fins de lucro nos setores privado, público e não governamentais, já sejam grandes ou pequenos, que operem nos países desenvolvidos ou em desenvolvimento.
•Não é um sistema padrão de gestão. Não é sua intenção, nem se considera conveniente seu uso a efeitos de certificação, regulamentaria ou contratual.
Esta prevista sua utilização através dos princípios para abordar a responsabilidade social.
•Noventa e um países e 42 organizações com estatuto de enlace estão participando no ISO / WG SR, baixo a direção conjunta dos membros da ISO para Brasil (ABNT) e Suécia (SIS). Os seis principais grupos de interesse estão representados: a indústria; sindicatos de trabalhadores; os consumidores: as organizações não governamentais, de serviço, apoio, investigação e outros, assim como um equilíbrio geográfico e de gênero dos participantes.

•A orientação na norma ISO 26000 se baseia nas melhores práticas desenvolvidas pelas iniciativas existentes em Responsabilidade Social nos setores público e privado. É coerente e complementaria as declarações e convenções pertinentes das Nações Unidas e de seus componentes, especialmente a Organização Internacional do Trabalho (OIT), com que a ISO há estabelecido um Memorando de Entendimento (MoU) para garantir a coerência com as normas de trabalho. ISO também há firmado memorandos de entendimento com as Nações Unidas - Oficina do Pacto Mundial (UNGCO) e com a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) para melhorar sua cooperação no desenvolvimento da norma ISO 26000.

ImportaRSE - Florianópolis

A crise custa US$10.000 por pessoa
Steve Schifferes
Fonte: BBC Mundo
.
As principais economias do mundo têm gastado uns US$10,8 bilhões em seu intento por mitigar a crise financeira que se desatou em 2008, de acordo a cálculos da BBC, tirados a partir da informação subministrada pelo Fundo Monetário Internacional aos ministros do G20.
O Reino Unido e os Estados Unidos gastaram a maior quantidade. De fato, a nação européia há gastado 94% do seu Produto Interno Bruto (PIB), em tanto que o país norte-americano tem gastado 25% do seu PIB.

Isso equivale a US$50.000 por pessoa no Reino Unido, e US$10.000 nos Estados Unidos.
A maior parte do dinheiro dos auxílios se destinou ao sistema bancário. Uma vez esse sistema se dês lastre da crise, os governos procurarão recuperar a maioria do seu dinheiro, mas não tudo.
Sem embargo, há muitas outras formas de medir a gravidade da crise que há levado ao mundo a uma das piores recessões dos últimos anos.
Todas mostram a gravidade dos danos e ilustram o ponto exato no que os países ricos se viram mais afetados. À cabeça estão Estados Unidos e o Reino Unido, que com seus poderosos sectores financeiros, se situaram no coração da crise.
Cancelamentos privados
As dívidas dos governos de EE. UU. e o Reino Unido poderá duplicar-se no próximo ano.
Estima-se que as perdas do sistema financeiro por cancelamento ou depreciação de seus ativos ascendem a um valor de US$4 bilhões, as duas terceiras partes dos quais representam perdas sofridas pelos conglomerados bancários Citigroup e RBS.
E ainda cerca da metade dessas perdas (US$1,8 bilhões) se refere ao pagamento de títulos respaldados por hipotecas de alto risco, o dano causado pela crise se estendeu a outros ativos bancários, com inúmeros cancelamentos de empréstimos comerciais.
Esses cancelamentos massivos, que apagaram quase 10 anos de ganhos do sector bancário, hão feito mais difícil que os bancos possam voltar a acumular capital para reassumir a liderança.
Muitos expertos consideram que passarão anos e até décadas antes que as condições de empréstimo retornem a como eram antes da crise. De fato, uma das causas da letargia da economia foi o temor a outorgar empréstimos, unido a um colapso massivo da confiança nos mercados financeiros.
Contração da economia global
Projeta-se que a economia global se contrairá este ano 2,3% ou US$1 bilhão, uma perda que compartem todos os cidadãos, mas que afeta muito especialmente ao ascendente número de desempregados.

Si se toma em conta o fato de que a economia global cresce, em condições normais, um pouco mais de 2% por ano, a perda de produção causada pela recessão ascende a quase US$2 bilhões.
Sem embargo, com o objetivo de impulsionar a economia, os governos tem destinado muitos milhões de dólares a planos de estímulo.
Nos próximos cinco anos, se prevê que a dívida do governo britânico se duplicará para alcançar US$2,3 bilhões em tanto que a dívida nacional estadunidense poderia atingir US$10 bilhões.
Esta dívida governamental adicional terá que ser assumida pelos futuros cidadãos com o pagamento de impostos. Estes cidadãos serão obrigados a gastar seu dinheiro nos serviços públicos como saúde e educação.
Os juros da dívida do Reino Unido em 2014 poderão superar tudo o orçamento educativo.
Efeito de riqueza
Milhões de cidadãos em todo o mundo têm perdido seus empregos pela crise financeira.
Os indivíduos também experimentam menos sensação de riqueza como conseqüência da queda do valor de seus ativos Não só suas casas valem menos, senão que seus ativos financeiros, como as ações, declinaram seu valor nos últimos 12 meses.
A BBC, junto ao banco Halifax, estima que a riqueza entre os britânicos tenha caído, desde o ano passado, US$1,3 bilhões, em comparação com a cifra do ciclo compreendido entre o final de 2007 e o final de 2008.
O valor de seus lares há caído 15% e o valor dos seus ativos financeiros em 9%.
Estas cifras não tomam em conta o valor das dívidas como os empréstimos.
A riqueza está distribuída de uma maneira muito desigual e quem é proprietário de sua vivenda e não tem uma pensão, não sentirá os efeitos em demasia, ao menos que não encontrem trabalho.
Mas, não há dúvida de que a crise tem posto um freio aos hábitos de consumo dos cidadãos, com o qual também se exacerba a recessão.
Poderia passar um tempo antes que voltemos à era em que as pessoas sacavam empréstimos para sair de férias ou comprar uma tela gigante.
O que fica claro é que seguirão pagando o preço do colapso de Lehman Brothers por um bom tempo.

LA RECOMENDACIÓN DIARIA

  LA RECOMENDACIÓN DIARIA resistencia a los antimicrobianos , mejor que  resistencia antimicrobiana   Resistencia a los antimicrobianos , no...