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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
ImportaRSE - Florianópolis

A RSE deve e pode ser rentável
Diferente de USA e Europa, os programas de responsabilidade social em América Latina ainda navegam num mar de confusão entre a filantropia e o “queremos que nos percebam bons.” Terrível erro. Qual é o resultado? Que à chegada da crise ou com a primeira troca de diretiva, muitos programas sociais se esgotam porque não podem demonstrar rentabilidade.
Nestes tempos, a olhos de muitos diretivos, a visão é clara: programa que não seja rentável deve ser eliminado; o que nos leva à pergunta
É a RSE rentável?
Para que sobreviva e tenha futuro, deve sê-lo. Vejamos alguns exemplos:
Caso Starbucks: Acredita você que suas práticas de comércio justo são só uma iniciativa de bom coração? Sabia que com elas robustecem uma lucrativa e virtuosa cadeia de produção?
Caso Google: Pensa que os enormes painéis solares de suas oficinas são só para combater o aquecimento global? Sabia que com eles, tão só nos 2007, se pouparam 30% de seu gasto em energia?
Caso DHL: Acreditam que o “dar de graça” todos os envios aos assistentes do Cume de Copenhague sobre câmbio climático, é altruísmo? Sabia que todos seus pacotes e envelopes poderão ser brandeados com a inscrição: ”Sócio Oficial de Logística” ligando assim sua marca ao evento?
Caso McDonald’s: Acredita que suas aparições em Great Place to Work são só vaidade? Tem pensado que a força laboral da cadeia é netamentejuventude e por tanto devem mostrar-se como uma opção real para quem desejam um primeiro emprego?
Então... Porque em Latino América nos causa coceira escutar que a RSE deve ser rentável? A RSE não é romantismo, é uma forma de gestão e deve como sinala Michael Porter, estar inserta no core business e a estratégia parapoder prevalecer; implicando com isto, cruzar os interesses e objetivos da organização com as necessidades da comunidade e/ou o meio ambiente; quando isto acontece, programa de alto beneficia para a sociedade e as companhias, se produzem; então é possível falar duma visão de negócios com futuro. Antes disso, só há boas intenções.
Fonte: El Economista, “Responsables de la RSE”
La RSE debe y puede ser rentable
1 Octubre 2009
A diferencia de E.U. y Europa, los programas de responsabilidad social en América Latina aún navegan en un mar de confusión entre la filantropía y el “queremos que nos perciban buenos.” Terrible error. ¿Cuál es el resultado? Que a la llegada de la crisis o con el primer cambio de directiva, muchos programas sociales se vienen abajo porque no pueden demostrar rentabilidad.
En estos tiempos, a ojos de muchos directivos, la visión es clara: programa que no sea rentable, debe ser eliminado; lo que nos lleva a la pregunta ¿Es la RSE rentable?
Para que sobreviva y tenga futuro, debe serlo. Veamos algunos ejemplos:
Caso Starbucks ¿Cree usted que sus prácticas de comercio justo son sólo una iniciativa de buen corazón? ¿Sabía que con ellas robustecen una redituable y virtuosa cadena de producción?
Caso Google ¿Piensa que los enormes paneles solares de sus oficinas son sólo para combatir el calentamiento global? ¿Sabía que con ellos, tan sólo en el 2007, se ahorraron 30% de su gasto en energía?
Caso DHL ¿Cree que el “regalar” todos los envíos a los asistentes de la Cumbre de Copenhague sobre cambio climático, es altruismo? ¿Sabía que toda su paquetería podrá ser brandeada con la leyenda:”Socio Oficial de Logística” ligando así su marca al evento?
Caso McDonald’s ¿Cree que sus apariciones en Great Place to Work son sólo vanidad? ¿Ha pensado que la fuerza laboral de la cadena es netamente juventud y por tanto deben mostrarse como una opción real para quienes desean un primer empleo?
Entonces ¿Por qué en Latinoamérica nos causa escozor escuchar que la RSE debe ser rentable? La RSE no es romanticismo, es una forma de gestión y debe, como señala Michael Porter, estar inserta en el core business y la estrategia para poder prevalecer; implicando con ello, cruzar los intereses y objetivos de la organización con las necesidades de la comunidad y/o el medio ambiente; cuando esto ocurre, programas de alto beneficio para la sociedad y las compañías, se producen; entonces es posible hablar de una visión de negocios con futuro. Antes de eso, sólo hay buenas intenciones.
Fonte: El Economista, “Responsables de la RSE”, Finanzas personales, p. 32
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Os 25 pioneiros da Responsabilidade social, segundo a revista TIME
O passado 10 de setembro, a Revista TIME realizou uma edição especial sobre o tema “Responsabilidade”. Já o havia dito Barack Obama durante sua assunção à presidência dos Estados Unidos em janeiro: “Estamos ante uma Nova Era, a Era da Responsabilidade”.
A sociedade norte-americana captou essa mensagem, e também o fizeram os meios de comunicação. Em Estados Unidos surgiu uma firme decisão política por impulsionar sectores e indústrias que contribuíam a seu “Ser Sustentável” como Nação.
Nove meses depois desse proclama, como si se gestasse um embrião, sai à luz este interessante dossiê que inclui uma entrevista com o matrimônio Obama, uma introdução à “Revolução Responsável”, um “como fazer as coisas de outra maneira” e “21 formas de fazer Serviço”.
Para TIME os 25 pioneiros da Responsabilidade são:
•Reciclye Bank, o Banco de Reciclado é um projeto que há envolvido a 1 milhão de pessoas em 20 Estados que pretende “fazer economicamente atrativo reciclar”.
•Living Goods, outorga microcréditos a mulheres de Uganda para ajudar a melhorar sua qualidade de vida.
•Huw Kingston logrou que Bundanoon, um pequeno povoado de Australia, se converta na primeira cidade do mundo em deixar de vender água engarrafada.
•Starbucks, e seu caminho a converter-se no “café ético” do mundo.
•Cadbury, outra marca que aposta por usar matéria prima com critérios decomercio justo, ademais de impulsionar iniciativas para racionalizar seu consumo de recursos naturais.
•Sonal Shah, esta mulher proveniente do mundo das corporações está a cargo do escritório de Inovação e Participação Cidadã da Casa Branca, com um orçamento de U$S 50 milhões para impulsionar iniciativas inovadoras.
•Rebecca Hosking converteu a sua cidade natal -Modbury, na Inglaterra- na primeira em trocar as bolsas de plástico pelas de tela e reutilizáveis.
•Kickstart faz 18 anos criaram “bombas de rego” para fomentar a agricultura nos países pobres de África.
•Daxu, uma cozinha para contribuir a evitar o desmatamento e mitigar o câmbio climático em China
•PeaceWorks, uma empresa de Daniel Lubetzky que se propõe fazer negócios com o único beneficio de contribuir à paz entre nações inimistadas.
•Embrace, incubadoras sustentáveis para nenéns da Índia, desarrolhada por uma equipe de investigação da Universidade de Stanford.
•Better World Books, um sistema que rastreia os livros menos freqüentados nas bibliotecas de universidades e colégios para vendê-los por Internet e ajudar com estes fundos a ensinar a ler a novas pessoas.
•A Donna Redmond, uma mulher que tem como objetivo abrir um mercado de alimentos no Sul de Chicago que se encontrem livres de pesticidas, para fomentar uma alimentação mais saudável.
•Nidan, uma organização na Índia que desde 1995 nucleia a trabalhadores ambulantes e informais para organizá-los em cooperativas e gerar negócios desde a Base da Pirâmide.
•Walmart, a aposta dum gigante para passar de ser um modelo de negócios “cruel” a um “sustentável”.
•Cleanfish, trabalha para que a cadeia de valor da indústria pesqueira de São Francisco seja mais “eco-consciente”, conectando entre sim os seus integrantes.
•Acumen é uma empresa de investimento em capitais de risco… mas em projetos sustentáveis e em países onde geralmente ninguém quer investir.
•D.light Design, una empresa que vende lâmpadas de energia solar em países pobres e em zonas que geralmente carecem de energia elétrica.
•Katie Fewings é a criadora das “Bodas Éticas” que ajuda aos noivos a oferecer a seus invitados produtos de comercio justo e até vestir-se com prendas orgânicas para oferecer uma boda mais responsável.
•Ashoka, a rede de empreendedores sociais maior do mundo que iniciou seu trabalho em 1980 da mão de Billy Drayton.
•Amy Domini, assessora a executivos para que invistam em fundos éticos e sustentáveis. Sua filosofia de investimento ética é simples: “O futuro do planeta é tão importante como um informe de ganâncias”.
•Melissa Schweisguth, é experta em sustentabilidade e declara viver sua vida de acordo a seus valores. Ajuda a empresas a reduzir seu rastro de carbono e a tomar consciência dos resíduos e seu reciclado.
•GAP, a raiz dum problema de trabalho infantil nos 90 cambiou o foco de sua política de negócios pela da responsabilidade. Baixou um 20% suas emissões de carbono e estabeleceu canais de diálogo com os fornecedores.
•General Electric, está apostando todo a sua línea verde de negócios: eco-imagination.
•Interface é una fábrica de alfombras que desde que decidiu realizar um plano ambiental para sua cadeia de valor não só aumentou seus lucros senão que proporcionou “uma visão” para a companhia.
Fonte: RSE Online. Blog de RSE em www.rseonline.com.ar
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Novo paradigma empresarial. RSE. Estamos imersos na chamada Sociedade do Conhecimento. Os câmbios sociais, econômicos, técnicos…, estão pondo sobre a mesa a necessidade dum novo paradigma organizacional centrado na responsabilidade, na ética empresarial, em outra maneira de ser e fazer empresa…O paradigma tradicional de gestão e organização de empresas se está vendo ante graves dificuldades para sobreviver nestes tempos de câmbios constantes e de crise econômica derivada por um paradigma imoral de fazer negócios e por uma falta de responsabilidade.
A Responsabilidade Social da Empresa (RSE) é um conceito que se pode posicionar dentro dum novo paradigma não só de fazer negócios, senão de ser empresa. A Responsabilidade Social incide no papel e na importância das organizações para a construção da sociedade e para o desenvolvimento das pessoas. Em 2001 a União Européia publicou um documento, popularmente chamado Livro Verde da Responsabilidade Social, e que têm por título "Fomentar um marco europeu para a responsabilidade social das empresas". Nesse texto se entende a RSE "como a integração voluntária, por parte das empresas, das preocupações sociais e meio-ambientais em suas operações comerciais e suas relações com seus interlocutores." (União Européia, 2001)
É desejável o compromisso das empresas na comunidade, pela influencia que tem, e assim como no devem ser penalizadas aquelas que não se comprometam sim que devem ser premiadas aquelas que o façam. Com o tempo, cada vez mais, a Responsabilidade Social Empresarial vai ser uma fonte de vantagem competitiva.
O dito até agora, fala de Responsabilidade Social, como um aspecto mais da gerencia, tratando-lha como um recurso, convertendo-lho num objeto. Sem embargo, quando aqui se fala de empresas socialmente responsáveis, queremos falar da RSE como um valor, como algo que defina a organização e se integre em seus processos de decisão, em sua estratégia, em sua cultura empresarial… refletindo assim uma maneira de ser empresa e não simplesmente de fazer negócio.
Francisco Álvaro
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
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VII Conferencia Interamericana sobre RSE
El Banco Interamericano de Desarrollo (BID) impulsa la VII Conferencia Interamericana sobre RSE a celebrarse del 1 al 3 de diciembre en el hotel Conrad en Punta del Este, Uruguay. En esta oportunidad el lema del encuentro, tal vez el más importante de RSE en la región junto a la Conferencia Ethos, será "Afrontando los retos con responsabilidad" y tendrá como eje analizar la RSE en el contexto de la crisis internacional como como instrumento de desarrollo. La Conferencia está organizada por el BID, el FOMIN, la Presidencia de la República del Uruguay y la organización promotora de RSE Deres. Acceda desde aquí a laagenda actualizada e inscríbase en la Conferencia. Además, links a la cobertura realizada por ComunicaRSE en los últimos cinco encuentros.
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Bill Clinton: “Criar valor numa economia em crise”
A raiz de algumas manifestações recentes do mercado de valores parece que a confiança do consumidor está lentamente recuperando-se de seu ponto mais baixo em décadas. Porém fará falta muito mais que uns poucos dias bons em Wall Street para restaurar a fé do povo nas forças positivas do livre mercado e a globalização. Uma recente consulta de Harris Poll mostra que nove de cada 10 estadunidenses vê agora às corporações, de modo ruim.
Em tanto nos preparamos para a reunião anual da Clinton Global Initiative, que pos em marcha em 2005, estamos enfocados em ajudar às empresas a encontrar a maneira de criar valor para os acionistas e a sociedade. Ao fazer-lo, eles podem recuperar a confiança pública, essencial para o êxito em longo prazo do negócio. A crença de que as empresas devem escolher entre fazer o bem ou ser rentáveis é obsoleta; cada vez entendem mais que sua responsabilidade com os investidores significa ser responsáveis ante a sociedade e o meio ambiente no que operam. Hoje em dia, vários deles estão aproveitando seu core business para “fazer bem fazendo o bem”.
Inclusive nesta recessão econômica, as empresas estão em boa posição para ajudar às pessoas e as comunidades, e podem fazer dinheiro ou poupar-lo
se o fazem. Faço um chamado aos CEOs em todas as partes a adotar este conceito como próprio e a aplicar-lo em suas operações.
Assim como a tecnologia da informação explodiu na década dos 90’s, a tecnologia verde está chamada a ser o seguinte setor de maior crescimento. A energia renovável, a agricultura sustentável, o desenho ecológico, a eco-construção, a maior eficiência em iluminação e eletrônicos, as redes inteligentes e a limpeza de transporte, são todos mercados que prometem gerar emprego e benefícios a nível mundial. As empresas também estão convertendo-se em verdes mediante a produção e embalagem dos produtos que vendem, cada vez com menos materiais e com conteúdos reciclados, que conservam os recursos naturais, reduzem os custos de envio, e evitam as emissões de carbono.
Ao investir no crescimento das comunidades e o bem estar, a companhia outorga poder a seus clientes e cria uma marca mais forte, com maior lealdade. É o que pode resistir às crises econômicas, garantir maiores benefícios em longo prazo, e atrair mais investidores. Isto é especialmente certo nos mercados emergentes, onde o rápido crescimento está reduzindo a distância entre a antiga “caridade” e o investimento inteligente.
Multar Kent, presidente executivo da Coca-Cola, está ajudando a levar esta carga. Seu sistema de distribuição na África é um exemplo duma solução de negócio inovadora que benefícia tanto à empresa como aos empreendedores nos mercados desatendidos. O programa permite aos empresários independentes, incluindo um número crescente de mulheres, a criação de centros de distribuição em nome da empresa. Este modelo ajuda a Coca-Cola a assegurar mercados aos quais lhe é difícil chegar, em quanto que apoja a criação de emprego em ditas comunidades. Até o momento, Coca-Cola tem criado 2.500 empresas de distribuição independentes em toda África, proporcionando emprego direto a mais de 11.000 pessoas e gerando mais de $500 milhões em ingressos anuais.
Na África ocidental, Archer Daniels Midland se associou com produtores de cacau e cooperativas locais para proporcionar apoio e educação em áreas que vão desde a agronomia à gestão empresarial ou a prevenção do VIH/AIDS. Mais além de produzir benefícios consideráveis para os agricultores locais e suas comunidades - melhor saúde, maiores ingressos e a criação de emprego— a colaboração lhe assegura a ADM um subministro sustentável de grãos de cacau de alta qualidade a seus clientes no futuro. Nos Estados Unidos, onde ADM transporta milhões de toneladas de cultivos e produtos terminados através das vias navegáveis interiores, a companhia dedica parte de seus fundos a importantes esforços de limpeza de estas vias e alenta aos empregados a envolver-se diretamente como voluntários.
Estes são os tipos de medidas da Clinton Global Initiative, que reúne líderes políticos, empresários, filantropos e líderes de organizações não lucrativas de todo o mundo para adotar decisões sobre os problemas mais urgentes. Hoje em dia, ser um bom cidadão corporativo requer mais que um negócio tradicional já que demanda investimentos na sociedade e o meio ambiente. Pensar em curto prazo nos meteu na confusão financeira, e os investimentos em longo prazo que também beneficiem ao mundo, podem ajudar-nos a sair dela.
Os esforços que se façam a grande escala para resolver os grandes desafios mundiais, sem incluir ao setor privado, fracassarão. Somos todos acionistas do futuro de nossos filhos e o futuro de nosso planeta, e trabalhando juntos é como poderemos construir uma economia na que todos possam beneficiar-se dos mercados livres.
Harvard Business Review, September 2009, p. 70
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UE apresenta novo modelo de relações com América Latina
Ary Pantoja - 30/09/2009
A União Européia, UE, apresentou ontem sua proposta dum modelo diferente em suas relações com América Latina e Caribe pelos próximos cinco anos, definidas como “uma associação de atores globais”, e cujos objetivos giram em torno a “novas orientações e recomendações políticas” na solução de temas como o câmbio climático, a crise econômica e financeira, a seguridade energética e a migração.
“Ademais, propõe criar o Mecanismo de Investimento em América Latina, MIAL, que terá um efeito de alavanca para mobilizar recursos das instituições financeiras para financiar projetos de investimento em infra-estrutura energética, incluídos o rendimento energético e os sistemas de energias renováveis, o transporte, o meio ambiente e a coesão social”, declara num comunicado oficial a UE.
“Esta Comunicação (assim se denomina o modelo de relações) constitui um novo passo visível e tangível para a consolidação de nossa relação já bem assentada e florescente... Nesta ordem de coisas, o novo Mecanismo de Investimento propiciará novos investimentos, especialmente em infra-estruturas, o que permitirá criar novos empregos e fomentar o desenvolvimento econômico nesta região”, sinalou a comissária de Relações Exteriores e Política de Vizinhança da UE, Benita Ferrero-Waldner.
Eixos fundamentais
O modelo, denominado a Comunicação, compreende quatro eixos fundamentais. O primeiro é intensificar e centrar o diálogo bi-regional, e neste marco, intensificar o diálogo político nos âmbitos prioritários, tais como as questões macro-econômicas e financeiras, a seguridade e os direitos humanos, o emprego e os assuntos sociais; o meio ambiente, o cambio climático a energia; o ensino superior a tecnologia e a inovação.
Ademais, desenvolver e consolidar o mecanismo UE-ALC de coordenação e cooperação na luta contra as drogas e prosseguir o diálogo estruturado e global em curso sobre migração “duma maneira aberta e construtiva”, conforme a proposta global da UE sobre a migração.
O segundo eixo é consolidar a integração e a inter-conectividade regionais, dentro do qual se destaca “prosseguir as atuais negociações com América Central (Acordo de Associação) e os países andinos com o MERCOSUL; e apoiar os esforços de integração da região.
O terceiro eixo
Consolidar as relações bilaterais e ter mais em conta a diversidade é o terceiro eixo do novo modelo, no qual se destaca aproveitar plenamente as associações estratégicas existentes (Brasil e México), os Acordos de Associação existentes (Chile e México) e os Acordos de Cooperação bilaterais; assim como consolidar as relações bilaterais com países individuais para complementar o apoio da UE às agrupações regionais.
O quarto eixo contempla “adaptar e adequar os programas de cooperação com América Latina para gerar crescimento sustentável com baixas emissões de carbono, criar emprego, conseguir uma melhor distribuição dos ingressos e atenuar os efeitos da crise econômica e financeira.
Com isto a UE pretende continuar concentrando os recursos financeiros do Instrumento de Cooperação ao Desenvolvimento nos países mais pobres e nas necessidades dos grupos mais vulneráveis; melhorar a cooperação, especialmente nos âmbitos da coesão social e a integração regional, centrando-se em programas sobre as novas necessidades.
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